{"id":52043,"date":"2017-07-24T18:15:31","date_gmt":"2017-07-24T21:15:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=52043"},"modified":"2017-07-24T18:15:31","modified_gmt":"2017-07-24T21:15:31","slug":"a-vez-do-do-cartas-na-rua-no-projeto-chapeu-acustico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/a-vez-do-do-cartas-na-rua-no-projeto-chapeu-acustico\/","title":{"rendered":"A vez do &quot;Cartas na Rua&quot; no projeto Chap\u00e9u Ac\u00fastico"},"content":{"rendered":"<p>Quem frequenta o Brique da Reden\u00e7\u00e3o, aos domingos, est\u00e1 habituado a v\u00ea-los, sempre rodeado de um bom n\u00famero de assistentes: um grupo de jovens m\u00fasicos, tocando um repert\u00f3rio basicamente de blue grass, de uma maneira despojada, sem grande aparato de som, mas de um jeito que eles fazem quest\u00e3o. Bem perto do p\u00fablico. Pois nessa ter\u00e7a-feira, dia 25, a atra\u00e7\u00e3o do projeto Chap\u00e9u Ac\u00fastico, \u00e9 o \u201cCartas na Rua\u201d, na Biblioteca Estadual, \u00e0s 19 horas.<br \/>\nO \u201cCartas na Rua\u201d \u00e9 formado por Jean Kartabil (vocais, viol\u00e3o e mandolin), Lester Borges (vocais, banjo e harm\u00f4nica), Marcelo da Luz (vocais e viol\u00e3o) e Pedro Ourique (vocais e baixo).<br \/>\nO \u201cgrupo faz releituras de cl\u00e1ssicos do folk, country, rock e bluegrass, al\u00e9m de apresentar can\u00e7\u00f5es autorais. A banda vive exclusivamente da m\u00fasica de rua h\u00e1 um ano e meio, mas tamb\u00e9m se apresenta em shows.<br \/>\n<span class=\"intertit\">P\u00e9 na estrada<\/span><br \/>\nO grupo est\u00e1 com novo CD: Cartas na Rua volume 2. O novo trabalho cont\u00e9m a f\u00f3rmula que os consagrou na \u00e1rea, can\u00e7\u00f5es autorais e releituras de cl\u00e1ssicos do folk, contry, rock e bluegrass.<br \/>\nNos \u00faltimos dois anos, seus m\u00fasicos percorreram Santa Catarina, Paran\u00e1, S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro e j\u00e1 ultrapassaram a marca de oito mil cds vendidos. A estrada \u00e9 o mentor e professor da banda e \u00e9 nela que eles amadurecem e refor\u00e7am a identidade do grupo.<br \/>\nO quarteto costuma explorar a diversidade sonora de seus instrumentos e vocais em releituras de cl\u00e1ssicos como Rolling Stones, Neil Young, Beatles, Creedence Cleawater e Earl Scruggs.<br \/>\nO bluegrass \u00e9 uma forma de m\u00fasica de raiz americana e \u00e9 uma vertente da m\u00fasica country.\u00a0Ela tem suas bases misturadas na m\u00fasica tradicional escocesa, de afro-americanos, inglesa, do Pa\u00eds de Gales e irlandesa. O bluegrass foi inspirado pela m\u00fasica de imigrantes do Reino Unido e da Irlanda, em particular a de imigrantes escoceses-irlandeses nos montes Apalaches, entre o Kentucky e Tennessee).<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem frequenta o Brique da Reden\u00e7\u00e3o, aos domingos, est\u00e1 habituado a v\u00ea-los, sempre rodeado de um bom n\u00famero de assistentes: um grupo de jovens m\u00fasicos, tocando um repert\u00f3rio basicamente de blue grass, de uma maneira despojada, sem grande aparato de som, mas de um jeito que eles fazem quest\u00e3o. Bem perto do p\u00fablico. 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