{"id":6687,"date":"2010-02-23T16:02:21","date_gmt":"2010-02-23T19:02:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=6687"},"modified":"2010-02-23T16:02:21","modified_gmt":"2010-02-23T19:02:21","slug":"boticario-financia-pesquisa-sobre-fauna-do-pampa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/boticario-financia-pesquisa-sobre-fauna-do-pampa\/","title":{"rendered":"Botic\u00e1rio financia pesquisa sobre fauna do pampa"},"content":{"rendered":"<p><strong>O bioma \u00e9 mais rico e heterog\u00eanio do que se imagina <\/strong><br \/>\n O Pampa \u00e9 o bioma brasileiro que mais demorou para receber a aten\u00e7\u00e3o de ambientalistas e conservacionistas. Sua paisagem de campo esconde a devasta\u00e7\u00e3o sofrida pelo ambiente que, mesmo devastado, continua sendo campo.<br \/>\nPor este motivo, a rica diversidade presente no bioma ainda \u00e9 pouco estudada e conhecida. Muitas de suas esp\u00e9cies ainda n\u00e3o foram descobertas ou descritas pela literatura cient\u00edfica.<br \/>\nUm projeto desenvolvido pelo departamento de Zoologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com o apoio da Funda\u00e7\u00e3o O Botic\u00e1rio de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Natureza, vai pesquisar a riqueza e distribui\u00e7\u00e3o de anf\u00edbios e r\u00e9pteis presentes no Pampa.<br \/>\n\u201cO bioma n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o pobre nem t\u00e3o homog\u00eaneo como se imaginava. H\u00e1 uma diversidade escondida na regi\u00e3o e muitas esp\u00e9cies ainda s\u00e3o desconhecidas. Queremos identificar quais as \u00e1reas de maior riqueza\u201d, afirma o bi\u00f3logo e coordenador do projeto, M\u00e1rcio Borges Martins.<br \/>\nA diversidade de r\u00e9pteis e anf\u00edbios nos Pampas \u00e9 muito grande. \u201cElas s\u00e3o pouco estudadas e existem muitas esp\u00e9cies novas, que precisam ser descritas, al\u00e9m de n\u00e3o conhecermos a distribui\u00e7\u00e3o destas esp\u00e9cies no bioma\u201d, explica o pesquisador.<br \/>\nOs dados levantados pelo projeto v\u00e3o permitir ainda a identifica\u00e7\u00e3o de \u00e1reas priorit\u00e1rias para a cria\u00e7\u00e3o de unidades de conserva\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAtualmente, menos de 0,5% do bioma est\u00e1 inserido em unidades de conserva\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o integral e as \u00e1reas com remanescentes s\u00e3o pequenas e fragmentadas.<br \/>\n\u201cAt\u00e9 recentemente, pouca aten\u00e7\u00e3o era dispensada para a conserva\u00e7\u00e3o das forma\u00e7\u00f5es de campo, se comparada \u00e0s florestas tropicais. Apenas recentemente se iniciaram alguns esfor\u00e7os para a conserva\u00e7\u00e3o do bioma\u201d, comenta Martins.<br \/>\nO projeto contempla a regi\u00e3o norte do bioma Pampa, incluindo a por\u00e7\u00e3o sul do Rio Grande do Sul e entendendo-se ao Uruguai.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O bioma \u00e9 mais rico e heterog\u00eanio do que se imagina O Pampa \u00e9 o bioma brasileiro que mais demorou para receber a aten\u00e7\u00e3o de ambientalistas e conservacionistas. Sua paisagem de campo esconde a devasta\u00e7\u00e3o sofrida pelo ambiente que, mesmo devastado, continua sendo campo. Por este motivo, a rica diversidade presente no bioma ainda \u00e9 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[785,786,358],"class_list":["post-6687","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-x-categorias-velhas","tag-bioma-pampa","tag-fauna-do-pampa","tag-meio-ambiente"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-1JR","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6687","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6687"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6687\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6687"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6687"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6687"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}