{"id":437,"date":"2005-12-04T13:49:28","date_gmt":"2005-12-04T16:49:28","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=437"},"modified":"2005-12-04T13:49:28","modified_gmt":"2005-12-04T16:49:28","slug":"a-bienal-do-asfalto-ocupa-o-brique-da-redencao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/a-bienal-do-asfalto-ocupa-o-brique-da-redencao\/","title":{"rendered":"A Bienal do Asfalto ocupa o Brique da Reden\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura\/media_bienal.jpg?0.02227480400590215\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"300\" height=\"225\" \/><br \/>\n<span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\"><strong>A obra de Maga\u00e7a Brand\u00e3o tem como conceito<\/strong> a<strong>s poss\u00edveis sensa\u00e7\u00f5es causadas pelo desamparo<br \/>\n<strong>(Fotos: Carla Ruas\/J\u00e1)<br \/>\n<\/strong><\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Carla Ruas<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">A Bienal tamb\u00e9m est\u00e1 no Brique da Reden\u00e7\u00e3o. Neste final-de-semana, encerrou o projeto &#8220;Bienal do Asfalto&#8221;, que promoveu a exposi\u00e7\u00e3o de obras de arte contempor\u00e2nea no corredor do Brique. A organiza\u00e7\u00e3o foi do setor Arte na Pra\u00e7a, composto por expositores de arte da feira, em conjunto com a Secretaria Municipal da Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio.<\/p>\n<p align=\"justify\">As obras foram compostas por 13 artistas da Reden\u00e7\u00e3o e quatro convidados, inclusive um de Santa Catarina. &#8220;A id\u00e9ia era que cada um dos artistas montasse uma obra de arte contempor\u00e2nea, para fazer um paralelo com a Bienal&#8221;, conta Tina Felice, da comiss\u00e3o organizadora. &#8220;Era a nossa grande brincadeira, e acabou sendo um sucesso&#8221;, comemora.<\/p>\n<p align=\"justify\">A Prefeitura de Porto Alegre apoiou o projeto. Idenir Cecchim, secret\u00e1rio da SMIC, lembra do valor que o local tem para os porto-alegrenses. &#8220;O Brique \u00e9 muito rico e \u00fanico no contexto da cidade. A proposta de integr\u00e1-lo \u00e0 Bienal \u00e9 oportuna e engrandece a cultura local&#8221;, afirma.\u00a0 Tina conta ainda que esta \u00e9 uma tentativa de ocupar o espa\u00e7o central da feira para promover a arte: &#8220;Queremos ocupar a avenida de uma maneira mais efetiva&#8221;. Para ela, muitos m\u00fasicos e outros artistas ocupam o espa\u00e7o, tirando a aten\u00e7\u00e3o dos visitantes para as artes pl\u00e1sticas expostas naquela parte da feira.<br \/>\nZupo, que trabalha no Brique h\u00e1 14 anos, diz que a exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m tem a finalidade de sensibilizar o grande p\u00fablico para a arte. &#8220;Muitos n\u00e3o freq\u00fcentam museus e n\u00e3o t\u00eam a possibilidade de ver obras de arte&#8221;. Ele \u00e9 autor do Ocam\u00f3vel, projeto que surpreendeu os observadores. &#8220;O fato deles se questionarem significa que mexeu com os sentidos&#8221;, conta.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ele expressa o valor das artes, uma das manifesta\u00e7\u00f5es que mais mobiliza os cinco sentidos do ser humano: &#8220;Sem comida, uma pessoa vive dez dias. Sem respirar, 3 minutos. Mas sem os seus sentidos, est\u00e1 morta&#8221;, conclui.<\/p>\n<p align=\"justify\">Esta foi a primeira edi\u00e7\u00e3o do evento, e teve a participa\u00e7\u00e3o dos expositores: Ana Diniz, Maga\u00e7a Brand\u00e3o, Mano Alvim, Juan Corvalan e Zupo, entre outros. As obras j\u00e1 tinham sido expostas nos dias 24 e 25 de novembro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A obra de Maga\u00e7a Brand\u00e3o tem como conceito as poss\u00edveis sensa\u00e7\u00f5es causadas pelo desamparo (Fotos: Carla Ruas\/J\u00e1) Carla Ruas A Bienal tamb\u00e9m est\u00e1 no Brique da Reden\u00e7\u00e3o. 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