{"id":65215,"date":"2018-09-04T20:29:24","date_gmt":"2018-09-04T23:29:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=65215"},"modified":"2018-09-04T20:29:24","modified_gmt":"2018-09-04T23:29:24","slug":"exposicao-celebra-os-80-anos-de-henrique-fuhro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/exposicao-celebra-os-80-anos-de-henrique-fuhro\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o celebra os 80 anos de Henrique Fuhro"},"content":{"rendered":"<p><figure id=\"attachment_65216\" aria-describedby=\"caption-attachment-65216\" style=\"width: 450px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-65216\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/furho-450x253.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"253\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-65216\" class=\"wp-caption-text\">Mostra fica at\u00e9 14 de outubro no Memorial do Rio Grande do Sul.<\/figcaption><\/figure><br \/>\nA exposi\u00e7\u00e3o come\u00e7a nessa quarta-feira, dia 05 e tra\u00e7a um panorama das obras do multifacetado artista ga\u00facho que conquistou visibilidade no cen\u00e1rio brasileiro . O marchand Renato Rosa, curador da mostra, apresenta mostra panor\u00e2mica de trabalhos do artista pl\u00e1stico ga\u00facho Henrique Fuhro (1938-2016), que completaria 80 anos no dia 14 de outubro deste ano. As imagens selecionadas exibem pinturas, desenhos e gravuras &#8211; que podem ser apreciadas at\u00e9 14 de outubro-, no primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul, na Pra\u00e7a da Alf\u00e2ndega, no Centro Hist\u00f3rico, Porto Alegre, RS. A expografia tem a assinatura de Cl\u00e1udio Schapke. A entrada \u00e9 franca.<br \/>\n<strong>Fuhro, o bi\u00f3grafo da solid\u00e3o, por Jacob Klintowitz:<\/strong><br \/>\n<em>&#8220;(&#8230;) A obra de Fuhro \u00e9 constru\u00edda numa t\u00e9cnica primorosa, severa, econ\u00f4mica. A complexa vis\u00e3o do artista foi sustentada por meios adequados criados por ela mesma. Nos \u00faltimos anos o motivo dos instrumentos musicais tornou-se uma constante. Um novo personagem do artista. \u00c9 uma met\u00e1fora de oculta do\u00e7ura: \u00e9 poss\u00edvel criar uma m\u00fasica nova para a vida, quem sabe um solo improvisado de jazz, m\u00fasica que ele tanto amou. O artista nos deixou fragmentos do nosso tempo. Improvisos fulgurantes de um solo que s\u00f3 ele podia executar&#8230;&#8221;.<\/em><br \/>\nO curador destaca a originalidade das telas, marcadas por um forte estilo pessoal, individualizado pela potencialidade das imagens. \u201cNessa frui\u00e7\u00e3o o p\u00fablico ver\u00e1 uma obra de qualidades \u00fanicas, frente \u00e0s quais se torna imposs\u00edvel sermos indiferentes, porque parte de um princ\u00edpio b\u00e1sico em arte: comunicabilidade\/di\u00e1logo\u201d &#8211; revela Renato Rosa.<br \/>\n<figure id=\"attachment_65217\" aria-describedby=\"caption-attachment-65217\" style=\"width: 263px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-65217\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/fuhro-29-Tocaia-2-263x450.jpg\" alt=\"\" width=\"263\" height=\"450\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-65217\" class=\"wp-caption-text\">Tocaia, obra que est\u00e1 na mostra.\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<b>Quem \u00e9<\/b><br \/>\nArtista autodidata. Pintor, gravador, desenhista e professor. Iniciou aprendizado em pintura em 1954, em Porto Alegre. Ainda nos anos 1950 dedica-se ao exerc\u00edcio da gravura, especialmente a xilogravura. Participa de sal\u00f5es a partir de 1957 e integra a Associa\u00e7\u00e3o Francisco\u00a0Lisboa, em 1958. Fez parte da 1\u00aa Feira de Gravura, 1\u00ba Sal\u00e3oPan-americano\u00a0de Arte e Sal\u00e3o da C\u00e2mara Municipal. \u00c9 um dos pioneiros professores do Atelier Livre de Porto Alegre. Estudou litografia com Dan\u00fabio Gon\u00e7alves em 1964.<br \/>\nNo ano seguinte, realiza sua primeira exposi\u00e7\u00e3o individual na Galeria C\u00e2ndido Portinari, em Porto Alegre. Em 1967, recebe o 1\u00ba pr\u00eamio de gravura no Sal\u00e3o Cidade de Porto Alegre. Desde ent\u00e3o acumula diversas premia\u00e7\u00f5es em sal\u00f5es de arte. Tem trabalhos inclu\u00eddos no \u00e1lbum &#8220;Dez Gravadores Ga\u00fachos&#8221;, 1965, editado por J\u00falio Pacello (S\u00e3o Paulo); I Bienal Nacional de Artes Pl\u00e1sticas de Salvador; recebeu o pr\u00eamio &#8220;EX-AEQUO&#8221; na 2\u00aa Exposi\u00e7\u00e3o da Jovem Gravura Nacional no MAC de S\u00e3o Paulo,\u00a0exp\u00f4s\u00a0na IX Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo.<br \/>\nObteve premia\u00e7\u00f5es em Belo Horizonte, Curitiba; II Bienal de Artes Pl\u00e1sticas da Bahia em 1968; Coletiva de Arte Brasileira na Universidade de Stanford, Calif\u00f3rnia; Pr\u00eamio de Isen\u00e7\u00e3o de J\u00fari no Sal\u00e3o Nacional de Arte Moderna no Rio de Janeiro; individual no Rio na Galeria Celina, 1969; pr\u00eamio de gravura no Sal\u00e3o de Campinas; integra a representa\u00e7\u00e3o brasileira na II Bienal Latino-Americana Del Grabado em San Juan, Porto Rico, em 1970, mesmo ano que \u00e9 escolhido com mais 30 artistas para a representa\u00e7\u00e3o nacional na 11\u00aa Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo (1971); Exposi\u00e7\u00e3o\u00a0Pan-americana\u00a0de Artes Gr\u00e1ficas em Cali, Col\u00f4mbia e Pr\u00eamio de Aquisi\u00e7\u00e3o no I Sal\u00e3o de Artes Visuais da UFRGS, Porto Alegre. A partir da d\u00e9cada de 1970 dedica-se tamb\u00e9m ao desenho e retorna \u00e0 pintura. Participa da XIII Bienal de S\u00e3o Paulo, 1973. Bienal\u00a0Latino-americana\u00a0de S\u00e3o Paulo, SP; Coletiva na B\u00e9lgica Cr\u00e9ativit\u00e8 Dans L\u00b4ArtBr\u00e9silien Contemporain, Musees Royaux de Beaux Arts de Belgigue, 1978; realiza exposi\u00e7\u00e3o itinerante entre Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, S\u00e3o Paulo e Porto Alegre com a s\u00e9rie de gravuras &#8220;Fair T\u00eanis&#8221;; El Grabado Brasile\u00f1o Contempor\u00e1neo, 1984, itinerante do Itamarati exibida nas Am\u00e9ricas e pa\u00edses africanos. Dividiu, na d\u00e9cada de 1990, exposi\u00e7\u00e3o de gravuras emMontevid\u00e9u\u00a0com Iber\u00ea Camargo e Dan\u00fabio Gon\u00e7alves. \u00c9 verbete no &#8220;Dicion\u00e1rio de Artes Pl\u00e1sticas no Brasil&#8221;, de Roberto Pontual; \u201cDicion\u00e1rio de Artes Pl\u00e1sticas no RS, de Renato Rosa e\u00a0D\u00e9cio\u00a0Presser; &#8220;Hist\u00f3ria da Arte Brasileira&#8221;, de Pietro Maria Bardi; &#8220;Hist\u00f3ria Geral da Arte no Brasil&#8221;, de Walter Zanini; &#8220;Mestres do Desenho Brasileiro&#8221;, &#8220;Artistas Gravadores Brasileiros&#8221;, ambos de Jacob Klintowitz, &#8220;A cria\u00e7\u00e3o Pl\u00e1stica em Quest\u00e3o&#8221;, de Walmor Ayala, &#8220;A Gravura no Rio Grande do Sul 1900-1900&#8221; de Carlos Scarinci. Est\u00e1 catalogado no MARGS, Pinacoteca Rubem Berta, Pinacoteca Aldo Locatelli, Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo, Museu de Arte Contempor\u00e2nea do Paran\u00e1 e na Universidade de Stanford (Calif\u00f3rnia), entre outros.<br \/>\n<strong>\u00a0Sobre o curador<\/strong><br \/>\nRenato Rosa \u00e9 natural de S\u00e3o Gabriel\/RS (1946). Durante a d\u00e9cada de 1960 fez teatro profissional em Porto Alegre e, em 1969, come\u00e7a a trabalhar com artes pl\u00e1sticas. Organizou a primeira exposi\u00e7\u00e3o de fotojornalismo no estado, \u201cDiagrama 11\u201d, em 1970, no C\u00edrculo Social Israelita. Em 1971 estagiou na Petit Galeria, de Franco Terranova, no Rio de Janeiro. Nesse ano dirige sua primeira galeria, Cyclo, em Porto Alegre. Entre 1973 e 1978 dirigiu a Galeria do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil-RS), trazendo pela primeira vez ao RS artistas como Volpi, Paulo Roberto Leal, Farnese de Andrade, Oct\u00e1vio Ara\u00fajo, Rebolo, Zaragosa, Caulos e Pietrina Checcacci. Em 1977 estagiou na Galerie L\u2019Oeil de Boeuf, Paris. Realizou a primeira exposi\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o C\u00e2mara no RS para a Escola de Artes da UFRGS, Pinacoteca Bar\u00e3o de Santo \u00c2ngelo, com litografias da s\u00e9rie \u201cCenas da Vida Brasileira\u201d, em 1980.<br \/>\nEntre 1981 e 1984 dirigiu o Espa\u00e7o Cultural Y\u00e1zigi e a Galeria de Arte do Clube do Com\u00e9rcio. Registrou na imprensa o perfil de artistas ga\u00fachos e nacionais nos anos 60, 70 80 e 90. Foi membro de j\u00fari em diversos sal\u00f5es de arte. Em 1985 inaugurou a Ag\u00eancia de Arte, onde apresentou a s\u00e9rie \u201cRua 57\u201d, de Siron Franco, e \u201cCadernos de Guerra\u201d, de Carlos Scliar. Foi curador do Espa\u00e7o Cultural Henrique Bertaso, da Livraria do Globo, em Porto Alegre. Atualmente est\u00e1 radicado na cidade do Rio de Janeiro, onde atua na Bolsa de Arte do Rio de Janeiro.<br \/>\n<strong>Henrique Fuhro \u2013 80 anos<\/strong><br \/>\n<strong>Mostra panor\u00e2mica de pinturas, desenhos e gravuras do artista pl\u00e1stico<\/strong><br \/>\n<strong>Curadoria: Renato Rosa<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>De quarta-feira (5) a 14 de outubro, de ter\u00e7a a s\u00e1bado, das 10 h \u00e0s 18 h, domingos e feriados, das 13 h \u00e0s 17 h, com entrada franca.<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>Memorial do Rio Grande do Sul (primeiro andar)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A exposi\u00e7\u00e3o come\u00e7a nessa quarta-feira, dia 05 e tra\u00e7a um panorama das obras do multifacetado artista ga\u00facho que conquistou visibilidade no cen\u00e1rio brasileiro . 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