{"id":908,"date":"2007-12-09T14:02:52","date_gmt":"2007-12-09T17:02:52","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=908"},"modified":"2007-12-09T14:02:52","modified_gmt":"2007-12-09T17:02:52","slug":"sucateamento-dos-orgaos-ambientais-dificulta-o-combate-a-poluicao-do-ar-no-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/sucateamento-dos-orgaos-ambientais-dificulta-o-combate-a-poluicao-do-ar-no-rs\/","title":{"rendered":"Sucateamento dos \u00f3rg\u00e3os ambientais dificulta o combate \u00e0 polui\u00e7\u00e3o do ar no RS"},"content":{"rendered":"<p><strong><span style=\"font-size: x-small\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">A<\/span><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif\">driana Ag\u00fcero, Especial para o J\u00c1<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A estudante de Engenharia Qu\u00edmica, Sabrina Feltes de Moura, apresentou durante o XIX Sal\u00e3o de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica da UFRGS a no final de outubro, uma pesquisa que, mesmo parecendo contradit\u00f3ria, d\u00e1 uma no\u00e7\u00e3o da complexidade do problema da polui\u00e7\u00e3o do ar.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Intitulado \u201cQuantifica\u00e7\u00e3o dos N\u00edveis de Oz\u00f4nio na Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre-RS\u201d, o trabalho identificou que, apesar do aumento da frota, houve redu\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia do oz\u00f4nio entre os anos de 2005 a 2006. O trabalho baseou-se num \u00fanico aparelho de medi\u00e7\u00e3o adquirido gra\u00e7as a um conv\u00eanio com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq). O monitor est\u00e1 instalado em Canoas e faz parte da Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar da Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental Henrique Luiz Roessler &#8211; RS (Fepam).<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Sabrina cr\u00ea que um dos motivos da redu\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de oz\u00f4nio \u00e9 relacionado ao Programa de Controle da Polui\u00e7\u00e3o do Ar por Ve\u00edculos Automotores (Proconve), que submete a testes desde 1986 os novos modelos de carros nacionais e importados, e que tamb\u00e9m exigiu combust\u00edveis de melhor qualidade e a fabrica\u00e7\u00e3o de motores mais eficientes. Nessas duas d\u00e9cadas, o programa conseguiu reduzir a emiss\u00e3o de poluentes em mais de 90% nos autom\u00f3veis e 80% nos caminh\u00f5es. Entre os gases controlados est\u00e3o o mon\u00f3xido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC) e \u00f3xidos de nitrog\u00eanio (NOx). Estes dados foram apresentados no semin\u00e1rio Proconve: Caminho de Sucesso e Tecnologias para o Futuro, realizado pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) em mar\u00e7o de 2006.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A professora-orientadora da pesquisa e t\u00e9cnica da Fepam, Elba Calesso Teixeira, explica que os \u00f3xidos de nitrog\u00eanio s\u00e3o oriundos das fontes m\u00f3veis, ou seja, dos autom\u00f3veis e motocicletas, de onde v\u00eam tamb\u00e9m hidrocarbonetos e part\u00edculas inal\u00e1veis. \u00c0 medida que se reduz a emiss\u00e3o destes \u00f3xidos (NOx) diminui-se a forma\u00e7\u00e3o de oz\u00f4nio. Elba adverte, contudo, que n\u00e3o se pode afirmar que estes foram os \u00fanicos motivos para a queda deste contaminante. \u201cSeriam necess\u00e1rios outros estudos e c\u00e1lculos mais aprofundados, mas essa varia\u00e7\u00e3o n\u00e3o chega a ser uma mudan\u00e7a significativa\u201d, avalia.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Apesar da redu\u00e7\u00e3o, Sabrina indica que os par\u00e2metros nacionais utilizados pela Fepam para classificar a qualidade do ar n\u00e3o se aplicam muito bem \u00e0 realidade ga\u00facha. \u201cEstamos dentro dos padr\u00f5es aceit\u00e1veis pela Legisla\u00e7\u00e3o, mas isso \u00e9 discut\u00edvel, porque ele \u00e9 conveniente para a regi\u00e3o sudeste que possui um pico industrial muito superior\u201d, argumenta a ex-estagi\u00e1ria da Funda\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">O engenheiro qu\u00edmico, Eduardo Rodrigo Ramos de Santana, n\u00e3o discorda. \u201cN\u00f3s obedecemos \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, mas certamente se fossem empregados \u00edndices mais restritivos ter\u00edamos faixas consideradas inadequadas na regi\u00e3o\u201d, afirma.\u00a0 Segundo o t\u00e9cnico, Porto Alegre oscila na m\u00e9dia entre os \u00edndices \u201cbom\u201d \u00e0 \u201cregular\u201d: 70% das vezes a qualidade do ar na capital \u00e9 boa, 25% aponta \u201cregular\u201d e os outros 5% \u201cinadequado\u201d. Para Santana, a adi\u00e7\u00e3o do biocombust\u00edvel (combust\u00edvel renov\u00e1vel e biodegrad\u00e1vel) contribuiu para a diminui\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica. \u201cAntes do Proconve, o diesel metropolitano tinha at\u00e9 2% de enxofre, hoje ele tem menos de 0,1%. Houve uma diminui\u00e7\u00e3o de 20 vezes no teor deste poluente,\u201d informa o t\u00e9cnico da Fepam.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Para o t\u00e9cnico do Departamento de Qualidade do Ar da Fepam, o doutor em Qu\u00edmica, Marcelo Christoff, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mesmo pior do que os n\u00fameros apontam. Ele lembra que a melhora as emiss\u00f5es individuais dos autom\u00f3veis ainda n\u00e3o \u00e9 suficiente para reverter o quadro. \u201cDois ter\u00e7os da nossa frota s\u00e3o de ve\u00edculos antigos com mais de dez anos e que n\u00e3o passam por nenhuma fiscaliza\u00e7\u00e3o\u201d, explica.<\/span><\/p>\n<p class=\"linkbordo\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>Projeto Ar do Sul<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar &#8211; Ar do Sul &#8211; existe h\u00e1 dez anos e prev\u00ea a atividade de monitoramento cont\u00ednuo do ar. Ela \u00e9 composta por nove esta\u00e7\u00f5es fixas que se constituem de um container dotado de equipamentos de an\u00e1lise, al\u00e9m de uma esta\u00e7\u00e3o m\u00f3vel (trailer reboc\u00e1vel) que se desloca at\u00e9 os locais de interesse n\u00e3o cobertos.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A Rede foi viabilizada com recursos do Pr\u00f3-Gua\u00edba e identifica seis poluentes: part\u00edculas totais em suspens\u00e3o (PTS), material particulado inal\u00e1vel (Pl10), di\u00f3xido de enxofre (SO2), di\u00f3xido de nitrog\u00eanio (NO2), oz\u00f4nio (O3) e mon\u00f3xido de carbono (CO). As Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o enviadas a cada 20 min, via on line, para a Central de Monitoramento Autom\u00e1tico da Qualidade do Ar, na sede da Fepam. \u201cA Rede \u00e9 um instrumento de gest\u00e3o ambiental, gerando dados que ficam \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para consulta p\u00fablica na internet, conceitua a coordenadora do Projeto Ar do Sul, Iara Brito Martins.A equipe de cinco t\u00e9cnicos faz a an\u00e1lise dos dados processados, medindo o desempenho de cada esta\u00e7\u00e3o durante o dia. A esta\u00e7\u00e3o manual \u00e9 menos sens\u00edvel que a autom\u00e1tica, porque faz a m\u00e9dia dos poluentes do dia a cada seis dias. Dentro dela existe uma c\u00e2mara com um filtro que ret\u00e9m o material particulado e o SO2. \u201cPara identificar cada tipo de poluente s\u00e3o exigidos \u2018filtros\u2019 apropriados aos monitores da Rede\u201d, esclarece Iara.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Os t\u00e9cnicos da Fepam n\u00e3o sabem precisar quanto da polui\u00e7\u00e3o \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 ind\u00fastria e quanto aos ve\u00edculos automotores. \u201c\u00c9 mais f\u00e1cil controlar um grande poluidor do que cada um dos ve\u00edculos de uma regi\u00e3o\u201d, explica Cristoff. A Fepam concede \u00e0s empresas a licen\u00e7a ambiental onde est\u00e3o previstas o monitoramento cont\u00ednuo das chamin\u00e9s e os limites m\u00e1ximos de emiss\u00e3o previstos. Quando elas ultrapassam s\u00e3o alertadas e, caso a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o se regularize, elas s\u00e3o multadas.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Duas esta\u00e7\u00f5es, localizadas nos munic\u00edpios de Canoas e Esteio, foram adquiridas pela Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) em 2002, mas somente a partir de dezembro de 2005 a Petrobr\u00e1s iniciou o monitoramento cont\u00ednuo. A explica\u00e7\u00e3o para o atraso no envio dos dados foram as dificuldades iniciais do per\u00edodo de adapta\u00e7\u00e3o aos equipamentos, pela falta de quem as operasse, al\u00e9m dos contratempos naturais, como um raio que caiu sobre uma das esta\u00e7\u00f5es. \u201cIsso explica, mas n\u00e3o justifica\u201d, critica Christoff.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Ele explica que antes de serem licenciadas as empresas devem enviar estudos de n\u00edvel de polui\u00e7\u00e3o potencial em fun\u00e7\u00e3o do lugar onde est\u00e3o localizadas para que possam ser tomadas as medidas de controle. Mesmo assim, os t\u00e9cnicos detectaram h\u00e1 dois anos um grande incremento do n\u00famero de di\u00f3xido de enxofre, com n\u00edvel dez vezes maior do que o normal, nas proximidades da Refap. \u201cEste g\u00e1s \u00e9 emitido principalmente pelas grandes fontes poluidoras, mas pode ser obtido tamb\u00e9m em qualquer queima. O perigo \u00e9 que este \u00f3xido se hidrata na atmosfera podendo formar a chuva \u00e1cida, que \u00e9 altamente corrosiva\u201d, explica Christoff.\u201cA concentra\u00e7\u00e3o industrial, o aumento da densidade urbana e o intenso tr\u00e1fego de ve\u00edculos na BR-116 tamb\u00e9m colaboram para que as esta\u00e7\u00f5es de Esteio e Canoas apresentem n\u00edvel regular de qualidade do\u00a0 ar\u201d acrescenta Christoff. Quando ocorrem aumentos bruscos de emiss\u00e3o, a equipe da Qualidade do Ar comunica a dire\u00e7\u00e3o da Fepam. \u201cDe posse dessas informa\u00e7\u00f5es, a empresa \u00e9 acionada e recebe um prazo para se adequar. Caso a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o se reverta e o limite de emiss\u00f5es previsto na licen\u00e7a continue sendo ultrapassado, ela \u00e9 multada\u201d, afirma Santana.<\/span><\/p>\n<p class=\"linkbordo\" align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>Sucateamento ambiental<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A esta\u00e7\u00e3o da Rodovi\u00e1ria, no centro de Porto Alegre, acusou um aumento da concentra\u00e7\u00e3o de material particulado em 2006, mas devido \u00e0 defasagem do aparelho, em 2007 n\u00e3o se obteve nenhum dado sobre os n\u00edveis de emiss\u00e3o deste poluente. \u201cO ideal seria medir todos os contaminantes, mas isso n\u00e3o acontece pela precariedade do setor\u201d, confirma Santana. O material particulado pode ser mais ou menos agressivo, variando de acordo com os metais pesados que o comp\u00f5em. O meteorologista do Projeto Ar do Sul, Fl\u00e1vio Wiegand, explica que a concentra\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico agravante para a sa\u00fade humana. \u201cA composi\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es \u00e9 outro ponto importante para a an\u00e1lise, mas n\u00e3o costuma ser lembrada ou discutida\u201d, informa.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Mesmo com a Rede no Estado, funcion\u00e1rios da Fepam confirmam que os equipamentos est\u00e3o defasados; pelo menos quatro deles est\u00e3o estocados numa das salas do \u00f3rg\u00e3o ambiental aguardando pela manuten\u00e7\u00e3o. Para Santana, dos 39 m\u00f3dulos da Fepam, apenas 40% deles funcionam. Para se ter uma id\u00e9ia, as esta\u00e7\u00f5es foram instaladas em 1997, mas entraram em opera\u00e7\u00e3o apenas no final de 2000 devido a entraves burocr\u00e1ticos.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Al\u00e9m da burocracia, um outro obst\u00e1culo s\u00e3o os altos investimentos exigidos para consertar a Rede. \u201cO kit de manuten\u00e7\u00e3o preventiva anual por m\u00f3dulo custa, por baixo, em torno de $ 2 mil d\u00f3lares; se for necess\u00e1rio consert\u00e1-la, ent\u00e3o, o valor \u00e9 muito superior\u201d, explica Santana. \u201cPara arrumar a casa hoje a Fepam precisaria de um investimento de R$ 2,5 milh\u00f5es; para a manuten\u00e7\u00e3o seriam necess\u00e1rios R$ 400 mil por\u00a0 ano\u201d, estima Santana.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A Fepam realiza a manuten\u00e7\u00e3o preventiva simples a cada duas semanas, mas conforme o engenheiro, uma verdadeira manuten\u00e7\u00e3o exigiria a reposi\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as a cada tr\u00eas, seis e 12 meses, o que n\u00e3o vem sendo feito por falta de verba. Sem recursos pr\u00f3prios para reparar os aparelhos, o t\u00e9cnico esclarece que \u00e0 Fepam resta apenas contar com o dinheiro vindo de licenciamentos e multas aplicadas a empresas privadas. E tendo em vista a declarada crise financeira do Estado, a tend\u00eancia \u00e9 que o problema persista. \u201cDentre todas as pastas, a Ci\u00eancia e Tecnologia \u00e9 a que menos recebe recursos; a do Meio Ambiente vem logo atr\u00e1s em pen\u00faltimo lugar\u201d, completa Christoff.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Christoff mostra-se insatisfeito com a pouca valoriza\u00e7\u00e3o dada \u00e0s atividades desempenhadas para o controle da polui\u00e7\u00e3o e\u00a0 com o sucateamento geral do \u00f3rg\u00e3o do Estado. Al\u00e9m de funcion\u00e1rio da Fepam ele d\u00e1 aulas na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). \u201cO Estado deveria dar mais condi\u00e7\u00f5es para o combate \u00e0 polui\u00e7\u00e3o. Acompanhar a qualidade do ar n\u00e3o \u00e9 um custo, \u00e9 um investimento\u201d, defende.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A boa not\u00edcia \u00e9 que a partir de janeiro de 2008 est\u00e1 previsto um aporte de R$ 700 mil para as pe\u00e7as da Rede Autom\u00e1tica e de R$ 230 mil para corrigir as falhas nos equipamentos. O recurso vir\u00e1 atrav\u00e9s de um estudo desenvolvido entre a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia com a Funda\u00e7\u00e3o de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) da Secretaria de Estado da Ci\u00eancia e Tecnologia para o acompanhamento das emiss\u00f5es do biodiesel.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A Fepam participar\u00e1 com a divulga\u00e7\u00e3o dos dados coletados pelos m\u00f3dulos. \u201cCom este aporte, estimo que pelo menos 70% do maquin\u00e1rio da Rede de Monitoramento volte a funcionar em boas condi\u00e7\u00f5es\u201d, entusiasma-me Santana. Ser\u00e1 comprado tamb\u00e9m um novo aparelho de monitoramento. Segundo o t\u00e9cnico da Fepam, o custo da unidade sai entre R$ 20 mil a 60 mil, variando de acordo com a necessidade de filtros espec\u00edficos para cada um dos poluentes analisados.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Adriana Ag\u00fcero, Especial para o J\u00c1 A estudante de Engenharia Qu\u00edmica, Sabrina Feltes de Moura, apresentou durante o XIX Sal\u00e3o de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica da UFRGS a no final de outubro, uma pesquisa que, mesmo parecendo contradit\u00f3ria, d\u00e1 uma no\u00e7\u00e3o da complexidade do problema da polui\u00e7\u00e3o do ar. 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