{"id":71885,"date":"2018-12-25T01:49:20","date_gmt":"2018-12-25T03:49:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=71885"},"modified":"2018-12-25T01:49:20","modified_gmt":"2018-12-25T03:49:20","slug":"ambientalistas-de-dez-paises-alertam-para-o-impacto-dos-agrotoxicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/ambientalistas-de-dez-paises-alertam-para-o-impacto-dos-agrotoxicos\/","title":{"rendered":"Ambientalistas de dez pa\u00edses alertam para o impacto dos agrot\u00f3xicos"},"content":{"rendered":"<div class=\"\">\n<div id=\"content\">\n<div id=\"content-core\">\n<div>\n<p class=\" \">Na Bol\u00edvia, a Constitui\u00e7\u00e3o pro\u00edbe a importa\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de\u00a0transg\u00eanicos. Grandes\u00a0produtores contrabandeiam sementes de soja e milho geneticamente modificados. Fam\u00edlias camponesas e ind\u00edgenas, que cultivam variedades de milho nativo h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es, temem a contamina\u00e7\u00e3o de suas lavouras.<\/p>\n<p class=\" \">No Equador, a Constitui\u00e7\u00e3o garante ao pa\u00eds ser uma \u00e1rea livre de transg\u00eanicos, h\u00e1 press\u00e3o para mudan\u00e7as, no Paraguai h\u00e1 movimentos populares pela demarca\u00e7\u00e3o de zonas livres de sementes geneticamente modificadas.<\/p>\n<p class=\" \">A Argentina, que est\u00e1 entre os cinco pa\u00edses onde as lavouras transg\u00eanicas dominam a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e demandam grandes quantidades de agrot\u00f3xicos, popula\u00e7\u00f5es denunciam a pulveriza\u00e7\u00e3o, causa de morte e doen\u00e7as.<\/p>\n<p class=\" \">No Peru, diversos setores trabalham para configurar como crime ambiental as consequ\u00eancias do uso desses venenos agr\u00edcolas, um problema que afeta tamb\u00e9m a vizinha Col\u00f4mbia, na qual o cancer\u00edgeno\u00a0<strong>glifosato<\/strong>\u00a0\u00e9 o mais utilizado.<\/p>\n<p class=\" \">Esta \u00e9 uma s\u00edntese das informa\u00e7\u00f5es levadas ao semin\u00e1rio &#8220;Agrot\u00f3xicos, Impactos S\u00f3cioambientais e Direitos Humanos&#8221; que reuniu de 10 a 13 de dezembro em Goi\u00e1s pequenos agricultores, representantes ind\u00edgenas, l\u00edderes de comunidades tradicionais e profissionais das diversas especializa\u00e7\u00f5es vinculados a movimentos sociais de dez pa\u00edses.<\/p>\n<p class=\" \">\u00a0Setenta e duas entidades e movimentos assinam a\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/www.gwata.com.br\/2018\/12\/22\/carta-de-goias-los-derechos-humanos-no-se-piden-de-rodillas-se-exigen-de-pie\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Carta de Goi\u00e1s<\/a>, entre eles um representante do European Consumers, da Italia.<\/p>\n<p class=\" \">O documento\u00a0denuncia os impactos de um modelo agroindustrial que n\u00e3o mede as consequ\u00eancias ambientais de seus lucrativos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p class=\" \">Os interesses corporativos se imp\u00f5em ao poder p\u00fablico,\u00a0 que permite a apropria\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios, de sementes nativas e a degrada\u00e7\u00e3o da biodiversidade e bens comuns, como a \u00e1gua.<\/p>\n<p class=\" \">\u201cEssa situa\u00e7\u00e3o se cristaliza no avan\u00e7o de monocultivos, expans\u00e3o de fronteiras agr\u00edcolas e desmatamento, na viol\u00eancia e na criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais, afrontando direitos humanos, sociais, econ\u00f4micos, culturais e ambientais&#8221;, destaca a Carta de Goi\u00e1s.<\/p>\n<p class=\" \">Os participantes se comprometeram a formar redes de articula\u00e7\u00e3o e atuar de forma conjunta para construir lutas comuns que possibilitem fluxos de informa\u00e7\u00f5es entre os pa\u00edses.<\/p>\n<p>(Com informa\u00e7\u00f5es da RBA)<\/p>\n<p class=\" \"><strong>Confira a \u00edntegra da Carta de Goi\u00e1s:<\/strong><\/p>\n<p class=\" \"><em>Direitos Humanos n\u00e3o se pede de joelhos. Exige-se de p\u00e9 (Dom Tom\u00e1s Baldu\u00edno)<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>N\u00f3s, camponeses e camponesas, fam\u00edlias agricultoras, povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais, estudiosos, profissionais das diversas \u00e1reas do conhecimento, juntamente com organiza\u00e7\u00f5es e movimentos sociais, sindicais e coletivos urbanos do Brasil, Argentina, Equador, Peru, Uruguai, M\u00e9xico, Paraguai, Col\u00f4mbia, Bol\u00edvia e Su\u00ed\u00e7a, reunidos no I Semin\u00e1rio Internacional e III Semin\u00e1rio Nacional Agrot\u00f3xicos, Impactos Socioambientais e Direitos Humanos, realizado de 10 a 13 de dezembro na Cidade de Goi\u00e1s, no Brasil, externamos as seguintes considera\u00e7\u00f5es sobre o atual sistema agroalimentar dominante na Am\u00e9rica Latina e no mundo:<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>A realidade socioambiental de nossos pa\u00edses e os impactos do modelo agroindustrial evidenciam amea\u00e7as comuns que exigem enfrentamento urgente. Para tanto, entendemos necess\u00e1ria a cria\u00e7\u00e3o e o fortalecimento de la\u00e7os de resist\u00eancia e solidariedade para a\u00e7\u00f5es articuladas.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Preocupa-nos que o controle de poderes legislativos, executivo e judici\u00e1rio por interesses corporativos venha permitindo a apropria\u00e7\u00e3o de nossos territ\u00f3rios, sementes nativas e crioulas, como tamb\u00e9m a degrada\u00e7\u00e3o da biodiversidade e bens comuns, com predomin\u00e2ncia de uma vis\u00e3o de curto prazo que despreza a vida, a hist\u00f3ria, a cultura e as possibilidades de constru\u00e7\u00e3o de um futuro com dignidade e soberania.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Essa situa\u00e7\u00e3o se cristaliza no avan\u00e7o de monocultivos, expans\u00e3o de fronteiras agr\u00edcolas e desmatamento, na viol\u00eancia e na criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais, afrontando direitos humanos, sociais, econ\u00f4micos, culturais e ambientais, em benef\u00edcio das corpora\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio, favorecidas pelo avan\u00e7o de governos alinhados ao neoliberalismo extrativista e predat\u00f3rio.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Tais direitos, arduamente constru\u00eddos em um contexto de lutas hist\u00f3ricas e reivindica\u00e7\u00f5es ancestrais dos povos da Am\u00e9rica Latina, consolidam garantias fundamentais que para al\u00e9m das realidades nacionais, e expressam hoje, um importante conjunto de salvaguardas conquistadas que devem ser protegidas e ampliadas para a prote\u00e7\u00e3o da vida, dos bens comuns socioambientais e socioagrobiodiversidade.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Nesse contexto, examinadas as realidades dos pa\u00edses envolvidos na rela\u00e7\u00e3o com o modelo agroindustrial dominante, observa-se que a utiliza\u00e7\u00e3o massiva de agrot\u00f3xicos e Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) estabelecem padr\u00f5es de uniformiza\u00e7\u00e3o produtiva, considerando os alimentos e a natureza como uma simples mercadoria, al\u00e9m de serem nocivos \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 socioagrobiodiversidade, patrim\u00f4nio maior dos povos. Diante desta amea\u00e7a, novas vias de luta e resist\u00eancia se abrem, construindo um conhecimento cient\u00edfico, t\u00e9cnico, pol\u00edtico e pluricultural com os povos, que reconhece e valoriza seus saberes ancestrais e potencializa seu desenvolvimento, para alcan\u00e7ar a seguran\u00e7a e a soberania alimentar, respeitando a dignidade humana.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Entendemos que essas vias s\u00e3o constru\u00eddas por rela\u00e7\u00f5es solid\u00e1rias e de reciprocidade entre saberes historicamente constru\u00eddos, sem desconsiderar os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e as fronteiras da ci\u00eancia em um contexto de respeito integral aos direitos humanos.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Assim, nos comprometemos a formar redes de articula\u00e7\u00e3o e atuar de forma conjunta para construir lutas comuns que possibilitem fluxos de informa\u00e7\u00f5es entre nossos pa\u00edses, mantendo a comunica\u00e7\u00e3o, a gera\u00e7\u00e3o de um conhecimento cient\u00edfico popular com produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica com pesquisa participante, assim como o enfrentamento pol\u00edtico-jur\u00eddico como instrumentos de ampliar a integra\u00e7\u00e3o e fortalecer a Am\u00e9rica Latina saud\u00e1vel, livre, soberana e atenta. Tudo isto, para constru\u00e7\u00e3o de um modelo agroalimentar sustentado nos princ\u00edpios integradores da agroecologia, a partir dos quais, e somente assim, podermos garantir os direitos humanos de acesso \u00e0 terra, \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel, \u00e0 sa\u00fade, a um habitat seguro e alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e adequada.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Nos solidarizamos com a luta das comunidades camponesas, ind\u00edgenas e do povo mexicano contra os transg\u00eanicos e agrot\u00f3xicos. Esperamos que o novo governo honre sua palavra e implemente pol\u00edtica p\u00fablica: de biosseguran\u00e7a para que n\u00e3o seja legalizado o milho transg\u00eanico e se detenha o avan\u00e7o de outros cultivos transg\u00eanicos j\u00e1 autorizados e outras tecnologias similares; de redu\u00e7\u00e3o e proibi\u00e7\u00e3o crescente de agrot\u00f3xicos altamente perigosos e de apoio \u00e0s alternativas agroecol\u00f3gicas para fortalecer a soberania alimentar.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Do mesmo modo, expressamos nossa solidariedade e apoio \u00e0 luta do povo boliviano em defesa do Milho livre de Transg\u00eanicos; ao povo do Equador para que o pa\u00eds mantenha-se livre de transg\u00eanicos; ao povo do Paraguai na constru\u00e7\u00e3o de zonas livres de transg\u00eanicos; ao povo da Argentina na luta em defesa dos povos pulverizados por agrot\u00f3xicos; ao povo Peruano pela caracteriza\u00e7\u00e3o dos crimes ambientais resultantes do uso de agrot\u00f3xicos e do modelo agroalimentar; ao povo colombiano pela na luta contra as pulveriza\u00e7\u00f5es a\u00e9reas com Glifosato, na luta contra o fracking, na luta contra o assassinato de l\u00edderes sociais e na luta das comunidades ind\u00edgenas e afro por uma vida digna em um territ\u00f3rio aut\u00f4nomo; ao povo do Brasil na luta contra o Projeto de Lei do Veneno e pela aprova\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Redu\u00e7\u00e3o de Agrot\u00f3xicos (PNaRA); ao povo uruguaio pela defesa da \u00e1gua como bem comum, pela luta contra o avan\u00e7o dos cultivos transg\u00e9nicos e o desmatamento, e pelo uso massivo de agrot\u00f3xicos.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Tamb\u00e9m refor\u00e7amos nossa compreens\u00e3o de que lutar n\u00e3o \u00e9 crime. Portanto, repudiamos a persegui\u00e7\u00e3o aos cientistas, estudiosos, ativistas e organiza\u00e7\u00f5es envolvidas na defesa da natureza e dos direitos humanos. Expressamos nossa indigna\u00e7\u00e3o frente aos assassinatos de lutadores e lutadoras, assim como com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos e organiza\u00e7\u00f5es sociais. Exigimos dos governos maior efic\u00e1cia na identifica\u00e7\u00e3o e puni\u00e7\u00e3o dos respons\u00e1veis pelas mortes de lutadores e lutadoras como Marielle Franco no Brasil e tantos outros companheiros e companheiras que tombam na luta por um mundo justo e igualit\u00e1rio, sem qualquer forma de preconceito ou discrimina\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Considerando que em 2018 celebramos os 70 anos da Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos, reafirmamos nossa alian\u00e7a orientada pelas palavras de Dom Tom\u00e1s Baldu\u00edno \u201cDireitos Humanos n\u00e3o se pede de joelhos. Exige-se de p\u00e9\u201d.<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>ABA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Agroecologia \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>ABRASCO \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Sa\u00fade Coletiva \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Acci\u00f3n Ecol\u00f3gica \u2013 Ecuador<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Asamblea Por la Vida sin Agrotoxicos \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Asociaci\u00f3n por la Justicia Ambiental \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Asociaci\u00f3n Civil Capibara. Naturaleza, Derecho y Sociedad \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Asociaci\u00f3n Agroecol\u00f3gica O\u00f1oiru\/Yerba Mate \u2013 Paraguay<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>APREA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Paranaense dos Expostos ao Amianto \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Banqueta\u00e7o \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Campa\u00f1a Sin Ma\u00edz No Hay Pa\u00eds \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Campanha Nacional em Defesa do Cerrado \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Campanha Permanente Contra os Agrot\u00f3xicos e Pela Vida \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>C\u00e1tedra Libre de Soberan\u00eda Alimentaria de la Facultad de Medicina \u2013 Escuela de Nutrici\u00f3n. (CALISA) Universidad de Buenos Aires \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>CEAM \u2013 Centro Especializado de Atendimento \u00e0 Mulher \u2013 Goi\u00e1s\/Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Celeiro da Mem\u00f3ria \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>CODAPMA \u2013 Coordinadora en Defensa de la Autodeterminaci\u00f3n de los Pueblos y del Medio Ambiente \u2013 Bolivia<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Colectivo Ecuador Libre de Transg\u00e9nicos \u2013 Ecuador<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Colectivo de Comunidades Mayas de los Chenes \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Colectivo MaOGM \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Comiss\u00e3o Dominicana de Justi\u00e7a e Paz \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Huerquen, Comunicaci\u00f3n en Colectivo \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Coordinadora por una Vida Sin Agrotoxicos en Entre Rios. Basta es Basta \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>CONAMURI \u2013 Organizaci\u00f3n de Mujeres Campesinas e Ind\u00edgenas \u2013 Paraguay<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>CPT \u2013 Comiss\u00e3o Pastoral da Terra \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Diocese de Goi\u00e1s \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>EDUCE \u2013 Educaci\u00f3n, Cultura y Ecologia \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Espacio Multidisciplinario de Interacci\u00f3n Socio Ambiental (EMISA). Universidad de La Plata \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>EUROPEAN CONSUMERS \u2013 Italia<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Feria del Dulce, Tinun, Campeche \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>FETRAF-GO \u2013 Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>FILAPI \u2013 Federaci\u00f3n Latinoamericana de Apicultores<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>F\u00f3rum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrot\u00f3xicos e Transg\u00eanicos \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>F\u00f3rum Baiano de Combate aos Impactos dos Agrot\u00f3xicos \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Frades Dominicanos \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Fraternidade da Anuncia\u00e7\u00e3o \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>GREENPEACE \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>GWAT\u00c1 \u2013 N\u00facleo de Agroecologia e Educa\u00e7\u00e3o do Campo \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Instituto de Salud Socioambiental de la Facultad de Ciencias M\u00e9dicas de la Universidad Nacional de Rosario \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Instituto Medicina Regional \u2013 \u00c1rea Biolog\u00eda Molecular (Universidad Nacional del Nordeste). Chaco \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>KAAB NA\u2019ALON \u2013 Alianza Maya por las Abejas de la Pen\u00ednsula de Yucatan \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>K\u00c1A N\u00c1N IIN\u00c1J\u00d3OB \u2013 Guardianes de las Semillas \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Levante Popular da Juventude \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Madres de Barrio Ituzaingo Anexo \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>MAELA \u2013 Movimiento Agroecol\u00f3gico de Am\u00e9rica Latina y el Caribe \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Magn\u00edfica Mundi\/FIC \u2013 UFG \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>MCP \u2013 Movimento Campon\u00eas Popular \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Multisectorial contra el Agronegocio \u2013 la 41 \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Multisectorial Paren de Fumigar Santa Fe \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>NATURALEZA DE DERECHOS \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>NAVDANYA \u2013 India<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Observatorio del Derecho a la Ciudad \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>OBTEIA \u2013 Observat\u00f3rio de Sa\u00fade dos Povos do Campo, da Floresta e das \u00c1guas \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>PUBLIC EYE \u2013 Su\u00edza<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>RAP-AL \u2013 Red de Acci\u00f3n en Plaguicidas y sus Alternativas para Am\u00e9rica Latina \u2013 Uruguay<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>RAP-AL \u2013 Red de Acci\u00f3n en Plaguicidas y sus Alternativas para Am\u00e9rica Latina \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>RAPAM \u2013 Red de Acci\u00f3n sobre Plaguicidas y Alternativas en M\u00e9xico \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Red de Acci\u00f3n en Plaguicidas\/Alianza por una Mejor Calidad de Vida \u2013 Chile<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Red de M\u00e9dicxs de Pueblos Fumigados \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Red Salud Popular Dr. Ram\u00f3n Carrillo. Chaco \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Red Latinoamericana de Abogados y Abogadas em Defensa de la Soberan\u00eda Alimentaria<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>RENACE \u2013 Red Nacional de Acci\u00f3n Ecol\u00f3gica \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>RENAMA \u2013 Red Nacional de Municipio por la Agroecologia \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Red de Guardianes de Semillas \u2013 Ecuador<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Robin Canul\/Periodista \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>SEMILLAS DE VIDA \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Sociedad Argentina de Apicultores \u2013 Argentina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Sociedad Cooperativa Miel de Abeja de Maxcan\u00fa\/Yucatan \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>Terra de Direitos \u2013 Brasil<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>UCCSNAL \u2013 Uni\u00f3n de Cient\u00edficos Comprometidos con la Sociedad y la Naturaleza de Am\u00e9rica Latina<\/em><\/p>\n<p class=\" \"><em>UNORCA \u2013 Yucatan \u2013 M\u00e9xico<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"viewlet-below-content-body\">\n<div class=\"visualClear\"><\/div>\n<div class=\"documentActions\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"viewlet-below-content\">\n<div id=\"category\" class=\"documentByLine\"><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na Bol\u00edvia, a Constitui\u00e7\u00e3o pro\u00edbe a importa\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de\u00a0transg\u00eanicos. Grandes\u00a0produtores contrabandeiam sementes de soja e milho geneticamente modificados. Fam\u00edlias camponesas e ind\u00edgenas, que cultivam variedades de milho nativo h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es, temem a contamina\u00e7\u00e3o de suas lavouras. No Equador, a Constitui\u00e7\u00e3o garante ao pa\u00eds ser uma \u00e1rea livre de transg\u00eanicos, h\u00e1 press\u00e3o para mudan\u00e7as, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":71892,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2031],"tags":[],"class_list":["post-71885","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manchete"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-iHr","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71885","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=71885"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71885\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=71885"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=71885"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=71885"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}