{"id":82948,"date":"2021-03-14T12:33:01","date_gmt":"2021-03-14T15:33:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/?p=82948"},"modified":"2021-03-14T12:33:01","modified_gmt":"2021-03-14T15:33:01","slug":"enio-squeff-a-morte-de-um-grande-amigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/enio-squeff-a-morte-de-um-grande-amigo\/","title":{"rendered":"ENIO SQUEFF \/ \u00c0 morte de um grande amigo"},"content":{"rendered":"<div dir=\"auto\">\n<figure id=\"attachment_82949\" aria-describedby=\"caption-attachment-82949\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-82949 size-medium\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/03\/img-20210314-wa0007-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/03\/img-20210314-wa0007-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/03\/img-20210314-wa0007-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/03\/img-20210314-wa0007-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/03\/img-20210314-wa0007-768x768.jpg 768w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/03\/img-20210314-wa0007-1200x1200.jpg 1200w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2021\/03\/img-20210314-wa0007.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-82949\" class=\"wp-caption-text\">Foto de 2002 de Rodolfo Ancona Lopez | &#8220;Laerth, acompanhando fotos de alguns quadros, em frente ao ateli\u00ea, em Pinheiros, S\u00e3o Paulo &#8220;<\/figcaption><\/figure>\n<p>Morreu o Laerth Pedrosa, grande amigo, grande conhecedor de arte, um dos homens mais cultos com quem tive a oportunidade de conviver por quase 50 anos. E que sempre me animou na escolha que fiz quando deixei o jornalismo pela arte. Ele me sabia um desenhista, desde os tempos em que nos encontramos em S\u00e3o Paulo para fazer parte da turma que criou a \u201cVeja\u201d (n\u00e3o era a porcaria em que se transformou mais tarde). Quando recebi o convite do Roberto Duailibi para trabalhar na DPZ, queria continuar no jornalismo e sugeri o nome do Laerth. Foi ent\u00e3o que\u00a0 ele se tornou um publicit\u00e1rio de grande sucesso durante o per\u00edodo em que atuou na profiss\u00e3o.<\/p><\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Quando adoeceu, faz alguns anos, senti muito a sua falta. Era o melhor cr\u00edtico de arte que um pintor podia ter. Sua morte n\u00e3o foi a interrup\u00e7\u00e3o de uma vida normal. Quando teve a s\u00edndrome de Korsakoff (diagn\u00f3stico da nossa amiga comum, a psiquiatra pelotense Maria Luiza Silveira), praticamente fechou-se para o mundo. Ontem, dia 12, finalmente, \u201cparou de morrer\u201d como me disse uma vez, meu amigo Newtonm Mizuho Miura.<\/div>\n<div dir=\"auto\">Na verdade talvez seja isso mesmo. Um dia paramos de morrer. Os amigos morrem, h\u00e1 os paneg\u00edricos, mas tudo se resume a nossa paradoxal inconformidade com a morte.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">O Laerth n\u00e3o morreu do que se morre\u00a0 hoje em dia, de coronav\u00edrus, mas porque n\u00e3o aguentou uma pneumonia de que foi acometido na casa de repouso em que foi obrigado a viver, quando ao cabo de um acidente dom\u00e9stico, passou a se locomover numa cadeira de rodas.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Avisado pela querida amiga Dora Kalef, dei a not\u00edcia aos amigos comuns, o Elmar Bones, o Marcius Cortez, o Louren\u00e7o Cazarr\u00e9, \u00e0 pr\u00f3pria Maria Luiza. Chorei amargamente, e me consolei imaginando que ele j\u00e1 n\u00e3o estava feliz em sua vida de cadeirante, mais incapaz que nunca. Sim, admito, se a infelicidade fosse a raz\u00e3o para morrer, n\u00e3o contabilizar\u00edamos, entre os mortos, os muitos que a pandemia produziu. E que alguns bolsonaristas \u2013 sempre eles \u2013 teimam estupidamente em ignorar.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Escrevi \u00e0 Maria Luiza: \u201cestamos cada vez mais solit\u00e1rios nesse mundo\u201d.<\/div>\n<div dir=\"auto\">H\u00e1 muito o Laerth deixara de conviver com os amigos no ateli\u00ea. Mas agora sei que n\u00e3o terei mais a alegria de v\u00ea-lo entrar, ainda que claudicante, em meu mundo, anunciando, talvez, em seu passo incerto, o que aconteceu anteontem e que eu pensei que nunca fosse ocorrer. E constato que a vida est\u00e1 se indo, s\u00f3 que neste nosso Brasil de assassinos, de forma r\u00e1pida, como jamais imaginar\u00edamos.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Agora, nada de suas observa\u00e7\u00f5es sobre a minha pintura, nunca mais. At\u00e9 o encontro dos \u00e1tomos em que todos nos transformaremos, todos, sem mais a consci\u00eancia de que um dia r\u00edamos \u00e0s suas interven\u00e7\u00f5es ir\u00f4nicas e sempre inteligentes.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">O Laerth, mais um amigo querido que entra na Barca de Caronte. Adeus, companheiro, v\u00e1 ao encontro da Ter\u00e3o Chebl, do Rand\u00e1u Marques, do Martinho Lutero, do Carlos Moraes&#8230;<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\"><strong><em>Enio Squeff <\/em><\/strong><em>\u00e9 jornalista e artista pl\u00e1stico.<\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Morreu o Laerth Pedrosa, grande amigo, grande conhecedor de arte, um dos homens mais cultos com quem tive a oportunidade de conviver por quase 50 anos. E que sempre me animou na escolha que fiz quando deixei o jornalismo pela arte. 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