{"id":71027,"date":"2018-11-15T11:24:33","date_gmt":"2018-11-15T13:24:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=71027"},"modified":"2018-11-15T11:24:33","modified_gmt":"2018-11-15T13:24:33","slug":"livro-conta-como-roberto-marinho-construiu-um-imperio-traindo-seu-pai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/livro-conta-como-roberto-marinho-construiu-um-imperio-traindo-seu-pai\/","title":{"rendered":"Livro conta como Roberto Marinho construiu um imp\u00e9rio traindo seu pai"},"content":{"rendered":"<p>Passou despercebido, na isolada barraca dos Escritores Independentes da 64.a Feira do Livro de Porto Alegre, o volume de 680 p\u00e1ginas do pesquisador Marco Aur\u00e9lio Barroso.<br \/>\nEle levou 16 anos para comprovar uma tese que lhe nasceu de um recorte de jornal: quando assumiu o jornal O Globo, semente da Rede Globo,\u00a0 depois da morte de seu pai, o construtor desse imp\u00e9rio de comunica\u00e7\u00f5es, Roberto Marinho obteve isso ao custo de trair os principios fundamentais do jornalista Irineu Marinnho, seu pai.<br \/>\nPara dar cabo da tarefa, custeada pelo pr\u00f3prio bolso, Barroso chegou a mudar-se para perto da Biblioteca Nacional, onde passou seus dias anos a fio.<br \/>\nProduziu cerca de tr\u00eas mil p\u00e1ginas e o volume que est\u00e1 circulando \u00e9 o primeiro de uma s\u00e9rie, tr\u00eas ou quatro, ele ainda n\u00e3o definiu.<br \/>\nPara provar que Irineu Marinho era um jornalista nacionalista, independente, cr\u00edtico ao capitalismo, Barroso remontou ao in\u00edcio de sua carreira num meio jornal\u00edstico formado por grandes nomes. Em toda sua trajet\u00f3ria pelos grandes jornais da \u00e9poca (\u00e9poca riqu\u00edssima do jornalismo) e principalmente em A Noite, que dirigiu at\u00e9 1925, deixou o jornal para fundar O Globo.<br \/>\nEle morreu dez dias depois&#8230;Enfim, pode-se questionar algumas conclus\u00f5es do pesquisador, mas o livro \u00e9 leitura obrigat\u00f3ria para jornalistas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Passou despercebido, na isolada barraca dos Escritores Independentes da 64.a Feira do Livro de Porto Alegre, o volume de 680 p\u00e1ginas do pesquisador Marco Aur\u00e9lio Barroso. Ele levou 16 anos para comprovar uma tese que lhe nasceu de um recorte de jornal: quando assumiu o jornal O Globo, semente da Rede Globo,\u00a0 depois da morte [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":71028,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[],"class_list":["post-71027","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":1280,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-menino-que-se-tornou-brizola\/","url_meta":{"origin":71027,"position":0},"title":"O Menino que se Tornou Brizola","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"28 de julho de 2008","format":false,"excerpt":"Autor: Cleber Dioni A vida de Leonel Brizola, com \u00eanfase para os primeiros anos em Porto Alegre, at\u00e9 o ex\u00edlio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. \u00a0\"...\u00c9ramos todos jovens e nos identific\u00e1vamos com aquela massa an\u00f4nima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando 'Get\u00falio', 'Get\u00falio' e empunhando\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Livros&quot;","block_context":{"text":"Livros","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/livros\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/07\/brizola.gif?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-itB","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71027","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=71027"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71027\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=71027"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=71027"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=71027"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}