{"id":58808,"date":"2018-01-11T09:49:36","date_gmt":"2018-01-11T11:49:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=58808"},"modified":"2018-01-11T09:49:36","modified_gmt":"2018-01-11T11:49:36","slug":"salario-minimo-abaixo-da-inflacao-pela-segunda-vez-e-o-menor-reajuste-em-24-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/salario-minimo-abaixo-da-inflacao-pela-segunda-vez-e-o-menor-reajuste-em-24-anos\/","title":{"rendered":"Sal\u00e1rio M\u00ednimo: abaixo da infla\u00e7\u00e3o pela segunda vez e o menor aumento em 24 anos"},"content":{"rendered":"<p>Com a divulga\u00e7\u00e3o do \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC), nesta quarta-feira, constata-se que o sal\u00e1rio m\u00ednimo, fixado no fim do ano, ficou pelo segundo ano consecutivo abaixo da infla\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO INPC aumentou 2,07% em 2017. O sal\u00e1rio m\u00ednimo foi reajustado em 1,81%, com base numa estimativa de dezembro.<br \/>\nA diferen\u00e7a \u00e9 aparentemente m\u00ednima: 0,26% de perda em rela\u00e7\u00e3o ao INPC.\u00a0 No detalhe, v\u00ea-se que os preju\u00edzos aos assalariados \u00e9 significativo, n\u00e3o s\u00f3 pelo valor mas, tamb\u00e9m, pela tend\u00eancia que se configura.<br \/>\nO m\u00ednimo, depois do reajuste, passou de R$ 937 para R$ 954. Um aumento de R$ 17 reais.<br \/>\nAl\u00e9m de ficar abaixo da infla\u00e7\u00e3o pela segunda por dois anos consecutivos, foi o menor aumento em 24 anos.<br \/>\nFora isso, \u00e9 preciso considerar que o INPC, que cresceu 2,07% no ano, mede a infla\u00e7\u00e3o apenas na faixa dos que ganham\u00a0de um a cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos, na condi\u00e7\u00e3o de assalariado. N\u00e3o \u00e9 o \u00edndice oficial da infla\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO \u00edndice oficial da infla\u00e7\u00e3o \u00e9 o IPCA, que mede perda do poder aquisitivo da faixas de um a 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos, qualquer que seja a fonte de renda.<br \/>\nE o IPCA, que \u00e9 a refer\u00eancia para todos os reajustes na economia, cresceu 2.95% em 2017.<br \/>\nA perda real do sal\u00e1rio m\u00ednimo seria muito maior.<br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-58840\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/blogger-image-1202429678.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"388\" \/>Os reajustes menores do que a infla\u00e7\u00e3o nos dois \u00faltimos anos revelam uma invers\u00e3o da tend\u00eancia dos \u00faltimos quinze anos, de reajustes sempre acima do \u00edndice inflacion\u00e1rio.<br \/>\nSinal de que o governo de Michel Temer consagrou a tese de que os sal\u00e1rios altos travam a economia e aumentam a infla\u00e7\u00e3o.<br \/>\nTanto que o destaque no jornal O Globo, carro chefe do maior sistema de comunica\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, n\u00e3o foi a perda dos sal\u00e1rios. Foi que &#8220;infla\u00e7\u00e3o menor estimula a retomada da economia&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a divulga\u00e7\u00e3o do \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC), nesta quarta-feira, constata-se que o sal\u00e1rio m\u00ednimo, fixado no fim do ano, ficou pelo segundo ano consecutivo abaixo da infla\u00e7\u00e3o. O INPC aumentou 2,07% em 2017. O sal\u00e1rio m\u00ednimo foi reajustado em 1,81%, com base numa estimativa de dezembro. 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