{"id":52686,"date":"2017-08-03T16:03:19","date_gmt":"2017-08-03T19:03:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=52686"},"modified":"2017-08-03T16:03:19","modified_gmt":"2017-08-03T19:03:19","slug":"cappellari-corte-na-segunda-passagem-e-um-retrocesso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/cappellari-corte-na-segunda-passagem-e-um-retrocesso\/","title":{"rendered":"Cappellari: &quot;Corte na segunda passagem \u00e9 um retrocesso&quot;"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">Matheus ChaparinI <\/span><br \/>\nDurante 36 anos, Vanderlei Cappellari se dedicou ao tr\u00e2nsito de Porto Alegre. Come\u00e7ou como agente, um azulzinho, atrav\u00e9s de um concurso em 1981. Participou da cria\u00e7\u00e3o da Empresa P\u00fablica de Transporte e Circula\u00e7\u00e3o (EPTC), em 1998, e foi seu diretor-presidente durante sete anos.<br \/>\nEm entrevista ao J\u00c1, Cappellari defende a revis\u00e3o de isen\u00e7\u00f5es no transporte p\u00fablico, proposta pela EPTC, e critica o decreto do prefeito Nelson Marchezan J\u00fanior que retira a gratuidade da segunda passagem, projeto ao qual se dedicou. Apoia medidas restritivas aos autom\u00f3veis, privilegiando o transporte coletivo, e fala de sua rela\u00e7\u00e3o com o coletivo cicl\u00edstico Massa Cr\u00edtica, enquanto chefe do tr\u00e2nsito da Capital.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">Qual a tua avalia\u00e7\u00e3o das medidas da EPTC e do prefeito Marchezan?<\/span><br \/>\nO transporte coletivo \u00e9 um modelo de servi\u00e7o p\u00fablico muito sens\u00edvel a qualquer mudan\u00e7a da economia. A crise impactou n\u00e3o somente no transporte, mas em todos n\u00f3s.<br \/>\nNa verdade, n\u00e3o houve um aumento das gratuidades. Claro, existe um aumento vegetativo. Mas a grande redu\u00e7\u00e3o de pagantes que ocorreu do ano passado para c\u00e1, \u00e9 por causa da crise econ\u00f4mica. Portanto, tu tens que tomar medidas de corre\u00e7\u00e3o para manter o sistema saud\u00e1vel financeiramente.<br \/>\nEu sempre defendi que tem que fazer uma reavalia\u00e7\u00e3o das gratuidades, porque tu tem muita injusti\u00e7a no sistema.<br \/>\n<span class=\"intertit entreperg\">Por exemplo?<\/span><br \/>\nUm estudante cuja fam\u00edlia paga dois mil reais por m\u00eas de mensalidade escolar paga meia tarifa na primeira passagem e n\u00e3o paga na segunda. Este tipo de usu\u00e1rio tem que contribuir com o sistema. Carteiro n\u00e3o precisa ter gratuidade. Quanto custa um Sedex? Os pr\u00f3prios rodovi\u00e1rios, representam 9% das gratuidades. Ent\u00e3o, por que as empresas de \u00f4nibus n\u00e3o podem contribuir tamb\u00e9m com o sistema?<br \/>\nOlha o que S\u00e3o Paulo fez, por exemplo. A cidade subsidia diretamente do or\u00e7amento. Bom, Porto Alegre tem problema financeiro&#8230; Mas o transporte \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da cidade.<br \/>\nA mobilidade gera movimento financeiro. Quantas pessoas pensam em sair de casa para ir em uma loja no Centro, na Assis Brasil, na Osvaldo Aranha e desiste porque tem que gastar 8,10 reais.<br \/>\nEu chamo de cora\u00e7\u00e3o porque tem que irrigar todo o territ\u00f3rio, se uma ponta da cidade, se um bairro, uma vila fica sem transporte, tu isola as pessoas.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">Neste pacote da EPTC, n\u00e3o faltou uma medida que tamb\u00e9m inclua as empresas?<\/span><br \/>\nQuando fizemos a licita\u00e7\u00e3o, buscamos exatamente a parte que ainda n\u00e3o entrou como contribui\u00e7\u00e3o para a modicidade, que \u00e9 o recurso gerado pela antecipa\u00e7\u00e3o de receita. Estes recursos ficam para o sindicato das empresas.<br \/>\nOutra quest\u00e3o que est\u00e1vamos finalizando \u00e9 assumir a publicidade nos \u00f4nibus. Estive em v\u00e1rias cidades do mundo e o \u00f4nibus \u00e9 um outdoor ambulante. Alguns modelos chegam a dar 7% do faturamento do custo do transporte.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">Qual tua avalia\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao decreto da segunda passagem?<\/span><br \/>\nAcho uma injusti\u00e7a e um retrocesso. Primeiro, um modelo de transporte eficiente tem que atender a todos igualmente. Se tu for em S\u00e3o Paulo, tu pode comprar um bilhete \u00fanico por um m\u00eas e usar da forma que tu achar melhor. Essa liberdade do usu\u00e1rio facilita o planejamento das pessoas.<br \/>\nOutro ponto \u00e9 a injusti\u00e7a: tu trata pessoas diferentes com o mesmo servi\u00e7o prestado. N\u00e3o se pode prestar um servi\u00e7o p\u00fabico de transporte coletivo, que \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o da prefeitura constitucionalmente, e tratar as pessoas desigualmente. Eu acho que isso pode gerar inclusive a\u00e7\u00f5es judiciais. Se eu tivesse que pagar dois \u00f4nibus, ia avaliar entrar na justi\u00e7a querendo o mesmo direito do cidad\u00e3o que paga somente uma tarifa.<br \/>\nOutra: vai cair o n\u00famero de passageiros. O usu\u00e1rio que tiver que pagar R$ 6,07 para ir trabalhar mais R$ 6,07 para voltar para sua casa, ele vai avaliar bem, porque \u00e9 um valor alt\u00edssimo.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">A EPTC aponta a segunda passagem como um dos principais fatores causadores de preju\u00edzos \u00e0s empresas.<\/span><br \/>\nN\u00e3o \u00e9 verdade que as empresas tiveram preju\u00edzo. Isso est\u00e1 l\u00e1 na tarifa. Como \u00e9 calculado o volume de isen\u00e7\u00f5es? O estudante, a cada duas viagens, gera uma isen\u00e7\u00e3o, o carteiro, o brigadiano, a pessoa com necessidades especiais, o acompanhante, cada um \u00e9 uma isen\u00e7\u00e3o. Todas as isen\u00e7\u00f5es est\u00e3o dentro do c\u00e1lculo.<br \/>\nN\u00e3o tem nada a ver. Isso n\u00e3o existe. Porque a planilha tarif\u00e1ria pega todo ano anterior, calcula os custos das empresas, projeta o ano seguinte e calcula uma tarifa. Se o \u00f3leo subir demais, ou os rodovi\u00e1rios tiverem algum aumento, tu tem como corrigir. O desiquil\u00edbrio financeiro da Carris n\u00e3o tem nada a ver com a segunda passagem gratuita.<br \/>\n<figure id=\"attachment_52630\" aria-describedby=\"caption-attachment-52630\" style=\"width: 725px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-52630 size-full\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/20170728_0006_Exclusiva_Vanderlei_Cappellari_por_Ramiro-Furquim__OAF8173.jpg\" alt=\"\" width=\"725\" height=\"482\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-52630\" class=\"wp-caption-text\">Num servi\u00e7o p\u00fabico de transporte coletivo, n\u00e3o se pode tratar as pessoas desigualmente<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<span class=\"entreperg\">A Carris historicamente sempre foi uma empresa de refer\u00eancia, muito premiada. E de 2011 para c\u00e1 ela come\u00e7ou a acumular preju\u00edzos crescentes. O que explica essa decad\u00eancia t\u00e3o r\u00e1pida?<\/span><br \/>\nPrimeiro a gest\u00e3o. Falei v\u00e1rias vezes que a gest\u00e3o l\u00e1 tem que ser profissional. Outra coisa s\u00e3o as dificuldades de uma empresa p\u00fablica, ela tem uma s\u00e9rie de responsabilidades e dificuldades que a empresa privada n\u00e3o tem.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<span class=\"entreperg\">Mas isso n\u00e3o mudou, n\u00e9?<\/span><br \/>\nVou te dizer, aconteceu uma s\u00e9rie de quest\u00f5es dentro da companhia que o prefeito nos cobrava para que a gente pudesse equalizar. Por exemplo, as empresas privadas tem 6 funcion\u00e1rios para cada \u00f4nibus \u2013 cobradores, motorista, mec\u00e2nico, lavagem, tudo. A Carris tem melhor inclusive, tinha 5,48. A\u00ed tu pega a parte administrativa, manuten\u00e7\u00e3o e ela tem 298% a mais que a empresas privadas. Ela licita \u00f4nibus, n\u00e3o compra, n\u00e3o negocia com o vendedor. A Carris tem cinco oficinas montadas. Um custo de 200% maior que as outras empresas em manuten\u00e7\u00e3o.<br \/>\nHouve um per\u00edodo dentro da companhia que o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho e a Delegacia Regional do Trabalho concederam readapta\u00e7\u00e3o de motoristas e cobradores a varrer. Ent\u00e3o essa pessoa que passou num concurso para trabalhar de motorista, alegou incapacidade de conduzir o \u00f4nibus, houve determina\u00e7\u00e3o que ele n\u00e3o fosse mais motorista e a companhia n\u00e3o pode demitir o cara. E este cara est\u00e1 l\u00e1 parado. O \u00faltimo dado que eu tive tinha quase 300 pessoas entre motorista, cobrador, mec\u00e2nico, que estavam sem fun\u00e7\u00e3o dentro da companhia.<br \/>\n<figure id=\"attachment_52634\" aria-describedby=\"caption-attachment-52634\" style=\"width: 725px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-52634 size-full\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/20170728_0005_Exclusiva_Vanderlei_Cappellari_por_Ramiro-Furquim__OAF8170.jpg\" alt=\"\" width=\"725\" height=\"482\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-52634\" class=\"wp-caption-text\">Ex-executivo diz que tem que aumentar valores de estacionamento no centro<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<span class=\"intertit entreperg\">A queda no n\u00famero de passageiros gera um ciclo vicioso em rela\u00e7\u00e3o aos aumentos das passagens. Como fazer o passageiro voltar a andar de \u00f4nibus?<\/span><br \/>\nTem que trabalhar na quest\u00e3o da \u00e1rea de estacionamentos da cidade. As pessoas est\u00e3o usando mais o autom\u00f3vel. Tu tem que criar algumas restri\u00e7\u00f5es para o autom\u00f3vel, por isso falo em taxa\u00e7\u00e3o de estacionamento no centro.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span class=\"entreperg\">Mas o estacionamento no Centro j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 caro?<\/span><\/p>\n<p>Ele tem que ser mais caro, na minha opini\u00e3o. Ele paga l\u00e1 um ISS, que \u00e9 irris\u00f3rio, tem que colocar um imposto espec\u00edfico, para que este recurso venha para o sistema de transporte. E tem que racionalizar o sistema, tem muito \u00f4nibus que anda vazio.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">Tu \u00e9s favor\u00e1vel \u00e0 retirada do cobrador e o fim da passagem em dinheiro?<\/span><br \/>\nSim, mas tu tem modelos hoje que mesmo n\u00e3o tendo bilhetagem eletr\u00f4nica, tendo cart\u00e3o de d\u00e9bito, tu pode fazer. Com a tecnologia, o cobrador passou a ser obsoleto e ele custa 20% da tarifa.<br \/>\nAgora, como ele est\u00e1 propondo ele t\u00e1 dificultado a a\u00e7\u00e3o de tirar o cobrador porque t\u00e1 colocando a obrigatoriedade da pessoa pagar a segunda tarifa. Tira a incentivo da pessoa ir at\u00e9 a loja da EPTC pagar a tarifa eletr\u00f4nica. Ent\u00e3o t\u00e1 confuso o que o governo est\u00e1 encaminhando. Acabar com a segunda passagem n\u00e3o \u00e9 condizente com a proposta de tirar o cobrador.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">No momento, est\u00e1s aposentado ou desempregado?<\/span><br \/>\nN\u00e3o consigo me ver como aposentado. Estou desempregado. Continuo fazendo algumas coisas, continuo no Conselho Estadual de Tr\u00e2nsito (Cetran), dando algumas palestras, alguns cursos, mas nada assim de efetivo. Eu queria mesmo tirar um tempo. Devo voltar a faculdade no segundo semestre, fazer administra\u00e7\u00e3o com \u00eanfase em pol\u00edtica p\u00fablica. E vou continuar procurando emprego.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">Queria que tu avaliasse tua maior conquista na EPTC e o que a tua gest\u00e3o deixou a desejar.<\/span><br \/>\nMinha foi gest\u00e3o foi sete anos, foi muito longa mesmo. A implementa\u00e7\u00e3o do Plano Diretor Ciclovi\u00e1rio foi uma grande vit\u00f3ria. Tivemos o grande desafio de ter a Copa na cidade, que deu muita experi\u00eancia \u00e0 equipe. Todas as licita\u00e7\u00f5es, do transporte p\u00fablico, de t\u00e1xi acess\u00edvel e linhas de lota\u00e7\u00e3o, foram feitas por t\u00e9cnicos da EPTC, nunca aceitei contratar nenhum tipo de consultoria. Bin\u00e1rios important\u00edssimos foram implantados na cidade.<br \/>\nA tecnologia que eu consegui trazer. Por exemplo a Nilo Pe\u00e7anha, hoje tem um sistema de gest\u00e3o defluxo em tempo real que custou um milh\u00e3o e meio que \u00e9 um modelo que equivale a duplicar a Nilo. Antes ela passava o dia engarrafada. Todo sistema de sem\u00e1foros \u2013 1200 esquinas semaforizadas &#8211; eu consegui recurso federal. As redes de sinaleira de Porto alegre eram atrav\u00e9s de linha telef\u00f4nica dedicada, hoje \u00e9 tudo fibra \u00f3tica, conectado a uma central. Al\u00e9m da implanta\u00e7\u00e3o da segunda passagem gratuita, claro.<br \/>\nEu gostaria de ter feito muita coisa<br \/>\n<span class=\"entreperg\">Algum tema em particular?<\/span><br \/>\nEu gostaria de ter tratado aplicativos diferente. Na verdade eu fiquei conhecido como cara que perseguiu estes aplicativos, Uber, Cabify, 99&#8230; Houve uma certa resist\u00eancia em ter uma lei que regulasse. Isso eu tratei mal na EPTC. Nos dever\u00edamos ter sido mais \u00e1geis, em buscar o que a popula\u00e7\u00e3o queria e quer. Devia ter sido muito mais \u00e1gil.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">Sobre as ciclovias, o plano prev\u00ea mais de 400 quil\u00f4metros, foram implantados pouco mais de 40 km. <\/span><br \/>\nS\u00e3o 57km.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">N\u00e3o \u00e9 pouco?<\/span><br \/>\nBom, na verdade o plano diretor ele sugere, mas n\u00e3o foi feito projeto b\u00e1sico, projeto executivo, de que forma ciclovia vai ser alocada dentro da via. Ent\u00e3o os 440 km s\u00e3o uma analise superficial indicando que isso \u00e9 poss\u00edvel. O mais importante foi criar o modelo da contribui\u00e7\u00e3o dos empreendimentos para o projeto ciclovi\u00e1rio, criamos o Fundo do Plano Diretor.<br \/>\n<span class=\"entreperg\">Como era tua rela\u00e7\u00e3o com o Massa Cr\u00edtica?<\/span><br \/>\nTenho uma rela\u00e7\u00e3o muito amistosa com o Massa cr\u00edtica. Inclusive acionei eles no Minist\u00e9rio P\u00fablico, eles me acionaram tamb\u00e9m, mas isso era natural. A gente discutia coisas importantes. Eu achava que eles deveriam ter um di\u00e1logo pr\u00e9vio. N\u00e3o precisava pedir uma licen\u00e7a, nunca defendi isso. No come\u00e7o eles at\u00e9 passam o trajeto, depois mudaram completamente. Fora isso, eu sou muito a favor do que eles fazem, porque chama aten\u00e7\u00e3o. Agora, eu n\u00e3o ia l\u00e1 (Massa Cr\u00edtica) pedalando porque eu ia ser vaiado o tempo todo, n\u00e9 (risos).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Matheus ChaparinI Durante 36 anos, Vanderlei Cappellari se dedicou ao tr\u00e2nsito de Porto Alegre. Come\u00e7ou como agente, um azulzinho, atrav\u00e9s de um concurso em 1981. Participou da cria\u00e7\u00e3o da Empresa P\u00fablica de Transporte e Circula\u00e7\u00e3o (EPTC), em 1998, e foi seu diretor-presidente durante sete anos. Em entrevista ao J\u00c1, Cappellari defende a revis\u00e3o de isen\u00e7\u00f5es [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":52631,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[],"class_list":["post-52686","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":1280,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-menino-que-se-tornou-brizola\/","url_meta":{"origin":52686,"position":0},"title":"O Menino que se Tornou Brizola","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"28 de julho de 2008","format":false,"excerpt":"Autor: Cleber Dioni A vida de Leonel Brizola, com \u00eanfase para os primeiros anos em Porto Alegre, at\u00e9 o ex\u00edlio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. \u00a0\"...\u00c9ramos todos jovens e nos identific\u00e1vamos com aquela massa an\u00f4nima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando 'Get\u00falio', 'Get\u00falio' e empunhando\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Livros&quot;","block_context":{"text":"Livros","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/livros\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/07\/brizola.gif?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-dHM","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52686","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52686"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52686\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52686"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52686"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52686"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}