{"id":65009,"date":"2018-08-30T16:17:42","date_gmt":"2018-08-30T19:17:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=65009"},"modified":"2018-08-30T16:17:42","modified_gmt":"2018-08-30T19:17:42","slug":"queda-no-desemprego-e-apenas-aparente-diz-analista-do-iedi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/queda-no-desemprego-e-apenas-aparente-diz-analista-do-iedi\/","title":{"rendered":"Queda no desemprego \u00e9 apenas aparente, diz analista do IEDI"},"content":{"rendered":"<table style=\"height: 5380px\" width=\"584\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 574px\">A segunda metade de 2018 se iniciou com um pequeno decl\u00ednio da taxa de desemprego e alta de 1,1% da popula\u00e7\u00e3o ocupada frente a maio-julho do ano passado.<br \/>\nEsses dados divulgados nesta quinta-feira, renderam manchetes otimistas sugerindo que o segundo semestre iniciou com retomada econ\u00f4mica.<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 bem isso. Uma an\u00e1lise dos t\u00e9cnicos do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) mostra que se estes dados isolados podem sugerir uma melhora do quadro do emprego, a realidade \u00e9 outra.<br \/>\n&#8220;Ao contr\u00e1rio, o que vem ocorrendo \u00e9 uma piora sucessiva desde o come\u00e7o de 2018 que se agravou ainda mais na virada do semestre, sobretudo no caso da ind\u00fastria que voltou a desempregar.<br \/>\nA taxa de desocupa\u00e7\u00e3o saiu de 12,8% no trimestre findo em jul\/17 para 12,3% naquele findo em jul\/18.<br \/>\nAl\u00e9m do recuo ser muito modesto, \u00e9 preciso considerar que contribuiu muito para esta evolu\u00e7\u00e3o o crescimento da for\u00e7a de trabalho, isto \u00e9, o n\u00famero de pessoas adicionais em busca de um posto de trabalho, ter ficado praticamente est\u00e1vel.<br \/>\nNa origem disso, est\u00e1 o fato de que muitos v\u00eam desistindo de procurar emprego, depois do insucesso de tentativas recorrentes. \u00c9 o desalento, que segundo o IBGE ficou quase 18% maior do que em mai-jul\/17.<br \/>\nPara um pa\u00eds que almeja reduzir o desemprego, \u00e9 grave que o desalento cres\u00e7a a este ritmo enquanto a ocupa\u00e7\u00e3o varia apenas +1,1%, resultado mais recente de uma trajet\u00f3ria de n\u00edtida desacelera\u00e7\u00e3o desde a entrada de 2018.<br \/>\nVale lembrar que a taxa de crescimento da popula\u00e7\u00e3o ocupada caiu pela metade do \u00faltimo trimestre de 2017 (+2%) at\u00e9 agora no trimestre findo em jul\/18.<br \/>\nEste menor crescimento da ocupa\u00e7\u00e3o total ocorre, ainda, antes mesmo dos empregos com carteira assinada \u2013 que s\u00e3o de maior qualidade por apresentaram rendimentos maiores e mais regulares \u2013 mostrarem alguma rea\u00e7\u00e3o: em mai-jul\/18 houve queda foi de -1,1% ante igual per\u00edodo do ano anterior.<br \/>\nPor sua vez, trabalho sem carteira (+3,4%) e por conta pr\u00f3pria (+2,1%), que s\u00e3o os respons\u00e1veis pela melhora do emprego desde o ano passado, v\u00eam crescendo cada vez menos.<br \/>\nOutro sintoma de que a situa\u00e7\u00e3o do emprego pode vir a passar por um novo retrocesso, refor\u00e7ando o perfil n\u00e3o apenas lento mas tamb\u00e9m descont\u00ednuo da atual recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, \u00e9 o retorno ao negativo do emprego industrial, como mostram as varia\u00e7\u00f5es interanuais abaixo.<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupa\u00e7\u00e3o total: +1,8% em jan-mar\/18; +1,1% em abr-jun\/18 e +1,1% em mai-jul\/18;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados na ind\u00fastria: +2,0%; +1,2% e -0,4%, respectivamente;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados na constru\u00e7\u00e3o: -4,1%; -2,5% e -1,6%;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados no com\u00e9rcio e repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos: +1,5%; -0,1% e +0,1%;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados em alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o: +5,7%; +2,6% e +1,5%;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados em info., com., ativ. financeiras, imob., profissionais e adm.: +1,3%; +0,9% e +2,1%, respectivamente.<br \/>\nDepois de ter liderado a cria\u00e7\u00e3o de vagas no \u00faltimo trimestre do ano passado, a ocupa\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria caiu -0,4% em mai-jul\/18, referente a 43 mil ocupados a menos do que um ano antes, o que n\u00e3o chega a surpreender pois sua trajet\u00f3ria do ponto de vista da produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 apontava para esta possibilidade.<br \/>\nO desempenho recente do setor \u00e9 um retrocesso porque \u00e9 a ind\u00fastria quem tem grande capacidade de espalhar dinamismo para o restante da economia e porque emprega majoritariamente com carteira assinada. Assim, o rev\u00e9s da ind\u00fastria reduz as chances de uma rea\u00e7\u00e3o do emprego formal.<br \/>\nConforme dados da PNAD Cont\u00ednua Mensal divulgados hoje pelo IBGE, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o registrada no trimestre entre maio e julho de 2018 atingiu 12,3%. Em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior, fevereiro a abril de 2018, houve redu\u00e7\u00e3o de 0,3 p.p., e para o mesmo trimestre do ano anterior houve retra\u00e7\u00e3o de 0,5 p.p., quando apresentou 12,8%.<br \/>\nO rendimento real m\u00e9dio de todos os trabalhos habitualmente recebidos foi registrado em R$2.205, apresentando retra\u00e7\u00e3o de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior (fev-mar-abr), j\u00e1 frente ao mesmo trimestre de refer\u00eancia do ano anterior, houve crescimento de 0,8%.<br \/>\nA massa de rendimentos reais de todos os trabalhos habitualmente recebidos atingiu R$197,2 bilh\u00f5es no trimestre que fechou em julho, registrando acr\u00e9scimo de 0,6% frente ao trimestre imediatamente anterior e expans\u00e3o de 2,3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano anterior (R$195,9 bilh\u00f5es).<br \/>\nPara o trimestre de refer\u00eancia, a popula\u00e7\u00e3o ocupada foi de 91,6 milh\u00f5es de pessoas, aumento de 1,1% frente ao mesmo trimestre do ano anterior (90,6 milh\u00f5es de pessoas ocupadas). Em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior (fev-mar-abr) aferiu-se varia\u00e7\u00e3o de 1,0%.<br \/>\nEm compara\u00e7\u00e3o com o trimestre imediatamente anterior, o n\u00famero de desocupados retraiu 4,1%, com 12,9 milh\u00f5es de pessoas. J\u00e1 frente ao mesmo trimestre do ano anterior observou-se decr\u00e9scimo de 3,4%. Em rela\u00e7\u00e3o a for\u00e7a de trabalho, registrou-se neste trimestre 104,5 milh\u00f5es de pessoas, crescimento de 0,4% frente ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano passado.<br \/>\nFrente ao mesmo trimestre do ano anterior, os grupamentos de atividades que obtiveram expans\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o foram: Outros servi\u00e7os (6,0%), Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, seguridade, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais (2,7%), Servi\u00e7os dom\u00e9sticos (2,5%), Informa\u00e7\u00e3o, Comunica\u00e7\u00e3o e atividades financeiras, imobili\u00e1rias, profissionais e administrativas (2,1%), Alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o (1,5%), Transporte, armazenagem e correios (0,2%) e Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (0,1%). Por outro lado, os agrupamentos que apresentaram retra\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o foram: Constru\u00e7\u00e3o (-1,6%), Agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura (-0,6%) e Ind\u00fastria (-0,4%).<br \/>\nPor fim, analisando a popula\u00e7\u00e3o ocupada por posi\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o frente ao mesmo trimestre do ano anterior, observamos expans\u00f5es nas seguintes categorias: em<\/p>\n<table width=\"600\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Segundo a Pnad cont\u00ednua divulgada hoje, a segunda metade de 2018 se iniciou com um pequeno decl\u00ednio da taxa de desemprego e alta de 1,1% da popula\u00e7\u00e3o ocupada frente a maio-julho do ano passado.<br \/>\nIsolados, estes dados poderiam sugerir uma melhora do quadro do emprego no pa\u00eds. N\u00e3o foi este o caso.<br \/>\nAo contr\u00e1rio, o que vem ocorrendo \u00e9 uma piora sucessiva desde o come\u00e7o de 2018 que se agravou ainda mais na virada do semestre, sobretudo no caso da ind\u00fastria que voltou a desempregar.<br \/>\nA taxa de desocupa\u00e7\u00e3o saiu de 12,8% no trimestre findo em jul\/17 para 12,3% naquele findo em jul\/18.<br \/>\nAl\u00e9m do recuo ser muito modesto, \u00e9 preciso considerar que contribuiu muito para esta evolu\u00e7\u00e3o o crescimento da for\u00e7a de trabalho, isto \u00e9, o n\u00famero de pessoas adicionais em busca de um posto de trabalho, ter ficado praticamente est\u00e1vel.<br \/>\nNa origem disso, est\u00e1 o fato de que muitos v\u00eam desistindo de procurar emprego, depois do insucesso de tentativas recorrentes. \u00c9 o desalento, que segundo o IBGE ficou quase 18% maior do que em mai-jul\/17.<br \/>\nPara um pa\u00eds que almeja reduzir o desemprego, \u00e9 grave que o desalento cres\u00e7a a este ritmo enquanto a ocupa\u00e7\u00e3o varia apenas +1,1%, resultado mais recente de uma trajet\u00f3ria de n\u00edtida desacelera\u00e7\u00e3o desde a entrada de 2018. Vale lembrar que a taxa de crescimento da popula\u00e7\u00e3o ocupada caiu pela metade do \u00faltimo trimestre de 2017 (+2%) at\u00e9 agora no trimestre findo em jul\/18.<br \/>\nEste menor crescimento da ocupa\u00e7\u00e3o total ocorre, ainda, antes mesmo dos empregos com carteira assinada \u2013 que s\u00e3o de maior qualidade por apresentaram rendimentos maiores e mais regulares \u2013 mostrarem alguma rea\u00e7\u00e3o: em mai-jul\/18 houve queda foi de -1,1% ante igual per\u00edodo do ano anterior. Por sua vez, trabalho sem carteira (+3,4%) e por conta pr\u00f3pria (+2,1%), que s\u00e3o os respons\u00e1veis pela melhora do emprego desde o ano passado, v\u00eam crescendo cada vez menos.<br \/>\nOutro sintoma de que a situa\u00e7\u00e3o do emprego pode vir a passar por um novo retrocesso, refor\u00e7ando o perfil n\u00e3o apenas lento mas tamb\u00e9m descont\u00ednuo da atual recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, \u00e9 o retorno ao negativo do emprego industrial, como mostram as varia\u00e7\u00f5es interanuais abaixo.<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupa\u00e7\u00e3o total: +1,8% em jan-mar\/18; +1,1% em abr-jun\/18 e +1,1% em mai-jul\/18;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados na ind\u00fastria: +2,0%; +1,2% e -0,4%, respectivamente;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados na constru\u00e7\u00e3o: -4,1%; -2,5% e -1,6%;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados no com\u00e9rcio e repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos: +1,5%; -0,1% e +0,1%;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados em alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o: +5,7%; +2,6% e +1,5%;<br \/>\n\u2022\u00a0 Ocupados em info., com., ativ. financeiras, imob., profissionais e adm.: +1,3%; +0,9% e +2,1%, respectivamente.<br \/>\nDepois de ter liderado a cria\u00e7\u00e3o de vagas no \u00faltimo trimestre do ano passado, a ocupa\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria caiu -0,4% em mai-jul\/18, referente a 43 mil ocupados a menos do que um ano antes, o que n\u00e3o chega a surpreender pois sua trajet\u00f3ria do ponto de vista da produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 apontava para esta possibilidade. O desempenho recente do setor \u00e9 um retrocesso porque \u00e9 a ind\u00fastria quem tem grande capacidade de espalhar dinamismo para o restante da economia e porque emprega majoritariamente com carteira assinada. Assim, o rev\u00e9s da ind\u00fastria reduz as chances de uma rea\u00e7\u00e3o do emprego formal.<br \/>\nConforme dados da PNAD Cont\u00ednua Mensal divulgados hoje pelo IBGE, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o registrada no trimestre entre maio e julho de 2018 atingiu 12,3%. Em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior, fevereiro a abril de 2018, houve redu\u00e7\u00e3o de 0,3 p.p., e para o mesmo trimestre do ano anterior houve retra\u00e7\u00e3o de 0,5 p.p., quando apresentou 12,8%.<br \/>\nO rendimento real m\u00e9dio de todos os trabalhos habitualmente recebidos foi registrado em R$2.205, apresentando retra\u00e7\u00e3o de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior (fev-mar-abr), j\u00e1 frente ao mesmo trimestre de refer\u00eancia do ano anterior, houve crescimento de 0,8%.<br \/>\nA massa de rendimentos reais de todos os trabalhos habitualmente recebidos atingiu R$197,2 bilh\u00f5es no trimestre que fechou em julho, registrando acr\u00e9scimo de 0,6% frente ao trimestre imediatamente anterior e expans\u00e3o de 2,3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano anterior (R$195,9 bilh\u00f5es).<br \/>\nPara o trimestre de refer\u00eancia, a popula\u00e7\u00e3o ocupada foi de 91,6 milh\u00f5es de pessoas, aumento de 1,1% frente ao mesmo trimestre do ano anterior (90,6 milh\u00f5es de pessoas ocupadas). Em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior (fev-mar-abr) aferiu-se varia\u00e7\u00e3o de 1,0%.<br \/>\nEm compara\u00e7\u00e3o com o trimestre imediatamente anterior, o n\u00famero de desocupados retraiu 4,1%, com 12,9 milh\u00f5es de pessoas. J\u00e1 frente ao mesmo trimestre do ano anterior observou-se decr\u00e9scimo de 3,4%. Em rela\u00e7\u00e3o a for\u00e7a de trabalho, registrou-se neste trimestre 104,5 milh\u00f5es de pessoas, crescimento de 0,4% frente ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano passado.<br \/>\nFrente ao mesmo trimestre do ano anterior, os grupamentos de atividades que obtiveram expans\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o foram: Outros servi\u00e7os (6,0%), Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, seguridade, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais (2,7%), Servi\u00e7os dom\u00e9sticos (2,5%), Informa\u00e7\u00e3o, Comunica\u00e7\u00e3o e atividades financeiras, imobili\u00e1rias, profissionais e administrativas (2,1%), Alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o (1,5%), Transporte, armazenagem e correios (0,2%) e Com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (0,1%). Por outro lado, os agrupamentos que apresentaram retra\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o foram: Constru\u00e7\u00e3o (-1,6%), Agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura (-0,6%) e Ind\u00fastria (-0,4%).<br \/>\nPor fim, analisando a popula\u00e7\u00e3o ocupada por posi\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o frente ao mesmo trimestre do ano anterior, observamos expans\u00f5es nas seguintes categorias: empregador (4,0%), trabalho privado sem carteira (3,4%), trabalho dom\u00e9stico (3,2%), trabalhador por conta pr\u00f3pria (2,1%) e setor p\u00fablico (1,9%). Em sentido oposto, os seguintes segmentos registraram quedas: trabalho familiar auxiliar (-4,0%) e trabalho privado com carteira (-1,1%).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>pregador (4,0%), trabalho privado sem carteira (3,4%), trabalho dom\u00e9stico (3,2%), trabalhador por conta pr\u00f3pria (2,1%) e setor p\u00fablico (1,9%). Em sentido oposto, os seguintes segmentos registraram quedas: trabalho familiar auxiliar (-4,0%) e trabalho privado com carteira (-1,1%).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 574px\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A segunda metade de 2018 se iniciou com um pequeno decl\u00ednio da taxa de desemprego e alta de 1,1% da popula\u00e7\u00e3o ocupada frente a maio-julho do ano passado. Esses dados divulgados nesta quinta-feira, renderam manchetes otimistas sugerindo que o segundo semestre iniciou com retomada econ\u00f4mica. N\u00e3o \u00e9 bem isso. 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