{"id":76992,"date":"2019-09-04T09:34:41","date_gmt":"2019-09-04T12:34:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=76992"},"modified":"2019-09-04T09:34:41","modified_gmt":"2019-09-04T12:34:41","slug":"gleen-greenwald-e-a-vaza-jato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/gleen-greenwald-e-a-vaza-jato\/","title":{"rendered":"Glenn Greenwald e a Vaza Jato"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">raul ellwanger<\/span><br \/>\nGlenn Greenwald conheceu certo tipo de jornalismo brasileiro, na<br \/>\nentrevista \u00e0 TV Cultura de S\u00e3o Paulo.<br \/>\nElaborador da maior fa\u00e7anha jornal\u00edstica das \u00faltimas d\u00e9cadas em nosso pa\u00eds, pois mostrou o uso pol\u00edtico pr\u00e9-intencionado de um setor do Judici\u00e1rio brasileiro (a opera\u00e7\u00e3o org\u00e2nica que impediu um candidato de ser candidato), o norte-americano teve que recorrer a todas suas reservas de paci\u00eancia, toler\u00e2ncia e eleg\u00e2ncia ante a<br \/>\nbarragem de perguntas constrangedoras que suportou.<br \/>\nA reportagem Vaza-jato \u00e9 da mesma fam\u00edlia e magnitude dos casos<br \/>\nWatergate e Snowden, retomando a tradi\u00e7\u00e3o do grande jornalismo de<br \/>\nservi\u00e7o p\u00fablico, de compromisso com a verdade e sem contar com<br \/>\nnenhum grande ve\u00edculo para iniciar sua divulga\u00e7\u00e3o.<br \/>\nPara fazer uma compara\u00e7\u00e3o, basta lembrar mais de dez anos de mau jornalismo que viveu nosso pa\u00eds a partir de 2005, com vazamento ilegal quase di\u00e1rio de<br \/>\nconte\u00fados de processos judiciais protegidos por sigilo, de divulga\u00e7\u00e3o<br \/>\nespalhafatosa de meros boatos ou supostas confiss\u00f5es nunca<br \/>\nreferendadas (casos Palocci e Pinheiro), de promiscuidade e articula\u00e7\u00e3o<br \/>\noperativa entre policiais, promotores, ju\u00edzes, jornalistas e m\u00eddia<br \/>\nmonop\u00f3lica (que operava como agencia de propaganda da Lava-jato).<br \/>\nImaginemos, portanto, meia d\u00fazia de jornalistas martelando duas horas<br \/>\nde ferozes perguntas em TV aberta sobre algum funcion\u00e1rio da fam\u00edlia<br \/>\nMarinho, para que este explicasse como saiam dos autos sigilosos de um<br \/>\nprocesso sob segredo de Justi\u00e7a em Curitiba informa\u00e7\u00f5es que ganhavam<br \/>\nlongos minutos no notici\u00e1rio da mesma noite, muitas vezes sem sequer<br \/>\ntempo h\u00e1bil para fazer tal percurso.<br \/>\nOs entrevistadores do programa Roda Viva perderam a oportunidade de<br \/>\nilustrar seus espectadores, de dar-lhes elementos de an\u00e1lise, de permitir<br \/>\nque usem suas intelig\u00eancias para chegar a conclus\u00f5es pr\u00f3prias.<br \/>\nTendo perdido os momentos iniciais do programa, fiquei estupefato quando o<br \/>\nmesmo andou e terminou sem que os ditos jornalistas tivessem inquirido<br \/>\nGreenwald sobre o conte\u00fado de suas revela\u00e7\u00f5es; sem que tivessem<br \/>\nadentrado e esmiu\u00e7ado aquelas condutas il\u00edcitas de juiz, promotor e<br \/>\npoliciais, que mais deveriam defender a licitude das condutas de agentes<br \/>\np\u00fablicos; sem que se interessassem pelas reiteradas opera\u00e7\u00f5es de<br \/>\nDallagnol em dobradi\u00e7a com a m\u00eddia para caluniar e promover o<br \/>\nlinchamento pr\u00e9vio e o julgamento \u201cnas ruas\u201d de seus alvos e v\u00edtimas<br \/>\nescolhidos com antecipa\u00e7\u00e3o; sem olhar o comando de Moro sobre o<br \/>\nconjunto da obra, desde o inqu\u00e9rito policial at\u00e9 a in\u00e9rcia de seus superiores; sem visualizar o uso controlado do tempo pol\u00edtico para influenciar na elei\u00e7\u00e3o; sem ter curiosidade sobre as articula\u00e7\u00f5es com grupos de opini\u00e3o e press\u00e3o constru\u00eddos adrede; sem averiguar o manejo financeiro articulado desses grupos com v\u00e1rias empresas; sem duvidar do olhar benevolente de Dallagnol sobre estas mesmas empresas que doavam para seus grupos de press\u00e3o; sem olhar o lucro pessoal e o desvio de fun\u00e7\u00e3o da v\u00e1rios operadores.<br \/>\nPois tais jornalistas se dedicaram a cercar o entrevistado com perguntas<br \/>\nou insinua\u00e7\u00f5es de conduta il\u00edcita, de interesse pol\u00edtico, de rancor contra<br \/>\ncerta m\u00eddia, de talvez ter pago pelas informa\u00e7\u00f5es.<br \/>\nDeixaram de lado o gigantesco fato jornal\u00edstico e pol\u00edtico da Vaza-jato, e focaram todas suas baterias na conduta do profissional, na pessoa, no m\u00e9todo de divulga\u00e7\u00e3o.<br \/>\nTentaram desacredita-lo, ao citar reiteradamente sua op\u00e7\u00e3o afetiva ou<br \/>\nantigos trabalhos como advogado. Passaram a formular perguntas<br \/>\nhipot\u00e9ticas, tentando confundir o jornalista-advogado.<br \/>\nPor fim, na fala de um casal, perderam diretamente a compostura e repetiram os<br \/>\nargumentos dos pr\u00f3prios autores dos delitos revelados na Vaza-jato,<br \/>\noperando como ventr\u00edloquos dos pr\u00f3prios indigitados.<br \/>\nA subvers\u00e3o politizada de parte do Judici\u00e1rio brasileiro, revelada pela<br \/>\nreportagem Vaza-jato, n\u00e3o foi objeto do programa Roda Viva. Teria sido<br \/>\num grande, um hist\u00f3rico programa.<br \/>\nEle foi armado para derrubar a pessoa do cidad\u00e3o Glenn. Ficou do mesmo diminuto tamanho e insignific\u00e2ncia de seus operadores, n\u00e3o por acaso alguns deles funcion\u00e1rios das mesmas m\u00eddias involucradas em delitos que procuravam assacar ao entrevistado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>raul ellwanger Glenn Greenwald conheceu certo tipo de jornalismo brasileiro, na entrevista \u00e0 TV Cultura de S\u00e3o Paulo. 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