{"id":56884,"date":"2017-10-30T12:00:35","date_gmt":"2017-10-30T15:00:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=56884"},"modified":"2017-10-30T12:00:35","modified_gmt":"2017-10-30T15:00:35","slug":"numero-de-latrocinios-cresce-578-em-sete-anos-no-brasil-no-rs-aumento-foi-de-17","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/numero-de-latrocinios-cresce-578-em-sete-anos-no-brasil-no-rs-aumento-foi-de-17\/","title":{"rendered":"N\u00famero de latroc\u00ednios cresce 57,8% em sete anos no Brasil, no RS aumento foi de 17%"},"content":{"rendered":"<p>O n\u00famero de latroc\u00ednios (roubos seguidos de morte) cresceu 57,8% em sete anos no pa\u00eds.<br \/>\nA conclus\u00e3o est\u00e1 no 11\u00ba Anu\u00e1rio do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a, que ser\u00e1 lan\u00e7ado hoje (30) em S\u00e3o Paulo. De acordo com o estudo, que concentra estat\u00edsticas oficiais das autoridades de seguran\u00e7a dos estados, em 2016 foram registrados 2.514 assassinatos cometidos durante o ato do roubo ou em consequ\u00eancia dele. Na edi\u00e7\u00e3o anterior do estudo, divulgada em 2010, o n\u00famero havia sido de 1.593.<br \/>\nEm 19 estados houve aumento nesse tipo de crime. Rond\u00f4nia (124%), Tocantins (73%) e Rio de Janeiro (70%) foram os estados com maior crescimento.<br \/>\nNo outro extremo, entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o em que os \u00edndices de latroc\u00ednio regrediram, as principais quedas foram em Roraima (45%), Para\u00edba (28%) e Amap\u00e1 (23%).<br \/>\nNos seis estados mais populosos al\u00e9m do Rio de Janeiro, foram registradas altas em S\u00e3o Paulo (1,2%), Bahia (1,4%), Paran\u00e1 (8,3%), Rio Grande do Sul (17,1%) e Pernambuco (45%). Apenas em Minas Gerais houve recuo, de 10,6%.<br \/>\nNa rela\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de latroc\u00ednios e a popula\u00e7\u00e3o, o Par\u00e1 aparece como o mais violento, com 2,6 casos por 100 mil habitantes no ano. Outros quatro estados superaram o \u00edndice de 2\/100mil: Par\u00e1, Goi\u00e1s, Amap\u00e1, Amazonas e Sergipe. Na outra ponta da tabela, Tocantins, S\u00e3o Paulo, Santa Catarina, Para\u00edba, Paran\u00e1 e Minas Gerais ficaram abaixo de um por 100 mil. A taxa m\u00e9dia do pa\u00eds e \u00e9 de 1,2 latroc\u00ednios a cada 100 mil habitantes.<br \/>\nPara especialistas, a alta generalizada tem rela\u00e7\u00e3o direta com a crise econ\u00f4mica que o pa\u00eds tem enfrentado. Sem recursos, os estados reduziram os investimentos em estrutura e pessoal nos \u00faltimos anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de latroc\u00ednios (roubos seguidos de morte) cresceu 57,8% em sete anos no pa\u00eds. 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