{"id":71104,"date":"2018-11-17T21:43:26","date_gmt":"2018-11-17T23:43:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=71104"},"modified":"2018-11-17T21:43:26","modified_gmt":"2018-11-17T23:43:26","slug":"a-estranha-xicara-nova-exposicao-do-fotografo-luiz-carlos-felizardo-no-instituto-ling","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/a-estranha-xicara-nova-exposicao-do-fotografo-luiz-carlos-felizardo-no-instituto-ling\/","title":{"rendered":"&quot; A estranha x\u00edcara&quot;, nova exposi\u00e7\u00e3o do fot\u00f3grafo Luiz Carlos Felizardo, no Instituto Ling"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 300\">De 20 de novembro a 23 de mar\u00e7o de 2019,\u00a0o\u00a0Instituto Ling\u00a0apresenta\u00a0a exposi\u00e7\u00e3o\u00a0<\/span><em style=\"font-weight: 300\">A Estranha X\u00edcara<\/em><span style=\"font-weight: 300\">, do artista e fot\u00f3grafo\u00a0Luiz Carlos Felizardo.\u00a0Por ocasi\u00e3o da abertura da exposi\u00e7\u00e3o, na\u00a0ter\u00e7a-feira,\u00a020 de novembro, \u00e0s 19h,\u00a0o artista e a curadora\u00a0M\u00f4nica Zielinsky\u00a0far\u00e3o uma\u00a0conversa aberta com o p\u00fablico.\u00a0A entrada\u00a0\u00e9\u00a0franca, po<\/span><strong>r<\/strong><span style=\"font-weight: 300\"> ordem de chegada.<\/span><br \/>\nA\u00a0exposi\u00e7\u00e3o\u00a0traz\u00a018\u00a0fotografias e montagens digitais, realizadas entre os anos de 2011 e 2017,\u00a0que\u00a0d\u00e3o conta de uma transforma\u00e7\u00e3o na carreira de Felizardo, em que o artista explora\u00a0tecnologias digitais para\u00a0compor\u00a0imagens com novas t\u00e9cnicas e possibilidades\u00a0criativas. A mostra \u00e9 composta tamb\u00e9m por\u00a035\u00a0objetos pessoais,\u00a0como\u00a0brinquedos que\u00a0o artista\u00a0ganhou\u00a0e pe\u00e7as de seus antepassados.<br \/>\nFelizardo come\u00e7ou\u00a0a trabalhar nas montagens de\u00a0<em>A Estranha X\u00edcara<\/em>\u00a0em 2011,\u00a0em raz\u00e3o de\u00a0uma ataxia que\u00a0lhe\u00a0imp\u00f4s s\u00e9rias dificuldades motoras. Assim,\u00a0o ambiente em que vivera por 40 anos\u00a0&#8211;\u00a0o\u00a0laborat\u00f3rio fotogr\u00e1fico tradicional\u00a0&#8211; precisou ser deixado para tr\u00e1s e o artista buscou, a partir de ent\u00e3o, explorar novos suportes e t\u00e9cnicas para seu trabalho. Para ele, a exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma esp\u00e9cie de homenagem aos objetos de sua hist\u00f3ria pessoal: &#8220;Esses objetos\u00a0conviveram comigo por muitos anos &#8211; alguns pela vida inteira, alguns bem mais velhos do que eu mesmo. De alguma forma, todos eles estiveram e est\u00e3o presentes em tudo o que fiz e fa\u00e7o. Fotograf\u00e1-los foi a maneira que encontrei de prestar-lhes uma homenagem, dando-lhes o uso que n\u00e3o t\u00eam quando est\u00e3o limitados a espiar-nos&#8221;,\u00a0escreve em seu texto (leia na \u00edntegra aqui:\u00a0<a href=\"http:\/\/d-click.adrianamartorano.com.br\/u\/11841\/301\/2837\/1967_1\/825c3\/?url=https%3A%2F%2Fgoo.gl%2Fou3Bi2\" data-saferedirecturl=\"http:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/d-click.adrianamartorano.com.br\/u\/11841\/301\/2837\/1967_1\/825c3\/?url%3Dhttps%253A%252F%252Fgoo.gl%252Fou3Bi2&amp;source=gmail&amp;ust=1542567652486000&amp;usg=AFQjCNHDeaFZqpvpz31m9FmXY_ykU9A47Q\">http:\/\/goo.gl\/ou3Bi2<\/a>).\u00a0O t\u00edtulo da mostra refere-se ao poema\u00a0<em>Cer\u00e2mica<\/em>\u00a0(1962), de Carlos Drummond de Andrade:\u00a0<em>Os cacos da vida, colados, formam uma estranha x\u00edcara.\/ Sem uso, \/\u00a0 ela nos espia do aparador<\/em>. Para o artista, o conjunto de imagens que resultou na exposi\u00e7\u00e3o cont\u00e9m essa ideia.<br \/>\nPara a curadora M\u00f4nica Zielinsky,\u00a0Felizardo\u00a0revela aptid\u00e3o para retrabalhar as pr\u00f3prias imagens\u00a0e fazer uma instigante reconfigura\u00e7\u00e3o dos\u00a0sentidos\u00a0dos objetos ou lugares do passado,\u00a0realizando uma generosa transforma\u00e7\u00e3o que aponta novas realidades, composi\u00e7\u00f5es e reconstru\u00e7\u00f5es: &#8220;O artista traz \u00e0 luz diversas sutilezas de sua ineg\u00e1vel mem\u00f3ria afetiva de todos os tempos e, simultaneamente, resson\u00e2ncias que tangenciam um sutil veio de reverbera\u00e7\u00e3o cultural. Entre os \u00e1geis fluxos do passado ao presente ou do presente ao passado, esses trabalhos se fundamentam em distintos regimes de historicidade ao permitirem, tamb\u00e9m, pensar o futuro&#8221;, afirma em seu texto curatorial\u00a0(leia na \u00edntegra aqui:\u00a0<a href=\"http:\/\/d-click.adrianamartorano.com.br\/u\/11841\/301\/2837\/1967_2\/825c3\/?url=https%3A%2F%2Fgoo.gl%2Fou3Bi2\" data-saferedirecturl=\"http:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/d-click.adrianamartorano.com.br\/u\/11841\/301\/2837\/1967_2\/825c3\/?url%3Dhttps%253A%252F%252Fgoo.gl%252Fou3Bi2&amp;source=gmail&amp;ust=1542567652486000&amp;usg=AFQjCNFVz3obfqH0bx2LwbkusbJVOGQU4Q\">http:\/\/goo.gl\/ou3Bi2<\/a>).<br \/>\n<figure id=\"attachment_71106\" aria-describedby=\"caption-attachment-71106\" style=\"width: 450px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-71106 size-medium\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/exposi\u00e7\u00e3o-Droopy-em-Apt-2011-450x301.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"301\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-71106\" class=\"wp-caption-text\">Droopy em Apt, 2011. Reprodu\u00e7\u00e3o\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<b>Sobre o artista<\/b><br \/>\n<strong>Luiz Carlos Felizardo<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>(Porto Alegre, 1949) cursou Arquitetura na UFRGS entre 1968 e 1972, quando passou a dedicar-se exclusivamente \u00e0 fotografia. Participou de mostras coletivas e individuais no Brasil, na Am\u00e9rica Latina, nos EUA e na Europa, dentre as quais destacam-se:\u00a0<em>Signos de la Bienal<\/em>\u00a0(S\u00edria, Tun\u00edsia e Arg\u00e9lia),\u00a0<em>Miss\u00f5es 300 Anos &#8212; A Vis\u00e3o do Artista\u00a0<\/em>(Bras\u00edlia, S\u00e3o Paulo e Porto Alegre);\u00a0<em>La Fotograf\u00eda Iberoamericana<\/em>\u00a0(Madrid),\u00a0<em>Fotograf\u00eda Brasile\u00f1a: Historia y Contemporaneidad<\/em>\u00a0(Cali, Col\u00f4mbia &#8211; curadoria de Frederico Morais),\u00a0<em>Jogo do Olhar<\/em>\u00a0(MASP),<em>Brasilianische Fotografie 1946-1998<\/em>\u00a0(Kunstmuseum Wolfsburg, Alemanha \/ Funda\u00e7\u00e3o Ant\u00f3nio Cupertino de Miranda,\u00a0 Porto, Portugal &#8211; curadoria de Rubens Fernandes Junior),\u00a0<em>Percurso de um olhar<\/em>\u00a0(UFRGS). Em 2008, recebeu a Bolsa de Incentivo \u00e0 Cria\u00e7\u00e3o da FUNARTE para desenvolvimento de seu projeto\u00a0<em>Quer\u00eancia.<\/em>\u00a0Como bolsista da Comiss\u00e3o Fulbright (1984\/1985), trabalhou sob supervis\u00e3o de Frederick Sommer (1905-1999) em Prescott, Arizona, EUA.<br \/>\nEscreveu os livros\u00a0<em>O Rel\u00f3gio de Ver<\/em>\u00a0e\u00a0<em>IMAGO<\/em>. Em 2011, foi publicado\u00a0<em>A Fotografia de Luiz Carlos Felizardo<\/em><em>\u00a0<\/em>e realizada a exposi\u00e7\u00e3o retrospectiva de sua obra no Santander Cultural, no\u00a0<em>Fotograma<\/em><em>\u00a0<\/em>de Montevid\u00e9u (Uruguai) e em Fortaleza (2012).<br \/>\n<figure id=\"attachment_71107\" aria-describedby=\"caption-attachment-71107\" style=\"width: 448px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-71107\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Baratinha-Schuco-em-avenida-de-eucaliptos-2011-baixa.jpg\" alt=\"\" width=\"448\" height=\"241\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-71107\" class=\"wp-caption-text\">Baratinha Schuco em avenida de eucaliptos, 2011 &#8211;<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<strong>Sobre a curadoria<\/strong><br \/>\nM\u00f4nica Zielinsky \u00e9\u00a0professora do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS.\u00a0Fez doutorado em Artes Pl\u00e1sticas e Ci\u00eancias da Arte na Universidade de Paris I &#8211; Panth\u00e9on-Sorbonne (1998) e foi coordenadora do projeto de cataloga\u00e7\u00e3o da obra de Iber\u00ea Camargo e do Setor d e Cataloga\u00e7\u00e3o e Pesquisa na Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea Camargo (2001-2015). Ela realizou diversas curadorias no Brasil e no exterior, como\u00a0<em>A gravura de Iber\u00ea Camargo em expans\u00e3o,<\/em>\u00a0no Instituto Tomie Ohtake (S\u00e3o Paulo, 2007); a exposi\u00e7\u00e3o inaugural da Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea Camargo,\u00a0<em>Iber\u00ea Camargo-Moderno<\/em>\u00a0<em>no Limite, 1914-1994<\/em>, em coautoria (Porto Alegre, 2008);\u00a0<em>Lugares Desdobrados<\/em>\u00a0(Porto Alegre, 2008);\u00a0<em>Quero Outros Espa\u00e7os &#8211; A obra de Heloisa Schneiders da Silva,<\/em>\u00a0no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, 2009);\u00a0<em>Les Cyclistes et d&#8217;autres vari<\/em>ations, no Museu de Belas-Artes de Bordeaux (Fran\u00e7a, 2005); entre outras. Suas principais publica\u00e7\u00f5es s\u00e3o:\u00a0<em>Fronteiras: arte, cr\u00edtica e outros ensaios (UFRGS, 2003), Iber\u00ea Camargo &#8211; Cat\u00e1logo Raisonn\u00e9 de gravuras (CosacNaify, 2006), Heloisa Schneiders da Silva &#8211; obra e escritos (MARGS, 2010) e o texto L&#8217;historiographie de l&#8217;art br\u00e9silien, \u00e0 la recherche de sa place na Revista Perspective 2013-2, do Institut National d&#8217;Histoire de l&#8217;Art (Paris, Fran\u00e7a), entre outras.<\/em><br \/>\n<figure id=\"attachment_71108\" aria-describedby=\"caption-attachment-71108\" style=\"width: 450px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-71108\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Droopy-em-Bag\u00e9-2011-450x266.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"266\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-71108\" class=\"wp-caption-text\">Droopy em Bag\u00e9, 2011. Reprodu\u00e7\u00e3o\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<strong>Sobre o Instituto<\/strong><br \/>\nCriado e mantido pela fam\u00edlia Ling desde 1995, o\u00a0Instituto Ling\u00a0\u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos voltada para a transforma\u00e7\u00e3o da sociedade atrav\u00e9s da educa\u00e7\u00e3o e da cultura.<br \/>\nO Instituto Ling atua em tr\u00eas segmentos:\u00a0Educa\u00e7\u00e3o, Cultura e Sa\u00fade.\u00a0Sua miss\u00e3o \u00e9 promover o desenvolvimento humano e a evolu\u00e7\u00e3o da sociedade atrav\u00e9s da dissemina\u00e7\u00e3o de diferentes formas do conhecimento, da liberdade de pensamento, da valoriza\u00e7\u00e3o da cultura e da sa\u00fade. A abertura de seu Centro Cultural em Porto Alegre, no ano de 2014, ampliou e solidificou a atua\u00e7\u00e3o do Instituto, firmando-o como centro de refer\u00eancia na dissemina\u00e7\u00e3o do conhecimento e do livre- pensar, fomentador da educa\u00e7\u00e3o de excel\u00eancia em seus m\u00faltiplos formatos e provedor de servi\u00e7os e produtos culturais diferenciados, com elevado padr\u00e3o de qualidade e est\u00e9tica.<br \/>\nNa \u00e1rea da sa\u00fade, o Instituto Ling estabeleceu parceria com o Hospital Moinhos de Vento, em 2015, para a implanta\u00e7\u00e3o de um centro de refer\u00eancia no tratamento do c\u00e2ncer em Porto Alegre.<br \/>\nA fam\u00edlia Ling, mantenedora do Instituto, \u00e9 propriet\u00e1ria da\u00a0<em>&#8220;holding company&#8221;<\/em><em>\u00a0<\/em>\u00c9vora. O grupo empresarial produz e comercializa latas de alum\u00ednio para bebidas, n\u00e3o-tecidos de polipropileno (usados principalmente na produ\u00e7\u00e3o de descart\u00e1veis higi\u00eanicos) e tampas pl\u00e1sticas para bebidas e produtos de higiene e beleza.<br \/>\n<b>SERVI\u00c7O<\/b><br \/>\n<strong>Exposi\u00e7\u00e3o<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><em><strong>A Estranha X\u00edcara<\/strong><\/em><br \/>\n<strong>Artista:<\/strong>\u00a0Luiz Carlos Felizardo<br \/>\n<strong>Curadoria:<\/strong>\u00a0M\u00f4nica Zielinsky<br \/>\n<strong>Ficha t\u00e9cnica<\/strong><br \/>\nIdentidade Visual: Adriana Tazima<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o Executiva: Laura Cogo<br \/>\nOrganiza\u00e7\u00e3o: Instituto Ling<br \/>\nRealiza\u00e7\u00e3o: Pr\u00f3-cultura RS \/ LIC &#8211; Lei de Incentivo \u00e0 Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul<br \/>\nPatroc\u00ednio: Fitesa N\u00e3otecidos SA<br \/>\n<strong>Abertura:<\/strong>\u00a020 de novembro, \u00e0s 19h.\u00a0Na ocasi\u00e3o, o artista e\u00a0a\u00a0curadora\u00a0far\u00e3o uma\u00a0<strong>conversa aberta ao p\u00fablico<\/strong>\u00a0sobre a exposi\u00e7\u00e3o<br \/>\n<strong>Per\u00edodo de visita\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0de\u00a020 de novembro de 2018 a 23 de mar\u00e7o de 2019<br \/>\n<strong>Local:<\/strong>\u00a0Galeria do Instituto Ling<br \/>\n<strong>Hor\u00e1rio:<\/strong>\u00a0de segunda\u00a0a sexta, das 10h30min \u00e0s 22h\u00a0e\u00a0s\u00e1bados, das 10h30min \u00e0s 20h<br \/>\n<strong>Entrada Franca<\/strong><br \/>\n<strong>Agendamento grupos e escolas:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>solicita\u00e7\u00f5es pelo email\u00a0<a href=\"mailto:educativo@institutoling.org.br\">educativo@institutoling.org.br<\/a>\u00a0ou pelo fone (51) 3533-5700<br \/>\n<strong>Instituto Ling &#8211;<\/strong>\u00a0Rua Jo\u00e3o Caetano, 440\u00a0|\u00a0Bairro Tr\u00eas Figueiras\u00a0| Porto Alegre<br \/>\nFone: 51\u00a03533-5700\u00a0| Email:\u00a0<a href=\"mailto:instituto.ling@institutoling.org.br\">instituto.ling@institutoling.org.br<\/a><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 20 de novembro a 23 de mar\u00e7o de 2019,\u00a0o\u00a0Instituto Ling\u00a0apresenta\u00a0a exposi\u00e7\u00e3o\u00a0A Estranha X\u00edcara, do artista e fot\u00f3grafo\u00a0Luiz Carlos Felizardo.\u00a0Por ocasi\u00e3o da abertura da exposi\u00e7\u00e3o, na\u00a0ter\u00e7a-feira,\u00a020 de novembro, \u00e0s 19h,\u00a0o artista e a curadora\u00a0M\u00f4nica Zielinsky\u00a0far\u00e3o uma\u00a0conversa aberta com o p\u00fablico.\u00a0A entrada\u00a0\u00e9\u00a0franca, por ordem de chegada. 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