{"id":39413,"date":"2016-09-16T03:16:07","date_gmt":"2016-09-16T06:16:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=39413"},"modified":"2016-09-16T03:16:07","modified_gmt":"2016-09-16T06:16:07","slug":"ha-120-anos-porto-alegre-votou-pela-primeira-vez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/ha-120-anos-porto-alegre-votou-pela-primeira-vez\/","title":{"rendered":"H\u00e1 120 anos, Porto Alegre votou pela primeira vez"},"content":{"rendered":"<p>O voto n\u00e3o era secreto. Poucos foram \u00e0s urnas para eleger o carioca Jos\u00e9 Montaury, que seria sete vezes reeleito.<br \/>\nA cidade ainda curava as feridas de 31 meses de guerra civil, a mais sangrenta que o Rio Grande do Sul viveu, com um saldo de dez mil mortos*.<br \/>\nPorto Alegre ficou distante das maiores barbaridade \u2013 as degolas em massa, por exemplo \u2013 mas registrou assassinatos e tiroteios no centro da cidade.<br \/>\nA paz era recente, a manifesta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica ainda era inibida, havia muitos l\u00edderes exilados. Fora isso, o voto n\u00e3o era obrigat\u00f3rio. A oposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o apresentou candidato e fez campanha pela absten\u00e7\u00e3o. Por isso pouca gente compareceu \u00e0s urnas naquele setembro de 1896.<br \/>\nEra a primeira elei\u00e7\u00e3o direta para prefeito da hist\u00f3ria da cidade.<br \/>\nAs regras eram bem diferentes das atuais. Em primeiro lugar, mulher n\u00e3o votava e n\u00e3o era votada. O voto feminino s\u00f3 entrou nas urnas brasileiras trinta e oito anos depois, na Constitui\u00e7\u00e3o de 1934.<br \/>\nEm segundo lugar, o voto n\u00e3o era secreto, era \u201ca descoberto\u201d. Toda cidade ficava sabendo quem votou em quem.<br \/>\nEm terceiro lugar, quem alistava os eleitores, decidia quem estava habilitado a votar e coordenava o processo eleitoral eram funcion\u00e1rios do governo, fato sempre denunciado ela oposi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAo todo estavam qualificados para votar 5.746 eleitores, distribuidos em 23 mesas de 10 se\u00e7\u00f5es eleitorais. Menos de 10% dos habitantes da capital.<br \/>\n<span class=\"intertit\">Menos de 10% da popula\u00e7\u00e3o tinha direito a voto<\/span><br \/>\nCom 64 mil habitantes, Porto Alegre n\u00e3o tinha mais do que 5.746 eleitores aptos a votar naquela primeira elei\u00e7\u00e3o para prefeito, em 1896. Ou seja: o total dos que podiam votar n\u00e3o alcan\u00e7ava dez por cento da popula\u00e7\u00e3o. E mais da metade destes n\u00e3o exerceram o rec\u00e9m conquistado direito de voto.<br \/>\nCandidato \u00fanico, pelo Partido Republicano, Jos\u00e9 Montaury foi eleito com 2.393 votos, o que significa que apenas 42% dos eleitores qualificados compareceram \u00e0s urnas.<br \/>\nOs nove conselheiros (atuais vereadores) eleitos eram todos, como Montaury, do Partido Republicano Riograndense, que dominava o governo do Estado, sob o pulso de Julio de Castilhos.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<div style=\"padding: 1px 12px;margin: 18px 0;background-color: #fff1df\">\n<span class=\"intertit\">Carioca, de 38 anos, o primeiro prefeito<\/span><br \/>\nNo dia 1 de outubro de 1896, a foto de Montaury na capa do Correio do Povo causou sensa\u00e7\u00e3o em todo o Estado. Mostrava o primeiro eleito da capital, mas era a primeira vez que um jornal local estampava uma foto. O jornal completava um ano de vida e comemorava com a inova\u00e7\u00e3o de um \u201cretrato\u201d na capa.<br \/>\n<figure id=\"attachment_39414\" aria-describedby=\"caption-attachment-39414\" style=\"width: 212px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-39414\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Jos\u00e9-Montaury-212x300.jpg\" alt=\"Jos\u00e9 Montaury\" width=\"212\" height=\"300\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-39414\" class=\"wp-caption-text\">Jos\u00e9 Montaury<\/figcaption><\/figure><br \/>\nA mat\u00e9ria dizia: \u201cJos\u00e9 Montaury de Aguiar Leit\u00e3o \u00e9 natural do Rio de Janeiro, solteiro, tem 38 anosa, \u00e9 engenheiro. Reside h\u00e1 anos aqui, desde quando veio como diretor da Comiss\u00e3o de Terras e Coloniza\u00e7\u00e3o. Eficiente, digno de confian\u00e7a dos governos da Monarquia e da Rep\u00fablica&#8230; alheio \u00e0s lutas da pol\u00edtica partid\u00e1ria&#8230;\u201d<br \/>\nDe\u00a0 fato, Montaury mostrou ser tudo isso. Principalmente, honesto, pois governou por 27 anos e morreu, em 28 de setembro de 1939, \u201cpobre e modestamente\u201d, segundo registrou Walter Spalding,\u00a0 em sua Pequena Hist\u00f3ria de Porto Alegre. Quando deixou a prefeitura levou consigo somente seus vencimentos do \u00faltimo m\u00eas: 400 mil r\u00e9is.<br \/>\nNa segunda elei\u00e7\u00e3o de Montaury, em 1900, tamb\u00e9m sem advers\u00e1rio, ele fez 3.900 votos. S\u00f3 na quarta elei\u00e7\u00e3o consecutiva, Montaury enfrentou um advers\u00e1rio, o engenheiro Ant\u00e3o de Faria. As cr\u00edticas dos opositores centravam-se no falto de ele ser \u201ccarioca e solteiro sem sequer ter resid\u00eancia fixa aqui em Porto Alegre\u201d. N\u00e3o adiantou,\u00a0 ele teve 5.106 votos contra apenas 392 dados a Faria.<br \/>\nNa\u00a0 quinta elei\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o teve advers\u00e1rio, mas na sexta aparece novo opositor, Antonio Moraes Fernandes. Seu curto e incisivo programa de a\u00e7\u00e3o era: \u201cAcabar com a tirania borgista atrav\u00e9s de uma revolu\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>\nFez apenas 622 votos. Montaury fez mais de 6.000. A revolu\u00e7\u00e3o que seu advers\u00e1rio pregava chegaria sete anos depois (1923) e decretaria o fim da ditadura republicana, mas ainda deu tempo para um s\u00e9timo mandato de Jos\u00e9 Montaury.\n<\/div>\n<p>&nbsp;<br \/>\n<span class=\"intertit\">Ningu\u00e9m sa\u00eda de casa sem chap\u00e9u<\/span><br \/>\nO\u00a0 28 de setembro de 1896 foi \u201cuma segunda feira sem sol\u201d. A vota\u00e7\u00e3o come\u00e7ou as 9 da manh\u00e3. Alguns eleitores se dirigiram \u00e0s mesas a bordo dos maxambombas, os bondes puxados a burro. Muitos foram a p\u00e9, outros em carro\u00e7as, charretes ou t\u00edlburis, os taxis da \u00e9poca, puxados a cavalo (o primeiro carro s\u00f3 apareceria na cidade dez anos mais tarde).<br \/>\nDamas bem vestidas, com suas sombrinhas e longos vestidos, apenas desfilavam ao lado dos homens que iam votar. Estes sempre com algo em comum: o chap\u00e9u. Ningu\u00e9m sa\u00eda de casa sem chap\u00e9u, muito menos para votar.<br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-39415 size-full\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/foto-136f.jpg\" alt=\"foto-136f\" width=\"725\" height=\"546\" \/>Apesar de hostilidades verbais, no dia da vota\u00e7\u00e3o n\u00e3o houve registro de incidentes e os eleitores compareceram calmamente \u00e0s elei\u00e7\u00f5es.<br \/>\n\u00c0 noite, quando as reda\u00e7\u00f5es dos jornais preparavam o notici\u00e1rio sobre a vota\u00e7\u00e3o, \u00e0s 22 horas , irrompeu um grande inc\u00eandio na cidade: tr\u00eas armaz\u00e9ns queimaram totalmente na rua Sete de Setembro. No dia seguinte, os primeiros resultados parciais, sa\u00edram na imprensa com o mesmo destaque dado ao inc\u00eandio.<br \/>\n<span class=\"intertit\">Estupro, suic\u00eddio, maus tratos a animais, falta d\u00e1gua: o\u00a0cotidiano nos jornais<\/span><br \/>\nEmbora fosse uma mudan\u00e7a hist\u00f3rica \u2013 a primeira vez que os cidad\u00e3os iam eleger seu prefeito &#8211; os jornais da \u00e9poca deram pouco destaque ao pleito municipal.<br \/>\nUma semana antes da vota\u00e7\u00e3o, a grande pol\u00eamica era um \u201cgrave incidente\u201d ocorrido na igreja das Dores: o defloramento da menor Clementina pelo vig\u00e1rio Bartholomeu\u201d, noticiada pelo Correio do Povo.<br \/>\n<figure id=\"attachment_39416\" aria-describedby=\"caption-attachment-39416\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-39416\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/8242-812-225x300.jpg\" alt=\"Um dos jornais da \u00e9poca\" width=\"225\" height=\"300\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-39416\" class=\"wp-caption-text\">Um dos jornais da \u00e9poca<\/figcaption><\/figure><br \/>\nNo mais, as not\u00edcias eram corriqueiras:\u00a0 a\u00a0 moradora da Azenha que tenta se matar ingerindo \u201ccabe\u00e7as de phosphoros de pau\u201d; reclama\u00e7\u00f5es contra \u201cimper\u00edcia ou malvadez\u201d dos cocheiros das linhas de bondes puxados a burro; multa para a contratante da ilumina\u00e7\u00e3o a querosene \u201cpor terem sido encontrados apagados tr\u00eas lampe\u00e3oes na pra\u00e7a Menino Deus&#8230;\u201d<br \/>\nOs cr\u00edticos falavam em \u201ccidade aldeia\u201d, tamanha era a car\u00eancia dos b\u00e1sicos servi\u00e7os de infraestrutura em Porto Alegre nessa \u00e9poca.<br \/>\nEm todas as publica\u00e7\u00f5es, muito destaque para as chegadas e partidas dos vapores no porto, com lista de passageiros e tudo. Afinal, a vida econ\u00f4mica da cidade dependia do porto.<br \/>\nManchete tamb\u00e9m para a falta de \u00e1gua no Moinhos de Vento\u00a0 e avenida Independ\u00eancia. \u00c1gua que n\u00e3o era tratada. Apenas coletada no canal central do Guaiba e decantada.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O voto n\u00e3o era secreto. Poucos foram \u00e0s urnas para eleger o carioca Jos\u00e9 Montaury, que seria sete vezes reeleito. A cidade ainda curava as feridas de 31 meses de guerra civil, a mais sangrenta que o Rio Grande do Sul viveu, com um saldo de dez mil mortos*. 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