{"id":64696,"date":"2018-08-20T10:40:50","date_gmt":"2018-08-20T13:40:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=64696"},"modified":"2018-08-20T10:40:50","modified_gmt":"2018-08-20T13:40:50","slug":"criticas-propostas-alfinetadas-candidatos-repetem-o-de-sempre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/criticas-propostas-alfinetadas-candidatos-repetem-o-de-sempre\/","title":{"rendered":"Cr\u00edticas, propostas, alfinetadas, candidatos repetem o de sempre"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">FRANCISCO RIBEIRO<\/span><br \/>\nDebate e vingan\u00e7a s\u00e3o duas coisas que devem ser analisadas e praticadas com certo distanciamento. A express\u00e3o facial de Jos\u00e9 Ivo Sartori, neste s\u00e1bado (18), ao ler com detalhes os dados da primeira pesquisa do Ibope para o governo do Rio Grande do Sul na elei\u00e7\u00e3o deste ano &#8211; que lhe d\u00e1 ampla vantagem sobre os demais postulantes ao Piratini &#8211; era com certeza bem diferente daquela, tensa, defensiva de dois dias antes, quinta-feira(16), quando serviu de vidra\u00e7a aos concorrentes nos primeiros debates realizados na m\u00eddia eletr\u00f4nica, R\u00e1dio Ga\u00facha e TV Bandeirantes, respectivamente.<br \/>\nO mesmo em rela\u00e7\u00e3o a Miguel Rossetto (PT), alegre e simp\u00e1tico no final da manh\u00e3 quente e ensolarada do \u00faltimo domingo (19), no Brique da Reden\u00e7\u00e3o, quando, ao lado de Ana Affonso (candidata a vice), e do ex-governador Ol\u00edvio Dutra, entoou c\u00e2nticos de luta e pediu a liberdade de Lula junto a vibrante milit\u00e2ncia petista e sua convidada especial, a musa da esquerda e candidata a vice na chapa liderada pelo PT a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, Manoela D\u2019\u00c1vila (PC do B).<br \/>\nEntretanto, quem tem mais motivos para sorrir \u00e9 Sartori, 19 por cento das inten\u00e7\u00f5es de voto. Rossetto, com oito por cento, aparece em segundo lugar, tecnicamente empatado com Eduardo Leite, mesmo \u00edndice, e Jairo Jorge, seis por cento. Vale ressaltar que Sartori tamb\u00e9m \u00e9 o que tem a maior rejei\u00e7\u00e3o, 44 por cento, contra apenas 12 de Rossetto, oito de Jorge, e sete de Leite.<br \/>\nN\u00fameros que na cabe\u00e7a de todos podem ser alterados conforme a din\u00e2mica da campanha eleitoral, terra inc\u00f3gnita e imprevis\u00edvel, para mais ou para menos. Certas, depois de reverem \u00e1udios e imagens dos debates, s\u00e3o algumas conclus\u00f5es tiradas pelas assessorias de cada candidato, mais as opini\u00f5es e dicas recolhidas nas redes sociais, visando melhorar suas performances. Para tanto, resumidamente, cabe uma recapitula\u00e7\u00e3o dos embates da \u00faltima quinta-feira (16).<br \/>\n<span class=\"intertit\">\u201cRebeli\u00e3o\u201d<\/span><br \/>\nDe in\u00edcio, cabe ressaltar que a \u00fanica diferen\u00e7a nos primeiros debates da m\u00eddia eletr\u00f4nica foi \u00e0 aus\u00eancia de Julio Flores (PSTU) no enfrentamento televisivo, impedido de participar segundo os crit\u00e9rios da emissora. No mais, Jos\u00e9 Ivo Sartori (MDB), Miguel Rossetto (PT), Jairo Jorge (PDT), Eduardo Leite (PSDB), Roberto Robaina (PSOL) e Mateus Bandeira (Novo), defenderam suas propostas em diversos quesitos, mas o destaque ficou no tema da seguran\u00e7a p\u00fablica. Sartori, pretendente a um segundo mandato, serviu de alvo aos demais candidatos que o criticaram principalmente por parcelar os sal\u00e1rios do funcionalismo estadual.<br \/>\nNa Ga\u00facha, sob a batuta do mediador, o jornalista Daniel Scola, os candidatos, em quatro blocos distintos, discorreram sobre suas propostas em quesitos como seguran\u00e7a, infraestrutura e, principalmente, solu\u00e7\u00f5es envolvendo a economia do estado: pend\u00eancias em rela\u00e7\u00e3o aos problemas da d\u00edvida com a Uni\u00e3o, d\u00e9ficit p\u00fablico, impostos, sonega\u00e7\u00e3o, renova\u00e7\u00e3o da al\u00edquota do ICMS, Lei Kandir, e investimentos que fomentem o desenvolvimento e a cria\u00e7\u00e3o de novos empregos.<br \/>\nE coube aos mais radicais, Roberto Robaina (PSOL), e J\u00falio Flores (PSTU) a abertura do debate radiof\u00f4nico. Robaina, de cara, salientou que \u201cvivemos uma falsa democracia e que os mais ricos devem pagar pela crise\u201d. Flores, no seu papel de velho militante bolchevique, foi mais al\u00e9m. Conclamou a popula\u00e7\u00e3o ga\u00facha e brasileira a uma rebeli\u00e3o do tipo as ocorridas no Haiti e na Nicar\u00e1gua. Argumentou: \u201csomos governados por quadrilhas. \u00c9 preciso confiscar os bens dos corruptos, construir um governo de trabalhadores, implantar o socialismo\u201d.<br \/>\n<span class=\"intertit\">\u201cSaudar a equipe da Gua\u00edba\u201d<\/span><br \/>\nDepois foi a vez de Sartori que, de sa\u00edda, cometeu uma gafe ao saudar \u201ca equipe da Gua\u00edba\u201d por oportunizar o debate. E, j\u00e1 na defensiva, antecipou-se a futuras cr\u00edticas contra o seu governo ao enfatizar que para enfrentar a crise atual s\u00e3o necess\u00e1rias \u201cmedidas amargas, duras\u201d. N\u00e3o adiantou, Mateus Bandeira (Novo) declarou que o governo atual \u00e9 \u201cretardat\u00e1rio\u201d, incapaz sequer de pagar o funcionalismo em dia. Bandeira tem como principal argumenta\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do seu curr\u00edculo profissional \u2013 j\u00e1 foi presidente do Banrisul, inclusive \u2013 o fato dos candidatos do seu partido n\u00e3o serem pol\u00edticos profissionais.<br \/>\nMiguel Rossetto, logo a seguir, atacou diretamente o MDB nas figuras do presidente Michel Temer e Sartori, qualificando seus governos como \u201cdesastrosos\u201d. Rosseto tamb\u00e9m foi o \u00fanico a se pronunciar, seguindo a estrat\u00e9gia nacional do partido, a chamar a aten\u00e7\u00e3o para a candidatura do ex-presidente Lula.<br \/>\nOs dois \u00faltimos, Eduardo Leite (PSDB), e Jairo Jorge (PDT), apoiaram-se-se nos seus altos \u00edndices de aprova\u00e7\u00e3o quando foram prefeitos, Pelotas e Canoas, respectivamente. Os dois tamb\u00e9m foram os \u00fanicos a real\u00e7ar o papel que ter\u00e3o seus vices que, de certa forma, encarnam as prioridades dos seus governos. Ranolfo Vieira J\u00fanior, delegado, vice de Leite, indica, sem sutileza, a quest\u00e3o da seguran\u00e7a. p\u00fablica. J\u00e1 o empres\u00e1rio Cl\u00e1udio Bier, vice de Jorge, \u00e9 \u00fatil para refor\u00e7ar a vis\u00e3o de dar for\u00e7a ao empreendedorismo, a desburocratiza\u00e7\u00e3o, e a diminui\u00e7\u00e3o dos impostos. Jorge tamb\u00e9m salientou que fala com conhecimento de causa, pois, ainda em pr\u00e9-campanha, visitou os 497 munic\u00edpios ga\u00fachos.<br \/>\nNos blocos subseq\u00fcentes, entre r\u00e9plicas e tr\u00e9plicas, cada um tentou vender seu peixe e alfinetar o alvo j\u00e1 pr\u00e9-determinado. Robaina e Rossetto continuaram a associar Sartori a Temer. Leite e Bandeira, por exemplo, no quesito impostos, por pouco n\u00e3o transformam o debate num affaire pelotense, justificado apenas por disputarem o mesmo espa\u00e7o eleitoral.<br \/>\nJairo ponderou nas cr\u00edticas, preferindo dirigir seu foco na quest\u00e3o do desenvolvimento econ\u00f4mico, no empreendedorismo, na desburocratiza\u00e7\u00e3o para a abertura de novas empresas, na utiliza\u00e7\u00e3o do gatilho do imposto, como fez em Canoas, diminuindo a carga conforme a arrecada\u00e7\u00e3o. Sartori, o mais light de todos, manteve-se fiel ao papel do colono honesto, que prefere passar por p\u00e3o-duro ao inv\u00e9s de irrespons\u00e1vel. E continuou a bater na tecla da coer\u00eancia do seu plano de recupera\u00e7\u00e3o financeira do estado.<br \/>\nFlores, o mais divertido, defendeu o seu programa revolucion\u00e1rio de instaurar no Rio Grande do Sul uma rep\u00fablica dos soviets, conselhos de trabalhadores de todas as categorias, que substituir\u00e3o as assembleias legislativas. L\u00eanin e Trotsky, di\u00e1logo imagin\u00e1rio, al\u00e9m t\u00famulo, talvez o alertem sobre a doen\u00e7a infantil do esquerdismo. Aqui, p\u00f3s-ditadura militar, n\u00e3o precisa temer o gulag e nem que a repress\u00e3o o envie pra S\u00e3o Jos\u00e9 dos Ausentes no inverno.<br \/>\n<span class=\"intertit\">\u201cSartori e a ilha da fantasia\u201d<\/span><br \/>\nNo debate da Band, mediado por Oz\u00edris Marins, os seis candidatos &#8211; j\u00e1 escaldados via assessorias e redes sociais sobre os furos e acertos no embate da manh\u00e3 &#8211; procuraram, ao longo de duas horas, serem mais abrangentes em suas propostas de governo, mesmo que o tema da seguran\u00e7a p\u00fablica seja a quest\u00e3o principal na cabe\u00e7a dos ga\u00fachos e demais brasileiros.<br \/>\nSartori voltou a defender a recupera\u00e7\u00e3o financeira. Argumentou que, apesar das dificuldades, seu governo n\u00e3o deixou de investir em \u00e1reas como educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade. No que foi contestado por Rossetto que colocou n\u00fameros irrefut\u00e1veis: 510 mil ga\u00fachos desempregados, a n\u00e3o reposi\u00e7\u00e3o de efetivos da Brigada Militar, o sucateamento da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Para ele, Sartori \u201cvive na ilha da fantasia\u201d. Rosseto, al\u00e9m da reposi\u00e7\u00e3o de cinco mil policiais, pretende criar um batalh\u00e3o especial para proteger as escolas e suas imedia\u00e7\u00f5es. Ainda neste quesito, Robaina acrescentou ser necess\u00e1rio mudar a l\u00f3gica da pol\u00edtica de seguran\u00e7a p\u00fablica, descriminalizando drogas como a maconha, por exemplo, e acabar com o tr\u00e1fico.<br \/>\nJairo Jorge, Eduardo Leite, e Mateus Bandeira colocaram novamente o foco na quest\u00e3o do empreendedorismo, na diminui\u00e7\u00e3o dos impostos e na desburocratiza\u00e7\u00e3o. De todos, Bandeira \u00e9 o maior defensor da desestatiza\u00e7\u00e3o, um dos dilemas do atual governo que al\u00e9m de extinguir diversas funda\u00e7\u00f5es, como a TVE, colocou em pauta a venda da CEE, CRM, e Sulg\u00e1s. Para Bandeira, \u201co estado n\u00e3o nasceu para ser empres\u00e1rio\u201d. Ao que Sartori: acrescentou: \u201cn\u00e3o \u00e9 papel do estado minerar carv\u00e3o ou vender g\u00e1s\u201d. Quest\u00f5es nebulosas, ainda mais para algu\u00e9m, caso de Bandeira, que foi presidente do Banrisul. Mas, quanto a esta entidade, foi categ\u00f3rico: \u201cn\u00e3o ser\u00e1 privatizada\u201d.<br \/>\nDo lado oposto, Rossetto, do alto de sua experi\u00eancia de v\u00e1rias pastas em minist\u00e9rios nos governos Lula e Dilma, e como vice-governador de Ol\u00edvio Dutra, uma gest\u00e3o que, se perdeu a Ford, n\u00e3o vendeu nenhum parafuso p\u00fablico, rema contra a vis\u00e3o mercantilista da sociedade, e centra suas propostas numa educa\u00e7\u00e3o de qualidade, pol\u00edticas p\u00fablicas para a cria\u00e7\u00e3o de empregos e valoriza\u00e7\u00e3o do funcionalismo. Pretende, se eleito, reverter as extin\u00e7\u00f5es das funda\u00e7\u00f5es efetuadas no governo Sartori.<br \/>\nPropor \u00e9 f\u00e1cil. Resta sempre a pergunta: de que lugar vir\u00e1 o dinheiro? Sartori &#8211; que poder\u00e1 quebrar a maldi\u00e7\u00e3o da reelei\u00e7\u00e3o para governador no RS- aposta na recupera\u00e7\u00e3o financeira atrav\u00e9s da equa\u00e7\u00e3o simples de n\u00e3o gastar mais do que arrecada, e na negocia\u00e7\u00e3o da d\u00edvida do estado. Tamb\u00e9m conta com os ressarcimentos previstos pela Lei Kandir (que isenta de ICMS produtos in natura ou semi-elaborados), um dinheiro que ser\u00e1 logicamente bem-vindo. Mas, a fidelidade ao pacto determinado pela Uni\u00e3o diminuir\u00e1 o incremento em quest\u00f5es t\u00e3o sens\u00edveis como o aumento de efetivos nos quadros de seguran\u00e7a p\u00fablica, escolas, educa\u00e7\u00e3o, ou o reajuste de sal\u00e1rios.<br \/>\nEnfim, ainda estamos no in\u00edcio e o jogo da sedu\u00e7\u00e3o para atrair novos eleitores e manter velhos adeptos rec\u00e9m come\u00e7ou. Muita \u00e1gua ir\u00e1 rolar at\u00e9 o in\u00edcio de outubro, e as pesquisas ditar\u00e3o, como sempre, aos coordenadores de campanha e marqueteiros, t\u00e1ticas e manobras que mantenham vivos os sonhos de cada candidato. Chegar pelo menos ao segundo turno.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FRANCISCO RIBEIRO Debate e vingan\u00e7a s\u00e3o duas coisas que devem ser analisadas e praticadas com certo distanciamento. 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