{"id":44710,"date":"2017-02-19T21:42:47","date_gmt":"2017-02-20T00:42:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=44710"},"modified":"2017-02-19T21:42:47","modified_gmt":"2017-02-20T00:42:47","slug":"projeto-bilionario-valoriza-duas-empresas-que-sartori-quer-privatizar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/projeto-bilionario-valoriza-duas-empresas-que-sartori-quer-privatizar\/","title":{"rendered":"Projeto bilion\u00e1rio valoriza duas empresas que Sartori quer privatizar"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\">A Copelmi Minera\u00e7\u00e3o apresentou ao governador Ivo Sartori um projeto para instalar um parque carboqu\u00edmico no Rio Grande do Sul, com investimento de \u00a04,4 bilh\u00f5es de d\u00f3lares (mais de R$ 13 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Pioneira na explora\u00e7\u00e3o do carv\u00e3o mineral no Brasil, a Copelmi fornece mais de 80% do carv\u00e3o de uso industrial no pa\u00eds &#8211; mant\u00e9m a concess\u00e3o de mais de 3 bilh\u00f5es de toneladas de carv\u00e3o mineral.<\/p>\n<p>O alvo imediato do novo projeto \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s, que tem um potencial de mercado enorme no Estado.<br \/>\nO diretor da Copelmi, Roberto de Faria, disse que a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 vender 1,5 milh\u00e3o de metros c\u00fabicos por dia para a Sulg\u00e1s, que permitiria quase dobrar a oferta de g\u00e1s no Estado.<br \/>\nO diretor da Copelmi garante que o g\u00e1s extra\u00eddo do carv\u00e3o local teria pre\u00e7o menor do que o g\u00e1s natural que vem da Bol\u00edvia.<br \/>\nA empresa desenvolve o projeto desde 2014 e tem como parceiro um grupo coreano que deve participar com 30% no investimento. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 come\u00e7ar a constru\u00e7\u00e3o em 2018, com prazo de tr\u00eas anos para conclus\u00e3o da obra.<br \/>\nO g\u00e1s de que o Rio Grande do Sul hoje disp\u00f5e vem da Bol\u00edvia, mas est\u00e1 limitado \u00e0s dimens\u00f5es do gasoduto, que tem mais 3 mil quil\u00f4metros de extens\u00e3o, mas n\u00e3o d\u00e1 vaz\u00e3o a mais do que 2,8 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia.<br \/>\nAl\u00e9m disso, o contrato para fornecimento do g\u00e1s, entre a Petrobr\u00e1s (que tem 49% da Sulg\u00e1s) e o governo boliviano, termina em 2019.<br \/>\nA Sulg\u00e1s \u00a0 atende hoje mais de 11 mil clientes, entre resid\u00eancias, com\u00e9rcios, ind\u00fastrias, usinas t\u00e9rmicas &#8211; mas o potencial, segundo proje\u00e7\u00f5es da pr\u00f3pria empresa, vai a mais de 100 mil clientes.<br \/>\nA Sulg\u00e1s estima que a demanda por g\u00e1s no Estado em dez anos pode chegar a 10 mil metros c\u00fabicos por dia.<br \/>\nHoje, se n\u00e3o houvesse o gargalo do gasoduto boliviano, o Rio Grande do Sul estaria consumindo 5 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos di\u00e1rios, o dobro do consumo atual.<br \/>\nAl\u00e9m da Sulg\u00e1s, que seria a distribuidora desse g\u00e1s extra\u00eddo do carv\u00e3o, a Companhia Riograndense de Minera\u00e7\u00e3o (CRM), detentora das maiores e mais acess\u00edveis reservas carbon\u00edferas do pais, seria valorizada com a amplia\u00e7\u00e3o do mercado.<br \/>\nAmbas as empresas, \u00a0Sulg\u00e1s e CRM, s\u00e3o controladas pelo governo do Estado e est\u00e3o na lista de privatiza\u00e7\u00f5es que faz parte do &#8220;ajuste fiscal&#8221; promovido pelo governo de Ivo Sartori.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Copelmi Minera\u00e7\u00e3o apresentou ao governador Ivo Sartori um projeto para instalar um parque carboqu\u00edmico no Rio Grande do Sul, com investimento de \u00a04,4 bilh\u00f5es de d\u00f3lares (mais de R$ 13 bilh\u00f5es). 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