{"id":51650,"date":"2017-07-17T19:49:46","date_gmt":"2017-07-17T22:49:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=51650"},"modified":"2017-07-17T19:49:46","modified_gmt":"2017-07-17T22:49:46","slug":"rolando-boldrin-um-brasileiro-sem-mascara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/rolando-boldrin-um-brasileiro-sem-mascara\/","title":{"rendered":"Rolando Boldrin, um brasileiro sem m\u00e1scara"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"m_4274764604667176159article-title\">Ao completar 80 anos, Rolando Boldrin, um caipira ilustrado, liberou sua biografia escrita por Willian Correa e Ricardo Taira, jornalistas da TV Cultura de S\u00e3o Paulo. O livro \u00e9 editado pela Contexto.<\/h2>\n<div class=\"m_4274764604667176159shortcode-content\">\n<div>A hist\u00f3ria \u00e9 muito boa, tipicamente brasileira: conta como o auxiliar de sapateiro de S\u00e3o Joaquim da Barra (SP) se tornou ator, compositor e cantor na cidade de S\u00e3o Paulo, onde chegou em 1958, aos 22 anos de idade.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Desde crian\u00e7a, quando formou uma dupla caipira (Boy e Formiga) com o irm\u00e3o mais velho, Rolando Boldrin sonhava ser ator na pioneira TV Tupi, fundada em setembro de 1950 em S\u00e3o Paulo. Pois o cara chegou l\u00e1, foi entrando pelas beiradas, fez uma ponta aqui, outra ali, e de repente estava trabalhando como coadjuvante ao lado de atrizes como Irene Ravache e Rosamaria Murtinho.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>No filme Doramundo, dirigido por Jo\u00e3o Batista Andrade com base em livro de Geraldo Ferraz, fez um marcante maquinista de trem que tinha por rival o gal\u00e3 Antonio Fagundes.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Entrevistado pelo Roda Viva, da TV Cultura, Boldrin, a cavaleiro em sua imensa experi\u00eancia musical, esclareceu algo que pouca gente percebe na atual barafunda cultural brasileira, onde os interesses comerciais s\u00e3o mais fortes do que melodias e ritmos nativos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u201cNo meu programa, n\u00e3o deixo usar chap\u00e9u de caub\u00f3i americano\u201d, disse ele. Por que? Porque o chap\u00e9u de cow boy \u00e9 da cultura country americana. E tamb\u00e9m a camisa listrada, a cal\u00e7a jeans e a botinha de salto. N\u00e3o \u00e9 birra gratuita contra o imp\u00e9rio americano, apenas coer\u00eancia de um brasileiro disposto a valorizar as coisas aut\u00eanticas deste pa\u00eds.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Afinal, o programa se chama Sr. Brasil. Boldrin sabe como se misturam as coisas, manipulando s\u00edmbolos e conceitos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Segundo Boldrin, a antiga m\u00fasica caipira, de origem rural, foi transformada em \u201csertaneja\u201d por interesse comercial.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Sertaneja aut\u00eantica \u00e9 a m\u00fasica do sert\u00e3o nordestino, afirma ele, sem qualquer emposta\u00e7\u00e3o intelectual.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Por sua vida e obra, Boldrin \u00e9 uma express\u00e3o do Brasil caboclo que sobrevive nas zonas rurais, nos arrabaldes das grandes cidades e nas pequenas comunidades do interior.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Seu programa na TV Cultura, Sr. Brasil, apresentado todo domingo \u00e0s 10 horas, tira do desvio in\u00fameros artistas sem espa\u00e7o nos canais comerciais de r\u00e1dio e TV.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que cantores e compositores reverenciam Boldrin como uma esp\u00e9cie de padrinho da aut\u00eantica m\u00fasica brasileira, o que abrange o bai\u00e3o, o bugio, a catira, o chote, o congo, a guar\u00e2nia, a milonga, o ma\u00e7ambique, a moda de viola, o pagode, a rancheira, a valsa, o xaxado, o vaner\u00e3o e as diversas variantes do samba.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Sim, o samba: surpreendentemente, em seu depoimento \u00e0 Roda Viva, Boldrin revelou gostar de samba de Moreira da Silva, Germano Matias e Adoniran Barbosa.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Sem pose de professor, Boldrin \u00e9 um brasileiro como Paulinho da Viola, Elomar Figueira de Mello, Geraldo Azevedo, Nelson Coelho de Castro, Renato Teixeira e outros representantes de uma cultura massacrada pelos interesses da ind\u00fastria cultural, serva do showbiz americano e afins.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong><em>LEMBRETE DE OCASI\u00c3O<\/em><\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong><em>\u201c&#8230;repetindo os esquemas senhoriais anci\u00e3es, em umas zonas mais que em outras, o interesse privado dos \u2018coron\u00e9is\u2019 ou poderosos locais se sobrep\u00f5e ao desenvolvimento dos interesses p\u00fablicos, gerando formas regionalizadas de despotismo, a impossibilitar, entre outras coisas, a \u2018democracia cultural\u2019. Todavia, parafraseando Zunthor, a cultura popular \u00e9 amacetada, mas imposs\u00edvel de se extirpar, pela acusa\u00e7\u00e3o de heresia religiosa ou paganismo est\u00e9tico.\u201d<\/em><\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong><em>Romildo Sant\u2019Anna \u2013 A MODA \u00c9 VIOLA \u2013 Ensaio de Cantar Caipira, Arte &amp; Ci\u00eancia\/Unimar, 395 p., 2000<\/em><\/strong><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao completar 80 anos, Rolando Boldrin, um caipira ilustrado, liberou sua biografia escrita por Willian Correa e Ricardo Taira, jornalistas da TV Cultura de S\u00e3o Paulo. O livro \u00e9 editado pela Contexto. 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