{"id":1086,"date":"2007-06-29T14:03:38","date_gmt":"2007-06-29T17:03:38","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=1086"},"modified":"2007-06-29T14:03:38","modified_gmt":"2007-06-29T17:03:38","slug":"empregos-da-silvicultura-ja-chegaram-ao-rs-e-alguns-ja-se-foram-por-falta-de-condicoes-legais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/empregos-da-silvicultura-ja-chegaram-ao-rs-e-alguns-ja-se-foram-por-falta-de-condicoes-legais\/","title":{"rendered":"Empregos da silvicultura j\u00e1 chegaram ao RS, e alguns j\u00e1 se foram por falta de condi\u00e7\u00f5es legais"},"content":{"rendered":"<p><strong>Itamar Pelizzaro, jornalista<\/strong><br \/>\nPorque muitos ga\u00fachos n\u00e3o querem viver como seu pais e v\u00eaem na silvicultura uma alternativa de futuro melhor para os herdeiros<br \/>\nAfirmar que os empregos decorrentes de novos projetos de silvicultura ainda n\u00e3o chegaram \u00e9 um atestado de desinforma\u00e7\u00e3o. Eles chegaram, sim, mas lamentavelmente centenas j\u00e1 se foram, pela indefini\u00e7\u00e3o das regras necess\u00e1rias para a cria\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es legais para os plantios florestais no Estado. N\u00e3o \u00e9 de hoje, o Rio Grande do Sul tem v\u00e1rios munic\u00edpios com economia fortemente baseada no manejo florestal. Somente na cultura da ac\u00e1cia, s\u00e3o pelo menos 50 mil fam\u00edlias que tiram seu sustento dessa \u00e1rvore.<br \/>\nTodo o setor produtivo de base florestal gera cerca de 250 mil postos de trabalho no Estado, segundo dados oficiais. Somente nos \u00faltimos tr\u00eas anos, foram em torno de 31 mil novas vagas criadas. Esses n\u00fameros talvez sejam suficientes para explicar porque, nas recentes audi\u00eancias p\u00fablicas promovidas pela Fepam para debater a proposta de Zoneamento Ambiental da Silvicultura, centenas de trabalhadores defenderam com vigor seus empregos e pediram um estudo mais aprofundado, que contemplasse os aspectos sociecon\u00f4micos, e n\u00e3o apenas o ambiental. Afinal, o estudo apresentado desconsiderou as pessoas e as suas necessidades vitais.<br \/>\nAlguns l\u00edderes sindicais t\u00eam se manifestado contra a gera\u00e7\u00e3o de emprego e comentado sobre condi\u00e7\u00f5es de trabalho que certamente desconhecem. Os trabalhadores florestais s\u00e3o recrutados nas cidades em que se desenvolvem os empreendimentos, e n\u00e3o &#8220;importados&#8221;. Esses empregos oferecem carteira assinada, condi\u00e7\u00f5es dignas de transporte (em \u00f4nibus decentes, em n\u00e3o em caminh\u00f5es) e alimenta\u00e7\u00e3o (comida quente, e n\u00e3o b\u00f3ia-fria), equipamentos de seguran\u00e7a, capacita\u00e7\u00e3o, benef\u00edcios sociais garantidos pela lei (13\u00b0 sal\u00e1rio, INSS, FGTS, f\u00e9rias) e outros, como plano de sa\u00fade privado. Os exemplos est\u00e3o em todas as partes deste Rio Grande, em Santa Catarina e no Paran\u00e1, para n\u00e3o irmos mais longe.<br \/>\nEm face da sataniza\u00e7\u00e3o do eucalipto por alguns grupos nos \u00faltimos dois anos, o Rio Grande p\u00f4s o p\u00e9 no freio, jogando milhares de empregos na corda-bamba. Tudo por causa de uma \u00e1rvore plantada por estas plagas h\u00e1 100 anos, de extraordin\u00e1ria capacidade de adapta\u00e7\u00e3o e produtividade, v\u00edtima do desconhecimento e de crendices. Por causa da desinforma\u00e7\u00e3o ou de informa\u00e7\u00f5es desatualizadas e estudos cient\u00edficos arcaicos e distantes da realidade, est\u00e1 se condenando milhares de pessoas \u00e0 migra\u00e7\u00e3o for\u00e7ada para as cidades grandes, em busca da subsist\u00eancia. Por quest\u00f5es mais ideol\u00f3gicas do que verdadeiramente t\u00e9cnicas, comete-se uma brutal perversidade social.<br \/>\n\u00c9 ineg\u00e1vel a necessidade de preserva\u00e7\u00e3o do Pampa, como tamb\u00e9m \u00e9 ineg\u00e1vel que muitos erros foram cometidos no passado, n\u00e3o somente pelo setor florestal, mas por diferentes setores produtivos que hoje j\u00e1 t\u00eam o ambiente como uma forte valor corporativo. Precisamos ter em mente que o Pampa come\u00e7ou a ser alterado no dia em que os jesu\u00edtas ali introduziram as primeiras cabe\u00e7as de gado. No s\u00e9culo passado, veio o soja, o arroz e outras culturas anuais intensivas. Como conseq\u00fc\u00eancia do manejo incorreto ou da falta de cuidados com o ambiente, banhados sumiram, rios foram completamente assoreados e contaminados pelo uso inadequado de defensivos qu\u00edmicos. Milhares de toneladas de solo sucumbiram \u00e0 eros\u00e3o, imensas crateras nasceram e ponteiam os nossos campos. Tudo sem nenhuma interfer\u00eancia do famigerado eucalipto, uma \u00e1rvore de grandes qualidades e que tanto ajuda o homem do campo fornecendo mat\u00e9ria-prima para casas, galp\u00f5es, cercas, moeir\u00f5es e lenha para a fogueira, sem falar da sua utiliza\u00e7\u00e3o por outras setores econ\u00f4micos.<br \/>\nPara a preserva\u00e7\u00e3o do Pampa, \u00e9 sugerida uma s\u00e9rie de alternativas &#8211; turismo, fruticultura, hortigranjeiros. Para isso, \u00e9 imprescind\u00edvel que se apontem as fontes de recursos para essas boas id\u00e9ias ou elas n\u00e3o passam de ret\u00f3rica. Neste particular, s\u00e3o os investimentos da iniciativa privada que podem ser o emulador de novas atividades econ\u00f4micas que tamb\u00e9m protejam a natureza. Em contr\u00e1rio, as alternativas se tornam impratic\u00e1veis do ponto de vista da sobreviv\u00eancia do homem do campo. O setor florestal tem como pr\u00e1tica hoje plantar um hectare e destinar outro \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o\/recupera\u00e7\u00e3o\/conserva\u00e7\u00e3o. Quem adota tal pr\u00e1tica no pa\u00eds?<br \/>\nO que n\u00e3o se admite mais \u00e9 termos um Rio Grande dividido em dois, com o PIB de munic\u00edpios do Norte duas vezes maior do que em outros do Sul. A Metade Sul precisa de incentivos. N\u00e3o de benef\u00edcios fiscais paternalistas, mas de alternativas reais e concretas para seu desenvolvimento econ\u00f4mico e a possibilidade real de conseguir preservar, conservar e recuperar o ambiente pampeano. Se n\u00e3o for da iniciativa privada, de onde vir\u00e3o os recursos para isso? Das prefeituras? Do tesouro estadual? Da Uni\u00e3o? Todos sabemos que n\u00e3o.<br \/>\nAtribui-se a Arquimedes um axioma interessante &#8211; &#8220;D\u00ea-me uma alavanca e um ponto de apoio e moverei o mundo&#8221; &#8211; que podemos transpor para o Rio Grande de hoje. Os plantios florestais, com todos os cuidados ambientais que a sociedade justamente exige e que o setor de base florestal implementa como poucos no Brasil, est\u00e3o postos como potentes alavancas. Basta \u00e0 sociedade ga\u00facha entender a silvicultura de precis\u00e3o que \u00e9 adotada pelas empresas e exigir sua aplicabilidade correta. Na Metade Sul, poucos querem continuar vivendo como cantou Elis Regina pelos versos de Belchior: &#8220;Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais&#8221;. Muitos t\u00eam o sonho de progredir, sem esquecer as ra\u00edzes e a cultura em que foram criados, mas ir al\u00e9m do que foram seus pais. Caso contr\u00e1rio, o risco das gera\u00e7\u00f5es futuras \u00e9 de continuarem entoando refr\u00f5es pops mais atuais, como dos Engenheiros do Hawa\u00ed: &#8220;Se for preciso, eu volto a ser caudilho \/ Por essa Pampa que ficou pra tr\u00e1s \/ Porque eu n\u00e3o quero deixar pro meu filho \/ A Pampa pobre que herdei de meu pai&#8221;. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Itamar Pelizzaro, jornalista Porque muitos ga\u00fachos n\u00e3o querem viver como seu pais e v\u00eaem na silvicultura uma alternativa de futuro melhor para os herdeiros Afirmar que os empregos decorrentes de novos projetos de silvicultura ainda n\u00e3o chegaram \u00e9 um atestado de desinforma\u00e7\u00e3o. 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