{"id":41649,"date":"2016-11-23T13:46:39","date_gmt":"2016-11-23T16:46:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=41649"},"modified":"2016-11-23T13:46:39","modified_gmt":"2016-11-23T16:46:39","slug":"extinguir-a-fee-e-uma-agressao-ao-povo-gaucho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/extinguir-a-fee-e-uma-agressao-ao-povo-gaucho\/","title":{"rendered":"Extinguir a FEE \u00e9 uma agress\u00e3o ao povo ga\u00facho"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 25 anos, tive a honra de assumir a Presid\u00eancia da Funda\u00e7\u00e3o de Economia e Estat\u00edstica Siegfried Emanuel Heuser, a FEE, cargo que ocupei por dois anos. Viv\u00edamos um momento dif\u00edcil para o sistema de estat\u00edstica nacional, pois o ent\u00e3o Presidente Fernando Collor havia decidido, com o objetivo de reduzir gastos da Uni\u00e3o, promover cortes expressivos no or\u00e7amento e no quadro funcional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica, o IBGE. Pesquisadores e gestores p\u00fablicos que viveram aquele per\u00edodo conhecem bem os estragos resultantes, sendo a n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o do Censo Demogr\u00e1fico em 1990 um dos mais eloquentes.<br \/>\nEm 21 de novembro de 2016, o governador Ivo Sartori, em uma repeti\u00e7\u00e3o tr\u00e1gica e t\u00e3o equivocada quanto aquelas decis\u00f5es do Governo Collor, anunciou a extin\u00e7\u00e3o da FEE, no \u00e2mbito de um pacote de privatiza\u00e7\u00e3o \u00a0de funda\u00e7\u00f5es e empresas no Estado do Rio Grande do Sul.\u00a0 Essa decis\u00e3o causar\u00e1 uma irrevers\u00edvel destrui\u00e7\u00e3o do sistema de estat\u00edsticas ga\u00facho, e ter\u00e1 um impacto irrelevante sobre as contas p\u00fablicas pois a FEE custa menos de 0,08% do or\u00e7amento do Estado.<br \/>\nPor 43 anos, a FEE tem produzido estat\u00edsticas e indicadores metodologicamente consistentes e socialmente confi\u00e1veis, atributos fundamentais a um instituto p\u00fablico de pesquisa. Se hoje o Rio Grande do Sul disp\u00f5e de uma matriz insumo-produto, de indicadores sobre o agroneg\u00f3cio, de estimativas do PIB, de \u00edndices de vendas no Com\u00e9rcio e na Ind\u00fastria, que permitem conhecer a estrutura produtiva do Estado e direcionar as pol\u00edticas de est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, \u00e9 porque a FEE os produz. Se dispomos de estimativas municipais de popula\u00e7\u00e3o, que propiciam conhecer a demanda por servi\u00e7os p\u00fablicos pelos ga\u00fachos, para atend\u00ea-los mais adequadamente, \u00e9 porque a FEE as organizou. Se temos o retrato do mercado de trabalho metropolitano, \u00e9 porque a FEE o constr\u00f3i, mensalmente.<br \/>\nPara produzir todos esses indicadores, a FEE estabeleceu parcerias com institui\u00e7\u00f5es e \u00f3rg\u00e3os governamentais, al\u00e9m de \u00f3rg\u00e3os de representa\u00e7\u00e3o setorial, ga\u00fachos e nacionais. Destaco essas parcerias porque elas s\u00e3o express\u00e3o do respeito que a FEE construiu junto \u00e0 comunidade cient\u00edfica e estat\u00edstica, aos gestores p\u00fablicos e \u00e0 sociedade ga\u00facha ao longo de sua hist\u00f3ria, al\u00e9m de mostrarem o empenho do corpo t\u00e9cnico da institui\u00e7\u00e3o para dialogar e construir indicadores capazes de retratar, da forma mais adequada poss\u00edvel, a realidade que os atores envolvidos querem e precisam conhecer.<br \/>\nA proposta de extin\u00e7\u00e3o da FEE \u00e9, por todos os \u00e2ngulos que analisemos, um enorme equ\u00edvoco. Mais que um equ\u00edvoco \u00e9 um grave dano ao Estado e \u00e0 sociedade ga\u00fachos. S\u00e9ries hist\u00f3ricas se perder\u00e3o, informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias ao planejamento das a\u00e7\u00f5es p\u00fablicas deixar\u00e3o de existir, o conhecimento sobre a realidade produtiva e social do Estado escassear\u00e1. Quando o governo ou a sociedade quiser planejar suas a\u00e7\u00f5es, far\u00e1 o que?\u00a0Contratar\u00e1 empresas de consultoria privadas, que cobrar\u00e3o pelos servi\u00e7os que antes eram prestados, com autonomia e qualidade, pela FEE?<br \/>\nCabe perguntar por que a extin\u00e7\u00e3o da FEE? Por que esse verdadeiro\u00a0 atentado ao patrim\u00f4nio dos ga\u00fachos j\u00e1 que a extin\u00e7\u00e3o da FEE n\u00e3o contribui para a melhoria das contas p\u00fablicas?\u00a0 Ser\u00e1 a dificuldade de lidar com a transpar\u00eancia que os dados trazem?<br \/>\nInfelizmente, a conjuntura recente tem se mostrado pr\u00f3diga em pontes e caminhos que prometem o futuro, mas nos conduzem a um passado que o Rio Grande do Sul e o Brasil n\u00e3o merecem reviver.<br \/>\nComo ga\u00facha por ado\u00e7\u00e3o e como parte do corpo t\u00e9cnico dessa brilhante institui\u00e7\u00e3o, me somo a todos que, neste momento, bradam contra a extin\u00e7\u00e3o da FEE. Devemos nos opor, mobilizar a sociedade e nossos representantes na Assembleia Legislativa, para evitar que,\u00a0em nome de uma economia p\u00edfia de recursos, comprometamos o conhecimento da realidade do Rio Grande do Sul. \u00c9 hora de\u00a0mostrar\u00a0<em style=\"font-weight: inherit\">\u201cvalor, const\u00e2ncia, nesta \u00edmpia, injusta guerra\u201d<\/em>.<br \/>\n<em>(Publicado originalmente no Sul21)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 25 anos, tive a honra de assumir a Presid\u00eancia da Funda\u00e7\u00e3o de Economia e Estat\u00edstica Siegfried Emanuel Heuser, a FEE, cargo que ocupei por dois anos. 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