{"id":38448,"date":"2016-09-01T23:00:38","date_gmt":"2016-09-02T02:00:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=38448"},"modified":"2016-09-01T23:00:38","modified_gmt":"2016-09-02T02:00:38","slug":"senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/","title":{"rendered":"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala"},"content":{"rendered":"<p><strong>Jo\u00e3o Alberto Wohlfart<\/strong> &#8211; Doutor em Filosofia pela PUCRS e professor de Filosofia no IFIBE<br \/>\nA crise pol\u00edtica brasileira e o golpe na Presidente Dilma Rousseff podem ser lidos a partir de muitos vieses te\u00f3ricos advindos da Filosofia, da Sociologia, da Economia, das Ci\u00eancias Pol\u00edticas e de outras \u00e1reas do saber. Podem ser lidos a partir de textos referenciais que a hist\u00f3ria do pensamento nos legou. O objeto do presente artigo \u00e9 uma aproxima\u00e7\u00e3o entre o texto da Dial\u00e9tica do Senhor e do Escravo, exposto por Hegel (1770-1831) no come\u00e7o da Fenomenologia do Esp\u00edrito, e a crise pol\u00edtica vivida pelo Brasil na atualidade. Pensamos que este seja um vi\u00e9s te\u00f3rico adequado para analisar criticamente o que est\u00e1 acontecendo no Brasil, principalmente no sentido de explicitar a l\u00f3gica interna do processo e a articula\u00e7\u00e3o dos seus componentes.<br \/>\nA Fenomenologia do Esp\u00edrito, uma obra que Hegel publicou no ano de 1807, exp\u00f5e uma s\u00e9rie de figuras que costuram o caminho pedag\u00f3gico e racional entre a certeza sens\u00edvel e conhecimento filos\u00f3fico, entre a sensibilidade e o processo hist\u00f3rico. Uma das figuras de destaque muito conhecida e de decidida influ\u00eancia hist\u00f3rica nas lutas sociais e na forma\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia hist\u00f3rica \u00e9 a Dial\u00e9tica do Senhor e do Escravo. \u00c9 uma figura que pode ser aplicada \u00e0 composi\u00e7\u00e3o te\u00f3rica do c\u00edrculo relacional entre o senhor capitalista e o empregado trabalhador, entre professor e aluno, entre mestre e disc\u00edpulo, entre necessidade e liberdade, entre capital e trabalho, entre dominador e dominado, entre Casa Grande e Senzala etc.<br \/>\nSenhor e escravo s\u00e3o duas figuras verticalmente relacionadas numa situa\u00e7\u00e3o de domina\u00e7\u00e3o do escravo pelo senhor. Nesta exposi\u00e7\u00e3o, o senhor figura como o sujeito absolutamente livre, imediatamente relacionado consigo mesmo, autoconsciente de sua independ\u00eancia absoluta e algu\u00e9m que usufrui de uma vida material de alt\u00edssimo n\u00edvel. \u00c9 sujeito de uma conta banc\u00e1ria gorda, dono de um apartamento luxuoso, carr\u00e3o do ano na garagem e propriet\u00e1rio de uma grande fazenda. A sua independ\u00eancia e a sua capacidade de gerenciamento material lhe proporcionaram esta fortuna que adquiriu por merecimento pr\u00f3prio. Em raz\u00e3o disto, o senhor ostenta a consci\u00eancia de liberdade e autonomia e despreza a sua nega\u00e7\u00e3o absoluta, o escravo radicalmente incompat\u00edvel com a sua condi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO outro termo da rela\u00e7\u00e3o \u00e9 o escravo. N\u00e3o possui nenhuma intui\u00e7\u00e3o de sua liberdade, rejeita a sua pr\u00f3pria subjetividade e trabalha para o seu senhor. O trabalho dele lhe esgota fisicamente e somente recebe como recompensa de seu trabalho o suficiente para permanecer vivo, manter a sua for\u00e7a f\u00edsica de trabalho e continuar com a atividade de produzir para o seu senhor. N\u00e3o se trata apenas de um duro trabalho executado no limite das suas for\u00e7as f\u00edsicas, mas esvazia a sua autoconsci\u00eancia, a sua liberdade interior e interioriza a consci\u00eancia do seu senhor como modelo que jamais conseguir\u00e1 alcan\u00e7ar. No exerc\u00edcio do trabalho, o escravo n\u00e3o exerce a sua pr\u00f3pria atividade, como se ela fosse uma materializa\u00e7\u00e3o da subjetividade, mas exerce a atividade do senhor.<br \/>\nEntre o senhor e o escravo n\u00e3o se estabelece uma rela\u00e7\u00e3o direta, pois entre eles est\u00e1 interposta a natureza. Ela aparece em dois momentos diferenciados. O primeiro, na condi\u00e7\u00e3o positiva, \u00e9 a natureza imediata tal como ela se estruturou como universo material; e o segundo, na condi\u00e7\u00e3o negativa, enquanto transformada pelo trabalho humano e destinada ao consumo. Neste processo, o escravo se relaciona diretamente com a natureza positiva, pois com ela se confronta no ato do trabalho e de transforma\u00e7\u00e3o. O escravo se depara com a dureza do objeto natural que necessita de muita for\u00e7a para ser superado. O senhor, em contrapartida, n\u00e3o se relaciona com a natureza imediata, mas apenas com a negativa porque a consome. O escravo n\u00e3o se relaciona com a natureza negativa porque ele n\u00e3o a consome, e quando ela est\u00e1 trabalhada escapa por completo de suas m\u00e3os.<br \/>\nNa Dial\u00e9tica do Senhor e do Escravo, o escravo reconhece e o senhor \u00e9 o reconhecido. O senhor atribui a si mesmo a liberdade e a autonomia absolutas, enquanto nega o escravo e o rebaixa \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de coisa. O escravo se nega a si mesmo atrav\u00e9s do esgotamento de suas for\u00e7as f\u00edsicas e o esvaziamento de sua liberdade ao confirmar a absoluticidade do senhor. Por\u00e9m, nesta rela\u00e7\u00e3o assim\u00e9trica, o escravo trabalha e o senhor apenas consome. O alto grau de vida material do senhor se deve ao trabalho do escravo, e n\u00e3o aos m\u00e9ritos do senhor.<br \/>\nConforme afirmamos, entre o senhor e o escravo est\u00e1 a natureza, assinalada com os sinais do positivo e do negativo. H\u00e1 um espa\u00e7o n\u00e3o diretamente dominado pelo senhor, o ato sist\u00eamico de enfrentamento da dureza da natureza pelo trabalho do escravo. Na sua dura atividade, o escravo passa por um processo de aprendizagem no qual se d\u00e1 conta de que a liberdade e o alto n\u00edvel de vida material do senhor somente s\u00e3o poss\u00edveis mediante o seu reconhecimento e o seu trabalho. Nesta pedagogia da aprendizagem atrav\u00e9s do trabalho e da intui\u00e7\u00e3o da liberdade pessoal, o escravo passa da heteronomia para a autonomia, da depend\u00eancia para a liberdade. Ao conquistar a liberdade, o escravo desmistifica e dissolve a pretensa absoluticidade do senhor que recai na condi\u00e7\u00e3o de escravo e \u00e9 rebaixado \u00e0 animalidade.<br \/>\nPara Hegel, o exerc\u00edcio do trabalho e a transforma\u00e7\u00e3o da natureza constituem passos fundamentais para a humaniza\u00e7\u00e3o. Como o senhor n\u00e3o trabalha, apenas recebe pronto e consome o resultado do trabalho de outrem, ele vira animal e n\u00e3o disp\u00f5e da media\u00e7\u00e3o fundamental de humaniza\u00e7\u00e3o. O que absolutamente desprezou e jamais quis para si mesmo, agora passa a ser a sua pr\u00f3pria caracteriza\u00e7\u00e3o essencial. Neste n\u00edvel, invertem-se as fun\u00e7\u00f5es quando o senhor se torna escravo e o escravo se torna livre. Mas n\u00e3o \u00e9 uma invers\u00e3o simples na qual um assume a condi\u00e7\u00e3o do outro e a rela\u00e7\u00e3o social permanece exatamente a mesma, mas o senhor \u00e9 desmistificado na sua posi\u00e7\u00e3o de dominador absoluto e o escravo segue o seu caminho de humaniza\u00e7\u00e3o e liberta\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso destacar que o senhor aposta na incondicionalidade de seu dom\u00ednio diante da qual o escravo n\u00e3o teria condi\u00e7\u00f5es de esbo\u00e7ar qualquer caminho de liberdade e de consci\u00eancia.<br \/>\nParece-nos claro que o texto hegeliano aqui reconstru\u00eddo em seus componentes fundamentais \u00e9 um referencial para a leitura do cen\u00e1rio pol\u00edtico atual. Na exposi\u00e7\u00e3o dial\u00e9tica que aqui empreendemos, na Hist\u00f3ria do Brasil identificamos a figura do Senhor com a Casa Grande e o Escravo com a Senzala. Na verdade, a Dial\u00e9tica do Senhor e do Escravo representa situa\u00e7\u00f5es de rela\u00e7\u00f5es historicamente situadas. Sob este vi\u00e9s, a Hist\u00f3ria do Brasil \u00e9 fortemente marcada pela presen\u00e7a de uma elite patriarcal, machista, patrimonialista, imperialista centrada no dom\u00ednio e na acumula\u00e7\u00e3o capitalista. Por outro lado, temos uma massa de escravos impossibilitados de liberdade e exclu\u00eddos das decis\u00f5es, na condi\u00e7\u00e3o de sujeitos sociais. Os escravos, atualmente os trabalhadores e o povo em geral, a massa de empobrecidos pelo sistema capitalista, sempre foram exclu\u00eddos do processo pol\u00edtico, das decis\u00f5es e dos bens produzidos pela sociedade, e ainda rotulados de bagabundos, pregui\u00e7osos e objetos de assistencialismos por parte do Estado.<br \/>\nAo longo da Hist\u00f3ria do Brasil uma grande massa ficou exclu\u00edda da frui\u00e7\u00e3o dos resultados econ\u00f4micos e n\u00e3o participou dos rumos do pa\u00eds. A Economia, a Pol\u00edtica, a Religi\u00e3o e o Direito estiveram voltados para a sustenta\u00e7\u00e3o e a eterniza\u00e7\u00e3o de uma pequena elite patriarcal naturalmente considerada como dona do poder e das riquezas do pa\u00eds. O fen\u00f4meno que atravessa a Hist\u00f3ria pode ser caracterizado a partir da oligarquia imperial que jamais abriu m\u00e3o do dom\u00ednio absoluto, invisivelmente sustentado por uma massa de escravos, trabalhadores e pela exclus\u00e3o social. \u00c9 toda uma base social que sustentou no topo da pir\u00e2mide uma elite dominadora, raivosa, autorit\u00e1ria, intolerante, ultraconservadora, branca e machista.<br \/>\nDentro do grande contexto hist\u00f3rico de meio mil\u00eanio houve um fen\u00f4meno no qual a grande maioria exclu\u00edda e empobrecida se transformou em vi\u00e9s de pol\u00edticas governamentais para tir\u00e1-las da mis\u00e9ria e inclu\u00ed-las socialmente. Durante os governos de Lula e Dilma, talvez num fen\u00f4meno jamais visto na Hist\u00f3ria da Humanidade, milh\u00f5es de miser\u00e1veis foram resgatados e entraram na classe m\u00e9dia. Diante desta constata\u00e7\u00e3o vis\u00edvel durante v\u00e1rios anos, a elite patriarcal n\u00e3o se conformou com os avan\u00e7os e ficou furiosa e enraivecida diante dos desdobramentos deste fen\u00f4meno. Ela ficou incomodada como o aparecimento social de classes historicamente recalcadas \u00e0 exclus\u00e3o social porque come\u00e7aram a ocupar os espa\u00e7os exclusivamente deles, de sua propriedade. Ficaram brabos com a presen\u00e7a de negros e pobres nas Universidades, com os mais humildes que viajam de avi\u00e3o, com a necessidade de compartilhamento dos mesmos espa\u00e7os como ruas, supermercados, bancos, pra\u00e7as p\u00fablicas etc. A tradicional elite dominante, com diversas roupagens ao longo da Hist\u00f3ria, raivosamente se posicionou diante de alguns acontecimentos estruturais que jamais se incluem em seus projetos e agendas tem\u00e1ticas. Com certeza, o golpe na Presidente Dilma Rousseff se deve muito mais em fun\u00e7\u00e3o dos avan\u00e7os, das conquistas sociais e da nova posi\u00e7\u00e3o do Brasil no cen\u00e1rio global das rela\u00e7\u00f5es internacionais do que propriamente os erros.<br \/>\nO objeto do artigo \u00e9 avaliar, dentro do contexto da crise e da atual configura\u00e7\u00e3o social brasileira, a rela\u00e7\u00e3o entre a Casa Grande e a Senzala, entre a atual elite dominante e o povo da base \u00e0 luz da Dial\u00e9tica do Senhor e do Escravo hegeliana, uma das fontes de inspira\u00e7\u00e3o de tantos movimentos sociais e de transforma\u00e7\u00e3o social dos \u00faltimos dois s\u00e9culos. Talvez, o problema maior dos governos petistas foi subir a rampa do Pal\u00e1cio do Planalto e afastar-se da grande base social e popular do pa\u00eds, cuja mobiliza\u00e7\u00e3o constitui a raz\u00e3o hist\u00f3rica de sua exist\u00eancia. Em palavras simples, substituiu-se a liga\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Partido dos Trabalhadores com o povo pela governabilidade e pelo PMDB.<br \/>\nA ascens\u00e3o social de milh\u00f5es de seres humanos e o mergulho do Brasil na crise econ\u00f4mica e pol\u00edtica revela um fen\u00f4meno diferente da estrutura l\u00f3gica da Dial\u00e9tica do Senhor e do Escravo, mas facilmente explic\u00e1vel a partir dela. O texto hegeliano aqui referido exp\u00f5e a oposi\u00e7\u00e3o radical entre duas figuras, a do Senhor e a do Escravo, em cuja l\u00f3gica uma representa o inverso de si mesma, uma \u00e9 a outra em si mesma e uma \u00e9 ela mesma na outra. O fen\u00f4meno da ascens\u00e3o social produziu um fen\u00f4meno contradit\u00f3rio cujo processo n\u00e3o foi acompanhado pela forma\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia e desenvolvimento da intelig\u00eancia. Com acesso ao consumo e ao conjunto de bens b\u00e1sicos, ao inv\u00e9s de formar uma vis\u00e3o cr\u00edtica e uma consci\u00eancia esclarecida, constituiu-se uma esp\u00e9cie de mentalidade burguesa afinada \u00e0 l\u00f3gica capitalista do consumo.<br \/>\nO not\u00e1vel fato do escravo de ter produzido a sua liberdade e quebrado a sua depend\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o ao senhor, esta l\u00f3gica n\u00e3o aconteceu desta forma na pol\u00edtica brasileira. A ascens\u00e3o social, as pol\u00edticas p\u00fablicas e a significativa participa\u00e7\u00e3o dos mais pobres no processo de desenvolvimento econ\u00f4mico n\u00e3o produziu uma for\u00e7a pol\u00edtica capaz de quebrar com a l\u00f3gica da domina\u00e7\u00e3o imperial e com a classe dominante, mas a fortaleceu. N\u00e3o aconteceu um processo de liberta\u00e7\u00e3o social e um mergulho para dentro da consci\u00eancia popular enquanto potencialidade transformadora, mas uma esp\u00e9cie de mentalidade burguesa generalizada que anestesiou a popula\u00e7\u00e3o diante dos ataques da m\u00eddia golpista, do judici\u00e1rio, da classe dominante e do pr\u00f3prio congresso nacional. N\u00e3o foi produzida uma for\u00e7a popular cr\u00edtica capaz de superar o dom\u00ednio imperial, mas emergiu uma grande massa popular alinhada aos interesses pol\u00edticos da burguesia e com mentalidade capitalista, o que inviabiliza qualquer proposta de transforma\u00e7\u00e3o social e hist\u00f3rica mais profunda. Pelo vi\u00e9s do senhor e do escravo, a Grande Senzala n\u00e3o foi politizada e conscientizada, mas massificada e aliada ao poder dominante. Ela, ao inv\u00e9s de politizar-se e fortalecer-se como um bloco hist\u00f3rico cr\u00edtico e revolucion\u00e1rio, transformou-se numa massa indiferenciada que interiorizou a mentalidade da oligarquia colonial e engolida por esta.<br \/>\nA casa grande est\u00e1 viva e ativa. Reapareceu com toda a sua f\u00faria dominadora, com a pose machista patriarcal, com uma organiza\u00e7\u00e3o absoluta e perfeita, com tudo incorporado \u00e0 sua l\u00f3gica. Todas as formas hist\u00f3ricas de machismo, patriarcalismo, patrimonialismo, colonialismo e imperialismo est\u00e3o integradas e plenamente atualizadas. As conversas entre as pessoas, a opini\u00e3o p\u00fablica de base, a l\u00f3gica dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, as for\u00e7as pol\u00edticas do congresso nacional, o grande capital, os alvos do judici\u00e1rio e a criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais, o governo golpista, o criacionismo nas escolas, a escola sem partido, tudo concorre para o fortalecimento da casa grande. Estes componentes constituem gigantescos tent\u00e1culos do mesmo e \u00fanico pandem\u00f4nio que dissolveu a for\u00e7a transformadora do povo e tem como alvo direto devorar Lula e o PT. Quase n\u00e3o nos sobra nada al\u00e9m deste monstro que dos domina por todos os lados. Contra o monstro que se instalou, novos movimentos dever\u00e3o ser constru\u00eddos.<br \/>\nUma cr\u00edtica poss\u00edvel de ser formulada a partir da l\u00f3gica da Dial\u00e9tica do Senhor e do Escravo, no conhecido paradigma social da Fenomenologia do Esp\u00edrito, \u00e9 o desaparecimento da for\u00e7a de contradi\u00e7\u00e3o e de articula\u00e7\u00e3o destas inst\u00e2ncias no cen\u00e1rio social e pol\u00edtico brasileiros. Inclusive muitas das manifesta\u00e7\u00f5es pr\u00f3-golpe amplamente articuladas pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o social foram favorecidas pela ascens\u00e3o social e conquistaram significativa qualidade de vida com os governos de Lula e de Dilma. Tornaram-se inimigos dos governos que lhes proporcionaram uma situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica privilegiada, com ruptura pol\u00edtica de base e com alinhamento \u00e0 grande burguesia dominante. Ao inv\u00e9s da oportunidade hist\u00f3rica de supera\u00e7\u00e3o da grande oligarquia patriarcal presente ao longo de toda a Hist\u00f3ria do Brasil, os meios de comunica\u00e7\u00e3o conseguiram manipular de tal maneira a popula\u00e7\u00e3o que boa parte da popula\u00e7\u00e3o vincula a corrup\u00e7\u00e3o ao PT.<br \/>\n\u00c9 vis\u00edvel que o momento atual \u00e9 de reviravolta conservadora em \u00e2mbito mundial e nacional. Parece que andamos na contram\u00e3o das potencialidades revolucion\u00e1rias e transformadoras inscritas na Dial\u00e9tica do Senhor e do Escravo tecnicamente formulada por Hegel h\u00e1 um pouco mais de dois s\u00e9culos atr\u00e1s. Parece que as for\u00e7as transformadoras recolheram e cederam amplo espa\u00e7o para todas as formas poss\u00edveis de conservadorismo econ\u00f4mico, pol\u00edtico, religioso e ideol\u00f3gico. Estamos num conservadorismo tal que falar do Senhor e do Escravo, e de todas as produ\u00e7\u00f5es inspiradas nela, poder\u00e1 ser pass\u00edvel de condena\u00e7\u00e3o e pris\u00e3o. Mas a farsa do golpe aplicado contra a Presidente Dilma Rousseff n\u00e3o ter\u00e1 vida longa e duradoura. O golpe n\u00e3o esmagar\u00e1 definitivamente a Democracia, as for\u00e7as de resist\u00eancia e os movimentos populares. Em breve h\u00e3o de eclodir novas for\u00e7as de resist\u00eancia capazes de contrapor \u00e0 oligarquia patriarcal dominante. Com a destitui\u00e7\u00e3o da Presidente Dilma Rousseff, as esquerdas dever\u00e3o se rearticular, produzir novas for\u00e7as pol\u00edticas e novos caminhos de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jo\u00e3o Alberto Wohlfart &#8211; Doutor em Filosofia pela PUCRS e professor de Filosofia no IFIBE A crise pol\u00edtica brasileira e o golpe na Presidente Dilma Rousseff podem ser lidos a partir de muitos vieses te\u00f3ricos advindos da Filosofia, da Sociologia, da Economia, das Ci\u00eancias Pol\u00edticas e de outras \u00e1reas do saber. Podem ser lidos a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":38450,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[2011,2012],"tags":[],"class_list":["post-38448","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-debates"],"aioseo_notices":[],"aioseo_head":"\n\t\t<!-- All in One SEO 5.0.1.1 - aioseo.com -->\n\t<meta name=\"robots\" content=\"max-image-preview:large\" \/>\n\t<meta name=\"author\" content=\"da Reda\u00e7\u00e3o\"\/>\n\t<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/\" \/>\n\t<meta name=\"generator\" content=\"All in One SEO (AIOSEO) 5.0.1.1\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:site_name\" content=\"Arquivo | Jornal J\u00c1 | Porto Alegre\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:title\" content=\"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala | Arquivo\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image:secure_url\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-09-02T02:00:38+00:00\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2016-09-02T02:00:38+00:00\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:title\" content=\"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala | Arquivo\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:image\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg\" \/>\n\t\t<script type=\"application\/ld+json\" class=\"aioseo-schema\">\n\t\t\t{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"BlogPosting\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#blogposting\",\"name\":\"Senhor e Escravo\\\/ Casa Grande e Senzala | Arquivo\",\"headline\":\"Senhor e Escravo\\\/ Casa Grande e Senzala\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\"},\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#organization\"},\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":38450},\"datePublished\":\"2016-09-01T23:00:38-03:00\",\"dateModified\":\"2016-09-01T23:00:38-03:00\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#webpage\"},\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#webpage\"},\"articleSection\":\"CDD-artigo em destaque, HOTSITE Comit\\u00ea pela Democracia\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#breadcrumblist\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo#listItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/destaque\\\/#listItem\",\"name\":\"CDD-artigo em destaque\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/destaque\\\/#listItem\",\"position\":2,\"name\":\"CDD-artigo em destaque\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/destaque\\\/\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#listItem\",\"name\":\"Senhor e Escravo\\\/ Casa Grande e Senzala\"},\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo#listItem\",\"name\":\"Home\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#listItem\",\"position\":3,\"name\":\"Senhor e Escravo\\\/ Casa Grande e Senzala\",\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/destaque\\\/#listItem\",\"name\":\"CDD-artigo em destaque\"}}]},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#organization\",\"name\":\"Jornal J\\u00c1\",\"description\":\"Jornal J\\u00c1 | Porto Alegre\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/\",\"telephone\":\"+555133307272\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/cards\\\/JAslogan.png\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#organizationLogo\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#organizationLogo\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/\",\"name\":\"da Reda\\u00e7\\u00e3o\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#authorImage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/469fd857d6605ad19919d27ed29d35a968a25f6e8fd9318356bbb7f57aae9c65?s=96&d=mm&r=g\",\"width\":96,\"height\":96,\"caption\":\"da Reda\\u00e7\\u00e3o\"}},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#webpage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/\",\"name\":\"Senhor e Escravo\\\/ Casa Grande e Senzala | Arquivo\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#website\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#breadcrumblist\"},\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\"},\"creator\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\"},\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":38450,\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#mainImage\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\\\/#mainImage\"},\"datePublished\":\"2016-09-01T23:00:38-03:00\",\"dateModified\":\"2016-09-01T23:00:38-03:00\"},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/\",\"name\":\"Arquivo\",\"description\":\"Jornal J\\u00c1 | Porto Alegre\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#organization\"}}]}\n\t\t<\/script>\n\t\t<!-- All in One SEO -->\n\n","aioseo_head_json":{"title":"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala | Arquivo","description":"","canonical_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/","robots":"max-image-preview:large","keywords":"","webmasterTools":{"miscellaneous":""},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#blogposting","name":"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala | Arquivo","headline":"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala","author":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/#author"},"publisher":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#organization"},"image":{"@type":"ImageObject","url":38450},"datePublished":"2016-09-01T23:00:38-03:00","dateModified":"2016-09-01T23:00:38-03:00","inLanguage":"pt-BR","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#webpage"},"isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#webpage"},"articleSection":"CDD-artigo em destaque, HOTSITE Comit\u00ea pela Democracia"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#breadcrumblist","itemListElement":[{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo#listItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/destaque\/#listItem","name":"CDD-artigo em destaque"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/destaque\/#listItem","position":2,"name":"CDD-artigo em destaque","item":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/destaque\/","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#listItem","name":"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala"},"previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo#listItem","name":"Home"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#listItem","position":3,"name":"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala","previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/destaque\/#listItem","name":"CDD-artigo em destaque"}}]},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#organization","name":"Jornal J\u00c1","description":"Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/","telephone":"+555133307272","logo":{"@type":"ImageObject","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/JAslogan.png","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#organizationLogo"},"image":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#organizationLogo"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/#author","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/","name":"da Reda\u00e7\u00e3o","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#authorImage","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/469fd857d6605ad19919d27ed29d35a968a25f6e8fd9318356bbb7f57aae9c65?s=96&d=mm&r=g","width":96,"height":96,"caption":"da Reda\u00e7\u00e3o"}},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#webpage","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/","name":"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala | Arquivo","inLanguage":"pt-BR","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#website"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#breadcrumblist"},"author":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/#author"},"creator":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/#author"},"image":{"@type":"ImageObject","url":38450,"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#mainImage"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/#mainImage"},"datePublished":"2016-09-01T23:00:38-03:00","dateModified":"2016-09-01T23:00:38-03:00"},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#website","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/","name":"Arquivo","description":"Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","inLanguage":"pt-BR","publisher":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#organization"}}]},"og:locale":"pt_BR","og:site_name":"Arquivo | Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","og:type":"article","og:title":"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala | Arquivo","og:url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/senhor-e-escravo-casa-grande-e-senzala\/","og:image":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg","og:image:secure_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg","article:published_time":"2016-09-02T02:00:38+00:00","article:modified_time":"2016-09-02T02:00:38+00:00","twitter:card":"summary","twitter:title":"Senhor e Escravo\/ Casa Grande e Senzala | Arquivo","twitter:image":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg"},"aioseo_meta_data":{"post_id":"38448","title":null,"description":null,"keywords":null,"keyphrases":null,"primary_term":null,"canonical_url":null,"og_title":null,"og_description":null,"og_object_type":"default","og_image_type":"default","og_image_url":null,"og_image_width":null,"og_image_height":null,"og_image_custom_url":null,"og_image_custom_fields":null,"og_video":null,"og_custom_url":null,"og_article_section":null,"og_article_tags":null,"twitter_use_og":false,"twitter_card":"default","twitter_image_type":"default","twitter_image_url":null,"twitter_image_custom_url":null,"twitter_image_custom_fields":null,"twitter_title":null,"twitter_description":null,"schema":{"blockGraphs":[],"customGraphs":[],"default":{"data":{"Article":[],"Course":[],"Dataset":[],"FAQPage":[],"Movie":[],"Person":[],"Product":[],"ProductReview":[],"Car":[],"Recipe":[],"Service":[],"SoftwareApplication":[],"WebPage":[]},"graphName":"","isEnabled":true},"graphs":[],"defaultGraph":"","defaultPostTypeGraph":""},"schema_type":null,"schema_type_options":null,"pillar_content":false,"robots_default":true,"robots_noindex":false,"robots_noarchive":false,"robots_nosnippet":false,"robots_nofollow":false,"robots_noimageindex":false,"robots_noodp":false,"robots_notranslate":false,"robots_max_snippet":null,"robots_max_videopreview":null,"robots_max_imagepreview":"large","priority":null,"frequency":null,"location":null,"local_seo":null,"breadcrumb_settings":null,"limit_modified_date":false,"ai":null,"created":"2020-12-20 20:50:55","updated":"2025-07-19 16:28:37","seo_analyzer_scan_date":null,"focus_keyword":null,"additional_keywords":null,"truseo_locale":null},"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":13128,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/maconha-terra-diz-que-uso-medicinal-e-desculpa\/","url_meta":{"origin":38448,"position":0},"title":"Maconha: Terra diz que uso medicinal \u00e9 desculpa","author":"Patr\u00edcia Marini","date":"4 de junho de 2014","format":false,"excerpt":"A condi\u00e7\u00e3o de pol\u00edtico, em \u00e9poca de campanha de campanha eleitoral, tira for\u00e7a do discurso do m\u00e9dico Osmar Terra contra a legaliza\u00e7\u00e3o da maconha. A tese dele de que a libera\u00e7\u00e3o vai ampliar exponencialmente o consumo \u00e9 discutivel, o consumo \u00e9 corrente. Mas seus alertas quanto aos riscos tem que\u2026","rel":"","context":"Em &quot;X.Categorias velhas&quot;","block_context":{"text":"X.Categorias velhas","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/x-categorias-velhas\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":14241,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-guaiba-nas-imagens-poeticas-de-achutti\/","url_meta":{"origin":38448,"position":1},"title":"O Gua\u00edba nas imagens po\u00e9ticas de Achutti","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"18 de junho de 2014","format":false,"excerpt":"Em \u201cO Gua\u00edba por Achutti\u201d \u2013 obra financiada via Minist\u00e9rio da Cultura, produ\u00e7\u00e3o executiva de Pedro Longhi, e Fl\u00e1vio Wild como designer \u2013, o fot\u00f3grafo revela a beleza e as mazelas de um espa\u00e7o aqu\u00e1tico de \u00e1guas sempre renovadas, cheio de hist\u00f3rias e lendas como as das cidades que foram\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura-Geral&quot;","block_context":{"text":"Cultura-Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":13124,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/sangue-latino-no-iecine\/","url_meta":{"origin":38448,"position":2},"title":"Sangue latino no IECINE","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"18 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"Francisco Ribeiro O Instituto Estadual de Cinema (IECINE) tem a frente, desde abril \u00faltimo, um novo diretor, o cineasta colombiano Juan Zapata, 36, que substitui Luiz Alberto Cassol. Radicado h\u00e1 dez anos em Porto Alegre, Zapata tem diante de si o desafio de conduzir at\u00e9 o final do ano um\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura-Geral&quot;","block_context":{"text":"Cultura-Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":13240,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/plano-diretor-estamos-construindo-o-caos\/","url_meta":{"origin":38448,"position":3},"title":"Plano diretor: &quot;Estamos construindo o caos&quot;","author":"Patr\u00edcia Marini","date":"26 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"Desabafo que arquiteta Eliana Castilhos, delegada da Regi\u00e3o de Planejamento 1, postou nas redes sociais \u00e9 um testemunho do ambiente que se criou no Conselho do Plano Diretor de Porto Alegre, onde a aprova\u00e7\u00e3o de grandes empreendimentos \u00e9 empurrada guela abaixo dos conselheiros. Ao CMDUA Como delegada da Regi\u00e3o de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":13109,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/judiciario-reconhece-poluicao-eletromagnetica\/","url_meta":{"origin":38448,"position":4},"title":"Judici\u00e1rio reconhece polui\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica","author":"Patr\u00edcia Marini","date":"16 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"A\u00e7\u00e3o de duas associa\u00e7\u00f5es de moradores foi acolhida pelo Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo que. em decis\u00e3o in\u00e9dita, determinou a redu\u00e7\u00e3o do campo eletromagn\u00e9tico gerado pelas linhas de transmiss\u00e3o de energia que cortam os bairros City Boa\u00e7ava e Alto de Pinheiros. \u00c9 a primeira vez que um tribunal do\u2026","rel":"","context":"Em &quot;X.Categorias velhas&quot;","block_context":{"text":"X.Categorias velhas","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/x-categorias-velhas\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-a08","jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38448","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38448"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38448\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38448"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38448"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38448"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}