{"id":65572,"date":"2018-09-16T21:15:03","date_gmt":"2018-09-17T00:15:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=65572"},"modified":"2018-09-16T21:15:03","modified_gmt":"2018-09-17T00:15:03","slug":"o-som-da-bibi-jazz-band-que-torna-porto-alegre-esquina-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-som-da-bibi-jazz-band-que-torna-porto-alegre-esquina-do-mundo\/","title":{"rendered":"O som da Bibi Jazz Band que torna Porto Alegre esquina do mundo"},"content":{"rendered":"<p><figure id=\"attachment_65575\" aria-describedby=\"caption-attachment-65575\" style=\"width: 450px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-65575 size-medium\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/bibi-4-450x338.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"338\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-65575\" class=\"wp-caption-text\">Fotos: Avani Stein\/Especial\/Jornal J\u00c1<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<strong>Higino Barros<\/strong><br \/>\nPorto Alegre de 2018 \u00e0s vezes soa como a prov\u00edncia mais do s\u00e9culo 19 do Brasil e as vezes tem seus momentos de esquina do mundo. A percep\u00e7\u00e3o disso \u00e9 muito sutil, seu momento de esquina do mundo, passa por acontecimentos medi\u00e1ticos, como as edi\u00e7\u00f5es do F\u00f3rum Social Mundial na cidade, jogos da Copa do Mundo em 2014, dois clubes de futebol campe\u00f5es do mundo e outros momentos menos votados. Como a literatura de Erico Verissimo, que ao lado de Jorge Amado, foi mais quem p\u00f4s em pr\u00e1tica o conselho de Leon Tolstoi, de \u201cfale de sua aldeia que estar\u00e1 falando do mundo\u201d e, queiram ou n\u00e3o queiram, a cena jazz da capital ga\u00facha.<br \/>\nEssa cena, constru\u00edda ao longo do tempo, tem o jornalista Paulo Moreira, com seu extinto programa sobre jazz durante 18 anos, na r\u00e1dio Cultura FM, o POA Jazz Festival, do m\u00fasico e produtor cultural Carlos Badia, o site Amajazz, do jornalista M\u00e1rcio Pinheiro e casas noturnas como o Caf\u00e9 Fon Fon, o London Pub e o bar Odeon, sempre com atra\u00e7\u00f5es jazz\u00edsticas em suas noites. O n\u00famero de m\u00fasicos que se dedicam ao g\u00eanero ultrapassa uma centena.<br \/>\nAgora a esse movimento cosmopolita da capital ga\u00facha se junta um grupo de Caxias do Sul, a Bibi Jazz Band. Que fez show nesse s\u00e1bado, dia 15 no St\u00fadio Clio, mostrando que \u00e9 do interior a mais completa cantora desse g\u00eanero musical, no Estado, a uruguaia Bibi Blue.<br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-65574\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/bibi-2-450x338.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"338\" \/><br \/>\n<strong>Forma\u00e7\u00e3o original<\/strong><br \/>\nNa apresenta\u00e7\u00e3o, especialmente preparada para o Studio Clio, houve o acr\u00e9scimo na forma\u00e7\u00e3o original (Andr\u00e9 Viegas, guitarra; Marcelo Fabro, piano; Rodrigo Arnold, contrabaixo e Mateus Mussato, bateria; de dois m\u00fasicos de sopro, Beto Scopel no trompete e Bruno Gelmini, no saxofone. O repert\u00f3rio composto por standards da d\u00e9cada de 1920, 1930 e 1940, recebeu arranjos especiais do pianista Marcelo Fabro, com o desafio de terem o som do trompete, j\u00e1 que nas can\u00e7\u00f5es originais n\u00e3o constavam esse instrumento.<br \/>\nA crooner Bibi Blue passeou por can\u00e7\u00f5es consagradas por Billie Holliday, Ella Fitzgerald, Nina Simone, Sarah Vaughan, Charles Mingus, Frank Sinatra, Miles Davis , Duke Wellington, entre outros. As proje\u00e7\u00f5es em um tel\u00e3o com cenas de \u00e9poca e dos int\u00e9rpretes das can\u00e7\u00f5es originais, acrescentaram charme e um clima extra ao show. As imagens foram garimpadas pelo guitarrista Andr\u00e9 Viegas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>Voz como instrumento<\/strong><br \/>\nEm algumas das m\u00fasicas, Bibi Blue usou a voz como instrumento, com seu timbre agudo e peculiar. \u00a0O acr\u00e9scimo dos sopros na banda tornou seu som mais encorpado e com mais possibilidades de solos, completando de forma contida, os arranjos que primam pelo respeito \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o e um qu\u00ea de modernidade.<br \/>\nPara quem n\u00e3o nunca viu a Bibi Jazz Band, ou quer rever, h\u00e1 a oportunidade de conferir todo seu talento, no pr\u00f3ximo s\u00e1bado, dia 22, \u00e0s 16h30, no barco Cisne Branco, em um programa de luxo, tendo como cen\u00e1rio a orla e a beleza do rio Gua\u00edba. Ser\u00e1 igualmente uma chance de desfrutar uma paisagem que poucas cidades possuem e que torna Porto Alegre, mais uma vez, esquina do mundo.<br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-65576\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/bibi-3-450x338.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"338\" \/><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Higino Barros Porto Alegre de 2018 \u00e0s vezes soa como a prov\u00edncia mais do s\u00e9culo 19 do Brasil e as vezes tem seus momentos de esquina do mundo. 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