{"id":52410,"date":"2017-07-30T20:31:14","date_gmt":"2017-07-30T23:31:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=52410"},"modified":"2017-07-30T20:31:14","modified_gmt":"2017-07-30T23:31:14","slug":"arroz-brasileiro-define-estrategia-para-ampliar-exportacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/arroz-brasileiro-define-estrategia-para-ampliar-exportacoes\/","title":{"rendered":"Arroz brasileiro define estrat\u00e9gia para ampliar exporta\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>A ind\u00fastria brasileira do arroz definiu os mercados que ser\u00e3o o foco de suas exporta\u00e7\u00f5es nos pr\u00f3ximos dois anos.<br \/>\nEm recente encontro, o projeto Brazilian Rice realizou a an\u00e1lise que definiu os pa\u00edses a serem trabalhados em a\u00e7\u00f5es como miss\u00f5es comerciais, feiras, rodadas de neg\u00f3cio, capacita\u00e7\u00e3o empresarial e abordagens para abertura de barreiras, contando com a contribui\u00e7\u00e3o de suas empresas associadas e da Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos (Apex-Brasil).<br \/>\nO Brazilian Rice \u00e9 desenvolvido pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria do Arroz (Abiarroz) com a Apex-Brasil, visando o crescimento das exporta\u00e7\u00f5es do cereal brasileiro no com\u00e9rcio exterior.<br \/>\nOs pa\u00edses definidos no chamado ranqueamento de mercados foram divididos em dois grupos: um ligado \u00e0 promo\u00e7\u00e3o comercial (em espa\u00e7os onde o arroz brasileiro j\u00e1 tem presen\u00e7a ou consolida\u00e7\u00e3o, com potencial de alta) e outro focado no acesso a pa\u00edses que atualmente t\u00eam restri\u00e7\u00f5es a importa\u00e7\u00f5es do Brasil em fun\u00e7\u00e3o de barreiras tarif\u00e1rias ou sanit\u00e1rias.<br \/>\nMercados para promo\u00e7\u00e3o comercial: Estados Unidos, Peru, Ar\u00e1bia Saudita, Panam\u00e1 e Reino Unido.<br \/>\nPa\u00edses para articula\u00e7\u00e3o de abertura de barreiras: Col\u00f4mbia, M\u00e9xico e China.<br \/>\nA reuni\u00e3o que definiu os mercados ocorreu no Sindarroz-RS, em Porto Alegre, contando com mais de 20 empresas do projeto Brazilian Rice.<br \/>\nFoi aberta com apresenta\u00e7\u00e3o sobre certifica\u00e7\u00f5es internacionais \u2013 um ponto importante para crescimento das exporta\u00e7\u00f5es de arroz do Brasil.<br \/>\nComo destaca Gustavo Ludwig, gerente do Brazilian Rice, cada a\u00e7\u00e3o do projeto \u00e9 estudada em detalhes para contemplar um espectro grande de empresas de diversos portes e regi\u00f5es do pa\u00eds, j\u00e1 que 78% das exporta\u00e7\u00f5es de arroz beneficiado do Brasil s\u00e3o de empresas integradas ao projeto (em 2013, ano da primeira edi\u00e7\u00e3o do projeto, esse \u00edndice era de 15%).<br \/>\nOs resultados t\u00eam sido positivos: em 2013, as empresas participantes do Brazilian Rice exportaram arroz para 36 destinos, resultando em US$ 57 milh\u00f5es para o pa\u00eds; em 2016, o n\u00famero ficou em 52 pa\u00edses, com valor final de US$ 73 milh\u00f5es.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ind\u00fastria brasileira do arroz definiu os mercados que ser\u00e3o o foco de suas exporta\u00e7\u00f5es nos pr\u00f3ximos dois anos. 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