{"id":63965,"date":"2018-07-19T12:49:52","date_gmt":"2018-07-19T15:49:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=63965"},"modified":"2018-07-19T12:49:52","modified_gmt":"2018-07-19T15:49:52","slug":"brasileiros-tem-r-8-bilhoes-em-moedas-guardas-em-casa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/brasileiros-tem-r-8-bilhoes-em-moedas-guardas-em-casa\/","title":{"rendered":"Brasileiros tem R$ 8 bilh\u00f5es em moedas guardadas em casa"},"content":{"rendered":"<div class=\"newsHeader\"><\/div>\n<div class=\"cmp3AdBanners pull-right hidden-print\">\n<div class=\"adBanner300x250\">\n<div id=\"gam-holder-banner_master\" class=\"gam-holder\">\n<div id=\"google_ads_div_banner_master_ad_wrapper\">\n<div id=\"google_ads_div_banner_master_ad_container\">Se fosse poss\u00edvel juntar todas as moedas que os brasileiros guardam em casa o resultado seria uma fortuna gigantesca: R$ 8 bilh\u00f5es.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u00c9 o que mostra um estudo chamado &#8220;O brasileiro e sua rela\u00e7\u00e3o com o dinheiro&#8221;, divulgado hoje (19) pelo\u00a0 Banco Central.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O estudo \u00e9 uma refer\u00eancia para estabelecer a quantidade de moeda necess\u00e1ria para abastecer o mercado<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os pesquisadores concluiram que o h\u00e1bito de\u00a0<span style=\"font-weight: 300\">guardar moedas em casa \u00e9 muito comumlo: quase 20% da popula\u00e7\u00e3o guarda moedas por mais de seis meses. Al\u00e9m disso, 56,2% usam o dinheiro guardado no cofrinho para compras e pagamentos.<\/span><\/div>\n<article><\/article>\n<article>O chefe-adjunto do Departamento do Meio Circulante do BC, F\u00e1bio Bollmann, disse que o BC considera positivo que a popula\u00e7\u00e3o fa\u00e7a poupan\u00e7a com as moedas.<\/article>\n<article><\/article>\n<article>Ele orienta, por\u00e9m,\u00a0 a trocar as moedas por c\u00e9dulas sempre que atingir um valor maior, no com\u00e9rcio ou no banco, para ajudar na circula\u00e7\u00e3o de dinheiro.Segundo o BC, o dinheiro vivo ainda \u00e9 o meio de pagamento mais utilizado pela popula\u00e7\u00e3o: 96,1% responderam que, al\u00e9m de outros meios, tamb\u00e9m fazem pagamentos em esp\u00e9cie. Na quest\u00e3o, os entrevistados podiam marcar mais de uma op\u00e7\u00e3o \u2013 51,5% mencionaram cart\u00e3o de d\u00e9bito e 45,5%, cart\u00e3o de cr\u00e9dito.Frenkel acrescentou que a pesquisa \u00e9 importante para saber qual \u00e9 a demanda atual por dinheiro no pa\u00eds. \u201cO Banco Central faz a pequisa para atender a demanda da popula\u00e7\u00e3o. Ainda \u00e9 muito necess\u00e1rio o dinheiro no dia a dia\u201d, acrescentou.<br \/>\nPara compras de at\u00e9 dez reais,\u00a0 87,9% dos entrevistados preferem utilizar dinheiro. Esse \u00edndice diminui com pagamentos de maior valor. Para desembolsos de mais de R$ 500, a maior parte (42,6%) prefere cart\u00e3o de cr\u00e9dito. No com\u00e9rcio, 75,8% dos estabelecimentos aceitam pagamentos no d\u00e9bito e 74,1% no cr\u00e9dito. Apenas 16,3% aceitam cheques.<\/p>\n<h2>Sal\u00e1rios<\/h2>\n<p>Bollmann destacou que \u201cuma parcela significativa da popula\u00e7\u00e3o ainda recebe o pagamento de sal\u00e1rios em esp\u00e9cie. Segundo a pesquisa, esse percentual chegou a 29%, embora a maioria receba por meio de conta corrente ou de pagamento e poupan\u00e7a (48%). Outros 22% disseram que n\u00e3o t\u00eam renda, 1% n\u00e3o responderam como recebem o sal\u00e1rio e 0,4% por cheque. Em 2013, o percentual dos que recebiam sal\u00e1rio em dinheiro era maior: 51%.<\/p>\n<h2>Faturamento do com\u00e9rcio<\/h2>\n<p>Segundo o com\u00e9rcio, os pagamentos em dinheiro representam 50% do faturamento, contra 55% registrados em pesquisa de 2013. O cart\u00e3o de d\u00e9bito aumentou de 14% para 20% sua fatia no fluxo de caixa dos estabelecimentos. J\u00e1 o uso de cheques diminuiu 2 pontos percentuais, passando para apenas 1%. As vendas feitas em cart\u00e3o de cr\u00e9dito ficaram est\u00e1veis no per\u00edodo, com 25%.<\/p>\n<h2>Seguran\u00e7a da c\u00e9dula<\/h2>\n<p>Segundo o BC, entre a popula\u00e7\u00e3o, a marca-d&#8217;\u00e1gua \u00e9 o item de seguran\u00e7a mais conhecido, seguido do fio de seguran\u00e7a e da textura da nota. No com\u00e9rcio, a textura ou espessura do papel foi o item mais utilizado para reconhecimento de nota verdadeira, com 48%, seguido pela marca d\u2019\u00e1gua e o fio de seguran\u00e7a.<br \/>\nA pesquisa mostra que 23% dos entrevistados declararam j\u00e1 ter recebido uma c\u00e9dula falsa, o que representa uma redu\u00e7\u00e3o de 5 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2013, que registrou 28%. Daqueles que receberam notas falsas, apenas 28,3% entregaram para an\u00e1lise do BC.<br \/>\nDe acordo com o BC, o h\u00e1bito de verificar a autenticidade das notas est\u00e1 relacionado ao seu valor. Apenas 8,5% declararam verificar sempre as notas de R$ 2,00. J\u00e1 para as notas de R$100, o percentual passa para 43,4%. Mesmo para as notas de maior valor, um percentual expressivo n\u00e3o verifica nunca: 39,2% para as de R$50 e 37,7% para as de R$100.<br \/>\nForam ouvidos duas\u00a0 mil pessoas nas capitais e cidades com mais de 100 mil habitantes.<br \/>\n(Com informa\u00e7\u00f5es da Agencia Brasil)<br \/>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se fosse poss\u00edvel juntar todas as moedas que os brasileiros guardam em casa o resultado seria uma fortuna gigantesca: R$ 8 bilh\u00f5es. \u00c9 o que mostra um estudo chamado &#8220;O brasileiro e sua rela\u00e7\u00e3o com o dinheiro&#8221;, divulgado hoje (19) pelo\u00a0 Banco Central. 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