{"id":394,"date":"2005-07-29T14:58:16","date_gmt":"2005-07-29T17:58:16","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=394"},"modified":"2005-07-29T14:58:16","modified_gmt":"2005-07-29T17:58:16","slug":"a-espera-de-projeto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/a-espera-de-projeto\/","title":{"rendered":"\u00c0 espera de projeto"},"content":{"rendered":"<p><strong>Guilherme Kolling<\/strong><br \/>\nNa tarde de uma segunda-feira ensolarada de julho, o com\u00e9rcio na avenida Osvaldo Aranha era um contraste. De um lado, lojas com liquida\u00e7\u00f5es de inverno, gente passando em frente \u00e0s vitrines a todo momento, e at\u00e9 uma fila de candidatos a emprego numa ferragem.<br \/>\nAli em frente, no Parque da Reden\u00e7\u00e3o, jazia o Mercado Bom Fim, quase as moscas. Das 25 lojas do local, nada menos que treze estavam fechadas. E o movimento era fraco nas abertas.<br \/>\n\u00c9 um problema e ao mesmo tempo uma grande oportunidade para a Prefeitura redefinir um projeto para o local. Mesmo num ponto nobre, o centro de compras reaberto h\u00e1 cinco anos n\u00e3o deslanchou.<br \/>\nAgora, uma dezena de espa\u00e7os do Mercado est\u00e3o com a permiss\u00e3o de uso vencendo. Outros quatro s\u00e3o ocupados por projetos do Munic\u00edpio. E alguns n\u00e3o funcionam h\u00e1 meses. Cabe \u00e0 Secretaria da Produ\u00e7\u00e3o, Ind\u00fastria e Com\u00e9cio (Smic) escolher a futura utiliza\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio.<\/p>\n<p align=\"justify\">O executivo da Smic, Idenir Cecchim, desde o in\u00edcio do ano fala em criar um mix de lojas para dar nova cara ao Mercado. \u201cTemos que ver o tipo de com\u00e9rcio e servi\u00e7os que as pessoas querem. Devemos atender o maior n\u00famero de pessoas poss\u00edvel\u201d, prev\u00ea.<\/p>\n<p>\u201cO projeto \u00e9 que n\u00e3o haja mais entrada pelos fundos, criando mais acessos pela frente, sem grandes transforma\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas. J\u00e1 temos interessados em instalar restaurantes tem\u00e1ticos. Mas primeiro temos que limpar a \u00e1rea, sen\u00e3o os investidores n\u00e3o aparecem\u201d, justifica.<br \/>\nO secret\u00e1rio diz que esbarrou em liminares na Justi\u00e7a, como a do Bar Escaler, e que est\u00e1 negociando com atuais permission\u00e1rios. Cecchim j\u00e1 adiantou que n\u00e3o pretende renovar a permiss\u00e3o de uso dos bares, que em alguns casos afastam o p\u00fablico.<br \/>\nSeu pr\u00f3ximo passo \u00e9 abrir licita\u00e7\u00e3o para os espa\u00e7os vazios. Outra proposta \u00e9 promover a id\u00e9ia de o porto-alegrense passar o dia no local. \u201cPrimeiro, o visitante olha as lojas, leva a crian\u00e7a no parquinho de divers\u00f5es, almo\u00e7a no Mercado, depois passeia, toma um caf\u00e9. Vamos fazer um link entre as atra\u00e7\u00f5es\u201d, projeta.<br \/>\nUm dos comerciantes mais tradicionais do ponto, Antenor Guerra, do Luar Luar, sugere a diversifica\u00e7\u00e3o de atividades, exemplificando com dois ramos \u2013 restaurante e florista \u2013 que, na vis\u00e3o dele, \u201cj\u00e1 tem demais\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guilherme Kolling Na tarde de uma segunda-feira ensolarada de julho, o com\u00e9rcio na avenida Osvaldo Aranha era um contraste. De um lado, lojas com liquida\u00e7\u00f5es de inverno, gente passando em frente \u00e0s vitrines a todo momento, e at\u00e9 uma fila de candidatos a emprego numa ferragem. 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