{"id":63087,"date":"2018-06-13T21:58:07","date_gmt":"2018-06-14T00:58:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=63087"},"modified":"2018-06-13T21:58:07","modified_gmt":"2018-06-14T00:58:07","slug":"com-bibi-jazz-band-noite-de-musicalidade-e-encantamento-no-chapeu-acustico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/com-bibi-jazz-band-noite-de-musicalidade-e-encantamento-no-chapeu-acustico\/","title":{"rendered":"Com Bibi Jazz Band, noite de musicalidade e encanto no Chap\u00e9u Ac\u00fastico"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">Higino Barros<\/span><br \/>\nUm lugar lindo e de \u00f3tima ac\u00fastica, a Biblioteca P\u00fablica Estadual. Um repert\u00f3rio de jazz cantante e dan\u00e7ante dos anos 1920 a 1940, com o melhor de Irving Berlin, Cole Porter, Duke Wellington e outras bambas da can\u00e7\u00e3o norte-americana. E uma cantora de n\u00edvel internacional, Bibi Blue, acompanhada por \u00f3timos m\u00fasicos da Jazz Band, fizeram a programa\u00e7\u00e3o do projeto Chap\u00e9u Ac\u00fastico, no Dia dos Namorados, uma noite prazerosa como poucas e inesquec\u00edvel para os casais e p\u00fablico geral que foram ao local.<br \/>\nCom presen\u00e7a de cena impec\u00e1vel, voz de tonalidade aguda, quase aveludada e cantando um repert\u00f3rio de cl\u00e1ssicos gravados originalmente por gente como Frank Sinatra (seu preferido), Ella Fitzgerald, Billie Holliday e outros cantores consagrados, a uruguaia Bibi, foi uma agrad\u00e1vel surpresa para a maioria do p\u00fablico presente \u00e0 biblioteca.<br \/>\n<figure id=\"attachment_63089\" aria-describedby=\"caption-attachment-63089\" style=\"width: 267px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-63089\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bibi3-267x400.jpg\" alt=\"\" width=\"267\" height=\"400\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-63089\" class=\"wp-caption-text\">A cantora Bibi Blue \/\u00a0T\u00e2nia Meinerz\/ J\u00c1<\/figcaption><\/figure><br \/>\nFoi garimpada pelo curador do projeto Chap\u00e9u Ac\u00fastico, Marcos Monteiro, atrav\u00e9s da internet. \u201cAlgumas vezes garimpo os artistas nas redes sociais, outros me procuram. No caso desse pessoal, eles me foram recomendados por outros m\u00fasicos tamb\u00e9m\u201d, conta Monteiro.<br \/>\nA Bibi Jazz Band tem sua base em Caxias do Sul, foi formada em 2016 e tinha feito, at\u00e9 agora, tr\u00eas apresenta\u00e7\u00f5es em casas noturnas de Porto Alegre. Seus instrumentistas s\u00e3o Andr\u00e9 Viegas (guitarra), Marcelo Fabro (piano), Rodrigo Arnold (contrabaixo ac\u00fastico) e Mateus Mussatto (bateria).<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>Som dos instrumentos<\/strong><br \/>\n<figure id=\"attachment_63090\" aria-describedby=\"caption-attachment-63090\" style=\"width: 1150px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-63090 size-large\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bibi2-1150x767.jpg\" alt=\"\" width=\"1150\" height=\"767\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-63090\" class=\"wp-caption-text\">O grupo apresenta canc\u00f5es cl\u00e1ssicas do jazz \/\u00a0T\u00e2nia Meinerz\/J\u00c1<\/figcaption><\/figure><br \/>\nNa apresenta\u00e7\u00e3o da biblioteca, nos fundos do audit\u00f3rio, o som dos instrumentos soava meio embolado e a voz da cantora um pouco baixa. J\u00e1 na parte da frente o som todo sa\u00eda l\u00edmpido e claro, um detalhe que n\u00e3o passou desapercebido aos m\u00fasicos e ao produtor.<br \/>\nO guitarrista Andr\u00e9 Viegas comentou que amigos dele, m\u00fasicos presentes ao show, fizeram o mesmo coment\u00e1rio. Marcos Monteiro explicou que \u00e0s vezes a ac\u00fastica da Biblioteca funciona \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o e em outras ocasi\u00f5es, principalmente com instrumentos eletrificados, registra altera\u00e7\u00f5es. \u201cTeria que se dispor de caixas de som em posi\u00e7\u00f5es suspensas cruzadas, mas como o pr\u00e9dio \u00e9 tombado, n\u00e3o d\u00e1 para fazer nenhuma interven\u00e7\u00e3o como essa\u201d, explica.<br \/>\n<figure id=\"attachment_63091\" aria-describedby=\"caption-attachment-63091\" style=\"width: 167px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-63091 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bibi5-167x250.jpg\" alt=\"\" width=\"167\" height=\"250\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-63091\" class=\"wp-caption-text\">A cantora Bibi nasceu no Uruguai \/ T\u00e2nia Meinerz\/J\u00c1<\/figcaption><\/figure><br \/>\nFora o detalhe, a apresenta\u00e7\u00e3o da Bibi Jazz Band, provocou uma hora e meia de encantamento e deleite ao p\u00fablico, numa noite fria e chuvosa em Porto Alegre e com v\u00e1rios apelos rom\u00e2nticos nos lugares de entretenimento da cidade. Na Biblioteca Central, gra\u00e7as ao Chap\u00e9u Ac\u00fastico, teve romance, leveza, m\u00fasica de alt\u00edssima qualidade e um grupo que merece ser visto e conhecido por um p\u00fablico maior, al\u00e9m da cena habitual do jazz ga\u00facho. Volte sempre e logo, Bibi Jazz Band.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Higino Barros Um lugar lindo e de \u00f3tima ac\u00fastica, a Biblioteca P\u00fablica Estadual. Um repert\u00f3rio de jazz cantante e dan\u00e7ante dos anos 1920 a 1940, com o melhor de Irving Berlin, Cole Porter, Duke Wellington e outras bambas da can\u00e7\u00e3o norte-americana. E uma cantora de n\u00edvel internacional, Bibi Blue, acompanhada por \u00f3timos m\u00fasicos da Jazz [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":63088,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[11,2020,706],"tags":[],"class_list":["post-63087","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-materiasecundaria","category-culturamanchete","category-jacultura"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-gpx","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63087","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=63087"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63087\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=63087"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=63087"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=63087"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}