{"id":47107,"date":"2017-04-11T11:17:19","date_gmt":"2017-04-11T14:17:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=47107"},"modified":"2017-04-11T11:17:19","modified_gmt":"2017-04-11T14:17:19","slug":"para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/","title":{"rendered":"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<br \/>\n<span class=\"assina\"><em>Louren\u00e7o Cazarr\u00e9<\/em><\/span><br \/>\nA menina Svetlana Aleksi\u00e9vitch, nascida em 1948 na Ucr\u00e2nia, n\u00e3o gostava de livros de guerra, numerosos em sua casa, mas na escola &#8211; na Bielo-R\u00fassia, onde cresceu &#8211; era obrigada a l\u00ea-los. \u201cEstivemos sempre a combater ou a preparar-nos para a guerra&#8230; Na escola, ensinavam-nos a amar a morte\u201d. Ao seu redor, todos liam. Afinal, eles, os sovi\u00e9ticos, haviam sido os vencedores do conflito recente contra os alem\u00e3es.<br \/>\n\u201cDepois da guerra, a aldeia da minha inf\u00e2ncia era feminina&#8230; N\u00e3o me lembro de vozes masculinas\u201d, escreve Svetlana na abertura de <em>A guerra n\u00e3o tem rosto de mulher<\/em> (Companhia das Letras, 2016, 392 p\u00e1ginas). Os homens eram poucos porque milh\u00f5es deles morreram na Grande Guerra Patri\u00f3tica (assim chamada pelos sovi\u00e9ticos). A Bielo-R\u00fassia teve dizimado um ter\u00e7o de sua popula\u00e7\u00e3o. A R\u00fassia perdeu cerca de 22 milh\u00f5es de pessoas.<br \/>\nSvetlana formou-se em jornalismo em 1972. No final daquela d\u00e9cada, resolveu escrever um livro sobre os seres humanos na guerra. \u201cN\u00e3o escrevo a hist\u00f3ria da guerra, mas a hist\u00f3ria dos sentimentos. Sou historiadora da alma\u201d. Passou a colher depoimentos de mulheres que haviam atuado no Ex\u00e9rcito Vermelho. Surgiria ent\u00e3o um estilo (liter\u00e1rio, jornal\u00edstico?) que d\u00e9cadas depois seria consagrado com o Nobel de Literatura (2015).<br \/>\nO efetivo feminino das for\u00e7as sovi\u00e9ticas chegou a um milh\u00e3o. Svetlana parou de contar suas entrevistadas quando elas ultrapassaram 500. Gravou longas conversas com lavadeiras, cozinheiras e enfermeiras, mas tamb\u00e9m com franco-atiradoras, pilotos de avi\u00f5es de ca\u00e7a e comandantes de artilharia. Entre elas encontrou \u201cnarradoras espantosas\u201d.<br \/>\nDas confiss\u00f5es dessas mulheres Svetlana pin\u00e7ou os trechos mais impactantes ou tocantes. Quase sempre devastadores. E com eles montou um livro-mosaico que foi recusado por muitas editoras antes de chegar ao prelo, em 1985, j\u00e1 nos estertores do comunismo. A obra vendeu dois milh\u00f5es de exemplares nos primeiros cinco anos.<br \/>\n<em>Escritos polif\u00f4nicos<\/em><br \/>\nCom a t\u00e9cnica de tra\u00e7ar vastos pain\u00e9is a partir de incont\u00e1veis narrativas de pessoas comuns, Svetlana produziu outros escritos polif\u00f4nicos sobre sofrimento e coragem. Entre seus livros publicados, destacam-se <em>Rapazes de zinco<\/em> (sobre os jovens russos que, sem saber o motivo, lutaram no Afeganist\u00e3o); <em>O fim do homem sovi\u00e9tico<\/em> (sobre a desilus\u00e3o dos que cresceram durante os anos em que o comunismo garantia emprego a todos os que n\u00e3o abrissem o bico para criticar o regime); e <em>Vozes de Tchern\u00f3bil<\/em> (relatos dos que sobreviveram \u00e0 grande cat\u00e1strofe nuclear).<br \/>\n<em>Desmontando mentiras <\/em><br \/>\nAo contr\u00e1rio dos livros sobre a guerra escritos por (e para) homens, a obra de Svetlana n\u00e3o apresenta her\u00f3is nem proezas incr\u00edveis, n\u00e3o descreve batalhas nem gaba armamentos. Mostra apenas \u201cas pessoas ocupadas na sua atividade humana e simultaneamente desumana\u201d. Dor, fome, frio, desespero, infesta\u00e7\u00e3o por piolhos e mutilados, muitos mutilados, est\u00e3o em cada uma das p\u00e1ginas.<br \/>\nSvetlana confessa que, com este livro, pretendia desmontar todas as mentiras tramadas em torno das guerras, de modo que a palavra guerra passasse a provocar n\u00e1usea e que a simples ideia de que pudesse existir fosse repugnante. Desejava, enfim, que seu trabalho \u201cfa\u00e7a vomitar os pr\u00f3prios generais&#8230;\u201d<br \/>\nA obra \u00e9 dividida em 17 cap\u00edtulos. Nos primeiros vemos o entusiasmo das mo\u00e7as que faziam de tudo a fim de serem convocadas para enfrentar os nazistas, que haviam invadido a R\u00fassia e que logo chegaram \u00e0 periferia de Moscou. Mas tamb\u00e9m fica clara a resist\u00eancia dos chefes militares que n\u00e3o desejavam ter garotas na frente de combate.<br \/>\nA primeira vers\u00e3o de <em>A guerra n\u00e3o tem rosto de mulher<\/em> sofreu v\u00e1rios cortes impostos pelos censores. A vers\u00e3o mais recente traz alguns dos trechos eliminados. Num deles, num dos poucos depoimentos masculinos, um soldado fala sobre o avan\u00e7o pela Alemanha derrotada no final de guerra: \u201cSomos jovens. Fortes. H\u00e1 quatro anos sem mulher. Apanh\u00e1vamos garotas alem\u00e3s e&#8230; Dez homens violavam uma. Apanh\u00e1vamos meninas&#8230; Doze treze anos&#8230; Se chorassem bat\u00edamos, met\u00edamos qualquer coisa na boca&#8230; A \u00fanica coisa que tem\u00edamos era que nossas colegas descobrissem&#8230;\u201d<br \/>\n<em>O beb\u00ea debaixo da \u00e1gua<\/em><br \/>\nUma aviadora que se recusou a ser entrevistada disse a Svetlana por telefone: \u201cDurante tr\u00eas anos n\u00e3o me senti mulher. O meu corpo adormeceu. Fiquei sem menstrua\u00e7\u00e3o, quase sem desejo feminino\u201d.<br \/>\nUma mulher fala do que uma de suas amigas fez para sobreviver na \u00e9poca da grande fome na Ucr\u00e2nia: \u201cMorreram o pai, a m\u00e3e e os irm\u00e3os mais pequenos, e ela s\u00f3 se salvou porque de noite roubava estrume de cavalo para comer\u201d.<br \/>\nUma enfermeira para diante de um jovem capit\u00e3o que agoniza e pergunta em que pode ajudar. Ele sorri. \u201cDesabotoe a blusa. Mostre-me seu peito\u201d. Desconcertada, ela corre. Uma hora depois ela volta. O capit\u00e3o est\u00e1 morto.<br \/>\nMembros da resist\u00eancia russa est\u00e3o num p\u00e2ntano cercados por alem\u00e3es. Uma das mulheres tem um beb\u00ea rec\u00e9m-nascido no colo. A crian\u00e7a chora de fome porque a m\u00e3e, desnutrida, n\u00e3o tem leite. Sem que algu\u00e9m fale, a mulher compreende que s\u00f3 h\u00e1 uma solu\u00e7\u00e3o para n\u00e3o serem descobertos. \u201cMete o embrulho com o beb\u00ea debaixo da \u00e1gua e o mant\u00e9m ali durante muito tempo\u201d.<br \/>\nUma das mulheres regressa da guerra. A m\u00e3e permite que descanse em casa por tr\u00eas dias. Depois lhe d\u00e1 uma trouxa e manda que se v\u00e1: \u201cTens duas irm\u00e3s mais novas. Quem \u00e9 que vai despos\u00e1-las? Sabem todos que estiveste na guerra quatro anos com os homens\u201d.<br \/>\nOutra fala de sua desilus\u00e3o ao fim dos combates. \u201cPens\u00e1vamos que tudo ia mudar&#8230; St\u00e1lin acreditaria no seu povo&#8230; Foram presos os que ca\u00edram prisioneiros, os que sobreviveram aos campos de concentra\u00e7\u00e3o, os que foram levados pelos alem\u00e3es para trabalhar, todos os que tinham ido \u00e0 Europa e podiam contar como o povo vivia l\u00e1\u201d.<br \/>\n<em>O potrinho<\/em><br \/>\nDepoimento de uma franco-atiradora: \u201cConfesso que tinha medo de agarrar no fuzil&#8230; Aprendemos a desmontar a arma de olhos fechados, a determinar a velocidade do vento, o movimento do alvo, a dist\u00e2ncia at\u00e9 o alvo&#8230; Regressei da guerra grisalha. Com vinte um anos, j\u00e1 estava toda branquinha&#8230; Passamos tr\u00eas dias comendo s\u00f3 p\u00e3o seco, as l\u00ednguas ficaram t\u00e3o \u00e1speras que mal as pod\u00edamos mover&#8230; De repente vemos um potrinho na faixa neutra&#8230; Nem tive tempo de pensar, com a for\u00e7a do h\u00e1bito, apontei e disparei. As pernas do potro dobraram-se e ele caiu para o lado&#8230; \u00c0 noite trazem o jantar. Os cozinheiros dizem: \u201cMuito bem, atiradora. Hoje temos carne na panela\u201d&#8230; Desatei a chorar e corri do abrigo&#8230; As colegas correram atr\u00e1s de mim e me consolaram&#8230; Pegaram nas marmitas e come\u00e7aram a comer&#8230; Ele v\u00ea o meu uniforme, as condecora\u00e7\u00f5es e pergunta: \u2018Quantos alem\u00e3es mataste?\u2019. Respondo: setenta e cinco&#8230;\u201d<br \/>\nUma enfermeira aproxima-se de um soldado ferido que tem o bra\u00e7o quase arrancado, seguro apenas por tend\u00f5es. Procura faca ou tesoura para cort\u00e1-lo. N\u00e3o as encontra na bolsa. \u201cO que fazer? Pus-me a cortar aquela carne com os dentes&#8230;\u201d<br \/>\nUma instrutora da companhia de fuzileiros: \u201cDurante a marcha caminh\u00e1vamos tr\u00eas pessoas de m\u00e3os dadas, e a do meio dorme uma hora ou duas. Depois trocamos. Cheguei at\u00e9 Berlim. Escrevi na parede do Reichstag: Eu, Sofia Kunts\u00e9vitch, cheguei aqui para matar a guerra\u201d.<br \/>\nUma agente de sa\u00fade conta que, para se livrar do ass\u00e9dio, ligou-se ao comandante do batalh\u00e3o: \u201cEra boa pessoa, mas n\u00e3o o amei&#8230; Poucos meses depois entrei no abrigo que ele ocupava. Que sa\u00edda t\u00ednhamos? Viv\u00edamos rodeadas por homens, pelo que era prefer\u00edvel viver s\u00f3 com um do que com medo de todos&#8230;\u201d<br \/>\n\u201cComo \u00e9 que a P\u00e1tria nos recebeu?\u201d, indaga uma franco-atiradora. E ela mesma responde: \u201cOs homens n\u00e3o diziam nada, mas as mulheres&#8230; Gritavam conosco: \u2018Sabemos o que voc\u00eas fizeram por l\u00e1&#8230; Seduziram nossos homens&#8230; Putas da frente&#8230; Galinhas das trincheiras&#8230;\u2019\u201d<br \/>\nUma mulher da resist\u00eancia regressa \u00e0 Minsk e descobre que seu marido est\u00e1 na pris\u00e3o por ter sido prisioneiro dos alem\u00e3es. Ali, partiram-lhe as costelas. \u201cAntes, na pris\u00e3o fascista, esmagaram-lhe a cabe\u00e7a e quebraram-lhe o bra\u00e7o&#8230; Em 1945 o NKVD acabou por torn\u00e1-lo inv\u00e1lido\u201d.<br \/>\nUma telefonista fala sobre a entrada dos russos na Alemanha vencida: \u201cEscrevem pouco sobre isso, mas \u00e9 a lei da guerra. Os homens passaram tantos anos sem mulher, al\u00e9m disso h\u00e1 \u00f3dio. Entramos numa vila ou aldeia. Os primeiros tr\u00eas dias s\u00e3o para saquear&#8230; Apareceram cinco mocinhas alem\u00e3s para falar com o comandante do nosso batalh\u00e3o&#8230; Choravam&#8230; Foram vistas por um ginecologista&#8230; Tinham feridas. Feridas rasgadas&#8230;. Mandaram formar o batalh\u00e3o&#8230; Disseram a essas mo\u00e7as que apontassem os culpados&#8230; Mas elas choravam e n\u00e3o se mexiam&#8230; N\u00e3o queriam mais sangue&#8230;\u201d<br \/>\n<em>Sangue e \u00e1gua<\/em><br \/>\nRelata uma oficial de comunica\u00e7\u00f5es: \u201cEstamos em marcha.. Umas duzentas mulheres, seguidas por uns duzentos homens. Est\u00e1 calor. \u00c9 uma marcha de ataque.: trinta quil\u00f4metros&#8230;. Marchamos deixando marcas vermelhas na areia&#8230; E essas coisas.. As nossas&#8230; N\u00e3o d\u00e1 para disfar\u00e7ar nesta situa\u00e7\u00e3o. Os soldados marcham atr\u00e1s de n\u00f3s e fingem n\u00e3o reparar em nada&#8230; N\u00e3o olham para o ch\u00e3o&#8230; As cal\u00e7as secavam em n\u00f3s , tornavam-se como de vidro, machucavam a pele.\u00a0 Faziam feridas, o cheiro de sangue era constante&#8230;\u00a0 Pois n\u00e3o nos distribu\u00edam nada&#8230; Apareceu roupa interior de mulher talvez s\u00f3 dois anos mais tarde&#8230; Mal chegamos \u00e0 passagem, os alem\u00e3es come\u00e7am a bombardear. Os homens correm para se esconder. Gritam nos chamando&#8230; N\u00e3o ouvimos o bombardeio, n\u00e3o nos importa o bombardeiro, n\u00f3s nos lan\u00e7amos ao rio&#8230; \u00c1gua! Aquela foi, provavelmente, a primeira vez que desejei ser homem&#8230;\u201d<br \/>\n<em>(*) Os trechos transcritos foram adaptados da tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas de Portugal. <\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Louren\u00e7o Cazarr\u00e9 A menina Svetlana Aleksi\u00e9vitch, nascida em 1948 na Ucr\u00e2nia, n\u00e3o gostava de livros de guerra, numerosos em sua casa, mas na escola &#8211; na Bielo-R\u00fassia, onde cresceu &#8211; era obrigada a l\u00ea-los. \u201cEstivemos sempre a combater ou a preparar-nos para a guerra&#8230; Na escola, ensinavam-nos a amar a morte\u201d. Ao seu redor, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-47107","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-analiseopiniao"],"aioseo_notices":[],"aioseo_head":"\n\t\t<!-- All in One SEO 5.0.1.1 - aioseo.com -->\n\t<meta name=\"robots\" content=\"max-image-preview:large\" \/>\n\t<meta name=\"author\" content=\"da Reda\u00e7\u00e3o\"\/>\n\t<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/\" \/>\n\t<meta name=\"generator\" content=\"All in One SEO (AIOSEO) 5.0.1.1\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:site_name\" content=\"Arquivo | Jornal J\u00c1 | Porto Alegre\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:title\" content=\"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea | Arquivo\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image:secure_url\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-04-11T14:17:19+00:00\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2017-04-11T14:17:19+00:00\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:title\" content=\"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea | Arquivo\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:image\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg\" \/>\n\t\t<script type=\"application\/ld+json\" class=\"aioseo-schema\">\n\t\t\t{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"BlogPosting\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#blogposting\",\"name\":\"Para que a palavra guerra provoque n\\u00e1usea | Arquivo\",\"headline\":\"Para que a palavra guerra provoque n\\u00e1usea\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\"},\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#organization\"},\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/cards\\\/JAslogan.png\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#articleImage\"},\"datePublished\":\"2017-04-11T11:17:19-03:00\",\"dateModified\":\"2017-04-11T11:17:19-03:00\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#webpage\"},\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#webpage\"},\"articleSection\":\"AN\\u00c1LISE&amp;OPINI\\u00c3O\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#breadcrumblist\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo#listItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/analiseopiniao\\\/#listItem\",\"name\":\"AN\\u00c1LISE&amp;OPINI\\u00c3O\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/analiseopiniao\\\/#listItem\",\"position\":2,\"name\":\"AN\\u00c1LISE&amp;OPINI\\u00c3O\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/analiseopiniao\\\/\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#listItem\",\"name\":\"Para que a palavra guerra provoque n\\u00e1usea\"},\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo#listItem\",\"name\":\"Home\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#listItem\",\"position\":3,\"name\":\"Para que a palavra guerra provoque n\\u00e1usea\",\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/analiseopiniao\\\/#listItem\",\"name\":\"AN\\u00c1LISE&amp;OPINI\\u00c3O\"}}]},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#organization\",\"name\":\"Jornal J\\u00c1\",\"description\":\"Jornal J\\u00c1 | Porto Alegre\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/\",\"telephone\":\"+555133307272\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/cards\\\/JAslogan.png\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#organizationLogo\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#organizationLogo\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/\",\"name\":\"da Reda\\u00e7\\u00e3o\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#authorImage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/469fd857d6605ad19919d27ed29d35a968a25f6e8fd9318356bbb7f57aae9c65?s=96&d=mm&r=g\",\"width\":96,\"height\":96,\"caption\":\"da Reda\\u00e7\\u00e3o\"}},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#webpage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/\",\"name\":\"Para que a palavra guerra provoque n\\u00e1usea | Arquivo\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#website\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\\\/#breadcrumblist\"},\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\"},\"creator\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/daredacao\\\/#author\"},\"datePublished\":\"2017-04-11T11:17:19-03:00\",\"dateModified\":\"2017-04-11T11:17:19-03:00\"},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/\",\"name\":\"Arquivo\",\"description\":\"Jornal J\\u00c1 | Porto Alegre\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#organization\"}}]}\n\t\t<\/script>\n\t\t<!-- All in One SEO -->\n\n","aioseo_head_json":{"title":"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea | Arquivo","description":"","canonical_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/","robots":"max-image-preview:large","keywords":"","webmasterTools":{"miscellaneous":""},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#blogposting","name":"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea | Arquivo","headline":"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea","author":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/#author"},"publisher":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#organization"},"image":{"@type":"ImageObject","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/JAslogan.png","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#articleImage"},"datePublished":"2017-04-11T11:17:19-03:00","dateModified":"2017-04-11T11:17:19-03:00","inLanguage":"pt-BR","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#webpage"},"isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#webpage"},"articleSection":"AN\u00c1LISE&amp;OPINI\u00c3O"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#breadcrumblist","itemListElement":[{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo#listItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/analiseopiniao\/#listItem","name":"AN\u00c1LISE&amp;OPINI\u00c3O"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/analiseopiniao\/#listItem","position":2,"name":"AN\u00c1LISE&amp;OPINI\u00c3O","item":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/analiseopiniao\/","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#listItem","name":"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea"},"previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo#listItem","name":"Home"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#listItem","position":3,"name":"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea","previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/analiseopiniao\/#listItem","name":"AN\u00c1LISE&amp;OPINI\u00c3O"}}]},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#organization","name":"Jornal J\u00c1","description":"Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/","telephone":"+555133307272","logo":{"@type":"ImageObject","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/JAslogan.png","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#organizationLogo"},"image":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#organizationLogo"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/#author","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/","name":"da Reda\u00e7\u00e3o","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#authorImage","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/469fd857d6605ad19919d27ed29d35a968a25f6e8fd9318356bbb7f57aae9c65?s=96&d=mm&r=g","width":96,"height":96,"caption":"da Reda\u00e7\u00e3o"}},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#webpage","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/","name":"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea | Arquivo","inLanguage":"pt-BR","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#website"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/#breadcrumblist"},"author":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/#author"},"creator":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/daredacao\/#author"},"datePublished":"2017-04-11T11:17:19-03:00","dateModified":"2017-04-11T11:17:19-03:00"},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#website","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/","name":"Arquivo","description":"Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","inLanguage":"pt-BR","publisher":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#organization"}}]},"og:locale":"pt_BR","og:site_name":"Arquivo | Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","og:type":"article","og:title":"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea | Arquivo","og:url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/para-que-a-palavra-guerra-provoque-nausea\/","og:image":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg","og:image:secure_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg","article:published_time":"2017-04-11T14:17:19+00:00","article:modified_time":"2017-04-11T14:17:19+00:00","twitter:card":"summary","twitter:title":"Para que a palavra guerra provoque n\u00e1usea | Arquivo","twitter:image":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/economics\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2026\/08\/ja-folhaderosto-facebook.jpg"},"aioseo_meta_data":{"post_id":"47107","title":null,"description":null,"keywords":null,"keyphrases":null,"primary_term":null,"canonical_url":null,"og_title":null,"og_description":null,"og_object_type":"default","og_image_type":"default","og_image_url":null,"og_image_width":null,"og_image_height":null,"og_image_custom_url":null,"og_image_custom_fields":null,"og_video":null,"og_custom_url":null,"og_article_section":null,"og_article_tags":null,"twitter_use_og":false,"twitter_card":"default","twitter_image_type":"default","twitter_image_url":null,"twitter_image_custom_url":null,"twitter_image_custom_fields":null,"twitter_title":null,"twitter_description":null,"schema":{"blockGraphs":[],"customGraphs":[],"default":{"data":{"Article":[],"Course":[],"Dataset":[],"FAQPage":[],"Movie":[],"Person":[],"Product":[],"ProductReview":[],"Car":[],"Recipe":[],"Service":[],"SoftwareApplication":[],"WebPage":[]},"graphName":"","isEnabled":true},"graphs":[],"defaultGraph":"","defaultPostTypeGraph":""},"schema_type":null,"schema_type_options":null,"pillar_content":false,"robots_default":true,"robots_noindex":false,"robots_noarchive":false,"robots_nosnippet":false,"robots_nofollow":false,"robots_noimageindex":false,"robots_noodp":false,"robots_notranslate":false,"robots_max_snippet":null,"robots_max_videopreview":null,"robots_max_imagepreview":"large","priority":null,"frequency":null,"location":null,"local_seo":null,"breadcrumb_settings":null,"limit_modified_date":false,"ai":null,"created":"2020-12-20 20:37:39","updated":"2025-07-19 21:01:31","seo_analyzer_scan_date":null,"focus_keyword":null,"additional_keywords":null,"truseo_locale":null},"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":5440,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/casarao-da-venancio-destino-permanece-incerto\/","url_meta":{"origin":47107,"position":0},"title":"Estado ainda n\u00e3o sabe o que fazer com casar\u00e3o abandonado h\u00e1 20 anos","author":"Elmar Bones","date":"6 de julho de 2009","format":false,"excerpt":"O casar\u00e3o amarelo, numa esquina nobre de Porto Alegre (Ven\u00e2ncio Aires com Jo\u00e3o Pessoa), j\u00e1 abrigou uma escola. H\u00e1 duas d\u00e9cadas, pelo menos, est\u00e1 abandonado, porque seu propriet\u00e1rio, o governo do Estado do Rio Grande do Sul, n\u00e3o consegue achar um destino para ele. Planos n\u00e3o faltaram. O governador Ol\u00edvio\u2026","rel":"","context":"Em &quot;X.Categorias velhas&quot;","block_context":{"text":"X.Categorias velhas","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/x-categorias-velhas\/"},"img":{"alt_text":"geraldo1","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/geraldo1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":13240,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/plano-diretor-estamos-construindo-o-caos\/","url_meta":{"origin":47107,"position":1},"title":"Plano diretor: &quot;Estamos construindo o caos&quot;","author":"Patr\u00edcia Marini","date":"26 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"Desabafo que arquiteta Eliana Castilhos, delegada da Regi\u00e3o de Planejamento 1, postou nas redes sociais \u00e9 um testemunho do ambiente que se criou no Conselho do Plano Diretor de Porto Alegre, onde a aprova\u00e7\u00e3o de grandes empreendimentos \u00e9 empurrada guela abaixo dos conselheiros. Ao CMDUA Como delegada da Regi\u00e3o de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":13124,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/sangue-latino-no-iecine\/","url_meta":{"origin":47107,"position":2},"title":"Sangue latino no IECINE","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"18 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"Francisco Ribeiro O Instituto Estadual de Cinema (IECINE) tem a frente, desde abril \u00faltimo, um novo diretor, o cineasta colombiano Juan Zapata, 36, que substitui Luiz Alberto Cassol. Radicado h\u00e1 dez anos em Porto Alegre, Zapata tem diante de si o desafio de conduzir at\u00e9 o final do ano um\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura-Geral&quot;","block_context":{"text":"Cultura-Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":13239,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/conselho-desdenha-do-plano-diretor\/","url_meta":{"origin":47107,"position":3},"title":"Porto Alegre: Conselho detona Plano Diretor","author":"Patr\u00edcia Marini","date":"25 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"Den\u00fancia do arquiteto e \u00a0urbanista Ibir\u00e1 Santos Lucas. Ele diz que os conselheiros est\u00e3o votando com \"enorme irresponsabilidade\". \"Mudam regime com a maior naturalidade,,,regularizam absurdos de constru\u00e7\u00f5es irregulares... \"O CMDUA est\u00e1 flexibilizando a lei do plano diretor, de uma forma impactante na vida da cidade. Mudam regime com a maior\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":12960,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/populacao-culpa-empresas-pela-greve-dos-rodoviarios\/","url_meta":{"origin":47107,"position":4},"title":"Popula\u00e7\u00e3o culpa empresas pela greve","author":"Patr\u00edcia Marini","date":"14 de fevereiro de 2014","format":false,"excerpt":"Pesquisa divulgada na edi\u00e7\u00e3o do jornal Metro desta sexta-feira,14, comprova o velho ditado: \u00e9 poss\u00edvel enganar muitos por algum tempo, mas n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel enganar a todos o tempo inteiro. A principal revela\u00e7\u00e3o foi que 59,8% dos entrevistados apontaram as empresas como as principais respons\u00e1veis pela grave e 46% culparam\u2026","rel":"","context":"Em &quot;X.Categorias velhas&quot;","block_context":{"text":"X.Categorias velhas","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/x-categorias-velhas\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":14241,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-guaiba-nas-imagens-poeticas-de-achutti\/","url_meta":{"origin":47107,"position":5},"title":"O Gua\u00edba nas imagens po\u00e9ticas de Achutti","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"18 de junho de 2014","format":false,"excerpt":"Em \u201cO Gua\u00edba por Achutti\u201d \u2013 obra financiada via Minist\u00e9rio da Cultura, produ\u00e7\u00e3o executiva de Pedro Longhi, e Fl\u00e1vio Wild como designer \u2013, o fot\u00f3grafo revela a beleza e as mazelas de um espa\u00e7o aqu\u00e1tico de \u00e1guas sempre renovadas, cheio de hist\u00f3rias e lendas como as das cidades que foram\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura-Geral&quot;","block_context":{"text":"Cultura-Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-cfN","jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47107","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47107"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47107\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47107"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47107"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47107"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}