{"id":60539,"date":"2018-03-14T18:23:23","date_gmt":"2018-03-14T21:23:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=60539"},"modified":"2018-03-14T18:23:23","modified_gmt":"2018-03-14T21:23:23","slug":"famintos-x-obesos-as-duas-faces-do-agro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/famintos-x-obesos-as-duas-faces-do-agro\/","title":{"rendered":"Famintos x obesos: as duas faces do Agro"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">Geraldo Hasse<\/span><br \/>\nToda vez que leio alguma coisa sobre o brasileiro que dirige a FAO, vem \u00e0 minha mem\u00f3ria a reportagem \u201cMeus Queridos Boias Frias\u201d, publicada em outubro de 1976 pela revista\u00a0Veja.<br \/>\nA mat\u00e9ria de seis p\u00e1ginas focalizava o drama dos trabalhadores rurais tempor\u00e1rios, cujo n\u00famero era estimado pelo IBGE em 6,8 milh\u00f5es de pessoas em uma popula\u00e7\u00e3o de 94 milh\u00f5es, cifra do Censo de 1970.<br \/>\nA express\u00e3o que deu t\u00edtulo \u00e0 reportagem fora usada inocentemente pelo governador paulista Paulo Egydio Martins em junho num palanque eleitoral no interior. Como a maioria da plateia era formada por gente humilde da ro\u00e7a, Martins achou que trat\u00e1-los afetuosamente por \u201cboias-frias\u201d geraria uma empatia favor\u00e1vel a ele, filhote da ditadura militar.<br \/>\nMal sabia o pol\u00edtico sem votos, amigo do general Ernesto Geisel, que a express\u00e3o &#8220;boia-fria&#8221; era estigmatizada pelos trabalhadores rurais. Tanto que no norte do Paran\u00e1 fazia sucesso em emissoras de r\u00e1dio uma can\u00e7\u00e3o cuja letra come\u00e7ava assim: &#8220;Meu patr\u00e3o me ofendeu \/ Me chamou de boia-fria\/ N\u00e3o bati na cara\/ Pra n\u00e3o perder o dia&#8221;.<br \/>\nO com\u00edcio de Martins terminou sem incidentes mas, nos anos seguintes, os trabalhadores rurais foram protagonistas de diversos epis\u00f3dios. O mais grave foi em meados de 1984 na pequena cidade de Guariba, onde os rurais promoveram uma rebeli\u00e3o urbana contra a explora\u00e7\u00e3o de seus direitos, incendiaram um carro da Sabesp e entraram em conflito aberto com a Pol\u00edcia Militar, do que resultou uma pessoa morta e v\u00e1rios feridos. A partir daquele momento, os boias frias passaram a ser tratados com mais considera\u00e7\u00e3o pelos governos.<br \/>\nNessa \u00e9poca, Elis Regina, no LP Transversal do Tempo, 1978, transformou em sucesso a can\u00e7\u00e3o Rancho da Goiabada, com letra de Aldyr Blanc e m\u00fasica de Jo\u00e3o Bosco. Come\u00e7ava assim: \u201cOs boias-frias \/ quando tomam umas biritas \/ Espantando a tristeza \/ sonham com bife a cavalo e batata frita&#8230;\u201d<br \/>\nVoltando \u00e0 reportagem de 1976: uma das pessoas entrevistadas fora\u00a0o agr\u00f4nomo Jos\u00e9 Graziano Gomes da Silva, atual diretor geral da FAO (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Agricultura e a Alimenta\u00e7\u00e3o). Na \u00e9poca, ele era professor de economia rural na Faculdade de Agronomia de Botucatu. Os boias frias faziam parte de seus estudos sobre a desigualdade de renda na sociedade brasileira e, particularmente, na zona rural.<br \/>\nGraziano conhecia o problema n\u00e3o apenas como t\u00e9cnico, mas por viv\u00eancia familiar: seu pai Jos\u00e9 Gomes da Silva, tamb\u00e9m agr\u00f4nomo, possu\u00eda uma fazenda de cana na regi\u00e3o de Pirassununga e fora um dos criadores da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Reforma Agr\u00e1ria, com sede em Campinas.<br \/>\nO professor Graziano acabou se transferindo mais tarde para a Unicamp, tornando-se um militante ativo do Partido dos Trabalhadores. Quando da elei\u00e7\u00e3o do presidente Lula, em 2002, o professor-agr\u00f4nomo foi nomeado assessor especial e, como tal, deu a ideia da cria\u00e7\u00e3o do Programa Fome Zero, que come\u00e7ou um esfor\u00e7o legal para reduzir a subnutri\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es rurais e suburbanas. A inspira\u00e7\u00e3o do programa vinha do soci\u00f3logo Herbert de Souza, o Betinho, que havia lan\u00e7ado, em plena ditadura militar, uma campanha para acabar com a fome no Brasil.<br \/>\nO Fome Zero se converteu no Bolsa Fam\u00edlia, programa mantido at\u00e9 hoje, mas sofrendo cortes or\u00e7ament\u00e1rios no governo do vice Michel Temer. A agricultura familiar tamb\u00e9m est\u00e1 sofrendo restri\u00e7\u00f5es oficiais. A reforma agr\u00e1ria est\u00e1 praticamente congelada. Enquanto isso, Jos\u00e9 Graziano segue na luta contra a fome.<br \/>\nQuando foi demitido do Fome Zero por sua intransig\u00eancia, ele\u00a0ganhou como compensa\u00e7\u00e3o um cargo na FAO em Roma. Poderia ter se aposentado por l\u00e1, mas continua na ativa. E chegou ao topo da institui\u00e7\u00e3o mantendo o mesmo discurso em favor da elimina\u00e7\u00e3o da fome n\u00e3o apenas no Brasil, mas no mundo.<br \/>\nNo \u00faltimo dia 6 de mar\u00e7o, em pronunciamento p\u00fablico como diretor geral da FAP, diante de 33 representantes de pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina reunidos na Jamaica, Graziano fez um alerta sobre o grande contraste da atualidade: enquanto a fome ainda afeta cerca de 1 bilh\u00e3o de pessoas situadas na faixa da mis\u00e9ria econ\u00f4mica, a obesidade atinge 650 milh\u00f5es e o sobrepeso, mais de 1,9 bilh\u00f5es de adultos. Em suma, falta comida numa ponta e sobra na outra. H\u00e1 mais pessoas se alimentando mal do que sem alimento.<br \/>\nEm seu discurso, o diretor geral da FAO disse que a combina\u00e7\u00e3o de medidas de prote\u00e7\u00e3o social com o fortalecimento da agricultura familiar, que gera desenvolvimento local e contribui para a dinamiza\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios, \u00e9 a sa\u00edda para reduzir a pobreza rural e enfrentar as diferentes formas de m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o no momento em que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas est\u00e3o afetando profundamente os sistemas agroalimentares em todo o mundo.<br \/>\nUm belo discurso que n\u00e3o ficou s\u00f3 em palavras. Na semana passada, o Fundo Verde do Clima, criado pela FAO, aprovou a primeira proposta de financiamento &#8212; um projeto de US $ 90 milh\u00f5es a ser desenvolvido no Paraguai.<br \/>\n<strong>LEMBRETE DE OCASI\u00c3O<\/strong><br \/>\n<em>\u00a0&#8220;A mem\u00f3ria cumpre um papel fundamental na proposta de reconcilia\u00e7\u00e3o entre a natureza e a sociedade\u201d.<\/em><br \/>\nH\u00e9ctor Ricardo Leis, fil\u00f3sofo argentino, no livro &#8220;A Modernidade Insustent\u00e1vel&#8221; (Vozes, 1999)<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Geraldo Hasse Toda vez que leio alguma coisa sobre o brasileiro que dirige a FAO, vem \u00e0 minha mem\u00f3ria a reportagem \u201cMeus Queridos Boias Frias\u201d, publicada em outubro de 1976 pela revista\u00a0Veja. 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