{"id":758,"date":"2006-06-26T13:36:06","date_gmt":"2006-06-26T16:36:06","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=758"},"modified":"2006-06-26T13:36:06","modified_gmt":"2006-06-26T16:36:06","slug":"stora-enso-mantem-projeto-para-o-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/stora-enso-mantem-projeto-para-o-estado\/","title":{"rendered":"Stora Enso mant\u00e9m projeto para o Estado"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/Cidade2\/med_StoraEnso.jpg?0.8046875550458787\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"300\" height=\"225\" \/><br \/>\n<\/strong><\/span><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\"><strong>&#8220;N\u00e3o abandonaremos o Rio Grande do Sul&#8221;, garante o executivo da da Stora Enso (Foto: Carlos Carvalho\/Arquivo J\u00c1 Editores)<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Carlos Matsubara<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">A multinacional sueco-finlandesa Stora Enso desmente que estaria pensando em abandonar suas opera\u00e7\u00f5es no Rio Grande do Sul. Os rumores sobre uma poss\u00edvel transfer\u00eancia para o Uruguai, onde a empresa tamb\u00e9m mant\u00e9m investimentos, ganharam corpo com as dificuldades que estaria tendo em regularizar suas terras na Regi\u00e3o Oeste do Estado.<\/p>\n<p align=\"justify\">O diretor florestal da empresa\u00a0para a Am\u00e9rica Latina, Jo\u00e3o Borges, explica que, ao contr\u00e1rio do divulgado pela imprensa ga\u00facha, a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988 n\u00e3o pro\u00edbe empresas de capital estrangeiro de adquirir terras em faixa de fronteira e sim, \u201crestringe algumas atividades que poderiam causar amea\u00e7a \u00e0 seguran\u00e7a nacional, como fabrica\u00e7\u00e3o de armas ou artefatos nucleares, por exemplo\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">A espera da gigante, no entanto, promete ser longa. A previs\u00e3o (otimista) \u00e9 de pelo menos 90 dias at\u00e9 o Conselho de Defesa Nacional, em Bras\u00edlia se pronunciar. Antes disso deve passar pelo Ibama e Funai. Hoje, os executivos aguardam libera\u00e7\u00e3o do Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra) para dar in\u00edcio aos plantios florestais.<\/p>\n<p align=\"justify\">Isso sem contar com a novela do zoneamento ambiental do Estado, que regulamentar\u00e1 a silvicultura no Rio Grande, especialmente na regi\u00e3o do pampa. A primeira fase do zoneamento foi conclu\u00edda pela Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (Fepam) em novembro do ano passado e mapeou as unidades paisag\u00edsticas do Rio Grande. Em janeiro deste ano, passou a detalhar as caracter\u00edsticas s\u00f3cio-ambientais de cada um deles.<\/p>\n<p align=\"justify\">Borges explica que a regulariza\u00e7\u00e3o das terras ser\u00e1 feita passo-a-passo. \u201cPrimeiro encaminhamos o pedido [de libera\u00e7\u00e3o] do primeiro lote. S\u00f3 depois de liberado, encaminharemos o segundo e possivelmente, um terceiro lote\u201d, explica.<\/p>\n<p align=\"justify\">O primeiro lote, ao qual se refere, ocupa 34 propriedades nos munic\u00edpios de Cacequi, Ros\u00e1rio do Sul e Alegrete, entre outras localidades pr\u00f3ximas, totalizando cerca de 20 mil hectares. \u201cPortanto, a not\u00edcia que estar\u00edamos pensando em abandonar as opera\u00e7\u00f5es no Rio Grande do Sul n\u00e3o procede, de maneira alguma\u201d, afirma Borges.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;N\u00e3o abandonaremos o Rio Grande do Sul&#8221;, garante o executivo da da Stora Enso (Foto: Carlos Carvalho\/Arquivo J\u00c1 Editores) Carlos Matsubara A multinacional sueco-finlandesa Stora Enso desmente que estaria pensando em abandonar suas opera\u00e7\u00f5es no Rio Grande do Sul. 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