{"id":63168,"date":"2018-06-19T00:27:52","date_gmt":"2018-06-19T03:27:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=63168"},"modified":"2018-06-19T00:27:52","modified_gmt":"2018-06-19T03:27:52","slug":"tres-etapas-da-gravura-de-arlete-santarosa-em-grande-estilo-no-margs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/tres-etapas-da-gravura-de-arlete-santarosa-em-grande-estilo-no-margs\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas etapas da gravura de Arlete Santarosa, em grande estilo, no Margs"},"content":{"rendered":"<p><figure id=\"attachment_63169\" aria-describedby=\"caption-attachment-63169\" style=\"width: 240px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-63169\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/arlete-2.jpg\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"320\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-63169\" class=\"wp-caption-text\">Xilogravura da s\u00e9rie &#8220;O Pequeno Pr\u00edncipe&#8221;, de Arlete Santarosa\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<span style=\"font-weight: 300;background-color: #ffffff\">O Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli apresenta a exposi\u00e7\u00e3o \u201cXILOS\u201d, de Arlete Santarosa, no dia 19 de junho, \u00e0s 19h, com entrada franca. A mostra, com curadoria de Andr\u00e9 Venzon, pode ser visitada de 20 de junho a 12 de agosto de 2018, na galeria Oscar Boeira do MARGS. S\u00e3o cerca de 50 xilogravuras que abordam tr\u00eas etapas distintas em sua carreira: Cenas da Cidade; Releituras de D\u00fcrer e interpreta\u00e7\u00e3o do livro \u201cO Pequeno Pr\u00edncipe\u201d, de Saint Exup\u00e9ry.<\/span><br \/>\nContando 30 anos de sua trajet\u00f3ria art\u00edstica, como uma das principais xilogravadoras ga\u00fachas, a artista apresenta ao p\u00fablico, em suas obras, a cidade de Porto Alegre de uma maneira racional e ao mesmo tempo po\u00e9tica. Ou quando faz as \u201cReleituras de D\u00fcrer\u201d, amplia o desafio de uma nova tradu\u00e7\u00e3o do maior gravador de todos os tempos. E ainda, quando interpreta o \u201cPequeno Pr\u00edncipe\u201d consegue revelar tra\u00e7os inexplorados da obra de Saint Exup\u00e9ry com gravuras coloridas.<br \/>\n<strong>\u00a0<\/strong><strong>Tiragem limitada<\/strong><br \/>\nNa abertura, ser\u00e1 lan\u00e7ado um <em>livro de artista<\/em>, com tiragem limitada de dez exemplares in\u00e9ditos e assinado<strong>s, <\/strong>para colecionadores e apreciadores da xilogravura, executados manualmente nesta t\u00e9cnica. Juntamente ser\u00e1 lan\u00e7ada a sua vers\u00e3o impressa e a artista estar\u00e1 dispon\u00edvel para aut\u00f3grafos. As duas publica\u00e7\u00f5es estar\u00e3o \u00e0 venda na abertura do evento.<br \/>\nA exposi\u00e7\u00e3o tem a curadoria de Andr\u00e9 Venzon que comenta sobre as gravuras de Arlete Santarosa: \u201cDiante das suas obras observamos grandes e pequenas \u00e1reas ocupadas com uma profus\u00e3o de texturas. Seu repert\u00f3rio de superf\u00edcies guarda uma diversidade dif\u00edcil de se igualar. Tal riqueza expressiva \u00e9 resultado de muitos anos de dedica\u00e7\u00e3o em que encontrou atrav\u00e9s do entalhe o que desejava da matriz.\u201d<br \/>\nA exposi\u00e7\u00e3o pode ser visitada de ter\u00e7as a domingos, das 10h \u00e0s 19h, com entrada gratuita. Visitas mediadas podem ser agendadas pelo e-mail educativo@margs.rs.gov.br.<br \/>\n<strong>\u00a0<\/strong><br \/>\n<figure id=\"attachment_63170\" aria-describedby=\"caption-attachment-63170\" style=\"width: 320px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-63170\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/arlete-soares.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"310\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-63170\" class=\"wp-caption-text\">Arlete Santarosa completa 30 anos de trajet\u00f3ria art\u00edstica\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>TEXTO DA ARTISTA- O DESAFIO DA XILOGRAVURA <\/strong><br \/>\n<em>&#8220;Gravura \u00e9 uma verdadeira constru\u00e7\u00e3o f\u00edsica e mental. Exige \u201ccozinha\u201d para a t\u00e9cnica e materiais a serem utilizados e linguagem visual e po\u00e9tica. Gravar \u00e9 fruto de demorada reflex\u00e3o e conhecimento profundo da mat\u00e9ria. H\u00e1 todo um tempo a ser respeitado para a sua constru\u00e7\u00e3o, onde os processos de pensar e fazer s\u00e3o t\u00e3o importantes quanto a obra final. A imagem invertida, o veio da madeira, as marcas do corte das goivas s\u00e3o os primeiros desafios na execu\u00e7\u00e3o de uma matriz. Neste embate, a t\u00e9cnica, a resist\u00eancia da madeira, a textura, o claro\/ escuro exigem muita concentra\u00e7\u00e3o e sensibilidade. Na sequ\u00eancia final, a impress\u00e3o da imagem \u00e9 acompanhada do fator surpresa e desta lenta tarefa, surge a xilogravura. Tudo forma um mosaico, um trabalho amoroso de intensa atividade mental, for\u00e7a e significados. <\/em><br \/>\n<em>Nesta exposi\u00e7\u00e3o, abordo tr\u00eas fases da minha trajet\u00f3ria de mais de 30 anos: Cenas da Cidade; Releituras de D\u00fcrer e interpreta\u00e7\u00e3o do livro \u201cO Pequeno Pr\u00edncipe\u201d, de Saint Exup\u00e9ry. <\/em><br \/>\n<em>A primeira, a s\u00e9rie \u201cCenas da Cidade\u201d, xilogravuras em preto e branco, vem sendo feita desde os anos 90. Elementos da paisagem de Porto Alegre, da mem\u00f3ria e da rela\u00e7\u00e3o afetiva com a cidade comp\u00f5em um conjunto de xilogravuras que falam dos lugares, das \u00e1rvores, das ruas, dos monumentos, da intensa circula\u00e7\u00e3o de carros e pessoas, dos pr\u00e9dios antigos, dos edif\u00edcios da nossa Capital. <\/em><br \/>\n<em>Em \u201cReleituras de D\u00fcrer\u201d, em P X B, busco o desafio de traduzir em xilogravura, dez obras do maior gravador de todos os tempos que continuam a causar reflexos, at\u00e9 os dias de hoje. <\/em><br \/>\n<em>Na interpreta\u00e7\u00e3o do livro \u201cO Pequeno Pr\u00edncipe\u201d, arrisco um novo olhar sobre ilustra\u00e7\u00f5es de um dos livros mais lidos e relidos mundialmente. S\u00e3o seis xilogravuras coloridas, onde cinco delas foram realizadas na t\u00e9cnica da matriz perdida e uma em preto e branco e Chin\u00e9-coll\u00e9.&#8221;<\/em><br \/>\n<em>Ser\u00e1 lan\u00e7ada nesta exposi\u00e7\u00e3o, ainda, uma pequena edi\u00e7\u00e3o de dez livros feitos em xilogravura e capa artesanal, editado e assinada, juntamente com sua edi\u00e7\u00e3o impressa. <\/em><br \/>\n<strong>Arlete Cousandier Santarosa <\/strong><br \/>\nArtista pl\u00e1stica e professora.<br \/>\n<strong>TEXTO DO CURADOR <\/strong><br \/>\n<em>&#8220;Na conviv\u00eancia, o tempo n\u00e3o importa. Se for um minuto, uma hora, uma vida. <\/em><br \/>\n<em>O que importa \u00e9 o que ficou deste minuto, desta hora, desta vida&#8230; <\/em><br \/>\n<em>Lembra que o que importa \u00e9 tudo que semeares colher\u00e1s. <\/em><br \/>\n<em>Por isso, marca a tua passagem, deixa algo de ti&#8230; <\/em><br \/>\n<em>do teu minuto, da tua hora, do teu dia, <\/em><br \/>\n<em>da tua vida.&#8221;<\/em><br \/>\n<strong>(Mario Quintana) <\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n\u201cEntre as paredes desta sala, apoderam-se de n\u00f3s as impress\u00f5es de uma cidade, do Velho Mundo a crian\u00e7a que nos habita&#8230; A exposi\u00e7\u00e3o <em>XILOS <\/em>re\u00fane um significativo e representativo conjunto de trabalhos da artista Arlete Santarosa. Do encontro entre a artista e o curador, desenvolveu-se um di\u00e1logo e uma investiga\u00e7\u00e3o colaborativa. Conhecer em escala e profundidade a obra da artista se revelou um inventivo encontro com a milenar t\u00e9cnica da xilogravura. Em sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica \u00e9 poss\u00edvel perceber, al\u00e9m da qualidade das narrativas visuais, a habilidade no uso das goivas \u2500 instrumentos empregados para escavar a base de madeira usada como matriz \u2500 e o di\u00e1logo com os seus tra\u00e7os \u00e9 como aprender a falar outra l\u00edngua, t\u00e3o misteriosa quanto instigante.<br \/>\nAssim a base de madeira de onde nasce a xilogravura, como a folha em branco para o desenho, a tela para a pintura, ou ainda o bloco de m\u00e1rmore para a escultura, remete-nos solidariamente ao in\u00edcio, ao ponto de partida para todo artista, quando a \u00fanica coisa que havia era um nada que, de repente, se transmuta em alguma coisa, antes n\u00e3o existente. Nossa admira\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda maior ao nos questionarmos como consegue a artista criar sua obra feita com um material t\u00e3o dispon\u00edvel, qual a for\u00e7a e perseveran\u00e7a que a habilitou para isso? Enquanto at\u00e9 a cidade e o ser humano findam, a arte resiste a todos os tempos, \u00e9 algo que se alimenta da natureza, tanto nos materiais quanto na<br \/>\ninspira\u00e7\u00e3o, para se tornar eterno como o c\u00e9u, a terra, o mar, o sol, a lua e os astros. A arte nasce do nada e sobrevive aos tempos.<br \/>\nArlete Santarosa tem esta consci\u00eancia e, como artista e professora, orienta-nos atrav\u00e9s das suas impress\u00f5es a olhar para uma matriz, a compartilhar da sua experi\u00eancia em uma oportunidade maravilhosa de aprendizado. O livro de artista desenvolvido especialmente para a exposi\u00e7\u00e3o no MARGS, racionaliza a t\u00e9cnica da xilogravura sem dispensar a poesia. Ao afirmar que \u201ch\u00e1 lugar para todos se expressarem\u201d renova seu compromisso com a educa\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da arte e do potencial emancipat\u00f3rio que esta pr\u00e1tica concede ao ser humano.<br \/>\nDiante das suas obras observamos grandes e pequenas \u00e1reas ocupadas com uma profus\u00e3o de texturas. Seu repert\u00f3rio de superf\u00edcies guarda uma diversidade dif\u00edcil de se igualar. Tal riqueza expressiva \u00e9 resultado de muitos anos de dedica\u00e7\u00e3o em que encontrou atrav\u00e9s do entalhe o que desejava da matriz. Todavia, a cada nova impress\u00e3o, a artista ainda pode descobrir n\u00e3o ter chegado aonde queria, encontrando estas vastas e lindas oportunidades que o suporte lhe oferece. A larga produ\u00e7\u00e3o, que demanda muitas e repetidas impress\u00f5es, tornou-lhe uma refer\u00eancia indispens\u00e1vel no exerc\u00edcio da xilogravura.<br \/>\nPlanejar um obra como as da s\u00e9rie de paisagens de Porto Alegre, por exemplo, ademais do imagin\u00e1rio urbano que reside na mem\u00f3ria da artista, exigiu-lhe sempre pensar, na setoriza\u00e7\u00e3o, lembrar dos componentes e dos recursos dispon\u00edveis na matriz. Entender que isso \u00e9 um relevo, que pode ser visto como uma pequena escultura, no sentido de que gravar, \u00e9 um of\u00edcio de dar forma \u00e0 madeira. \u00c9 tirar do s\u00f3lido a forma desejada, descobrir o que h\u00e1 dentro, explorar os recursos do desenho e da talha, onde quanto mais se busca, mais se encontra a luz branca que a matriz escura guarda.<br \/>\nA xilogravura \u00e9 isto: a escolha que se faz, do predom\u00ednio de mais preto, ou n\u00e3o, como essas \u00e1reas de luz e sombra interagem, onde aparecem espa\u00e7os, ou texturas. A matriz escura cont\u00e9m guardada o desenho dentro dela. O papel da gravadora, ent\u00e3o, \u00e9<br \/>\nencontrar o melhor di\u00e1logo com seus anseios criativos e as ferramentas para conseguir o que ela deseja dessa matriz, que guarda todas as possibilidades de imagina\u00e7\u00e3o.<br \/>\nSantarosa aprimorou ao longo de tr\u00eas d\u00e9cadas seu processo po\u00e9tico e de impress\u00e3o ao desenhar e entalhar a cidade de Porto Alegre, que \u00e9 a melhor met\u00e1fora da sua busca incessante para atingir a maestria no of\u00edcio da arte da xilogravura, generosamente aqui representada. Parte desta exposi\u00e7\u00e3o tem o prop\u00f3sito tamb\u00e9m de expor dois \u00e1lbuns in\u00e9ditos ao p\u00fablico: das releituras do artista Albrecht D\u00fcrer, expoente do Renascimento Alem\u00e3o; e das ilustra\u00e7\u00f5es a partir do livro <em>O Pequeno Pr\u00edncipe<\/em>, do franc\u00eas Antoine Saint-Exup\u00e9ry, com apresenta\u00e7\u00e3o de Armindo Trevisan.<br \/>\nEnquanto no primeiro, a ilustra\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica exercita o preto e branco da matriz, no segundo, a cria\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea leva a artista a explorar mais os recursos da cor para criar o efeito \u00fanico destes \u00faltimos trabalhos. Nestas obras mais recentes Arlete Santarosa alcan\u00e7a a grandeza de utilizar suas imagens junto \u00e0s palavras para facilitar o entendimento e a interioriza\u00e7\u00e3o dos temas abordados, popularizando cada vez mais a t\u00e9cnica da xilo. O resultado desta poesia visual cuidadosamente planejada, com s\u00edmbolos e objetos das hist\u00f3rias, mant\u00e9m uma alta fidelidade das gravuras aos conceitos e passagens contidos nos textos estudados\u201d.<br \/>\n<strong>Andr\u00e9 Venzon <\/strong><br \/>\nArtista visual, curador e gestor cultural<br \/>\nMestrando em Po\u00e9ticas Visuais pelo PPGAV \u2013 UFRGS.<br \/>\n<figure id=\"attachment_63171\" aria-describedby=\"caption-attachment-63171\" style=\"width: 320px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-63171\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/arlete-3.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"320\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-63171\" class=\"wp-caption-text\">Xilogravura de Arlete Santarosa\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<strong>SERVI\u00c7O <\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento da exposi\u00e7\u00e3o <strong><em>XILOS <\/em>de Arlete Santarosa e livro de artista <\/strong><br \/>\nArtista: <strong>Arlete Santarosa <\/strong><br \/>\nCurador: <strong>Andr\u00e9 Venzon <\/strong><br \/>\nAbertura: <strong>Dia 19 de junho, ter\u00e7a-feira, \u00e0s 19h <\/strong><br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: <strong>De 20 de junho a 12 de agosto, de ter\u00e7as a domingos das 10h \u00e0s 19h <\/strong><br \/>\nLocal: <strong>Galeria Oscar Boeira do MARGS <\/strong><br \/>\n<strong>Lan\u00e7amento de livro e sess\u00e3o de aut\u00f3grafos <\/strong><br \/>\n<strong>Livro de artista <\/strong>&#8211; tiragem limitada de <strong>dez exemplares in\u00e9ditos e assinados: <\/strong>R$ 300,00, o exemplar<br \/>\nVers\u00e3o impressa do livro: R$ 80,00 o exemplar<br \/>\n<strong>ENTRADA FRANCA <\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli apresenta a exposi\u00e7\u00e3o \u201cXILOS\u201d, de Arlete Santarosa, no dia 19 de junho, \u00e0s 19h, com entrada franca. A mostra, com curadoria de Andr\u00e9 Venzon, pode ser visitada de 20 de junho a 12 de agosto de 2018, na galeria Oscar Boeira do MARGS. 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