{"id":83139,"date":"2021-07-19T15:48:19","date_gmt":"2021-07-19T18:48:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/?p=83139"},"modified":"2021-07-19T15:49:00","modified_gmt":"2021-07-19T18:49:00","slug":"marcia-turcato-eleicao-2022-cheque-a-informacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/colunas\/marcia-turcato-eleicao-2022-cheque-a-informacao\/","title":{"rendered":"M\u00c1RCIA TURCATO\/ Elei\u00e7\u00e3o 2022, cheque a informa\u00e7\u00e3o!"},"content":{"rendered":"<p><strong>M\u00e1rcia Turcato, de Bras\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>O Facebook j\u00e1 removeu cerca de 850 mil v\u00eddeos com informa\u00e7\u00f5es falsas no Brasil, onde 39% das pessoas que t\u00eam celular utilizam a plataforma como m\u00eddia de compartilhamento de conte\u00fado*.<\/p>\n<p>A desinforma\u00e7\u00e3o, popularmente chamada de fake news, cresce no per\u00edodo eleitoral e se vale das redes sociais pela facilidade de manuseio, o que as tornou populares.<\/p>\n<p>Checar informa\u00e7\u00e3o \u00e9 um trabalho \u00e1rduo frente a montanha de conte\u00fados falsos publicados nas redes sociais diariamente e mais ainda no per\u00edodo eleitoral.<\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 diferente no pleito de 2022. Na verdade, a guerra informacional j\u00e1 come\u00e7ou e as estrat\u00e9gias de desinforma\u00e7\u00e3o, com apoio da tecnologia, est\u00e3o mais sofisticadas. N\u00e3o basta mentir.<\/p>\n<p>Agora s\u00e3o constru\u00eddas novas verdades. A partir de conte\u00fados aut\u00eanticos, dispon\u00edveis na web, \u00e9 poss\u00edvel construir cen\u00e1rios, incluir ou retirar pessoas de um contexto, gravar \u00e1udios com a voz de algu\u00e9m valendo-se de vest\u00edgios de arquivos de voz originais.<\/p>\n<p>Essa desinforma\u00e7\u00e3o sofisticada \u00e9 chamada de Deepfakes, tamb\u00e9m utilizada no seu modo pornogr\u00e1fico para atacar reputa\u00e7\u00f5es e fazer chantagem.<\/p>\n<p>Se em 2020 j\u00e1 foi dif\u00edcil, imagine a batalha comunicacional que acontecer\u00e1 em 2022, na elei\u00e7\u00e3o presidencial. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) est\u00e1 finalizando seu plano de a\u00e7\u00e3o para esse confronto e, no m\u00ednimo, manter\u00e1 as parcerias firmadas na elei\u00e7\u00e3o passada.<\/p>\n<p>Em 2020, o Tribunal trabalhou com nove ag\u00eancias de checagem e formou a \u201cCoaliz\u00e3o para Checagem &#8211; Elei\u00e7\u00f5es 2020\u201d. Participaram do projeto: Ag\u00eancia France Press (AFP), Ag\u00eancia Lupa, Aos Fatos, Boatos.org, Comprova, E-Farsas, Estad\u00e3o Verifica, Fato ou Fake e UOL Confere.<\/p>\n<p>No mesmo ano, o TSE ampliou a estrat\u00e9gia para combater a dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o falsa, ampliando a parceria para mais 60 entidades da \u00e1rea de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es checadas est\u00e3o dispon\u00edveis na p\u00e1gina Fato ou Boato, no portal do TSE. Gra\u00e7as a uma outra parceria, feita com as operadoras de telefonia e o Conexis Brasil Digital, todos os sites do dom\u00ednio da Justi\u00e7a Eleitoral t\u00eam o chamado zero rating, ou seja, podem ser acessados sem cobran\u00e7a ao pacote de dados do celular.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 muito importante porque, quando est\u00e1 sem acesso \u00e0 internet, o usu\u00e1rio n\u00e3o consegue checar a origem da informa\u00e7\u00e3o\u00a0 publicada nas redes sociais.<\/p>\n<p>A iniciativa de checagem de fatos e de fornecimento de informa\u00e7\u00f5es sobre o processo eleitoral do TSE integra o Programa de Enfrentamento \u00e0 Desinforma\u00e7\u00e3o, coordenado pela secret\u00e1ria-geral do Tribunal, Aline Os\u00f3rio.<\/p>\n<p>O Programa \u00e9 permanente e \u00e9 formado apenas pelo pessoal da Corte, n\u00e3o conta com participa\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es convidadas, que poderiam oferecer um novo olhar \u00e0 miss\u00e3o de proteger o processo eleitoral.<\/p>\n<p>Esse n\u00e3o \u00e9 um ambiente da miss\u00e3o institucional do TSE, cujo quadro de pessoal \u00e9 constitu\u00eddo por gente especializada em legisla\u00e7\u00e3o eleitoral e pouco conhece do submundo das redes sociais como ferramenta de desinforma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, partid\u00e1ria e eleitoral.<\/p>\n<p>\u00c9 imprescind\u00edvel a parceria com as ag\u00eancias de checagem e a colabora\u00e7\u00e3o com institui\u00e7\u00f5es de defesa da democracia, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Jornalistas (Fenaj) e a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), por exemplo, que poderiam ser observadores convidados do Programa de Enfrentamento \u00e0 Desinforma\u00e7\u00e3o do Tribunal.<\/p>\n<p><strong>Mem\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>No pleito de 2020, o Facebook e o Instagram removeram 140 mil posts com informa\u00e7\u00f5es erradas intencionalmente sobre data e hor\u00e1rio de vota\u00e7\u00e3o e rejeitou 250 mil conte\u00fados que n\u00e3o informavam ser an\u00fancio eleitoral ou quem estava pagando por eles. No mesmo per\u00edodo, o WhatsApp cancelou contas que dispararam mensagens em massa.<\/p>\n<p>Mais de 4.700 contas de WhatsApp haviam sido denunciadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas\u00a0 a checagem da plataforma reconheceu apenas 1.004 como contas autom\u00e1ticas e elas foram bloqueadas.<\/p>\n<p>O TSE coloca \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do p\u00fablico para checagem da informa\u00e7\u00e3o o n\u00famero de WhatsApp 61.96371078.<\/p>\n<p>O enfrentamento \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas um trabalho de checagem. \u00c9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m regular esse espa\u00e7o, criar regras que disciplinem um ambiente que hoje \u00e9 uma terra sem lei. A regulamenta\u00e7\u00e3o do tema \u00e9 da compet\u00eancia do Congresso Nacional.<\/p>\n<p><strong>PL da Fake News<\/strong><\/p>\n<p>Em 2020, o Senado aprovou o PL 2.630\/2020\u00a0 de combate \u00e0s fake news, que cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transpar\u00eancia na Internet, com normas para as redes sociais e servi\u00e7os de mensagem.<\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 evitar not\u00edcias falsas que possam causar danos individuais ou coletivos e \u00e0 democracia. O texto est\u00e1 agora para na C\u00e2mara dos Deputados, aguardando\u00a0 an\u00e1lise, mas n\u00e3o agradou.<\/p>\n<p>Mais de 40 entidades, como a Fenaj, a Abraji, e a OAB, e empresas como o Facebook e o Google, protestaram pela forma c\u00e9lere em que o texto tramitou no Senado em 2020, em plena pandemia, com sess\u00f5es remotas.<\/p>\n<p>Em nota enviada aos senadores, os signat\u00e1rios alegam que \u201cem um contexto em que o Senado realiza delibera\u00e7\u00f5es por meio do sistema remoto, sem a exist\u00eancia de comiss\u00f5es, o debate aprofundado sobre o tema se mostrou comprometido desde o in\u00edcio.<\/p>\n<p>Em fun\u00e7\u00e3o disso, pedimos que o Projeto de Lei 2630\/2020, seja retirado da pauta do Senado, a fim de que seja aperfei\u00e7oado e amplamente debatido com a sociedade brasileira, da forma que uma lei desta envergadura requer\u201d.<\/p>\n<p>Estamos a pouco mais de um ano da elei\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria no Brasil e o cen\u00e1rio de disputa est\u00e1 aberto. N\u00e3o sei voc\u00eas, mas eu recebo posts todos os dias sobre os poss\u00edveis presidenci\u00e1veis, quase tudo \u00e9 desinforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Alguns posts s\u00e3o grosseiros, outros s\u00e3o constru\u00eddos com muito recurso. \u00c9 preciso checar. Se voc\u00ea tem d\u00favida sobre algum conte\u00fado, n\u00e3o compartilhe e envie para alguma ag\u00eancia de checagem. Exer\u00e7a sua cidadania.<\/p>\n<p>*<em>Dados do Pew Research Center e do Digital News Report da Universidade de Oxford<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00e1rcia Turcato, de Bras\u00edlia O Facebook j\u00e1 removeu cerca de 850 mil v\u00eddeos com informa\u00e7\u00f5es falsas no Brasil, onde 39% das pessoas que t\u00eam celular utilizam a plataforma como m\u00eddia de compartilhamento de conte\u00fado*. 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