{"id":810,"date":"2006-12-11T14:33:07","date_gmt":"2006-12-11T17:33:07","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=810"},"modified":"2006-12-11T14:33:07","modified_gmt":"2006-12-11T17:33:07","slug":"multinacional-ameaca-poluir-glorinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/multinacional-ameaca-poluir-glorinha\/","title":{"rendered":"Multinacional amea\u00e7a poluir Glorinha"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/ambienteja\/med_glorinha25.jpg?0.4574428629093731\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\">Instala\u00e7\u00e3o de ind\u00fastria qu\u00edmica divide munic\u00edpio (Fotos: Carlos Matsubara\/J\u00c1)<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Carlos Matsubara, especial para o J\u00c1<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">A ind\u00fastria qu\u00edmica multinacional Hexion amea\u00e7a a cidade ga\u00facha de Glorinha, um para\u00edso a 50 km de Porto Alegre. Ela quer abrir ali uma f\u00e1brica de resinas usadas na ind\u00fastria madeireira, entre elas est\u00e1 o formalde\u00eddo, conhecido como altamente cancer\u00edgeno.<\/p>\n<p align=\"justify\">A Hexion j\u00e1 enfrenta oposi\u00e7\u00e3o feroz dos ambientalistas ga\u00fachos. A briga come\u00e7ou em agosto, depois que se descobriu que a empresa havia recebido licen\u00e7a sem ter apresentado o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima) ao \u00f3rg\u00e3o ambiental respons\u00e1vel, a Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (Fepam).<\/p>\n<p align=\"justify\">Foi um esc\u00e2ndalo que prontamente tomou conta das ruas. E a coisa ficou pior quando os ambientalistas souberam que a empresa n\u00e3o realizou o EIA-Rima porque n\u00e3o foi exigida pela Fepam \u2013 \u00f3rg\u00e3o muitas vezes zeloso quando se trata de pequenas empresas nacionais.<\/p>\n<p align=\"left\">Renato das Chagas, engenheiro qu\u00edmico da Fepam, defende que os estudos apresentados pela empresa foram suficientes para liber\u00e1-la de tal obriga\u00e7\u00e3o legal. Mas n\u00e3o foi isso que a Justi\u00e7a entendeu. Um m\u00eas depois, a licen\u00e7a foi revogada por uma decis\u00e3o judicial. Mesmo assim, em novembro a Fepam emitiu parecer t\u00e9cnico isentando a Hexion do EIA.<\/p>\n<p align=\"justify\">O pessoal do contra acredita que a empresa exer\u00e7a press\u00f5es em cima da Fepam e que estaria se negando a fazer o estudo porque sabe do perigo que o formalde\u00eddo representa. \u201cSomente esse estudo, que a empresa n\u00e3o quer fazer, poder\u00e1 antever o tamanho do impacto dessa f\u00e1brica ao meio ambiente e a sa\u00fade das pessoas\u201d, afirma Carlos Marchiori, coordenador da ONG Saalve (Sociedade dos Amigos da \u00c1gua Limpa e do Verde).<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/ambienteja\/medglorinha11.jpg?0.07542894998548899\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\"><strong>\u00c1rea onde a empresa deseja se instalar<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">O local onde a Hexion quer instalar sua f\u00e1brica de 2,5 hectares fica pr\u00f3ximo ao Banhado Grande, uma \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental que se estende pelos munic\u00edpios de Gravata\u00ed, Santo Ant\u00f4nio da Patrulha, Viam\u00e3o e Glorinha, ligado \u00e0 Bacia do Rio Gravata\u00ed.<\/p>\n<p align=\"justify\">Al\u00e9m disso, est\u00e1 bem em cima de um sistema de aq\u00fc\u00edfero cenoz\u00f3ico (era geol\u00f3gica de 65 milh\u00f5es de anos) de onde a empresa planeja retirar \u00e1gua para seu processo industrial. Na primeira fase ser\u00e3o quase 10 mil metros c\u00fabicos por m\u00eas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Andr\u00e9 Rebou\u00e7as, t\u00e9cnico da Hexion explica que a \u00e1gua utilizada vir\u00e1 de 100 metros de profundidade a uma vaz\u00e3o de 20 mil litros por hora. A empresa j\u00e1 tem a outorga do uso dessas \u00e1guas pelo Departamento de Recursos H\u00eddricos da Secretaria de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/ambienteja\/med_glorinha_28.jpg?0.5526189404437722\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\"><strong>Forte aparato policial evitou maiores confus\u00f5es<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">Para Marchiori, a afirma\u00e7\u00e3o trazida pela Hexion de que um ge\u00f3logo paulista garante que h\u00e1 \u00e1gua suficiente no subsolo de Glorinha n\u00e3o tem base e \u00e9 confusa. Ou seja, n\u00e3o diz em que circunst\u00e2ncia esse profissional fez a afirmativa. E o que \u00e9 pior, n\u00e3o existiriam po\u00e7os na regi\u00e3o que produzam ou confirmem tal volume. Segundo o ambientalista, o pr\u00f3prio mapa hidrogeol\u00f3gico do Rio Grande do Sul, feito pelo Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil, demonstra que na \u00e1rea nem sequer h\u00e1 aq\u00fc\u00edferos produtivos.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><span style=\"color: #cc3300\">Seguran\u00e7a m\u00e1xima<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O \u00faltimo movimento dessa batalha aconteceu na quinta-feira (7) durante a Audi\u00eancia P\u00fablica realizada na sede do Glorinha Futebol clube e envolveu um grande aparato policial, com direito a viaturas e at\u00e9 uma ambul\u00e2ncia de prontid\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">Uma multid\u00e3o dividida e uniformizada (a favor da empresa) lotou o gin\u00e1sio para ouvir dos representantes da Hexion detalhes do projeto que ser\u00e1 implantado na cidade. E, entre vaias e aplausos, a r\u00e1pida apresenta\u00e7\u00e3o dos t\u00e9cnicos n\u00e3o convenceu a turma do contra. \u201cEssa empresa representa um alto risco para a popula\u00e7\u00e3o\u201d, alega Eloir Borges, ambientalista e morador de Glorinha, que tem medo de acidentes. Segundo ele, um vazamento prejudicaria milh\u00f5es de pessoas que se abastecem da Bacia do Gravata\u00ed, por exemplo.<\/p>\n<p align=\"justify\">Borges acredita que o povo de Glorinha deve decidir se deseja que a cidade continue sendo conhecida como o \u201cPara\u00edso entre a Serra e o Mar\u201d ou se transforme em uma Gravata\u00ed, altamente industrializada e cercada de polui\u00e7\u00e3o. O argumento de gera\u00e7\u00e3o de empregos, para Borges, n\u00e3o seduz. Ele diz ter certeza que \u201cno m\u00e1ximo ser\u00e3o destinadas duas vagas para o povo local, a de porteiro e de motorista. \u201cO resto vir\u00e1 todo de fora\u201d, diz.<\/p>\n<p align=\"justify\">J\u00e1 para Marcelo Carnevale e sua esposa Daiane Silva dos Santos, a chegada da empresa \u00e9 mais do que bem-vinda. Eles s\u00e3o propriet\u00e1rios de um boteco na frente da Fiberplac, empresa que vai comprar parte da produ\u00e7\u00e3o da Hexion.\u00a0 O entusiasmo \u00e9 tanto que o casal espalhou faixas no entorno do boteco saudando a multinacional.\u00a0 \u201c\u00c9 muita burrice desse povo que est\u00e1 contra\u201d, critica.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/ambienteja\/med_glorinha3.jpg?0.5862101349278047\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\"><strong>Carnevale n\u00e3o entende a burrice do povo contra a empresa<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">Propriet\u00e1rio do bar do Glorinha Futebol Clube, Valtor Cardoso dos Santos, tamb\u00e9m era s\u00f3 entusiasmo. Devidamente uniformizado com a camiseta \u201cHexion, Desenvolvimento e Responsabilidade\u201d, diz n\u00e3o entender essa confus\u00e3o toda em torno da chegada da empresa. \u201cAfinal eles v\u00e3o trazer desenvolvimento para n\u00f3s e a Fepam n\u00e3o vai deixar eles fazerem nada de errado\u201d, diz. \u201cN\u00e3o \u00e9 verdade?\u201d, completa, oferecendo um refri por conta da empresa.<\/p>\n<p align=\"justify\">O engenheiro qu\u00edmico S\u00e9rgio Vanalli abriu o debate. Em pouco mais de 10 minutos tentou explicar ao povo, o que a empresa pretende. Ser\u00e3o investidos US$ 20 milh\u00f5es na unidade que produzir\u00e1 170 mil toneladas\/ano de ur\u00e9icas e fen\u00f3licas, ambas tipos de resinas qu\u00edmicas.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/ambienteja\/med_glorinha23.jpg?0.2402281648955895\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\"><strong>Hexion levou &#8220;torcida organizada&#8221;<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">Sobre efluentes, Vanalli garantiu, sob risos e vaias, que todo ele ser\u00e1 reciclado no processo produtivo. \u201cN\u00e3o ser\u00e3o lan\u00e7ados em corpos d\u2019\u00e1gua, nem na superf\u00edcie, tampouco evaporados ou infiltrados\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">O engenheiro ainda fez uma an\u00e1lise de riscos. Num eventual vazamento, uma bacia de conten\u00e7\u00e3o de um milh\u00e3o de litros resolver\u00e1 o problema e ainda servir\u00e1 para coletar e tratar os efluentes antes de serem reaproveitados.<\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/ambienteja\/med_glorinha16.jpg?0.2004020954016119\" border=\"0\" alt=\"\" hspace=\"0\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><span style=\"color: #666666;font-size: xx-small\">Empresa garantiu copa livre aos presentes<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Com rela\u00e7\u00e3o aos res\u00edduos s\u00f3lidos, admitiu que se tratam de res\u00edduos perigosos, mas \u201cque ser\u00e3o devidamente classificados, acondicionados e encaminhados a destina\u00e7\u00e3o adequada conforme a legisla\u00e7\u00e3o vigente\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><span style=\"color: #cc3300\">Compara\u00e7\u00e3o pat\u00e9tica<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Jos\u00e9 Fl\u00e1vio Soares, morador de Glorinha h\u00e1 48 anos, pegou no microfone e questionou Vanalli sobre os perigos do formalde\u00eddo. Queria saber se \u201cesse neg\u00f3cio de c\u00e2ncer \u00e9 verdadeiro mesmo\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">Apesar da humilde figura, levantou a plat\u00e9ia ao questionar os representantes da Fepam, presentes ao evento, sobre as raz\u00f5es dela n\u00e3o ter exigido da Hexion o EIA. Ele parecia assustado a ponto de comparar os riscos de um acidente industrial com o risco de estar sentado em uma cadeira e a mesma quebrar de repente. \u201c O formalde\u00eddo tem uma coisa boa que \u00e9 o forte cheiro. Se a gente sente, j\u00e1 sabe que algo est\u00e1 errado\u201d, concluiu.<\/p>\n<p align=\"justify\">Recentemente, a Ag\u00eancia de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental dos EUA, fez uma avalia\u00e7\u00e3o confirmando positivamente a carcinogenicidade do formalde\u00eddo em humanos. Assim como o Centro Internacional de Pesquisas sobre o C\u00e2ncer (Circ), que concluiu que n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas sobre o seu potencial cancer\u00edgeno.<\/p>\n<p align=\"justify\">J\u00e1 Renato das Chagas, pela Fepam, reafirmou que o \u00f3rg\u00e3o ambiental \u201cn\u00e3o achou necess\u00e1rio que a empresa realizasse o estudo de impacto ambiental previamente, mas que a Fepam estaria presente a este evento justamente para reavaliar a situa\u00e7\u00e3o, e se, assim julgar, poder\u00e1 exigir o EIA\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">C\u00edcerto L. da Silva, gerente da Hexion interveio na apresenta\u00e7\u00e3o do engenheiro para afirmar que se o EIA-Rima for exigido, a empresa o far\u00e1. \u201cA empresa est\u00e1 comprometida com o meio ambiente\u201d.<\/p>\n<p align=\"justify\">\u201cA verdade, \u00e9 que ela n\u00e3o tem, e nunca teve esse tipo de interesse\u201d, rebate Marchiori. De acordo com o ambientalista, uma ind\u00fastria qu\u00edmica de alto potencial poluidor na APA, que representa a zona de amortecimento da unidade de conserva\u00e7\u00e3o, sem o EIA-Rima, seria um atentado ao Princ\u00edpio da Precau\u00e7\u00e3o consagrado durante a Eco 92.<\/p>\n<p align=\"justify\">Osmar Rodrigues, morador e representante da Legi\u00e3o da Boa Vontade no munic\u00edpio, bateu forte e arrancou aplausos. \u201cOuvi um mont\u00e3o de n\u00fameros, mas o que importa s\u00e3o as pessoas e at\u00e9 agora n\u00e3o estou convencido de nada\u201d, declarou.<\/p>\n<p align=\"justify\">T\u00e2nia Peixoto, presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Defesa do Rio Gravata\u00ed, lembrou que a Ind\u00fastria Qu\u00edmica \u00e9 respons\u00e1vel por grandes acidentes em todo o mundo e questionou novamente qual o artigo da Constitui\u00e7\u00e3o que classifica a Hexion como isenta de apresentar um EIA-Rima. \u201cQueremos que a lei seja cumprida\u201d. Desta vez, Chagas silenciou.<\/p>\n<p align=\"justify\">Combatente em v\u00e1rias frentes, Edi Xavier Fonseca, da Agapan ,tamb\u00e9m marcou presen\u00e7a. Considerou grave a n\u00e3o \u2013exig\u00eancia de estudo de impacto ambiental e se disse \u201cestarrecida\u201d com a Fepam. \u201cGlorinha n\u00e3o est\u00e1 isolada do mundo, faz parte de uma regi\u00e3o na qual a polui\u00e7\u00e3o alcan\u00e7a pelo ar, pela \u00e1gua e nos preocupa muito essa posi\u00e7\u00e3o da Fepam\u201d, finalizou.<\/p>\n<p align=\"justify\">Agora, Chagas falou. \u201cHoje a empresa est\u00e1 sem licen\u00e7a, era um outro momento e entendemos que era uma posi\u00e7\u00e3o correta. Tomaremos uma decis\u00e3o posterior\u201d, declarou deixando em aberto que a Fepam poder\u00e1, finalmente, exigir o EIA-Rima da multinacional.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Instala\u00e7\u00e3o de ind\u00fastria qu\u00edmica divide munic\u00edpio (Fotos: Carlos Matsubara\/J\u00c1) Carlos Matsubara, especial para o J\u00c1 A ind\u00fastria qu\u00edmica multinacional Hexion amea\u00e7a a cidade ga\u00facha de Glorinha, um para\u00edso a 50 km de Porto Alegre. Ela quer abrir ali uma f\u00e1brica de resinas usadas na ind\u00fastria madeireira, entre elas est\u00e1 o formalde\u00eddo, conhecido como altamente cancer\u00edgeno. 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