{"id":5500,"date":"2009-07-14T12:00:41","date_gmt":"2009-07-14T15:00:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=5500"},"modified":"2009-07-14T12:00:41","modified_gmt":"2009-07-14T15:00:41","slug":"fiergs-quer-fim-do-salario-minimo-regional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/fiergs-quer-fim-do-salario-minimo-regional\/","title":{"rendered":"Fiergs quer fim do sal\u00e1rio m\u00ednimo regional"},"content":{"rendered":"<p>A Fiergs deve intensificar suas a\u00e7\u00f5es para acabar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo regional. \u201cCom a recupera\u00e7\u00e3o do poder de compra do m\u00ednimo nacional, n\u00e3o h\u00e1 mais raz\u00f5es para o m\u00ednimo regional\u201d, diz o presidente Paulo Tigre na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da revista  \u201cInd\u00fastria em A\u00e7\u00e3o\u201d que come\u00e7ou a circular esta semana.<br \/>\nAntes da vota\u00e7\u00e3o do reajuste do m\u00ednimo, no in\u00edcio de junho, uma comitiva da Fiergs foi \u00e0 Assembl\u00e9ia alertar os deputados para os riscos de uma eleva\u00e7\u00e3o da massa salarial para a ind\u00fastria, j\u00e1 atingida pela queda nas exporta\u00e7\u00f5es, efeito da crise internacional.<br \/>\nOs empres\u00e1rios argumentaram que \u201c\u00e9 necess\u00e1rio preservar e ampliar os postos de trabalho\u201d,  antes de conceder ganhos salariais.<br \/>\nOs deputados acabaram aprovando um aumento de 7,1%, que elevou o piso regional para R$ 516,o6. O aumento entra em vigor neste 16 de julho, mas a campanha deve continuar.<br \/>\nO piso nacional \u00e9 R$ 465,oo. Segundo Tigre, desde 2001, quando o Rio Grande do Sul passou a ter um m\u00ednimo regional, houve recupera\u00e7\u00e3o do poder de compra do m\u00ednimo nacional, n\u00e3o se justificando mais um piso regional diferenciado. Na verdade os dois \u00edndices v\u00eam se aproximando.<br \/>\nEm 2001, o piso nacional era R$ 151. O m\u00ednimo regional no Rio Grande do Sul foi fixado em R$ 230. A diferen\u00e7a entre um e outro era de R$ 79 em 2001. Hoje \u00e9 de apenas R$ 46.<br \/>\nAl\u00e9m do Rio Grande do Sul, outros tr\u00eas estados tem m\u00ednimos regionais: Rio de Janeiro (R$ 512), S\u00e3o Paulo ( R$ 505) e  Paran\u00e1 ( R$ 612).  Em n\u00fameros absolutos, o Rio Grande do Sul teve o menor reajuste, apenas R$ 34. S\u00e3o Paulo deu R$ 51, Paran\u00e1 R$ 81 e o Rio de Janeiro R$ 42.<br \/>\nA posi\u00e7\u00e3o da Fiergs n\u00e3o \u00e9 nova. As entidades empresariais n\u00e3o engolem o piso regional desde a aprova\u00e7\u00e3o da lei, no governo Ol\u00edvio Dutra. Mas a crise no setor mais din\u00e2mico da ind\u00fastria, o exportador, ser\u00e1 mais um argumento a alimentar a mobiliza\u00e7\u00e3o. As vendas para o exterior ca\u00edram quase 30% nos primeiros seis meses do ano.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/tabela-mininos-regionais1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Fiergs deve intensificar suas a\u00e7\u00f5es para acabar com o sal\u00e1rio m\u00ednimo regional. \u201cCom a recupera\u00e7\u00e3o do poder de compra do m\u00ednimo nacional, n\u00e3o h\u00e1 mais raz\u00f5es para o m\u00ednimo regional\u201d, diz o presidente Paulo Tigre na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da revista \u201cInd\u00fastria em A\u00e7\u00e3o\u201d que come\u00e7ou a circular esta semana. 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