{"id":358,"date":"2008-02-11T13:42:22","date_gmt":"2008-02-11T16:42:22","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=358"},"modified":"2008-02-11T13:42:22","modified_gmt":"2008-02-11T16:42:22","slug":"aplausos-merecidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/aplausos-merecidos\/","title":{"rendered":"Aplausos merecidos"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-size: x-small\"><span class=\"texto\"><strong><\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura2\/med_terreira.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p class=\"menulat\" align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: xx-small\">Atuadores comemoram nova Terreira, na esquina da Aureliano com Jo\u00e3o Alfredo (Fotos: Naira Hofmeister\/J\u00c1)<\/span><\/p>\n<p><\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-size: x-small\"><span class=\"texto\"><strong>Naira Hofmeister<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-size: x-small\"><span class=\"texto\">Depois de dez anos afastada do centro, a Tribo de Atuadores <em>Oi N\u00f3is Aqui Traveiz<\/em> conseguiu libera\u00e7\u00e3o de um terreno e vai voltar \u00e0 Cidade Baixa, local onde criou a Terreira da Tribo, em 1984 e de onde foi expulsa, apesar das manifesta\u00e7\u00f5es populares favor\u00e1veis a sua perman\u00eancia. Atualmente, a sede do grupo fica no bairro Navegantes. \u201cSolidariedade e \u00e9tica n\u00e3o se agradece, se reconhece. \u00c9 um grande gesto da Prefeitura para com a Tribo\u201d, celebra T\u00e2nia Farias, uma das integrantes da trupe.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-size: x-small\"><span class=\"texto\">Parte das comemora\u00e7\u00f5es do trig\u00e9simo <\/span><span class=\"texto\">anivers\u00e1rio do grupo, no dia 31 de mar\u00e7o, j\u00e1 v\u00e3o acontecer no terreno doado, na esquina da Aureliano de Figueiredo Pinto com Jo\u00e3o Alfredo. O in\u00edcio das obras do teatro, no entanto, n\u00e3o est\u00e1 previsto pois depende de parcerias com empresas privadas para sair do papel.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-size: x-small\"><span class=\"texto\">Sandra Steil n\u00e3o viveu o cotidiano da Tribo na Cidade Baixa, mas est\u00e1 ansiosa por levar as malas para o bairro. \u201cPara a gente \u00e9 muito importante o contato f\u00edsico, o ambiente. Fazemos Teatro de Rua, mesmo se for num lugar fechado\u201d, acredita.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-size: x-small\"><span class=\"texto\">A expectativa \u00e9 que a experi\u00eancias com o novo p\u00fablico, da Cidade Baixa, onde, esperam, haja a mesma receptividade <\/span><span class=\"texto\">que em Navegantes.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-family: Times New Roman\"><span style=\"font-size: x-small\"><span class=\"texto\">\u201cEstamos com pena de sair de l\u00e1, pois a comunidade promoveu uma forte <\/span><span class=\"texto\">intera\u00e7\u00e3o com a Tribo nesses anos\u201d, observa Pedro D\u2019Camillis. A regi\u00e3o \u00e9 perif\u00e9rica, ocupada por f\u00e1bricas, ind\u00fastrias <\/span><span class=\"texto\">e moradores geralmente exclu\u00eddos <\/span><span class=\"texto\">dos circuitos culturais da cidade. \u201cFreq\u00fcentaram as oficinas, assistiram aos espet\u00e1culos e cresceram como comunidade\u201d, relata.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"linkbordo\" align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>P\u00fablico alvo: o vizinho<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Comemorando 20 anos de exist\u00eancia da Cia Stravaganza \u2013 que h\u00e1 dez anos mant\u00e9m o Studio Stravaganza na Olinto de Oliveira, no Santana \u2013, a diretora Adriane M\u00f3tola n\u00e3o hesita em afirmar que o p\u00fablico alvo do grupo \u00e9 a comunidade.\u201cFazemos espet\u00e1culos para os moradores do bairro, s\u00e3o aqueles que precisam conhecer e freq\u00fcentar\u201d, acredita.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Ela n\u00e3o faz propaganda na TV. Sua divulga\u00e7\u00e3o est\u00e1 em cada esquina do bairro Santana, na conversa do butiquim, nos olhos das crian\u00e7as da Vila Planet\u00e1rio. \u201cO teatro \u00e9 uma atividade transformadora, um processo que come\u00e7a na sala de espet\u00e1culos e se espalha sem parar\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A rela\u00e7\u00e3o com a Vila Planet\u00e1rio \u00e9, de fato, de boa vizinhan\u00e7a. Ao contr\u00e1rio do que diria o senso comum, a atividade constante da Vila protege os freq\u00fcentadores do teatro. Mas isso \u00e9 fruto da integra\u00e7\u00e3o que a companhia promoveu com os moradores do local. \u201cDepois que os pagantes entram, abrimos as portas do Studio para eles, de gra\u00e7a\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">O resultado \u00e9 ilustrado por hist\u00f3rias como a do grupo de meninos que entregou \u00e0 uma senhora que sa\u00eda do teatro, as calotas do seu carro. \u201cDisseram que acharam na esquina\u201d, ri Adriane. \u201cNo teatro eles s\u00e3o iguais aos outros, por isso a viol\u00eancia \u00e9 desnecess\u00e1ria\u201d, conclui.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Duas mostras de repert\u00f3rio, ainda sem data, v\u00e3o marcar as comemora\u00e7\u00f5es do anivers\u00e1rio. E em abril, estr\u00e9ia o novo espet\u00e1culo da companhia, A Com\u00e9dia dos Erros.<\/span><\/p>\n<p class=\"linkbordo\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>Clube de Cultura quer nova chance<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">H\u00e1 cerca de quarenta anos, 600 pessoas se aglomeravam no Clube de Cultura para ouvir Vin\u00edcius de Morais tocar viol\u00e3o. O compositor estava em Porto Alegre fugindo das amea\u00e7as do governo militar. \u201cEle n\u00e3o queria aparecer de jeito nenhum, mas o convencemos\u201d, lembra o guardi\u00e3o-mor do espa\u00e7o cultural, Hans Baumann, que administra o Clube desde 1964. O \u00fanico pagamento exigido por Vin\u00edcius foi uma garrafa de u\u00edsque.<\/span><\/p>\n<p class=\"menulat\" align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura2\/med_clubedecultura.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p class=\"menulat\" align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: xx-small\">Reissoli debate com duas integrantes do elenco <\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Assim como ele, Elis Regina, Bixo da Seda e Jorge Furtado estiveram no palco que deve passar por uma reforma em breve. Baumann planeja arrecadar R$ 800 mil para trocar as estruturas do telhado, ilumina\u00e7\u00e3o, som, palco e cadeiras. \u201cS\u00f3 a cultura \u00e9 capaz de promover uma revolu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica\u201d, acredita.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">O primeiro passo foi firmar parceira com o diretor Reissoli Moreira, que est\u00e1 montando um espet\u00e1culo com estr\u00e9ia prevista para abril com atores formados no Clube. A primeira sele\u00e7\u00e3o de atores aconteceu em novembro e outro curso est\u00e1 em andamento.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">O diretor busca empresas interessadas em vincular suas marcas \u00e0 cultura. J\u00e1 tem a promessa do Arroz Namorado para patrocinar a montagem de Jo\u00e3o e o P\u00e9 de Feij\u00e3o, mas precisa de mais apoiadores, que vai buscar entre os vizinhos.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">\u201cComo o espa\u00e7o \u00e9 do bairro, nada melhor do que o com\u00e9rcio local para dar for\u00e7a\u201d, aposta. Em mar\u00e7o, inicia a oficina de montagem, com dura\u00e7\u00e3o de seis meses.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atuadores comemoram nova Terreira, na esquina da Aureliano com Jo\u00e3o Alfredo (Fotos: Naira Hofmeister\/J\u00c1) Naira Hofmeister Depois de dez anos afastada do centro, a Tribo de Atuadores Oi N\u00f3is Aqui Traveiz conseguiu libera\u00e7\u00e3o de um terreno e vai voltar \u00e0 Cidade Baixa, local onde criou a Terreira da Tribo, em 1984 e de onde foi [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-358","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-x-categorias-velhas"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-5M","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/358","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=358"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/358\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=358"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=358"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=358"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}