{"id":70506,"date":"2018-10-21T11:37:15","date_gmt":"2018-10-21T14:37:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=70506"},"modified":"2018-10-21T11:37:15","modified_gmt":"2018-10-21T14:37:15","slug":"catadores-cuidado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/catadores-cuidado\/","title":{"rendered":"Catadores, cuidado"},"content":{"rendered":"<div class=\"gs\">\n<div class=\"\">\n<div id=\":ox\" class=\"ii gt\">\n<div id=\":ow\" class=\"a3s aXjCH \" role=\"gridcell\">\n<div>\n<section class=\"m_363186732434511614bg-body m_363186732434511614mt-5\">\n<div class=\"m_363186732434511614container\">\n<div class=\"m_363186732434511614row\">\n<div class=\"m_363186732434511614col-md-8 m_363186732434511614mb-30 m_363186732434511614offset-md-2\">\n<div class=\"m_363186732434511614corpo-materia\">\n<span class=\"assina\">GERALDO HASSE<\/span><br \/>\n<em>\u201cEi, Tio, tem um real a\u00ed?\u201d<\/em><br \/>\nPara atender a pedidos como esse, h\u00e1 pessoas que carregam algumas moedas. A doa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 solu\u00e7\u00e3o, mas ameniza a situa\u00e7\u00e3o do infeliz e alivia a culpa do doador por viver alguns degraus acima do subemprego.<br \/>\nNo entanto, como as coisas est\u00e3o piorando, cabe perguntar quando chegar\u00e1 o dia em que n\u00e3o bastar\u00e3o moedinhas ou notas de baixo valor para contentar os subtrabalhadores esfarrapados que nos estendem as m\u00e3os, sem esperan\u00e7a em promessas do Mercado de Trabalho ou de algum governo. \u00c9 imposs\u00edvel n\u00e3o reconhecer o aumento do n\u00famero de catadores que v\u00e3o passando com seus carrinhos de compras.<br \/>\nCom base nos dados do Censo de 2010, havia ent\u00e3o 398,3 mil catadores de lixo no pa\u00eds. Segundo o Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea), eles obtinham um ganho m\u00e9dio mensal 10% acima do sal\u00e1rio m\u00ednimo \u2013 hoje seria um pouquinho acima de 1 mil reais. O problema \u00e9 que hoje h\u00e1 mais catadores do que antes e, com a crise econ\u00f4mica, o volume do lixo diminuiu.<br \/>\nEm 1988, um catador precisava de 40 latinhas para reunir um quilo de metal. Hoje, vinte anos depois, para fazer o mesmo quilo do metal recicl\u00e1vel, \u00e9 preciso juntar 70 latinhas, pois elas ficaram mais levianas, menos espessas.<br \/>\nQuanto ao valor recebido, as latinhas deixaram de ser o top de linha da reciclagem. Papel\u00e3o est\u00e1 na frente, seguido pelos pl\u00e1sticos. Garrafa de vidro, junto com o papel jornal, n\u00e3o vale quase nada. Enfim, tamb\u00e9m no valor dos materiais recicl\u00e1veis, quem manda \u00e9 o Mercado.<br \/>\nDesanimado, o catador apela:<br \/>\n<em>\u201cEi, Tio, tem um real a\u00ed?\u201d<\/em><br \/>\nE a\u00ed desponta n\u00edtido o outro lado da moeda: o R$ que come\u00e7ou numa incr\u00edvel paridade com \u00a0o d\u00f3lar (R$ 1,00 para US$ 0,86) nos idos de 1994, marco zero do Plano Real, est\u00e1 valendo menos de um ter\u00e7o do que valia h\u00e1 24 anos.<br \/>\nOu, seja, comparado com a moeda internacional mais cotada no mundo, o real perdeu mais de 200% do seu poder de compra original, coisa que se reflete nas trocas internacionais do Brasil, inclusive na cota\u00e7\u00e3o dos t\u00edtulos que o governo brasileiro coloca no mercado de capitais para financiar a d\u00edvida p\u00fablica, cujo montante se aproxima do total do Produto Interno Brasileiro.<br \/>\nO ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT) bateu nessa tecla durante a campanha eleitoral do primeiro turno: metade do Or\u00e7amento federal est\u00e1 comprometido com o pagamento de juros e amortiza\u00e7\u00f5es da d\u00edvida. N\u00e3o \u00e9 por acaso que investidores estrangeiros est\u00e3o comprando empresas brasileiras ou ocupando espa\u00e7os econ\u00f4micos que poderiam ser preenchidos por capitais nativos.<br \/>\nO interesse p\u00fablico \u00e9 um clich\u00ea jogado no lixo.<br \/>\nO resultado de toda essa brutal desigualdade \u00e9 vis\u00edvel nas ruas, onde se amontoam os pobres diabos que tentam tirar o sustento do lixo descartado pela sociedade estabelecida.<br \/>\n<span class=\"intertit\"><strong>LEMBRETE DE OCASI\u00c3O<\/strong><\/span><br \/>\n<em>\u201cExiste um povo que a bandeira empresta \u00a0<\/em><br \/>\n<em>P&#8217;ra cobrir tanta inf\u00e2mia e cobardia!&#8230; \u00a0<\/em><br \/>\n<em>E deixa-a transformar-se nessa festa \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Em manto impuro de bacante fria!&#8230; \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira \u00e9 esta, \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Que impudente na g\u00e1vea tripudia? \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Sil\u00eancio. \u00a0Musa&#8230; chora, e chora tanto \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Que o pavilh\u00e3o se lave no teu pranto!<\/em><br \/>\n<em>Auriverde pend\u00e3o de minha terra, \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Que a brisa do Brasil beija e balan\u00e7a, \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Estandarte que a luz do sol encerra \u00a0<\/em><br \/>\n<em>E as promessas divinas da esperan\u00e7a&#8230; \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Tu que, da liberdade ap\u00f3s a guerra, \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Foste hasteado dos her\u00f3is na lan\u00e7a \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Antes te houvessem roto na batalha, \u00a0<\/em><br \/>\n<em>Que servires a um povo de mortalha!\u201d<\/em><br \/>\nTrecho do poema Navio Negreiro, de Castro Alves (1847-1871).\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"yj6qo\"><\/div>\n<div class=\"adL\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"adL\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"hi\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GERALDO HASSE \u201cEi, Tio, tem um real a\u00ed?\u201d Para atender a pedidos como esse, h\u00e1 pessoas que carregam algumas moedas. 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