{"id":57750,"date":"2017-11-29T15:21:56","date_gmt":"2017-11-29T18:21:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=57750"},"modified":"2017-11-29T15:21:56","modified_gmt":"2017-11-29T18:21:56","slug":"16-dias-de-ativismo-pelo-fim-da-violencia-contra-as-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/16-dias-de-ativismo-pelo-fim-da-violencia-contra-as-mulheres\/","title":{"rendered":"16 dias de ativismo pelo fim da viol\u00eancia contra as mulheres"},"content":{"rendered":"<p>Atualmente, Porto Alegre n\u00e3o conta com uma Secretaria Municipal de Pol\u00edticas para as Mulheres, sua casa abrigo para v\u00edtimas de viol\u00eancia n\u00e3o supre a demanda da procura, o Centro de Refer\u00eancia M\u00e1rcia Calixto n\u00e3o segue a norma t\u00e9cnica nacional e o Conselho Municipal de Direitos das Mulheres n\u00e3o foi empossado e n\u00e3o tem sede. Al\u00e9m disso, o Rio Grande do Sul ainda n\u00e3o aderiu ao Protocolo Latino-Americano de Investiga\u00e7\u00e3o de Mortes Violentas \u00a0de Mulheres por Raz\u00f5es \u00a0de G\u00eanero.<br \/>\n\u00c9 dentro desse contexto que a Rede Minha Porto Alegre se engajou na Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Viol\u00eancia contra as Mulheres. Uma mobiliza\u00e7\u00e3o anual, a Campanha foi criada em 1991 por \u00a0mulheres de diferentes pa\u00edses, reunidas pelo Centro de Lideran\u00e7a Global de Mulheres (CWGL) e tem o objetivo de promover o debate e denunciar as v\u00e1rias formas de viol\u00eancia contra as mulheres no mundo.<br \/>\nMundialmente, os 16 Dias de Ativismo se iniciaram em 25 de novembro, Dia Internacional da N\u00e3o Viol\u00eancia contra a Mulher. No Brasil, a Campanha acontece desde 2003 e, para destacar a dupla discrimina\u00e7\u00e3o vivida pelas mulheres negras, as atividades aqui come\u00e7aram em 20 de novembro, Dia da Consci\u00eancia Negra.<br \/>\nNo dia 2 de dezembro, a Minha Porto Alegre realizar\u00e1, dentro da programa\u00e7\u00e3o da Campanha, a interven\u00e7\u00e3o urbana \u201cParem de nos matar\u201d a partir das 10 horas, partindo do Viaduto Ot\u00e1vio Rocha. \u00c9 um evento aberto que faz parte da Campanha <em>Isso \u00e9 feminic\u00eddio<\/em> e do Projeto Mapa do Acolhimento, ambas iniciativas da Rede Nossas Cidades, da qual a Minha Porto Alegre faz parte.<br \/>\nAl\u00e9m da Minha Porto Alegre, diversos grupos e organiza\u00e7\u00f5es participam da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Viol\u00eancia contra as Mulheres propondo atividades, tais como 8M Porto Alegre, Bloco N\u00e3o Mexe Comigo Que Eu N\u00e3o Ando S\u00f3, Coletivo Feminino Plural, Movimento de Mulheres Olga Ben\u00e1rio, Ocupa\u00e7\u00e3o Mulheres Mirabal e Uni\u00e3o Brasileira de Mulheres (UBM), dentre outros.<br \/>\nAs atividades da Campanha 16 Dias de Ativismo ocorrem at\u00e9 o dia 16 de dezembro em diversos pontos de Porto Alegre e Canoas. A agenda completa est\u00e1 no <a href=\"http:\/\/paremdenosmatarportoalegre.blogspot.com.br\">paremdenosmatarportoalegre<\/a>.<br \/>\n<span class=\"intertit\">A Rede Minha Porto Alegre <\/span><br \/>\nA Minha Porto Alegre \u00e9 uma rede de pessoas conectadas na constru\u00e7\u00e3o de um processo mais participativo das tomadas de decis\u00e3o de interesse p\u00fablico da cidade. Por meio de mobiliza\u00e7\u00f5es e fomento a comunidades de a\u00e7\u00e3o, utilizando tecnologias sociais e digitais de maneira estrat\u00e9gica, criativa e humana. Recentemente, sua campanha Isso \u00e9 feminic\u00eddio registrou uma vit\u00f3ria hist\u00f3rica: a partir de janeiro de 2018 todos os boletins de ocorr\u00eancia do Rio Grande do Sul passar\u00e3o a contar com o subt\u00edtulo \u201cfeminic\u00eddio\u201d.<br \/>\nEla faz parte da Rede Nossas Cidades, feita de cidades mobilizadas que j\u00e1 atuam desde 2011 no Rio de Janeiro e desde 2014 em S\u00e3o Paulo. Usando novas tecnologias e novas linguagens, conectam cidad\u00e3os que queiram participar mais das decis\u00f5es sobre o futuro das suas cidades. S\u00e3o mais de 700 mil brasileiras e brasileiros que agem por suas cidades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atualmente, Porto Alegre n\u00e3o conta com uma Secretaria Municipal de Pol\u00edticas para as Mulheres, sua casa abrigo para v\u00edtimas de viol\u00eancia n\u00e3o supre a demanda da procura, o Centro de Refer\u00eancia M\u00e1rcia Calixto n\u00e3o segue a norma t\u00e9cnica nacional e o Conselho Municipal de Direitos das Mulheres n\u00e3o foi empossado e n\u00e3o tem sede. Al\u00e9m [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":57752,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[],"class_list":["post-57750","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":1280,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-menino-que-se-tornou-brizola\/","url_meta":{"origin":57750,"position":0},"title":"O Menino que se Tornou Brizola","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"28 de julho de 2008","format":false,"excerpt":"Autor: Cleber Dioni A vida de Leonel Brizola, com \u00eanfase para os primeiros anos em Porto Alegre, at\u00e9 o ex\u00edlio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. \u00a0\"...\u00c9ramos todos jovens e nos identific\u00e1vamos com aquela massa an\u00f4nima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando 'Get\u00falio', 'Get\u00falio' e empunhando\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Livros&quot;","block_context":{"text":"Livros","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/livros\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/07\/brizola.gif?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-f1s","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57750","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=57750"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57750\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=57750"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=57750"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=57750"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}