{"id":55008,"date":"2017-09-12T23:53:50","date_gmt":"2017-09-13T02:53:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=55008"},"modified":"2017-09-12T23:53:50","modified_gmt":"2017-09-13T02:53:50","slug":"marta-dischinger-expoe-breves-fugas-para-um-lugar-mais-pessoal-e-absorto-no-solar-do-iab","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/marta-dischinger-expoe-breves-fugas-para-um-lugar-mais-pessoal-e-absorto-no-solar-do-iab\/","title":{"rendered":"Marta Dischinger exp\u00f5e breves fugas para um lugar mais pessoal e absorto, no Solar do IAB"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\"><strong>Higino Barros<\/strong><\/span><br \/>\nJoias, bichos, flores, formas geom\u00e9tricas, plantas, lugares, ambientes, situa\u00e7\u00f5es, climas e natureza, fazem parte das explica\u00e7\u00f5es que Marta Dischinger d\u00e1 sobre sua exposi\u00e7\u00e3o no Ponto de Cultura do Solar do IAB.\u00a0Ter uma vis\u00e3o\u00a0da mostra, no entanto,\u00a0\u00e9 mais fascinante. Ela fascina pela leveza, encantamento e reflex\u00e3o que provocam no expectador. \u00c9 bem o que ela anuncia: uma visita.<br \/>\nSegundo sua curadora, Ester Meyer, a exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane uma produ\u00e7\u00e3o de obras que abrangem diversas t\u00e9cnicas: gravuras, desenhos e objetos. \u201cMarta Dischinger cria uma rela\u00e7\u00e3o afetiva com a Paisagem compreendidas atrav\u00e9s de mem\u00f3rias e redescobertas em seus territ\u00f3rios como lugares de arte. Nestes percursos, plantas, \u00e1guas, animais, rochas, etc, s\u00e3o incorporados \u00e0s fantasias e convidam \u00e0s diversas reinterpreta\u00e7\u00f5es\u201d, escreve Ester Meyer na apresenta\u00e7\u00e3o da mostra.<br \/>\nJ\u00e1 para\u00a0a artista pl\u00e1stica Marta Dischinger, o trabalho exposto no Ponto de Cultura Solar do IAB \u00e9 fruto de uma trajet\u00f3ria:\u00a0\u201cDesde crian\u00e7a gostava de construir no ch\u00e3o cidades e jardins com folhinhas, flores e p\u00f3s coloridos, desenhar plantas e paisagens imagin\u00e1rias, recortar figuras, animaizinhos &#8211; a tesoura definindo as voltas e cortes e descobrindo as formas. Dentre as muitas coisas que fiz e fa\u00e7o, algumas surgem a partir de uma necessidade de buscar solu\u00e7\u00f5es para um problema, onde a partir de espa\u00e7os, formas, objetos, a\u00e7\u00f5es, leituras algum tipo de mudan\u00e7a pode ocorrer. J\u00e1 outras surgem quase que sozinhas, sem motivo aparente, criando no momento do fazer dist\u00e2ncia e proximidade apenas ao que est\u00e1 materialmente presente &#8211; cores, tintas, linhas, papel, pl\u00e1stico, contas, instrumentos &#8211; e aos gestos prazerosamente repetidos que geram por si s\u00f3 formas, figuras, sentimentos e significados&#8221;.<br \/>\nE a artista continua: &#8220;Nesta exposi\u00e7\u00e3o tento mostrar um pouco de algumas destas breves fugas para um lugar mais pessoal e absorto.\u00a0Alguns desenhos presentes nos livrinhos s\u00e3o frutos de preocupa\u00e7\u00f5es e ang\u00fastias, outros s\u00e3o puras brincadeiras ou hist\u00f3rias para crian\u00e7as, outros ainda estrat\u00e9gias para enfrentar reuni\u00f5es de trabalho. J\u00e1 as xilogravuras nascem do tra\u00e7ar com instrumentos de corte linhas finas na madeira e principalmente no pl\u00e1stico, e de recortar formas para compor montagens numa matriz. As serigrafias, quase todas foram feitas a partir de recortes em l\u00e2minas de radiografia montadas depois para criar imagens, com exce\u00e7\u00e3o do &#8220;visitante&#8221; feito a partir de uma aquarela.<br \/>\nAs pequenas joias e m\u00f3biles de acr\u00edlico tem duas origens: minha antiga paix\u00e3o por contas de vidro e coisas pequeninas e por colecionar, montar e desmontar meus colares &#8211; at\u00e9 o dia em que pela primeira vez pensei em desenhar minhas pr\u00f3prias pe\u00e7as. A outra origem vem do trabalhar com o material acr\u00edlico que utilizamos, eu e Ivan de S\u00e1, para fazer as figuras que se movem em lumin\u00e1rias criadas para aliviar stress de crian\u00e7as em ambulat\u00f3rio de um hospital de S\u00e3o Paulo.\u00a0J\u00e1 os m\u00f3biles em PVC foram o primeiro trabalho conjunto com Ivan de S\u00e1, eu com o saber de meus brinquedos de soprar, e Ivan com a vontade e o saber construir\u201d.<br \/>\nMarta Dischinger- Florian\u00f3polis, agosto de 2017<br \/>\n<span class=\"culturadestaque\">SERVI\u00c7O:<\/span><br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-55014\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/exposi\u00e7\u00e3o-iab-400x213.jpg\" alt=\"\" width=\"602\" height=\"329\" \/><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>\u00a0<\/strong><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Higino Barros Joias, bichos, flores, formas geom\u00e9tricas, plantas, lugares, ambientes, situa\u00e7\u00f5es, climas e natureza, fazem parte das explica\u00e7\u00f5es que Marta Dischinger d\u00e1 sobre sua exposi\u00e7\u00e3o no Ponto de Cultura do Solar do IAB.\u00a0Ter uma vis\u00e3o\u00a0da mostra, no entanto,\u00a0\u00e9 mais fascinante. 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