{"id":44853,"date":"2017-02-20T12:07:57","date_gmt":"2017-02-20T15:07:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=44853"},"modified":"2017-02-20T12:07:57","modified_gmt":"2017-02-20T15:07:57","slug":"os-novos-pobres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/os-novos-pobres\/","title":{"rendered":"Os novos pobres"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">Geraldo Hasse<\/span><br \/>\nSaiu no jornal O Globo do Rio um relat\u00f3rio do Banco Mundial sobre o recrudescimento da pobreza do Brasil.<br \/>\nO rev\u00e9s recome\u00e7ou em 2015, intensificou-se em 2016 e deve manter-se em 2017 e nos pr\u00f3ximos anos, caso n\u00e3o sejam adotadas medidas que levem \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da economia, sem o que n\u00e3o se abrir\u00e3o novamente as portas dos mercados de trabalho.<br \/>\nSegundo o estudo, que na realidade se baseia em dados da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD 2015), do IBGE, o n\u00famero de pessoas vivendo na pobreza no Brasil aumentar\u00e1 entre 2,5 milh\u00f5es e 3,6 milh\u00f5es at\u00e9 o fim deste ano.<br \/>\nA diferen\u00e7a de 1,1 milh\u00e3o entre as duas estimativas depende do comportamento da economia.<br \/>\nSe a recess\u00e3o continuar, o n\u00famero de pobres chegar\u00e1 a 20,9 milh\u00f5es, sendo 9,4 milh\u00f5es em estado de mis\u00e9ria. Se a economia der uma arribada, os pobres ficar\u00e3o em 19,8 milh\u00f5es (8,5 milh\u00f5es de miser\u00e1veis).<br \/>\nOs \u201cnovos pobres\u201d, assim chamados porque estavam acima da linha da pobreza em 2015 e j\u00e1 ca\u00edram ou cair\u00e3o abaixo dela neste ano, s\u00e3o na maioria adultos jovens, habitantes (90%) de \u00e1reas urbanas e 58,8% deles estavam formalmente empregados at\u00e9 2015.<br \/>\n\u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o que se configura como trag\u00e9dia num pa\u00eds marcado historicamente por gritantes desigualdades sociais e regionais.<br \/>\nO perfil dos \u201cnovos pobres\u201d \u00e9 bastante diferenciado dos \u201cestruturalmente pobres\u201d, aqueles que j\u00e1 viviam em condi\u00e7\u00e3o de pobreza em 2015 e continuam nessa situa\u00e7\u00e3o, no conceito formulado pelo Banco Mundial.<br \/>\nA parcela dos \u201cpobres estruturais\u201d \u00e9 10% mais velha (m\u00e9dia de 41 anos de idade entre os chefes de fam\u00edlia), menos escolarizada (17,5% com ensino m\u00e9dio ou mais, contra 37% dos novos pobres), e tem presen\u00e7a importante na \u00e1rea rural (36%), onde as atividades agr\u00edcolas v\u00eam mantendo as pessoas empregadas.<br \/>\nEntretanto, gra\u00e7as ao seu perfil (destaque para o melhor n\u00edvel educacional), os \u201cnovos pobres\u201d podem ser mais facilmente alcan\u00e7ados por pol\u00edticas de gera\u00e7\u00e3o de renda, acredita o Banco Mundial, que se alia ao Fundo Monet\u00e1rio Internacional no combate \u00e0s desigualdades econ\u00f4micas.<br \/>\nSe quiser reduzir a pobreza extrema aos n\u00edveis de 2015, base mais recente de dados oficiais sobre renda, o governo ter\u00e1 que aumentar o or\u00e7amento do Bolsa Fam\u00edlia este ano para R$ 30,4 bilh\u00f5es no cen\u00e1rio econ\u00f4mico mais otimista e para R$ 31 bilh\u00f5es no quadro mais pessimista, segundo o relat\u00f3rio do Banco Mundial.<br \/>\nPara 2017, o BF disp\u00f5e de R$ 29,8 bilh\u00f5es, consolidando uma redu\u00e7\u00e3o de 10% nos \u00faltimos dois anos (a \u00faltima cifra sobre o BF no final de 2014 era de R$ 33 bilh\u00f5es).<br \/>\nSe o programa n\u00e3o for ampliado, a propor\u00e7\u00e3o de brasileiros em situa\u00e7\u00e3o de mis\u00e9ria subir\u00e1 para 4,2% este ano no cen\u00e1rio otimista e para 4,6% no pessimista.<br \/>\nEm resumo, o n\u00famero de miser\u00e1veis no Brasil est\u00e1 perto nove milh\u00f5es de pessoas \u2013 o mesmo que a popula\u00e7\u00e3o do Estado de Pernambuco.<br \/>\nConclus\u00e3o: enquanto o Brasil vive o primeiro aumento da pobreza ap\u00f3s uma d\u00e9cada de ascens\u00e3o generalizada da renda das camadas mais baixas da popula\u00e7\u00e3o, nem o governo nem a sociedade se deram conta de que a crise social se tornou mais aguda nos \u00faltimos dois anos.<br \/>\nE tudo indica que a situa\u00e7\u00e3o vai continuar se agravando, como se a mis\u00e9ria fosse um mal necess\u00e1rio e inerente \u00e0 hist\u00f3ria da humanidade. Pelo que se v\u00ea nas ruas, as pessoas se comovem mais com um c\u00e3ozinho sendo maltratado do que com ser humano passando fome, frio ou sede.<br \/>\nPor isso \u00e9 bom lembrar que aos pobres n\u00e3o falta s\u00f3 comida. Eles n\u00e3o t\u00eam habita\u00e7\u00e3o decente e carecem das condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas da cidadania: acesso ao mercado de trabalho, a uma instru\u00e7\u00e3o melhor, a transporte coletivo de qualidade e bom atendimento de sa\u00fade p\u00fablica. Roupa nova, esporte, lazer e viagens de turismo s\u00e3o fantasias irrealiz\u00e1veis a curto ou m\u00e9dio prazo.<br \/>\nSe n\u00e3o quiserem catar lixo ou pedir esmola, talvez lhes reste recorrer \u00e0s drogas, um caminho praticamente sem volta.<br \/>\nLEMBRETE DE OCASI\u00c3O<br \/>\n\u201cNunca conheci ningu\u00e9m podre de rico. Mas j\u00e1 vi milhares de pessoas podres de pobre.\u201d<br \/>\nMillor Fernandes (1923-2012)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Geraldo Hasse Saiu no jornal O Globo do Rio um relat\u00f3rio do Banco Mundial sobre o recrudescimento da pobreza do Brasil. 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