{"id":44107,"date":"2017-02-03T12:43:20","date_gmt":"2017-02-03T15:43:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=44107"},"modified":"2017-02-03T12:43:20","modified_gmt":"2017-02-03T15:43:20","slug":"marisa-leticia-lula-a-mulher-e-o-brasil-um-depoimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/marisa-leticia-lula-a-mulher-e-o-brasil-um-depoimento\/","title":{"rendered":"Marisa Let\u00edcia, Lula, a mulher e o Brasil &#8211; um depoimento"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">Benedito Tadeu C\u00e9sar<\/span><br \/>\nS\u00f3 tive poucos e r\u00e1pidos contatos com Marisa Let\u00edcia Lula da Silva, todos na campanha eleitoral de Lula \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, em 1989, na qual participei como coordenador da assessoria de planejamento.<br \/>\nO primeiro, quando pedi para Denise Paran\u00e1 Santos (que depois escreveria a biografia Lula, um brasileiro) acompanhar Marisa em uma entrevista de TV e, depois, para comprar um terno para Lula participar do debate dos presidenci\u00e1veis na TV Bandeirantes.<br \/>\nPara que Marisa aceitasse dar a entrevista, que fazia parte de uma s\u00e9rie na qual foram entrevistadas todas as esposas dos candidatos a presidente,\u00a0 Denise teve que conversar muito com ela e garantir que ela deveria ser apenas ela mesma: uma mulher simples, com ideias pr\u00f3prias, que se dedicava prioritariamente aos filhos e ao marido e que n\u00e3o teria que necessariamente ter respostas prontas sobre como Lula governaria o Brasil ou sobre qual seria o destino da R\u00fassia p\u00f3s Perestroika (ent\u00e3o em curso). Ao final da entrevista, a caminho d\u00e1 loja onde comprariam o termo de Lula, Marisa disse \u00e0 Denise que aquela tinha sido a primeira vez que ela tinha ido a uma entrevista sem que tivessem lhe enchido de informa\u00e7\u00f5es e recomenda\u00e7\u00f5es sobre o PT, o Brasil e o socialismo.<br \/>\nO segundo encontro ocorreu dias depois, quando fui \u00e0 casa de Lula e de Marisa para dali acompanhar Lula ao debate na Band. Lula n\u00e3o queria vestir o termo que Mariza e Denise, a meu pedido, tinham comprado para que ele fosse ao debate. Lula afirmava que ele era um oper\u00e1rio, um metal\u00fargico, e que, por esse motivo, n\u00e3o deveria usar terno. Marisa insistia que ele era um oper\u00e1rio-metal\u00fargico-candidato-\u00e0-presidente-da-Rep\u00fablica e que um presidente da Rep\u00fablica, mesmo oper\u00e1rio-metal\u00fargico, quando exerce o mandato presidencial ou quando fala ao pa\u00eds usa terno e gravata e n\u00e3o a camiseta suada do trabalho. Nada o convencia, entretanto. Ele dizia que o terno azul claro, ideal para contrastar com o fundo do cen\u00e1rio e as luzes do est\u00fadio, fazia com que ele esclarecesse com um periquito. Marisa, ent\u00e3o, foi at\u00e9 a cozinha e chamou a v\u00f3 (na verdade a m\u00e3e do seu primeiro marido e v\u00f3 apenas de Marcos Cl\u00e1udio), que arrumava a lou\u00e7a, para que ela olhasse Lula, vestido a contra gosto no terno e na gravata, e desse seu veredito. A press\u00e3o de Marisa e da v\u00f3 foram decisivas: Lula vestiu terno pela primeira vez em um programa de TV e, nem por isso, deixou de ser o oper\u00e1rio metal\u00fargico que sempre foi &#8211; que continuou sendo durante os dois mandatos na Presid\u00eancia da Rep\u00fablica e que \u00e9 at\u00e9 hoje.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Benedito Tadeu C\u00e9sar S\u00f3 tive poucos e r\u00e1pidos contatos com Marisa Let\u00edcia Lula da Silva, todos na campanha eleitoral de Lula \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, em 1989, na qual participei como coordenador da assessoria de planejamento. 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