{"id":6737,"date":"2010-03-12T11:48:19","date_gmt":"2010-03-12T14:48:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=6737"},"modified":"2010-03-12T11:48:19","modified_gmt":"2010-03-12T14:48:19","slug":"otimismo-retorna-ao-setor-florestal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/otimismo-retorna-ao-setor-florestal\/","title":{"rendered":"Otimismo retorna ao setor florestal"},"content":{"rendered":"<p>Uma sequ\u00eancia de fatos que tem continuidade nos pr\u00f3ximos dias sinaliza para uma r\u00e1pida recupera\u00e7\u00e3o do dito setor florestal &#8211; que abrange desde o plantio de \u00e1rvores at\u00e9 a fabrica\u00e7\u00e3o de papel, passando pela ind\u00fastria de m\u00f3veis, etc.<br \/>\nEste ramo foi, na sua ponta industrial, um dos mais atingidos pela quebra financeira internacional, que derrubou o consumo e os pre\u00e7os, inviabilizando muitos novos projetos que se embalavam na euforia pr\u00e9-crise<br \/>\nNo Brasil houve consequ\u00eancias mais graves, decorrentes de aplica\u00e7\u00f5es de risco. A crise dos derivativos levou de rold\u00e3o a maior empresa brasileira &#8211; a Aracruz &#8211; e deixou avariada a outra gigante nacional a VCP, do grupo Votorantim.<br \/>\nNo Rio Grande do Sul, onde tr\u00eas projetos constavam desde 2004 na lista dos maiores investimentos projetados para o Estado, foi um susto.<br \/>\nA Aracruz suspendeu a expans\u00e3o da f\u00e1brica em Guaiba, onde pretendia quadruplicar a produ\u00e7\u00e3o de celulose. A VCP tamb\u00e9m colocou em fogo brando seu projeto na zona Sul e a Stora Enso, premida por problemas adicionais decorrentes das zonas de fronteira, migrou seus planos para o Uruguai.<br \/>\nDe repente,um bolo de 4,5 bilh\u00f5es de d\u00f3lares se esfarelou.<br \/>\nAl\u00e9m dos investimentos em terras, em plantios, em fomento, que foram suspensos, a nova situa\u00e7\u00e3o semeou a inseguran\u00e7a entre milhares de propriet\u00e1rios que haviam aderido<br \/>\n\u00e0 silvicultura e esperavam bons lucros com a venda garantida de suas florestas para as f\u00e1bricas de celulose.<br \/>\nO novo quadro come\u00e7ou a se definir na segunda metade do ano passado quando a VCP absorveu os ativos da Aracruz, criando a Fibria e logo em seguida, em dezembro, decidiu vender a f\u00e1brica de Guaiba para o grupo chileno CPMC.<br \/>\nO pre\u00e7o que os chilenos pagaram (R$ 1,4 bilh\u00f5es) j\u00e1 indica o interesse no projeto de expans\u00e3o. Mas, por contrato, a CMPC s\u00f3 pretende ampliar a produ\u00e7\u00e3o depois de 2015, mas isso pode mudar se o mercado esquentar.<br \/>\nAgora, surgem sinais de que isso j\u00e1 est\u00e1 ocorrendo. O principal deles \u00e9 o pre\u00e7o da celulose no mercado internacional, que est\u00e1 superando os 800 d\u00f3lares a tonelada, acima dos n\u00edveis que estava antes da crise.<br \/>\n&#8220;Quem plantou ou est\u00e1 plantando, n\u00e3o vai perder, vai ganhar&#8221;, prev\u00ea o agr\u00f4nomo Floriano Isolan, silvicultor e consultor de projetos nessa \u00e1rea.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma sequ\u00eancia de fatos que tem continuidade nos pr\u00f3ximos dias sinaliza para uma r\u00e1pida recupera\u00e7\u00e3o do dito setor florestal &#8211; que abrange desde o plantio de \u00e1rvores at\u00e9 a fabrica\u00e7\u00e3o de papel, passando pela ind\u00fastria de m\u00f3veis, etc. Este ramo foi, na sua ponta industrial, um dos mais atingidos pela quebra financeira internacional, que derrubou [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[794,358,209],"class_list":["post-6737","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-x-categorias-velhas","tag-celulose-e-papel","tag-meio-ambiente","tag-silvicultura"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-1KF","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6737","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6737"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6737\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6737"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6737"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6737"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}