{"id":636,"date":"2008-06-27T15:57:01","date_gmt":"2008-06-27T18:57:01","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=636"},"modified":"2008-06-27T15:57:01","modified_gmt":"2008-06-27T18:57:01","slug":"colegio-rosario-obras-voltam-a-incomodar-moradores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/colegio-rosario-obras-voltam-a-incomodar-moradores\/","title":{"rendered":"Col\u00e9gio Ros\u00e1rio: Obras voltam a incomodar moradores"},"content":{"rendered":"<p><strong>Alexandre Haubrich<\/strong><br \/>\nAprovada em 2006, ap\u00f3s intenso debate com a comunidade, a constru\u00e7\u00e3o do novo pr\u00e9dio do Col\u00e9gio Ros\u00e1rio volta a causar transtornos aos moradores. Primeiro, a luta foi pelo aumento do recuo da edifica\u00e7\u00e3o, que ficaria colada aos pr\u00e9dios vizinhos. Depois, no in\u00edcio da obra, o inc\u00f4modo foi o fechamento do tr\u00e2nsito na rua Irm\u00e3o Jos\u00e9 Ot\u00e3o.<br \/>\nAgora, desde que come\u00e7ou a ser erguido o novo edif\u00edcio do Ros\u00e1rio, a circula\u00e7\u00e3o na cal\u00e7ada esquerda da Irm\u00e3o Jos\u00e9 Ot\u00e3o est\u00e1 interditada. O trecho \u00e9 agora utilizado para passagem de caminh\u00f5es da empreiteira.<br \/>\nCom o in\u00edcio do ao letivo, al\u00e9m de enfrentar o tradicional engarrafamento, os pais reclamam da falta de mobilidade nas cal\u00e7adas. &#8220;Para buscar meu filho, tenho que dar uma volta e atravessar a rua tr\u00eas vezes. Antes, era preciso cruzar a via apenas uma vez&#8221;, reclama o jornalista C\u00e9sar Fraga, que mora na rua Barros Cassal.<br \/>\nA obstru\u00e7\u00e3o total do passeio p\u00fablico foi aprovada pela Prefeitura. A Empresa P\u00fablica de Transportes e Circula\u00e7\u00e3o (EPTC) admite que \u00e9 um procedimento raro, mas o intenso tr\u00e1fego de caminh\u00f5es colocaria em risco os pedestres.<br \/>\nPara piorar, um muro que separava o terreno dos pr\u00e9dios vizinhos foi demolido e no seu lugar, barreiras improvisadas foram erguidas. &#8220;Eles disseram que tinham que derrubar, porque estava cedendo&#8221;, reclama o zelador do edif\u00edcio 585 da Barros Cassal, Darci de Ara\u00fajo.<br \/>\nRevoltados, moradores ingressaram com uma a\u00e7\u00e3o na justi\u00e7a para impedir a demoli\u00e7\u00e3o. Diante do impasse, a dire\u00e7\u00e3o da escola aceitou um acordo. Comprometeu-se a colocar o muro provis\u00f3rio e, em junho, construir um novo, nos mesmos moldes do original.<br \/>\nMas os problemas para os moradores da Barros Cassal retornaram na segunda semana de abril, quando as chuvas fizeram com que o piso dos fundos do pr\u00e9dio 585 cedesse um pouco.<br \/>\nSegundo os oper\u00e1rios, com as escava\u00e7\u00f5es da obra no Ros\u00e1rio, &#8220;a terra estava se assentando&#8221;. Ap\u00f3s reclama\u00e7\u00e3o do zelador, foi colocado cimento nos buracos no ch\u00e3o.<br \/>\nOs moradores se queixam, ainda, do barulho da constru\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio de sete andares e mais tr\u00eas de subsolo. A previs\u00e3o \u00e9 que o trabalho dure dois anos \u2013 do in\u00edcio de 2008 at\u00e9 o final de 2009. Com uma movimenta\u00e7\u00e3o que come\u00e7a \u00e0s 7h30 da manh\u00e3 e se estende at\u00e9 as 17h30, incluindo s\u00e1bados e alguns feriados. Tudo com a devida autoriza\u00e7\u00e3o da Prefeitura. Vizinhos relatam que em, pelo menos um dia, a barulheira seguiu at\u00e9 \u00e0s 20h.<br \/>\nOs tr\u00eas andares de subsolo do novo pr\u00e9dio do Ros\u00e1rio ser\u00e3o para estacionamento e o t\u00e9rreo do novo para embarque e desembarque de alunos, o que dever\u00e1 terminar, ou ao menos amenizar, os hist\u00f3ricos problemas de engarrafamento em frente ao Ros\u00e1rio em hor\u00e1rios de entrada e sa\u00edda. Os outros andares dever\u00e3o ser usados para a Educa\u00e7\u00e3o Infantil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alexandre Haubrich Aprovada em 2006, ap\u00f3s intenso debate com a comunidade, a constru\u00e7\u00e3o do novo pr\u00e9dio do Col\u00e9gio Ros\u00e1rio volta a causar transtornos aos moradores. Primeiro, a luta foi pelo aumento do recuo da edifica\u00e7\u00e3o, que ficaria colada aos pr\u00e9dios vizinhos. 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