{"id":639,"date":"2008-05-16T15:58:48","date_gmt":"2008-05-16T18:58:48","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=639"},"modified":"2008-05-16T15:58:48","modified_gmt":"2008-05-16T18:58:48","slug":"joaquim-nabuco-vira-point-na-noite-da-cidade-baixa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/joaquim-nabuco-vira-point-na-noite-da-cidade-baixa\/","title":{"rendered":"Joaquim Nabuco vira point na noite da Cidade Baixa"},"content":{"rendered":"<p><strong>Alexandre Haubrich<\/strong><br \/>\nA satura\u00e7\u00e3o comercial de ruas como Lima e Silva, Jos\u00e9 do Patroc\u00ednio e Rep\u00fablica deflagrou um movimento \u2013 iniciado dois anos atr\u00e1s na Jo\u00e3o Alfredo \u2013 de expans\u00e3o dos bares para vias marginais. Cal\u00e7adas das ruas Joaquim Nabuco, Lopo Gon\u00e7alves e outras, antes pouco cotadas, transformam-se em pontos de intenso movimento.<br \/>\nGerente da lanchonete Castanhas, aberta em fevereiro de 2007 na Joaquim Nabuco, Laura Oliveira v\u00ea na migra\u00e7\u00e3o uma tend\u00eancia inevit\u00e1vel. &#8220;Daqui a alguns anos, o com\u00e9rcio vai todo para as ruas secund\u00e1rias. Compare a Jo\u00e3o Alfredo de pouco tempo atr\u00e1s: hoje ela \u00e9 quase uma Lima e Silva&#8221;, observa.<br \/>\nDesde que abriu as portas, a gerente do Castanhas viu se multiplicarem os empreendimentos \u00e0 sua volta. Apenas na quadra entre Jos\u00e9 do Patroc\u00ednio e Lima e Silva, j\u00e1 est\u00e3o instalados um pequeno bar vendendo drinques, um pub e at\u00e9 um espa\u00e7o cultural noturno.<br \/>\nA amplia\u00e7\u00e3o preocupa moradores, que reclamam principalmente da falta de fiscaliza\u00e7\u00e3o nos estabelecimentos. &#8220;N\u00e3o somos contra bares, mas tem que ser tudo melhor regulamentado e realmente fiscalizado. Hoje, h\u00e1 uma total aus\u00eancia do poder p\u00fablico no bairro&#8221;, critica o presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Moradores da Cidade Baixa, Marco Ant\u00f4nio Souza.<br \/>\nA preocupa\u00e7\u00e3o com a seguran\u00e7a tamb\u00e9m \u00e9 ponto importante para ele. &#8220;A aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas traz junto a viol\u00eancia. \u00c0 noite na Cidade Baixa, o policiamento \u00e9 inexistente&#8221;, observa.<br \/>\nOs bares da Joaquim Nabuco est\u00e3o sempre cheios. Mas os respons\u00e1veis afirmam que o relacionamento com os vizinhos \u00e9 garantido com hor\u00e1rios reduzidos e prote\u00e7\u00e3o ac\u00fastica. O Castanhas, por exemplo, fecha as portas \u00e0 meia-noite, mesmo nas sextas-feiras, quando acontecem os saraus na casa. E no Ten\u00f3rio Espa\u00e7o Cultural, onde os amantes do vinil podem ouvir o som caracter\u00edstico dos LPs madrugada adentro, houve o cuidado de se fazer um isolamento ac\u00fastico.<br \/>\n&#8220;Essas medidas s\u00e3o fundamentais, mas tem que haver um controle da prefeitura. A Jo\u00e3o Alfredo n\u00e3o existe mais e a Joaquim Nabuco vai pelo mesmo caminho&#8221;, reitera Marco Ant\u00f4nio. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alexandre Haubrich A satura\u00e7\u00e3o comercial de ruas como Lima e Silva, Jos\u00e9 do Patroc\u00ednio e Rep\u00fablica deflagrou um movimento \u2013 iniciado dois anos atr\u00e1s na Jo\u00e3o Alfredo \u2013 de expans\u00e3o dos bares para vias marginais. 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