{"id":580,"date":"2007-04-13T14:39:50","date_gmt":"2007-04-13T17:39:50","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=580"},"modified":"2007-04-13T14:39:50","modified_gmt":"2007-04-13T17:39:50","slug":"instituto-de-educacao-comunidade-dribla-vandalismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/instituto-de-educacao-comunidade-dribla-vandalismo\/","title":{"rendered":"Instituto de Educa\u00e7\u00e3o: comunidade dribla vandalismo"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura2\/med_ie2.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p class=\"menulat\" align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: xx-small\">Ap\u00f3s nove assaltos, Brigada Militar intensificou vigil\u00e2ncia (Foto: Naira Hosmeister\/J\u00c1)<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>Helen Lopes<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Ao completar 138 anos, o Instituto de Educa\u00e7\u00e3o General Flores da Cunha luta para conter a onda de vandalismo que vem sofrendo desde o inicio do ano. Em tr\u00eas meses, a escola foi invadida nove vezes para roubo de fios de cobre. Nas \u00faltimas investidas, os ladr\u00f5es depredaram os banheiros do gin\u00e1sio e deixaram o pr\u00e9dio da educa\u00e7\u00e3o infantil sem luz. <\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Ap\u00f3s os ataques, dire\u00e7\u00e3o, pais, alunos, ex-alunos e professores criaram o movimento Eu Abra\u00e7o o IE para pedir mais aten\u00e7\u00e3o do Governo do Estado, respons\u00e1vel pela manuten\u00e7\u00e3o do col\u00e9gio. A inten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 buscar parcerias junto \u00e0 iniciativa privada para viabilizar medidas de seguran\u00e7a e de restaura\u00e7\u00e3o da escola \u2013 que sofre com a picha\u00e7\u00e3o e a degrada\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">As primeiras reivindica\u00e7\u00f5es s\u00e3o a coloca\u00e7\u00e3o de c\u00e2meras externas \u2013 a escola tem os recursos para adquirir c\u00e2meras, mas falta dinheiro para a instala\u00e7\u00e3o \u2013, cercamento, melhor ilumina\u00e7\u00e3o da fachada e atua\u00e7\u00e3o da Guarda Municipal. \u201cA escola est\u00e1 num parque, por isso tamb\u00e9m deve ser vigiada pela Guarda Municipal\u201d, entende o diretor do IE, Paulo Sartori.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">O movimento formulou uma carta e pretende se reunir com autoridades e empresas para mostrar a import\u00e2ncia hist\u00f3rica do Instituto de Educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"linkbordo\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>BM intensifica vigil\u00e2ncia<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Enquanto as reivindica\u00e7\u00f5es da comunidade escolar n\u00e3o s\u00e3o atendidas, a Brigada Militar intensifica a vigil\u00e2ncia noturna no local e pede ajuda ao poder municipal para resolver problemas de ilumina\u00e7\u00e3o e poda de \u00e1rvores no entorno da escola. <\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Ainda em mar\u00e7o, o major L\u00facio Alex Ruzicki, comandante da 3\u00aa Companhia do 9\u00ba Batalh\u00e3o da BM, respons\u00e1vel pela \u00e1rea, se reuniu com representantes das secret\u00e1rias de Obras e de Meio Ambiente para indicar os pontos que necessitam mais ilumina\u00e7\u00e3o e as \u00e1rvores que precisam ser cortadas. \u201cEssas a\u00e7\u00f5es auxiliam o trabalho da Brigada\u201d, afirma o comandante, que destacou um novo guarda escolar para o IE.<\/span><\/p>\n<p class=\"linkbordo\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>SOS IE restaura duas telas<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"linkbordo\" align=\"center\"><strong><span style=\"font-family: Verdana;font-size: x-small\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura2\/med_sosie_1.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"menulat\" align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: xx-small\">Am\u00e9lia e Gladis contam os dias para apresentar as tr\u00eas telas (Foto: Helen Lopes\/J\u00c1)<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Uma iniciativa da comunidade escolar que deu certo foi o projeto SOS IE. Criado por um grupo de ex-alunos, buscou recursos externos para restaurar tr\u00eas telas hist\u00f3ricas que estavam apodrecendo no sagu\u00e3o da escola \u2013 Garibaldi e a Esquadra Farroupilha, de Luc\u00edlio de Albuquerque, de 1919, A Tomada da Ponte da Azenha e A Chegada dos A\u00e7orianos, ambas de Augusto Luiz de Freitas, pintadas respectivamente em 1922 e 1923. <\/span><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Com o apoio de empresas federais e privadas \u2013 e a dedica\u00e7\u00e3o de um grupo de restauradores comandados pela artista pl\u00e1stica Leila Sudbrack \u2013, menos de um ano depois do inicio do trabalho, duas obras j\u00e1 foram restauradas. Em novembro de 2006, a equipe concluiu A Tomada da Ponte da Azenha e, em fevereiro deste ano, Garibaldi e a Esquadra Farroupilha.<\/span> <span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Ex-alunos do IE, Am\u00e9lia Bulh\u00f5es, comemora os primeiros resultados, mas alerta que a pr\u00f3xima tela, A Chegada dos A\u00e7orianos, com 6,50 m x 5,50 m, \u00e9 a maior e que est\u00e1 em pior estado, por isso, s\u00f3 deve ficar pronta em dezembro deste ano. \u201c\u00c9 uma grande satisfa\u00e7\u00e3o ver o trabalho quase conclu\u00eddo\u201d, festeja.<\/span> <\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span class=\"linkbordo\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>138 anos de hist\u00f3ria<\/strong><\/span> <\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Em abril, a mais antiga escola de grau m\u00e9dio de Porto Alegre comemora 138 anos. O atual Instituto de Educa\u00e7\u00e3o General Flores da Cunha foi criado como Escola Normal da Prov\u00edncia em 5\/4\/1869, com a finalidade de formar professores para o ensino prim\u00e1rio. Com a reforma do ensino estadual decretada por J\u00falio de Castilhos, foi transformada, em 1901, em Col\u00e9gio Distrital de Porto Alegre, e mudou o nome para Escola Complementar. <\/span><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Por mais de sessenta anos, a Escola funcionou na esquina da Rua Duque de Caxias e Mal. Floriano. Na d\u00e9cada de 1930, o ent\u00e3o administrador estadual, General Flores da Cunha, ordenou a constru\u00e7\u00e3o do espa\u00e7oso pr\u00e9dio da Av. Osvaldo Aranha, pronto em 30\/4\/1936, mas foi apenas em 1939 que passou a chamar-se Instituto de Educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: xx-small\"><em>(Fonte: S\u00e9rgio da Costa Franco, no livro \u201cPorto Alegre Guia Hist\u00f3rico\u201d).<\/em><\/span> <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s nove assaltos, Brigada Militar intensificou vigil\u00e2ncia (Foto: Naira Hosmeister\/J\u00c1) Helen Lopes Ao completar 138 anos, o Instituto de Educa\u00e7\u00e3o General Flores da Cunha luta para conter a onda de vandalismo que vem sofrendo desde o inicio do ano. Em tr\u00eas meses, a escola foi invadida nove vezes para roubo de fios de cobre. 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