{"id":45492,"date":"2017-03-08T18:02:21","date_gmt":"2017-03-08T21:02:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=45492"},"modified":"2017-03-08T18:02:21","modified_gmt":"2017-03-08T21:02:21","slug":"ccj-do-senado-aprova-uniao-estavel-homoafetiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/ccj-do-senado-aprova-uniao-estavel-homoafetiva\/","title":{"rendered":"CCJ do Senado aprova uni\u00e3o est\u00e1vel homoafetiva"},"content":{"rendered":"<header>\n<div class=\"node-info\"><strong>Yara Aquino &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/div>\n<\/header>\n<div class=\"content\">\nA Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a (CCJ) do Senado aprovou hoje (8) o projeto de lei que altera o C\u00f3digo Civil para reconhecer a uni\u00e3o est\u00e1vel entre pessoas do mesmo sexo e possibilitar a convers\u00e3o dessa uni\u00e3o em casamento. A vota\u00e7\u00e3o foi terminativa e o projeto poder\u00e1 seguir para an\u00e1lise da C\u00e2mara dos Deputados se n\u00e3o houver recurso para vota\u00e7\u00e3o em plen\u00e1rio.<br \/>\nO C\u00f3digo Civil reconhece como entidade familiar \u201ca uni\u00e3o est\u00e1vel entre o homem e a mulher, configurada na conviv\u00eancia p\u00fablica, cont\u00ednua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constitui\u00e7\u00e3o de fam\u00edlia\u201d. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 612\/2011 estabelece que a lei seja alterada para estabelecer como fam\u00edlia \u201ca uni\u00e3o est\u00e1vel entre duas pessoas\u201d, mantendo o restante do texto do artigo.<br \/>\nEm 2011, o Supremo Tribunal Federal reconheceu, por unanimidade, a uni\u00e3o est\u00e1vel entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Na pr\u00e1tica, a decis\u00e3o significou que as regras que valem para rela\u00e7\u00f5es est\u00e1veis entre homens e mulheres ser\u00e3o aplicadas aos casais <em>gays<\/em>. Em 2013, o Conselho Nacional de Justi\u00e7a aprovou resolu\u00e7\u00e3o que obriga os cart\u00f3rios de todo o pa\u00eds a celebrar o casamento civil e converter a uni\u00e3o est\u00e1vel homoafetiva em casamento em fun\u00e7\u00e3o de diverg\u00eancias de interpreta\u00e7\u00e3o sobre o tema.<br \/>\nO relator do projeto, senador Roberto Requi\u00e3o (PMDB-PR), lembrou no parecer a decis\u00e3o do STF e disse que o Legislativo tem a responsabilidade de adequar a lei em vigor ao entendimento da Corte, a fim de eliminar dificuldades e dar seguran\u00e7a jur\u00eddica aos casais homoafetivos. O projeto votado hoje foi apresentado pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP).<br \/>\n\u201cCumpre ao Poder Legislativo exercer o papel que lhe cabe para adequar as disposi\u00e7\u00f5es contidas no C\u00f3digo Civil ao entendimento consagrado pela Suprema Corte, como proposto no projeto de lei da senadora Marta Suplicy, contribuindo assim para o aumento da seguran\u00e7a jur\u00eddica e, em \u00faltima an\u00e1lise, a dissemina\u00e7\u00e3o da pacifica\u00e7\u00e3o social\u201d, registra o relat\u00f3rio de Requi\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"node-info\">Edi\u00e7\u00e3o: <strong>Gra\u00e7a Adjuto<\/strong><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Yara Aquino &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil A Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a (CCJ) do Senado aprovou hoje (8) o projeto de lei que altera o C\u00f3digo Civil para reconhecer a uni\u00e3o est\u00e1vel entre pessoas do mesmo sexo e possibilitar a convers\u00e3o dessa uni\u00e3o em casamento. 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