{"id":1059,"date":"2006-07-20T13:32:36","date_gmt":"2006-07-20T16:32:36","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=1059"},"modified":"2006-07-20T13:32:36","modified_gmt":"2006-07-20T16:32:36","slug":"de-esposas-a-matronas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/de-esposas-a-matronas\/","title":{"rendered":"De esposas a matronas"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\">\n<p align=\"justify\"><strong>Luciana Kaross*<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">A tradu\u00e7\u00e3o teatral, assim como a tradu\u00e7\u00e3o de poesia, \u00e9 a que tem proporcionado maiores oportunidades de debate. As diverg\u00eancias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 adequa\u00e7\u00e3o dos textos traduzidos, quando comparados ao original, demonstram o quanto ainda \u00e9 preciso estabelecer par\u00e2metros para avaliar as tradu\u00e7\u00f5es de textos teatrais. As cr\u00edticas mais contundentes parecem esquecer que a tradu\u00e7\u00e3o teatral tem dois objetivos distintos: a publica\u00e7\u00e3o e a encena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">A pe\u00e7a <em>The Merry Wives of Windsor<\/em>, de William Shakespeare, que a cole\u00e7\u00e3o L&amp;PM Pockets disponibilizou em meados no ano passado com tradu\u00e7\u00e3o de Mill\u00f4r Fernandes parece perfeita para ilustrar o que acabei de afirmar. Poder-se-ia come\u00e7ar uma an\u00e1lise comparativa pelo t\u00edtulo escolhido pelo tradutor: as Wives (esposas em ingl\u00eas) ganharam muitos e muitos quilos e tornaram-se matronas em seu As Alegres Matronas de Windsor, mas a quest\u00e3o do t\u00edtulo \u00e9 a menos intrigante.<\/p>\n<p align=\"justify\">De todas as diferen\u00e7as \u2013 e elas foram muitas \u2013 que pude anotar entre o texto original e a tradu\u00e7\u00e3o, o que mais chama aten\u00e7\u00e3o foi a cita\u00e7\u00e3o de personagens historicamente distantes no tempo. A personagem Simple se apresenta invocando o nome de Henrique Oitavo. Ora, esta pe\u00e7a \u00e9 protagonizada por John Falstaff, contempor\u00e2neo de Henrique IV, pois Falstaff aparece na pe\u00e7a que leva o nome do rei. Da coroa\u00e7\u00e3o de Henrique IV \u00e0 coroa\u00e7\u00e3o de Henrique VIII h\u00e1 um lapso de tempo de 110 anos. Sendo assim, a personagem n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o conhecia a fama de Henrique VIII como tamb\u00e9m n\u00e3o poderia supor sua futura exist\u00eancia.<\/p>\n<p align=\"justify\">Apesar disso, a tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 bem escrita e tem coer\u00eancia interna. As piadas remontam ao gosto brasileiro, ainda que haja dois ou tr\u00eas exageros na comicidade. Quando observada com lupa, a tradu\u00e7\u00e3o de Mill\u00f4r Fernandes est\u00e1 recheada de pequenos pecados que n\u00e3o comprometem a publica\u00e7\u00e3o. Talvez o pecado maior tenha sido colocar o termo tradu\u00e7\u00e3o na capa quando o mais adequado seria adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luciana Kaross* A tradu\u00e7\u00e3o teatral, assim como a tradu\u00e7\u00e3o de poesia, \u00e9 a que tem proporcionado maiores oportunidades de debate. As diverg\u00eancias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 adequa\u00e7\u00e3o dos textos traduzidos, quando comparados ao original, demonstram o quanto ainda \u00e9 preciso estabelecer par\u00e2metros para avaliar as tradu\u00e7\u00f5es de textos teatrais. 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