{"id":23868,"date":"2015-08-24T00:28:46","date_gmt":"2015-08-24T03:28:46","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=23868"},"modified":"2015-08-24T00:28:46","modified_gmt":"2015-08-24T03:28:46","slug":"relator-da-oea-defende-novo-marco-regulatorio-para-a-comunicacao-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/relator-da-oea-defende-novo-marco-regulatorio-para-a-comunicacao-no-brasil\/","title":{"rendered":"Relator da OEA defende novo marco regulat\u00f3rio para a comunica\u00e7\u00e3o no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">Bia Barbosa\u00a0<\/span><br \/>\nEm visita ao pa\u00eds, Edison Lanza avaliou que o sistema de m\u00eddia brasileiro n\u00e3o garante a diversidade e o pluralismo pol\u00edtico<br \/>\nNa \u00faltima semana, o Relator Especial para a Liberdade de Express\u00e3o da OEA (Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Americanos), o uruguaio Edison Lanza, esteve no Brasil. Al\u00e9m de participar de dois semin\u00e1rios promovidos por organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil \u2013 entre elas o Intervozes \u2013, Lanza teve uma importante agenda de reuni\u00f5es com o governo federal e com os movimentos sociais. O objetivo: contribuir para destravar a agenda de constru\u00e7\u00e3o de um novo marco regulat\u00f3rio para as comunica\u00e7\u00f5es no pa\u00eds.<br \/>\nEm suas palestras e entrevistas, assim como nas audi\u00eancias com os ministros Juca Ferreira (Cultura), Edinho Silva (Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica) e Ricardo Berzoini (Comunica\u00e7\u00f5es &#8211; foto), Lanza reafirmou a necessidade dos Estados contarem com leis, mecanismos e \u00f3rg\u00e3os independentes de regula\u00e7\u00e3o que sejam capazes de garantir a diversidade e o pluralismo nos meios de comunica\u00e7\u00f5es e o exerc\u00edcio da liberdade de express\u00e3o pelo conjunto da popula\u00e7\u00e3o.<br \/>\n\u201cO Brasil postergou a ado\u00e7\u00e3o de medidas concretas. Pelas den\u00fancias que recebemos da sociedade civil, o Pa\u00eds tem um sistema muito concentrado, sobretudo na TV aberta. H\u00e1 muitas r\u00e1dios controladas por pol\u00edticos e o setor comunit\u00e1rio permanece exclu\u00eddo. A legisla\u00e7\u00e3o para as r\u00e1dios comunit\u00e1rias \u00e9 deficit\u00e1ria, pois imp\u00f5e limites de alcance e restringe o financiamento pela publicidade\u201d, declarou o relator \u00e0 Carta Capital. Para Lanza, a concentra\u00e7\u00e3o da propriedade dos meios no Brasil e na regi\u00e3o, somada \u00e0 aus\u00eancia de sistemas p\u00fablicos de comunica\u00e7\u00e3o fortalecidos, \u201ctem implica\u00e7\u00f5es no processo democr\u00e1tico, pois um dos pressupostos da democracia \u00e9 o pluralismo pol\u00edtico, a diversidade de vozes. H\u00e1 uma clara necessidade de incluir mais atores\u201d, afirmou.<br \/>\nEm semin\u00e1rio na Universidade de Bras\u00edlia, Lanza destacou que o pa\u00eds perdeu algumas oportunidades para democratizar o setor. Ele relatou que, desde 1985, a Corte Interamericana de Direitos Humanos entende que os oligop\u00f3lios atuam contra a liberdade de express\u00e3o. E que a Declara\u00e7\u00e3o de Princ\u00edpios sobre o tema, aprovada pela Comiss\u00e3o, desde o ano 2000 afirma que os Estados tem obriga\u00e7\u00e3o de limitar a concentra\u00e7\u00e3o dos meios. \u201cSe isso tivesse sido aplicado, ter\u00edamos outro quadro\u201d, disse.<br \/>\nA relatoria aproveitou para lembrar, uma vez mais, que a liberdade de express\u00e3o \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para o exerc\u00edcio de outros direitos; por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 um direito absoluto, que pode ser limitado pelo que est\u00e1 previsto no direito internacional. \u201cTer um sistema plural de comunica\u00e7\u00e3o no pa\u00eds \u00e9 uma dessas previs\u00f5es, assim como a prote\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes e a incita\u00e7\u00e3o ao \u00f3dio. \u00c9 falso entender qualquer regula\u00e7\u00e3o como censura. A discuss\u00e3o depende de como se constr\u00f3i a proposi\u00e7\u00e3o de regula\u00e7\u00e3o e como se considera os padr\u00f5es internacionais\u201d, explicou.<br \/>\nE acrescentou: \u201cEste \u00e9 um processo que deve ser feito com participa\u00e7\u00e3o popular. Se o Brasil construiu de maneira t\u00e3o exemplar o Marco Civil da Internet, por que n\u00e3o consegue fazer o mesmo para atualizar o marco da radiodifus\u00e3o?\u201d, questionou Edison Lanza.<br \/>\n<span class=\"intermenos\">O retorno do governo\u00a0<\/span><br \/>\nA pergunta acima foi feita, em formato de sugest\u00e3o, ao governo federal. Com o ministro Edinho Silva, Lanza tratou da import\u00e2ncia do fortalecimento dos meios p\u00fablicos, de seu desenho institucional \u2013 que precisa ter autonomia em rela\u00e7\u00e3o ao governo, incluindo a forma como s\u00e3o escolhidos os dirigentes das emissoras p\u00fablicas de comunica\u00e7\u00e3o \u2013 e da necessidade das verbas p\u00fablicas de publicidade serem distribu\u00eddas tamb\u00e9m com base em crit\u00e9rios de est\u00edmulo \u00e0 diversidade e \u00e0 pluralidade. Edinho se comprometeu a analisar um estudo da Unesco, indicado pelo relator, sobre padr\u00f5es internacionais de sustentabilidade da m\u00eddia, al\u00e9m da lei sobre publicidade oficial recentemente aprovada pelo Uruguai, considerada um bom modelo.<br \/>\nDo ministro Berzoini, Edison Lanza soube que o governo pretende trabalhar com uma articula\u00e7\u00e3o dos minist\u00e9rios da Cultura, Comunica\u00e7\u00f5es, Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o Social e Secretaria Geral da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica para construir \u201ca opini\u00e3o\u201d da gest\u00e3o Dilma sobre \u201ca quest\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o\u201d. A proposta j\u00e1 havia sido feita ao ministro pelo FNDC (F\u00f3rum Nacional pela Democratiza\u00e7\u00e3o da Comunica\u00e7\u00e3o), no in\u00edcio do ano. Incrivelmente, o governo como um todo parece n\u00e3o estar convencido de que parte significativa da crise que enfrenta \u00e9 porque se acovardou, nos \u00faltimos 12 anos, a alterar a estrutura do sistema midi\u00e1tico brasileiro&#8230;<br \/>\nBerzoini \u00e9 um dos poucos que tem consci\u00eancia sobre isso. Para ele, uma abordagem internacional, como a da Relatoria da OEA para a Liberdade de Express\u00e3o, pode ajudar o governo a fazer o debate sobre um novo marco regulat\u00f3rio para o setor no Brasil. O MiniCom est\u00e1 organizando, para novembro, um evento internacional para ouvir especialistas e experi\u00eancias de outros pa\u00edses sobre regula\u00e7\u00e3o dos meios. Edison Lanza pode voltar ao pa\u00eds na ocasi\u00e3o.<br \/>\nAt\u00e9 l\u00e1, espera um convite do governo brasileiro para uma miss\u00e3o oficial ao Brasil, o que lhe permitiria viajar pelo territ\u00f3rio durante alguns dias e elaborar um informe mais global sobre a garantia \u2013 ou n\u00e3o \u2013 da liberdade de express\u00e3o no pa\u00eds. Enquanto isso n\u00e3o acontece, as organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil e movimentos que se reuniram com o relator se comprometeram a manter a Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos bem informada sobre os desafios enfrentados por aqui. E eles n\u00e3o s\u00e3o poucos.<br \/>\n<strong>* Bia Barbosa \u00e9 jornalista, especialista em direitos humanos e integrante da Coordena\u00e7\u00e3o do Intervozes.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bia Barbosa\u00a0 Em visita ao pa\u00eds, Edison Lanza avaliou que o sistema de m\u00eddia brasileiro n\u00e3o garante a diversidade e o pluralismo pol\u00edtico Na \u00faltima semana, o Relator Especial para a Liberdade de Express\u00e3o da OEA (Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Americanos), o uruguaio Edison Lanza, esteve no Brasil. 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