{"id":39978,"date":"2016-10-03T12:14:40","date_gmt":"2016-10-03T15:14:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=39978"},"modified":"2016-10-03T12:14:40","modified_gmt":"2016-10-03T15:14:40","slug":"temer-driblou-a-imprensa-dilma-nao-pode-ser-acompanhada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/temer-driblou-a-imprensa-dilma-nao-pode-ser-acompanhada\/","title":{"rendered":"Temer driblou a imprensa, Dilma n\u00e3o pode ser acompanhada"},"content":{"rendered":"<div class=\"container\">\n<article id=\"news\" class=\"news\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-md-7\">\n<div id=\"article-content\" class=\"news-content content\">\n<div class=\"content\">\nOs principais personagens da crise pol\u00edtica que culminou com o impeachment \u00a0das presidente Dilma Rousseff, em agosto, \u00a0foram alvo de manifesta\u00e7\u00f5es ou tiveram que fugir delas para escapar de vaias.<br \/>\nMichel Temer, por exemplo. Vice que assumiu a presid\u00eancia no lugar de Dilma, \u00a0teve que driblar a imprensa e um protesto organizado por estudantes: anunciou que ia votar \u00e0s11h, mas compareceu \u00e0s urnas na PUC (Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica) antes mesmo das 8h, quando rec\u00e9m havia aberto a sess\u00e3o eleitoral.<br \/>\nA primeira dama, Marcela Temer, adotou a mesma t\u00e1tica. Votou bem cedinho, cruzando com menos de dez eleitores no local.<br \/>\nNo col\u00e9gio Sion, na zona oeste de SP, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi chamado de &#8220;golpista&#8221;, por um grupo de manifestantes. Ao que reagiram apoiadores do ex-presidente gritando &#8220;fora, petralhas&#8221; e &#8220;Lula na cadeia&#8221;. Na sa\u00edda, FHC foi aplaudido.<br \/>\nO ex-presidente da C\u00e2mara Federal, Eduardo Cunha, que tamb\u00e9m votou cedinho no Rio, foi chamado de &#8220;ladr\u00e3o&#8221;, &#8220;palha\u00e7o&#8221;, &#8220;babaca&#8221; por um eleitor, mas na sa\u00edda teve que posar para selfie com outros.\n<\/div>\n<aside><\/aside>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<div class=\"container\">\nA ex-presidente Dilma Rousseff, no entanto, n\u00e3o conseguiu escapar de um tumulto, quando foi votar em Porto Alegre.\u00a0Uma decis\u00e3o do juiz eleitoral Niwton Carpes da Silva impediu a entrada da imprensa no local, alegando que a ex-presidente n\u00e3o teria direito a esquema especial de vota\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA confus\u00e3o come\u00e7ou antes quando um grupo de 50 manifestantes favor\u00e1veis a Dilma tamb\u00e9m foram barrados. Com a chegada da ex-presidente os \u00e2nimos se exaltaram, a Brigada Militar entrou em a\u00e7\u00e3o, n\u00e3o deixando entrar nem o candidato a prefeito Raul Pont, nem o ex-ministro Miguel Rossetto que acompanhavam Dilma. No tumulto que se formou uma porta de vidro foi quebrada, houve ferimentos, Pont ficou com a camisa manchada de sangue, embora n\u00e3o tenha se ferido.<br \/>\nO v\u00eddeo gravado pelo SBT pode ser assistido <a href=\"http:\/\/www.cartacapital.com.br\/politica\/em-porto-alegre-juiz-tenta-deixar-dilma-invisivel\">aqui.<\/a>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os principais personagens da crise pol\u00edtica que culminou com o impeachment \u00a0das presidente Dilma Rousseff, em agosto, \u00a0foram alvo de manifesta\u00e7\u00f5es ou tiveram que fugir delas para escapar de vaias. Michel Temer, por exemplo. 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