{"id":559,"date":"2006-11-23T15:57:20","date_gmt":"2006-11-23T18:57:20","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=559"},"modified":"2006-11-23T15:57:20","modified_gmt":"2006-11-23T18:57:20","slug":"mais-chuva-nao-garante-qualidade-a-agua-gaucha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/mais-chuva-nao-garante-qualidade-a-agua-gaucha\/","title":{"rendered":"Mais chuva n\u00e3o garante qualidade \u00e0 \u00e1gua ga\u00facha"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/ambienteja\/guaibasujo07_taniameinerz.jpg?0.8902131707935096\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"225\" height=\"300\" \/><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\">Gua\u00edba \u00e9 uma das fontes de capta\u00e7\u00e3o na Capital (Foto: T\u00e2nia Meinerz\/J\u00c1)<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Cl\u00e1udia Viegas, especial para o Jornal J\u00c1<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Os dois \u00faltimos ver\u00f5es ga\u00fachos t\u00eam sido lembrados como um pesadelo por quem leva a s\u00e9rio o cuidado com o consumo de \u00e1gua. Ainda est\u00e1 bem vivo na mem\u00f3ria o conflito travado no ano passado entre homem e os efeitos dele mesmo sobre a natureza, especialmente no cr\u00edtico m\u00eas de janeiro, em que a capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para as lavouras de arroz precisou ser temporariamente suspensa pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), quando o Rio Gravata\u00ed atingiu 50 cent\u00edmetros de profundidade em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel do mar, deixando em alerta a situa\u00e7\u00e3o de abastecimento para consumo dom\u00e9stico.<\/p>\n<p align=\"justify\">A partir de um progn\u00f3stico do\u00a08\u00ba Distrito de Meteorologia do Minist\u00e9rio da Agricultura para entender como ser\u00e1 o comportamento das chuvas, aliado a opini\u00e3o dos diretores de Opera\u00e7\u00f5es da Corsan e do Departamento Municipal de \u00c1gua e Esgoto (Dmae) de Porto Alegre,\u00a0pode-se saber o que os munic\u00edpios abastecidos por essas empresas podem esperar quanto ao pr\u00f3ximo trimestre.<\/p>\n<p align=\"justify\">As prvis\u00f5es\u00a0atinge um universo aproximado de 1,3 milh\u00e3o de habitantes na cidade de Porto Alegre, servidos pelo \u00f3rg\u00e3o municipal, mais seis milh\u00f5es de ga\u00fachos (um ter\u00e7o dos habitantes do Estado) abastecidos pela estatal em 367 localidades.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><span style=\"color: #cc3300\">Um bom come\u00e7o<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O mais recente boletim do 8\u00ba Distrito de Meteorologia (Disme), que foi lan\u00e7ado na sexta-feira passada (20\/11), informa que na primeira quinzena deste m\u00eas &#8220;as precipita\u00e7\u00f5es ficaram dentro e acima do padr\u00e3o climatol\u00f3gico na maior parte do Estado, com exce\u00e7\u00e3o do nordeste e norte do vale do Uruguai&#8221;.<\/p>\n<p align=\"justify\">Isto indica um bom come\u00e7o, mas n\u00e3o quer dizer que as condi\u00e7\u00f5es ser\u00e3o mantidas sempre assim pelos pr\u00f3ximos meses. Conforme o coordenador do 8\u00ba Disme, Solismar Dam\u00e9 Prestes, os progn\u00f3sticos baseiam-se principalmente nas condi\u00e7\u00f5es da temperatura da superf\u00edcie do mar (TSM), obtidas pelos cientistas por meio de complexos c\u00e1lculos e instrumentos. &#8220;N\u00e3o podemos prever se vai ou n\u00e3o faltar \u00e1gua, at\u00e9 porque n\u00e3o conhecemos as condi\u00e7\u00f5es dos reservat\u00f3rios. Nosso papel \u00e9 indicar as proje\u00e7\u00f5es da meteorologia para os pr\u00f3ximos meses&#8221;, observa.<\/p>\n<p align=\"justify\">O boletim do 8\u00ba Disme explica que &#8220;devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es atuais da TSM do Oceano Pac\u00edfico Equatorial, s\u00e3o esperadas precipita\u00e7\u00f5es entre o padr\u00e3o normal e acima no m\u00eas de dezembro em praticamente todo o Estado&#8221;.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8220;Piorar n\u00e3o vai. No in\u00edcio deste ano, j\u00e1 v\u00ednhamos com um per\u00edodo de estiagem que perdurou ao longo de 2005. Neste ano, o modelo estat\u00edstico, que leva em conta as \u00e1guas do Pac\u00edfico, mostra chuvas acima da m\u00e9dia em novembro e dezembro, ou seja, um pouco acima da m\u00e9dia, em at\u00e9 50%&#8221;, indica Prestes.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><span style=\"color: #cc3300\">Alerta para janeiro<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Para quem pensa que o tempo da abund\u00e2ncia de \u00e1gua voltou, um conselho: nada de gastar mais, porque a situa\u00e7\u00e3o muda em janeiro e fevereiro. &#8220;Devido ao poss\u00edvel resfriamento da TSM no Oceano Atl\u00e2ntico Subtropical, \u00e9 esperada uma redu\u00e7\u00e3o das precipita\u00e7\u00f5es principalmente na metade sul do Estado&#8221; \u2013 isto principalmente em janeiro de 2007, com a situa\u00e7\u00e3o amenizando um pouco em fevereiro.<\/p>\n<p align=\"justify\">O documento lan\u00e7a um aviso: &#8220;Alertamos para o manejo adequado dos recursos h\u00eddricos excedentes at\u00e9 o final do ano, pois h\u00e1 indicativos de redu\u00e7\u00e3o das precipita\u00e7\u00f5es para os meses de janeiro e fevereiro&#8221;.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os mapas do boletim do 8\u00ba Disme apresentam um quadro tranq\u00fcilo para o m\u00eas de dezembro, com chuvas um pouco acima do normal nas regi\u00f5es norte e central do Estado, e normal na regi\u00e3o sul.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em janeiro, por\u00e9m, a situa\u00e7\u00e3o muda bastante, e a expectativa \u00e9 de que todo o territ\u00f3rio tenha precipita\u00e7\u00f5es abaixo do normal, com exce\u00e7\u00e3o de uma pequena \u00e1rea bem ao norte. A regi\u00e3o da fronteira com o Uruguai aparece como a mais castigada, com previs\u00e3o de chuvas abaixo do convencional, mais do que no restante do Estado.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em fevereiro, \u00e9 o sul do Estado e a Regi\u00e3o Metropolitana que ficam com chuvas abaixo da m\u00e9dia. &#8220;O sul \u00e9 a parte mais cr\u00edtica. As m\u00e9dias de chuvas s\u00e3o menores tamb\u00e9m devido ao resfriamento do Oceano Atl\u00e2ntico. Recomendamos, ent\u00e3o, que as pessoas economizem \u00e1gua e n\u00e3o pensem que s\u00f3 porque tende a chover um pouco mais no Estado, que essas chuvas sejam com a mesma intensidade&#8221;, destaca Prestes.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><span style=\"color: #cc3300\">Disputa e qualidade<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Al\u00e9m de intensificar a cultura de consumo racional de \u00e1gua, as empresas de abastecimento enfrentam outros dois desafios: gerenciar bem o destino e garantir a qualidade do liquido pot\u00e1vel.<\/p>\n<p align=\"justify\">A disputa da \u00e1gua entre consumidores dom\u00e9sticos e outros \u2013 especialmente a agricultura, que absorve 85% das \u00e1guas nas bacias dos rios dos Sinos e Gravata\u00ed \u2013 polariza boa parte dos esfor\u00e7os da Corsan. &#8220;Temos participado ativamente de todas as reuni\u00f5es dos comit\u00eas de bacia do Estado. Na Regi\u00e3o Metropolitana, nas bacias do Gravata\u00ed e do Sinos, temos o conflito pelo uso da \u00e1gua, e a Constitui\u00e7\u00e3o Estadual manda que a prioridade seja para o abastecimento p\u00fablico&#8221;, relata o diretor de Opera\u00e7\u00f5es da estatal, Jorge Accorsi.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/ambienteja\/med_riodossinos_3.jpg?0.3902908623788008\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"300\" height=\"206\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\"><strong>Trag\u00e9dia no Rio dos Sinos pode afetar qualidade da \u00e1gua (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/J\u00c1)<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">Segundo ele, o sinal de alerta aparece quando o Gravata\u00ed, por exemplo, atinge um metro acima do n\u00edvel do mar nos pontos de capta\u00e7\u00e3o. &#8220;A\u00ed n\u00f3s come\u00e7amos o bombeamento alternado, com tr\u00eas dias sim e dois n\u00e3o para a agricultura&#8221;, explica. &#8220;No ano passado, tivemos 50 cent\u00edmetros, e a capta\u00e7\u00e3o para os arrozeiros foi paralisada at\u00e9 que se normalizasse o quadro. E mesmo h\u00e1 poucos dias, tivemos o rio com 80 cent\u00edmetros&#8221;, acrescenta.<\/p>\n<p align=\"justify\">Accorsi est\u00e1 otimista a partir dos dados da meteorologia para os pr\u00f3ximos meses: &#8220;Temos previs\u00e3o de que vai chover na m\u00e9dia ou um pouco abaixo e de que, portanto, n\u00e3o haver\u00e1 problemas de abastecimento. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 bem melhor do que no ano passado&#8221;.<\/p>\n<p align=\"justify\">A qualidade da \u00e1gua, por\u00e9m, \u00e9 um fator de preocupa\u00e7\u00e3o, ainda mais depois do acidente ocorrido no in\u00edcio de outubro no Rio dos Sinos. &#8220;Baixou muito o n\u00edvel de oxig\u00eanio e tivemos que aumentar a dosagem de produtos qu\u00edmicos \u2013 cloro, sulfato de alum\u00ednio, permanganato de pot\u00e1ssio e carv\u00e3o ativado&#8221;, conta. &#8220;Tudo isto para manter os padr\u00f5es dentro das exig\u00eancias da Portaria 518\/2004 (dispositivo do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade que trata de normas de qualidade da \u00e1gua para consumo humano)&#8221;.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><span style=\"color: #cc3300\">Capta\u00e7\u00e3o no Gua\u00edba depende de\u00a0produtos qu\u00edmicos<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Em Porto Alegre, o Dmae tamb\u00e9m est\u00e1 tranq\u00fcilo quanto \u00e0 capacidade de fornecimento. &#8220;Temos oito esta\u00e7\u00f5es de capta\u00e7\u00e3o no Lago Gua\u00edba, no qual a varia\u00e7\u00e3o de volume n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o expressiva, pois enquanto um rio se reduz em 20% a 30% de seu volume numa estiagem, o lago n\u00e3o sofre este problema, ele \u00e9 formado por sete rios que o abastecem, sendo o Jacu\u00ed o de maior vaz\u00e3o&#8221;, afirma o diretor de Opera\u00e7\u00f5es do Departamento, Valdir Flores.<\/p>\n<p align=\"justify\">De acordo com ele, um ponto cr\u00edtico de capta\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos meses \u00e9 o localizado no bairro Navegantes, que abastece esse bairro e o S\u00e3o Jo\u00e3o, pr\u00f3ximo \u00e0 altura da Rua C\u00e2ncio Gomes. &#8220;O porto foi deslocado para l\u00e1 e, desde ent\u00e3o, o movimento dos navios gera uma mexida no fundo do lago, causando alguma turbidez&#8221;, conta.<\/p>\n<p align=\"justify\">J\u00e1 quanto ao problem\u00e1tico ponto de capta\u00e7\u00e3o junto ao clube Veleiros do Sul, no bairro Tristeza, Flores assinala que foi deslocado para 1,5 mil metros lago adentro, a fim de sair da \u00e1rea de influ\u00eancia do Arroio Cavalhada, onde h\u00e1 instala\u00e7\u00f5es do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP). &#8220;Ali, nosso maior problema era o esgoto dom\u00e9stico&#8221;, diz.<\/p>\n<p align=\"justify\">Flores corrobora a avalia\u00e7\u00e3o de Accorsi com respeito \u00e0 qualidade da \u00e1gua. &#8220;Este \u00e9 o nosso maior problema, em especial a ocorr\u00eancia de algas quando o tempo est\u00e1 seco por um per\u00edodo prolongado e h\u00e1 sol radiante&#8221;, explica. Nessas situa\u00e7\u00f5es, a \u00e1gua apresenta odor e cor.<\/p>\n<p align=\"justify\">O sulfato de alum\u00ednio \u00e9 o produto tradicional utilizado para melhorar as condi\u00e7\u00f5es do l\u00edquido, mas, conforme Flores, o Dmae introduziu, no ano passado, o policloreto de alum\u00ednio. &#8220;Trata-se de um processo piloto que estaremos utilizando neste ver\u00e3o&#8221;, informa.<\/p>\n<p align=\"justify\">A diferen\u00e7a \u00e9 que o sulfato de alum\u00ednio faz baixar o pH (potencial de hidrog\u00eanio ou \u00edndice de acidez\/alcalinidade) da \u00e1gua para 5, enquanto que o pH dela nos pontos de capta\u00e7\u00e3o \u00e9 de mais ou menos 6. &#8220;Para equilibrar o pH, precisamos usar hidr\u00f3xido de c\u00e1lcio ou hidr\u00f3xido de s\u00f3dio&#8221;, afirma.<\/p>\n<p align=\"justify\">O policloreto de alum\u00ednio, que est\u00e1 sendo introduzido, n\u00e3o altera o pH, al\u00e9m de dispensar o uso de corretores de acidez. Assim, mesmo sendo um produto importado e que exige instala\u00e7\u00f5es especiais para sua utiliza\u00e7\u00e3o, \u00e9 considerado vantajoso pelo t\u00e9cnico. &#8220;Temos um estoque de policloreto de alum\u00ednio para uso neste ver\u00e3o. O resultado da experi\u00eancia piloto foi muito bom, mas n\u00e3o queremos abandonar o uso de sulfato de alum\u00ednio porque \u00e9 um produto nosso, produzido localmente. O policloreto de alum\u00ednio ser\u00e1 nosso produto alternativo&#8221; resume Flores.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><span style=\"color: #cc3300\">Mudan\u00e7a clim\u00e1tica<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Se esta \u00e9 uma express\u00e3o que preocupa pa\u00edses e faz ONGs marcharem contra o excesso de queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis, ainda n\u00e3o est\u00e1 na agenda estrat\u00e9gica da Corsan, do Dmae e mesmo do 8\u00ba Disme. &#8220;Para n\u00f3s ainda s\u00e3o especula\u00e7\u00f5es os efeitos da mudan\u00e7a clim\u00e1tica no Estado. Sabemos que podem aumentar as anomalias e os eventos extremos, mas n\u00e3o temos nada espec\u00edfico quanto a este assunto. O que temos \u00e9 a previs\u00e3o clim\u00e1tica para tr\u00eas meses&#8221;, afirma Solismar Prestes.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ele assinala, por\u00e9m, que as s\u00e9ries de dados mostram um aumento das temperaturas m\u00ednimas no Estado, nos \u00faltimos anos. &#8220;Se levarmos em conta os \u00faltimos 40 anos, vamos constatar que a m\u00e9dia de chuvas at\u00e9 aumentou no Estado, situa\u00e7\u00e3o bem diferente da que temos se considerarmos apenas os \u00faltimos tr\u00eas ou quatro anos&#8221;, ressalta o meteorologista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gua\u00edba \u00e9 uma das fontes de capta\u00e7\u00e3o na Capital (Foto: T\u00e2nia Meinerz\/J\u00c1) Cl\u00e1udia Viegas, especial para o Jornal J\u00c1 Os dois \u00faltimos ver\u00f5es ga\u00fachos t\u00eam sido lembrados como um pesadelo por quem leva a s\u00e9rio o cuidado com o consumo de \u00e1gua. 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