{"id":588,"date":"2007-06-15T14:50:04","date_gmt":"2007-06-15T17:50:04","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=588"},"modified":"2007-06-15T14:50:04","modified_gmt":"2007-06-15T17:50:04","slug":"futuro-da-coolmeia-e-incerto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/futuro-da-coolmeia-e-incerto\/","title":{"rendered":"Futuro da Coolm\u00e9ia \u00e9 incerto"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/Cidade2\/med_coolmeia.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p class=\"menulat\" align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: xx-small\">Sede da cooperativa fechou ap\u00f3s dois assaltos no mesmo m\u00eas (Foto: Arquivo\/J\u00c1)<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>Helen Lopes<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">\u00e1 faz um ano que o pr\u00e9dio que abrigava a cooperativa ecol\u00f3gica Coolm\u00e9ia, no Bom Fim, fechou as portas. Dois assaltos consecutivos foram o estopim para a crise financeira que assombrava o neg\u00f3cio h\u00e1 anos. Os cooperativados decidiram parar as opera\u00e7\u00f5es na loja e no restaurante para averiguar a situa\u00e7\u00e3o e buscar alternativas. As \u00fanicas atividades da cooperativa que seguem normalmente s\u00e3o as feiras ecol\u00f3gicas no Bom Fim e no Menino Deus.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A medida, que deveria durar seis meses, completa um ano sem perspectivas. At\u00e9 agora os associados n\u00e3o conseguiram elucidar muita coisa. Sabem que existe uma d\u00edvida trabalhista, que gira em torno de R$ 1,2 milh\u00e3o, oriunda de uma multa que se multiplicou, e escassa documenta\u00e7\u00e3o para montar um panorama financeiro.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Alguns pap\u00e9is da administra\u00e7\u00e3o sumiram ap\u00f3s os assaltos em abril do ano passado e outros est\u00e3o espalhados entre os associados. \u201c\u00c9 uma d\u00edvida impag\u00e1vel, al\u00e9m dos dez anos de documenta\u00e7\u00e3o para colocar em ordem\u201d, lamenta o produtor Ireneu Scheuer, cooperativado h\u00e1 16 anos.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Entre os associados remanescentes o clima \u00e9 de desesperan\u00e7a. \u201cNada avan\u00e7ou. Sinceramente, acho que n\u00e3o vai reabrir e o futuro da cooperativa \u00e9 incerto\u201d, reconhece Jer\u00f4nimo Carvalho, que atua na organiza\u00e7\u00e3o da feira ecol\u00f3gica, no Bom Fim.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Eles tentaram lan\u00e7ar uma campanha para buscar o apoio de volunt\u00e1rios nas \u00e1reas administrativa e jur\u00eddica. O SOS Coolm\u00e9ia n\u00e3o decolou. Algumas pessoas se propuseram a ajudar, mas a falta de organiza\u00e7\u00e3o e de local para as reuni\u00f5es acabou minando a iniciativa. \u201cPoucos se dedicam e, como a feira vai bem, quase ningu\u00e9m sabe da nossa situa\u00e7\u00e3o\u201d, diz Danilo Paiva, que h\u00e1 15 anos optou pela alimenta\u00e7\u00e3o org\u00e2nica e \u00e9 um dos integrantes da comiss\u00e3o que tenta salvar a cooperativa.<\/span><\/p>\n<p class=\"linkbordo\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>Iniciativa pioneira<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Fundada em 1978, por pessoas que buscavam alimenta\u00e7\u00e3o livre de agrot\u00f3xicos, a Coolm\u00e9ia j\u00e1 foi considerada refer\u00eancia mundial em produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de alimentos org\u00e2nicos. \u00c9\u00a0 formada por tr\u00eas categorias de cooperativados: consumidor, produtor e operacional (quem trabalhava fixamente no entreposto).<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">No in\u00edcio de 2006, a cooperativa tentava se reerguer de uma duradoura crise econ\u00f4mica. Saiu da tradicional sede na Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio, defronte ao parque da Reden\u00e7\u00e3o, e foi para um novo local, na Osvaldo Aranha, em frente ao Ara\u00fajo Vianna, onde sofreu dois assaltos consecutivos. Al\u00e9m de levar os alimentos, os ladr\u00f5es reviram os documentos.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sede da cooperativa fechou ap\u00f3s dois assaltos no mesmo m\u00eas (Foto: Arquivo\/J\u00c1) Helen Lopes \u00e1 faz um ano que o pr\u00e9dio que abrigava a cooperativa ecol\u00f3gica Coolm\u00e9ia, no Bom Fim, fechou as portas. Dois assaltos consecutivos foram o estopim para a crise financeira que assombrava o neg\u00f3cio h\u00e1 anos. 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