{"id":891,"date":"2007-11-17T13:40:39","date_gmt":"2007-11-17T16:40:39","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=891"},"modified":"2007-11-17T13:40:39","modified_gmt":"2007-11-17T16:40:39","slug":"silvicultura-governo-prepara-contra-ataque","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/silvicultura-governo-prepara-contra-ataque\/","title":{"rendered":"Silvicultura &#8211; Governo prepara contra-ataque"},"content":{"rendered":"<p><strong>Carlos Matsubara (Especial para o J\u00c1)<\/strong><br \/>\nA ju\u00edza federal substituta Clarides Rahmier que se prepare para o chumbo grosso que vem por a\u00ed. No dia 13 de novembro, ter\u00e7a-feira, o governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e da Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (Fepam), anunciou que vai recorrer da decis\u00e3o da magistrada da Vara Ambiental da Justi\u00e7a Federal de Porto Alegre.<br \/>\nNa sexta-feira, 9 de novembro, Clarides determinou que a Fepam deixe de emitir qualquer tipo de licenciamento ambiental para empreendimentos ligados \u00e0 Silvicultura, passando a superintend\u00eancia ga\u00facha do Ibama a ser o respons\u00e1vel pelo licenciamento. Apenas neste ano, a Fepam j\u00e1 autorizou o plantio de quase 48 mil hectares e outros 40 mil est\u00e3o na primeira fase do licenciamento.<br \/>\nA liminar pro\u00edbe o \u00f3rg\u00e3o estadual de emitir licen\u00e7as ambientais para implanta\u00e7\u00e3o ou amplia\u00e7\u00e3o de plantios de eucalipto no Pampa. A decis\u00e3o teve como base duas a\u00e7\u00f5es civis p\u00fablicas do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal e das ONGs ambientalistas, Ing\u00e1, Igr\u00e9, Amigos da \u00c1gua Limpa e do Verde, Agapan, entre outras, e pro\u00edbe os plantios mesmo fundamentados com o Estudo e Relat\u00f3rio de Impacto Ambiental (EIA-Rima).  &#8220;Vamos recorrer at\u00e9 a ultima inst\u00e2ncia&#8221;, disse ainda na segunda-feira o titular da Sema, Carlos Otaviano Brenner de Moraes.<br \/>\nO superintendente do Ibama no Estado, Fernando da Costa Marques, disse que o \u00f3rg\u00e3o ambiental encaminhou a liminar ainda ontem \u00e0 Procuradoria Geral do Ibama e a Diretoria de Licenciamento Ambiental, em Bras\u00edlia para decis\u00e3o de recorrer ou n\u00e3o da Justi\u00e7a.  Se o Ibama acatar a liminar, Marques garante que a superintend\u00eancia ga\u00facha dar\u00e1 conta do recado. &#8220;Acredito que temos condi\u00e7\u00f5es sim, j\u00e1 que temos diversas equipes que podem vir a trabalhar junto, inclusive com t\u00e9cnicos de fora do Estado&#8221;, afirmou. Ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o do Instituto Chico Mendes, o Ibama ga\u00facho ficou com apenas 100 funcion\u00e1rios.<br \/>\nA Aracruz, por meio de sua assessoria de imprensa, lamentou o fato e salientou que &#8220;no curso do processo de licenciamento de suas atividades florestais no Rio Grande do Sul, a empresa observou rigorosamente as leis aplic\u00e1veis e a orienta\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os competentes&#8221;.<br \/>\nA nota diz ainda que a decis\u00e3o judicial de suspender provisoriamente parte dos investimentos no Rio Grande do Sul n\u00e3o levou em conta os extensos estudos ambientais realizados pela Aracruz e que foram exigidos e julgados adequados pelos \u00f3rg\u00e3os a quem, nos termos da lei, compete essa avalia\u00e7\u00e3o, portanto &#8220;pretende recorrer da decis\u00e3o para retomar os compromissos de natureza econ\u00f4mica, social e ambiental assumidos com o Estado do Rio Grande do Sul&#8221;.<br \/>\nO diretor-florestal da Votorantim Celulose e Papel (VCP), Jos\u00e9 Maria de Arruda Mendes Filho adiantou que a defesa da empresa ser\u00e1 baseada num documento assinado pela superintend\u00eancia do Ibama onde o \u00f3rg\u00e3o declara que a Fepam estaria plenamente habilitada ao licenciamento da atividade no Estado. &#8220;O Ibama j\u00e1 havia declarado que iria designar a Fepam para isso&#8221;, ponderou o engenheiro florestal. Ele argumenta que a a\u00e7\u00e3o da ju\u00edza \u00e9 muito subjetiva ao falar da necessidade do EIA-Rima, mas o da VCP j\u00e1 foi feito h\u00e1 um ano. &#8220;Vamos mostrar que estamos dentro da legalidade, al\u00e9m de provar que respeitamos muito mais o meio ambiente do que a pr\u00f3pria lei preconiza&#8221;, revelou.<br \/>\nEle destacou que enquanto a lei permite plantar eucaliptos em 80 hectares de cada 100, a empresa preserva 55 hectares. A VCP tem hoje 100 mil hectares de terras compradas na Metade Sul e destes, deve plantar 45 mil hectares.  &#8220;Se fosse pela lei, poder\u00edamos plantar 80 mil hectares&#8221;.<br \/>\nJ\u00e1 a Stora Enso informou que seguiu na \u00edntegra as normas legais vigentes e um acordo espec\u00edfico feito com o Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual para a implanta\u00e7\u00e3o de todos os seus plantios realizados no Estado em 2006 e 2007. O diretor -florestal da Divis\u00e3o Am\u00e9rica Latina da Stora Enso, Jo\u00e3o Fernando Borges, recorda que a empresa  concluiu em agosto o EIA-Rima de seu empreendimento. O estudo, afirmou o executivo, apresenta um levantamento minucioso dos aspectos ambientais e socioecon\u00f4micos da \u00e1rea do empreendimento e seus impactos. &#8221; O EIA\/Rima j\u00e1 est\u00e1 sendo analisado pela Fepam e ser\u00e1 discutido em audi\u00eancia p\u00fablica agendada para dezembro, como determina a legisla\u00e7\u00e3o para licenciamento ambiental&#8221;, ponderou.<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 liminar emitida pela Justi\u00e7a Federal, Borges salientou que o entendimento da empresa difere em v\u00e1rios pontos daqueles utilizados para justificar a medida e comunicou que a empresa tamb\u00e9m ir\u00e1 recorrer da senten\u00e7a. Sobre a pol\u00eamica com as ONGs, comentou que a Stora Enso &#8220;tem como pol\u00edtica buscar o di\u00e1logo com as ONGs e tem tido \u00eaxito ao discutir quest\u00f5es ambientais relacionadas ao bioma Mata Atl\u00e2ntica&#8221;.  O representante da empresa se disse surpreso que algumas ONGs de Porto Alegre tenham optado por uma A\u00e7\u00e3o Civil, o que levou a discuss\u00e3o sobre o desenvolvimento da Metade Sul para a esfera jur\u00eddica e longe das comunidades que de fato ser\u00e3o impactadas pelo empreendimento. De acordo com Borges, o Brasil e o Rio Grande do Sul j\u00e1 convivem com o eucalipto desde o s\u00e9culo 19. &#8220;\u00c9 de se estranhar usar o princ\u00edpio de precau\u00e7\u00e3o para uma \u00e1rvore que tem sido t\u00e3o amplamente estudada por institui\u00e7\u00f5es de pesquisa em v\u00e1rios pa\u00edses e \u00e9 reconhecida pelos benef\u00edcios que geram \u00e0 sociedade&#8221;, concluiu.<br \/>\n<strong>No Pampa, n\u00e3o!<\/strong><br \/>\nO objetivo das ONGs \u00e9 o de acabar com os poss\u00edveis danos causados pelo plantio de \u00e1rvores ex\u00f3ticas na regi\u00e3o sul, especialmente no bioma Pampa.  C\u00edntia Barenho, do Centro de Estudos Ambientais de Pelotas (CEA), afirma que a decis\u00e3o de Clarides confirma muitos pontos de legalidade e constitucionalidade duvidosa e at\u00e9 inexistentes, que o CEA j\u00e1 havia inclusive alertado em diversas oportunidades.<br \/>\n&#8220;Questionamos as pol\u00edticas de favorecimento que o governo do Estado tem praticado aos empreendimentos poluidores e socialmente negativos ligados a celulose e ao papel&#8221;, lembrou a ambientalista.  Para os membros da ONG de Pelotas, \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o da VCP, a liminar, de certa forma, chega tardia, pois, dizem eles, chega depois da crise na gest\u00e3o ambiental do estado protagonizada pelo autoritarismo desse governo estadual em fun\u00e7\u00e3o das press\u00f5es e amea\u00e7as inaceit\u00e1veis que as empresas fizeram. E ainda, muito depois da tentativa inconstitucional de regulariza\u00e7\u00e3o dos plantios ilegais, em raz\u00e3o de, entre outros motivos, serem autorizados sem a exig\u00eancia constitucional do EIA\/RIMA. &#8220;Por outro lado, demonstra que ainda podemos encontrar a\u00e7\u00f5es institucionais, inclusive no judici\u00e1rio, de forma a n\u00e3o aceitar as flexibiliza\u00e7\u00f5es dos regramentos ambientais, impostas pelas empresas e atendidas pelo atual governo estadual e pelos munic\u00edpios da regi\u00e3o&#8221;, ponderou Antonio Soler e Eugenia Dias, ambientalistas do CEA.<br \/>\nPara os tr\u00eas, a decis\u00e3o \u00e9 prudente em considerar que os impactos ambientais e sociais a serem gerados por tais empreendimentos v\u00e3o al\u00e9m do n\u00edvel local (estadual), anuncio que os ambientalistas h\u00e1 muito fazem, notadamente com rela\u00e7\u00e3o a degrada\u00e7\u00e3o do Bioma Pampa, que se alastra pela Argentina e Uruguai.<br \/>\nPara a presidenta da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Prote\u00e7\u00e3o ao Ambiente Natural (Agapan), Edi Xavier Fonseca, a ju\u00edza n\u00e3o desprestigiou a Fepam, mas sim passou a responsabilidade para todos os \u00f3rg\u00e3os, ou seja, cada um deve assumir a sua parte. &#8220;A Fepam continuar\u00e1 agindo no licenciamento mas o Ibama ter\u00e1 de atuar nas \u00e1reas de fronteira&#8221;, explicou. No entanto, a ambientalista acredita que o Ibama ga\u00facho n\u00e3o ter\u00e1 melhores condi\u00e7\u00f5es de infra-estrutura e recursos do que a pr\u00f3pria Fepam para atuar no licenciamento da Silvicultura. &#8220;A Justi\u00e7a s\u00f3 est\u00e1 cobrando que cada um fa\u00e7a a sua parte&#8221;, concluiu.<br \/>\nJ\u00e1 a ambientalista da Uni\u00e3o Pela Vida (UPV), Maria Elisa, considerou a liminar &#8220;uma medida sensata&#8221;. Segundo ela, n\u00e3o se trata se o Ibama tem ou n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de licenciar os plantios, mas sim de n\u00e3o estar submetido \u00e0s mesmas press\u00f5es que o \u00f3rg\u00e3o estadual est\u00e1. &#8220;N\u00e3o temos nada contra a atividade em si, apenas consideramos indispens\u00e1vel que o zoneamento ambiental seja cumprido&#8221;, disse.<br \/>\nO N\u00facleo Amigos da Terra Brasil (NAT), embora n\u00e3o seja parte nas a\u00e7\u00f5es, acredita que a decis\u00e3o contrribui na amplia\u00e7\u00e3o da discuss\u00e3o, para o n\u00edvel nacional, dos conflitos sociais e ambientais que est\u00e3o acontecendo no Estado em decorr\u00eancia dos planos de expans\u00e3o e ocupa\u00e7\u00e3o territorial pelas grandes empresas de papel e celulose, no bioma Pampa. Conforme sua coordenadora-geral, L\u00facia Ortiz, a decis\u00e3o tamb\u00e9m exp\u00f5e a postura do Governo do Estado e da Fepam que, &#8220;contra a posi\u00e7\u00e3o do seu quadro t\u00e9cnico, vinha favorecendo a implanta\u00e7\u00e3o das atividades destas empresas no RS, desconsiderando o necess\u00e1rio regramento, como o proposto no Zoneamento Ambiental da Silvicultura elaborado pela pr\u00f3pria Fepam, agora corretamente valorizado pela via judicial.&#8221;<br \/>\n<strong>Bioma dividido<br \/>\n<\/strong><br \/>\nPara a efetiva\u00e7\u00e3o dos projetos no Estado, o bioma foi dividido em 3 sub-\u00e1reas por parte das empresas: Aracruz Celulose, Stora Enso e VCP. Devido a abrang\u00eancia dos investimentos e \u00e1reas previstas para a implanta\u00e7\u00e3o da silvicultura, de forma a orientar o licenciamento ambiental, foi proposto um Zoneamento Ambiental para esta atividade por meio de um Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 12\/05\/2006 entre a FEPAM\/SEMA e o Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual. Em nota divulgada \u00e0 imprensa, a ju\u00edza destacou que &#8220;houve um desvio de finalidade na atua\u00e7\u00e3o&#8221; do \u00f3rg\u00e3o ambiental estadual, ao adotar &#8220;como crit\u00e9rio preponderante o porte dos investimentos envolvidos em detrimento dos princ\u00edpios da preven\u00e7\u00e3o e precau\u00e7\u00e3o, indispens\u00e1veis \u00e0 garantida dos difusos interesses s\u00f3cio-ambientais&#8221;. Assim como Maria Elisa, da UPV, a ju\u00edza cr\u00ea que o Ibama, como \u00f3rg\u00e3o federal, estaria afastado das press\u00f5es locais para a concess\u00e3o dessas licen\u00e7as.<br \/>\n<strong><br \/>\nDecis\u00e3o \u00e9 anti-democr\u00e1tica, diz deputado pr\u00f3-silvicultura<\/strong><br \/>\nBerfran Rosado, coordenador da Frente Parlamentar Pr\u00f3-Florestamento da Assembl\u00e9ia Legislativa do Rio Grande do Sul, avalia a liminar da ju\u00edza Clarides, como &#8220;contr\u00e1ria \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o e a tend\u00eancia da legisla\u00e7\u00e3o futura&#8221;. Segundo o deputado, o pr\u00f3prio Governo Federal encaminhou ao Congresso Nacional uma proposta de legisla\u00e7\u00e3o que prega exatamente o sentido contr\u00e1rio da liminar. &#8220;Municipaliza o processo de licenciamento quando o impacto ambiental for restrito ao munic\u00edpio&#8221;, destacou.<br \/>\nEle lembra que nos demais Estados da Federa\u00e7\u00e3o quem decide \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o estadual e que a decis\u00e3o da ju\u00edza \u00e9 uma atitude centralizadora. &#8220;\u00c9 contra os interesse do Estado e das comunidades&#8221;, avaliou. O parlamentar lembrou ainda que a Fepam vem cumprindo todas as prerrogativas da lei, inclusive com a realiza\u00e7\u00e3o de audi\u00eancias p\u00fablicas em cada uma das regi\u00f5es. Rosado entende que a ju\u00edza deve manter um comportamento que se harmonize com os interesses da sociedade. &#8220;Evidente que precisamos garantir os recursos naturais para as futuras gera\u00e7\u00f5es, mas \u00e9 necess\u00e1rio avaliar tamb\u00e9m a compatibilidade com os empreendimentos&#8221;, afirmou.<br \/>\nO deputado criticou a atua\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal no caso. De acordo com ele, o que pode ser cobrado pelo MPF \u00e9 o cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o e isso j\u00e1 vem sendo feito pela Fepam. &#8220;Todos os requisitos legais est\u00e3o sendo rigorosamente cumpridos&#8221;, concluiu.<br \/>\n<strong>Prefeitos da Metade Sul ap\u00f3iam Fepam<\/strong><br \/>\nPrefeitos dos munic\u00edpios da Metade Sul estiveram ontem na sede da Sema, em Porto Alegre e entregaram ao secret\u00e1rio Brenner de Moraes e para a diretora-presidente da Fepam,Ana Pellini, documento de apoio sobre a liminar da ju\u00edza federal.<br \/>\nBrenner de Moraes classificou o apoio como uma importante manifesta\u00e7\u00e3o de solidariedade e afirmou que a Fepam \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o altamente respeitada, reconhecida dentro e fora do Estado pelo seu rigor e compet\u00eancia de seus profissionais. J\u00e1 Ana Pellini, ponderou as rigorosas condi\u00e7\u00f5es impostas para<br \/>\nplantios florestais, considerando as caracter\u00edsticas ambientais das diversas regi\u00f5es do Estado. Estas diretrizes, de acordo com ela, t\u00eam como refer\u00eancia as Conven\u00e7\u00f5es Internacionais que o pa\u00eds \u00e9 signat\u00e1rio, as Constitui\u00e7\u00f5es Federal e Estadual, a legisla\u00e7\u00e3o ambiental e as normas t\u00e9cnicas que estabelecem princ\u00edpios, crit\u00e9rios e indicadores para o manejo de planta\u00e7\u00f5es florestais. &#8220;A decis\u00e3o tira a autonomia do Estado e vamos recorrer em todas as inst\u00e2ncias&#8221;, afirmou, reiterando que a Fepam est\u00e1 tranq\u00fcila, pois sabe que todas as licen\u00e7as foram emitidas com total responsabilidade e cuidado.<br \/>\nDe acordo com o prefeito de Arroio Grande e presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios da Zona Sul do Estado (Azonasul), Jorge Luiz Cardoso, a atitude \u00e9 extremamente preocupante e pode afastar os investimentos da regi\u00e3o e, conseq\u00fcentemente, a gera\u00e7\u00e3o de empregos e desenvolvimento. &#8220;N\u00e3o entendemos como uma ju\u00edza federal pode barrar os licenciamentos, quando temos no RS um \u00f3rg\u00e3o competente para faze-lo. Perder esses investimentos traria incont\u00e1veis preju\u00edzos a regi\u00e3o Sul&#8221;.<br \/>\n<strong><br \/>\n* Colaborou Luiza Oliveira Barbosa<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carlos Matsubara (Especial para o J\u00c1) A ju\u00edza federal substituta Clarides Rahmier que se prepare para o chumbo grosso que vem por a\u00ed. 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